sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Franquias online

Por Camila Almeida - Exame.com

Com o consumidor brasileiro cada vez mais aberto ao comércio eletrônico - dados recentes divulgados pelo e-bit e a Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (camara-e.net) indicam que, no primeiro semestre de 2011, 4 milhões de consumidores compraram pela primeira vez na internet -, as franquias de negócios online começam a se configurar como oportunidade de negócio para os empreendedores brasileiros. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), ainda há poucas marcas voltadas para esta modalidade, mas as experiências em outros mercados mais maduros mostram que há espaço para o crescimento da categoria. "No Brasil, elas começaram a surgir há cerca de dois anos. Em outros países, existem há seis ou sete anos, mas são mais fortes nos Estados Unidos", comenta o diretor executivo da entidade, Ricardo Camargo.

Nas franquias online, a maior parte do trabalho é feita virtualmente. O empreendedor gerencia o estoque e pedidos feitos através do site, presta consultoria ou divulga sua franquia pela internet e pelas redes sociais. No dia a dia, algumas franquias exigem que parte do trabalho seja feito fora do mundo virtual, contemplando a visita a estabelecimentos que poderão se tornar clientes ou parceiros para o seu negócios. Em geral, o franqueado precisa apenas de computador, acesso à internet e, em alguns modelos, um número mínimo de funcionários para começar o negócio. "Antes de fechar negócio, o empreeendedor deve pesquisar e entender qual será seu trabalho no dia a dia", recomenda a diretora do Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt.

O baixo investimento é um dos principais atrativos do modelo. Para algumas marcas, como a Clube Turismo, o aporte inicial fica abaixo de R$ 3 mil. Porém, os especialistas recomendam uma análise criteriosa antes de assinar o contrato, como para qualquer tipo de franquia. Claudia diz que o futuro franqueado precisar estar ciente de todos os custos "escondidos", como locomoção, telefone, internet, manutenção do computador, prospecção de material, logística e a própria remuneração pelo trabalho. "Ele deve conhecer a sede da empresa pessoalmente, visitar outros franqueados e, se não entende bem de números, deve procurar ajuda." Segundo a especialista, também é importa analisar o contrato com cuidado e ter claro qual é o suporte oferecido pela franqueadora.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Celular pode substituir carrinho nas compras

A That One Consulting Group – empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções em tecnologia – acaba de criar um sistema inédito com a ferramenta de automação GeneXus, da Artech, que pode mudar o modo de efetuar compras. A ideia é simples. Em vez de o cliente pegar e colocar os produtos no carrinho, ele apenas apontará a câmera fotográfica do celular ou tablet para a leitura do código de barras do produto. As informações serão visualizadas no aparelho e o consumidor confirmará a compra. E como o aplicativo M-Shop foi desenvolvido em GeneXus, ele apresenta flexibilidade de plataformas, sendo compatível com vários dispositivos móveis.

“Escolhemos GeneXus, porque é a única ferramenta que, com um único processo de desenvolvimento, cria aplicações para várias plataformas, como Apple, BlackBerry e Android. E sabemos que rapidamente o Genexus estará pronto para gerar aplicativos para outras plataformas, como o Windows Phone, e a nossa solução estará naturalmente disponível para estas novas sem exigir maiores esforços”, explica o diretor da That One, Denis Furtado.

É mais uma nova forma para fazer compras, uma opção para quem gosta de ver o objeto que está comprando, mas não quer ter o incômodo de carregar peso ou empurrar carrinhos ou ainda de enfrentar filas imensas no caixa. Além disso, o aplicativo sugerirá produtos extras para compra baseado no gosto do dono do aparelho.

Comportamento

Uma possível consequência que está sendo apontada por especialistas - e é benéfica para as lojas - é o aumento do consumo, já que o consumidor tende a comprar mais quando tem a experiência sensorial, ou seja, ao ver, pegar e sentir os produtos expostos na loja. E existe público potencial para esse meio de compra, já que cerca de 8% dos 200 milhões de celulares do país, ou seja, 16 milhões são smart devices e este número continua a crescer diariamente.

Nos EUA já são 25% de smartphones, segundo Denis. Nesse número, não estão computados os tablets e iPod Touches. No mundo, já são mais de 16 milhões de tablets e a previsão do International Data Corporation (IDC) é que mais 45 milhões sejam comercializados em 2011. O número oficial de vendas do iPod é de 275 milhões de unidades até o final de 2010 e sabe-se que boa parte é do modelo Touch, capaz de executar as mesmas aplicações de um iPhone. E este percentual deve crescer em 2011 com os preços mais acessíveis, tanto de devices como de acesso 3G.

Um número de expressão que mostra o gosto do brasileiro pela compra em meios digitais é o do e-commerce: mais de 21 milhões de consumidores acessaram uma loja online em 2009 no Brasil e o e-commerce faturou cerca de R$ 14 bilhões em 2010.

Fonte: B2B Magazine

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Fraudes em ambientes virtuais podem ser evitadas

Escrito por Paula Furlan

O comércio eletrônico é uma modalidade em ascensão, cada vez mais pessoas se sentem seguras para comprar em ambientes virtuais. Mas com o aumento das vendas, aumentam também as fraudes nas compras via Internet.

Um estudo da consultoria americana CyberSource, especializada em pagamentos pela internet, revela que o prejuízo do e-commerce nos Estados Unidos e no Canadá com fraudes em 2010 foi de 2,7 bilhões de dólares. No Brasil, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, as operadoras de cartões de crédito estimam que as perdas cheguem a 4% do faturamento de uma loja virtual, dependendo do setor.

Para otimizar compras via Internet, o sócio-diretor da ClearSale, Bernardo Lustosa, elaborou algumas dicas para as empresas:

- A missão de um e-commerce é vender, mas ele também deve se preocupar com a dificuldade em ter a certeza de que a compra é autêntica, ou seja, se é realmente o dono do cartão de crédito quem está comprando, para garantir que o lucro da transação não se torne o prejuízo de uma fraude.

- Em datas sazonais, onde a procura por determinados produtos é maior, as empresas precisam estar preparadas para atenderem e aprovarem com rapidez os pedidos. A ClearSale, por exemplo, direciona seus analistas nestas épocas para as operações das lojas com altas demandas.

- Também é importante não criar empecilhos para a concretização da venda. Cada passo a mais significa mais cancelamentos. A imensa maioria dos clientes é boa e não deve se desgastar com burocracia para a finalização da compra.

- Para não perderem boas compras, os empresas também precisam investir em uma ferramenta de gestão de risco assertiva. Quando optar por um fornecedor ou, ainda que vá tentar fazer internamente, escolha por quem possua inteligência artificial altamente assertiva.

- Quanto mais difícil for separar automaticamente o bom do mal cliente, mais demora e cancelamentos existirão. Se você é pequeno, compartilhe a base, do contrário, não terá jamais capacidade de gerar modelos assertivos.

- Outra coisa, tão importante quanto monitorar o índice de fraudes é monitorar os cancelamentos e reprovações. Uma reprovação de um bom cliente não é somente a perda de uma venda, é a perda de um (ou muitos) cliente(s).

- Entregar rápido também é fundamental. Agilidade é o segundo maior valor do internauta. Entregue rápido, ainda que em momentos de altos volumes de vendas. A melhor forma de fazer isso é terceirizar o serviço e cobrar o SLA (tempo de reposta) acordado por contrato.

Fonte: B2B Magazine

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Portal de pagamentos facilita o e-commerce


O portal pagamentoja.com.br, que é especializado em fazer intermediação de pagamentos via internet para todo tipo de comércio eletrônico, está investindo em tecnologia e modernidade no seguimento de e-commerce. Com o aumento das compras via internet, há também uma evolução na exigência dos consumidores, que a cada dia querem mais segurança e flexibilidade na escolha quanto à maneira de pagar determinados produtos ou serviços.

Com um “suite” de aplicativos, que permite que as lojas de e-commerce se conectem a um banco de dados específico do comércio eletrônico e administrem os recebimentos, o portal tem uma plataforma que atende a grandes empresas de e-commerce, como também possibilita a adesão de um pequeno comércio, mesmo através de um blog ou uma página do facebook. “Para isso, foram programados duas versões de aplicativos para integração na loja, satisfazendo a exata necessidade de cada tipo de lojista, desta forma, acreditamos fomentar o desenvolvimento estratégico de grandes e pequenos lojistas.”, destaca o executivo Arnaldo Korn.

Segundo ele, o lojista de e-commerce deve procurar agilidade operacional e pleno atendimento, e, mesmo no mundo virtual, deve existir pessoalidade no centro do relacionamento comercial. “Estamos certos que o recurso pagamentoja.com.br ajudará a alavancar o crescimento acelerado do mercado de e-commerce.”, afirma.

Hoje uma loja física, deve ficar atento ao movimento do comércio eletrônico e procurar se atualizar e implementar uma versão online do comércio, seja ele qual for e de que tamanho for. O crescimento do e-commerce é inevitável e já é realidade.

Para conhecer acesse www.pagamentoja.com.br.

Fonte: B2B Magazine

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cresce número de venda de empresas brasileiras no mercado internacional


Cresce a venda internacional de empresas brasileiras, o potencial de consumo é o que mais atrai os investidores estrangeiros. Segundo o consultor do Sebrae justifica este movimento pelo comportamento do consumidor brasileiro, que não costuma calcular quanto vai pagar pelo produto e sim se as prestações cabem no bolso.

Entrevistados: Tiago Bradão Farias, consultor do Sebrae - Celso Grisi, economista - André Palma, diretor do Gac

Fonte: CNT Jornal

domingo, 4 de setembro de 2011

CLAV 2011 vai abordar a influência das redes sociais no varejo

Nos dias 27 e 28 de outubro, a FGV-SP sediará a quarta edição do CLAV – Congresso Latino-Americano de Varejo. Realizado pelo GVcev - Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas), o evento visa disseminar conhecimento de ponta relacionado à gestão de organizações varejistas de produtos e serviços. O congresso acontece das 9h às 19h, no Salão Nobre da FGV-EAESP (Rua Itapeva, 432 – 4º andar), em São Paulo.

O CLAV 2011 é dirigido aos executivos de varejo, fornecedores e pesquisadores. Para Jacques Gelman, coordenador do GVcev da FGV-EAESP, o congresso servirá de catalisador à geração do conhecimento em varejo, “o nosso objetivo é promover a geração, o compartilhamento e a divulgação de conhecimento, na área de Varejo, em todas as suas dimensões e perspectivas, gerando, desta forma, subsídios para maior competitividade e excelência das empresas varejistas”, avalia.

Nesta edição, palestras com pesquisadores internacionais são destaque. No primeiro dia (27/08), o pesquisador David Richard Bell, da Universidade da Pensilvânia, abordará o papel das mídias sociais para a inclusão das minorias no mercado consumidor. No dia seguinte, a palestra “Como as mídias sociais afetam o comportamento do consumidor” é tema da apresentação da Dra. Hope Jensen Schau, pesquisadora da Universidade do Arizona. O professor Dr. Chrysanthos Dellarocas, da Boston University, tratará da criação e difusão de informação pelas mídias sociais e o uso desta informação pela empresa varejista, no final do segundo dia.

Também estão programadas palestras com profissionais que reconhecidamente lideram o tema no Brasil, tais como: Edney Souza (Interney), Fábio Cipriani (Deloitte Touche Tohmatsu) e Marcelo Coutinho (Terra), mostram como as mídias sociais são trabalhadas pelas empresas brasileiras. Completam a programação as atividades acadêmicas e os workshops que permitiram aos gestores emergirem e planejarem a atuação de suas empresas nas redes sociais.

O valor da inscrição é R$ 470,00 para participantes. Alunos de pós-graduação da FGV-EAESP pagam R$ 50,00. Comunidade GV e parceiros, R$ 380,00. Acadêmicos pagam R$ 280,00. Gestores de empresas de pequeno porte pagam R$ 200,00.

Para participar basta preencher a ficha de inscrição no site www.fgv.br/cev, imprimir o boleto bancário e realizar o pagamento no banco de sua preferência. Inscrições de Grupos devem ser realizadas pelo e-mail clav@fgv.br.

sábado, 3 de setembro de 2011

Pizzaria aposta no clima caseiro e coleciona clientes em São Paulo

Assista a reportagem AQUI


Tudo começou com encontros de amigos acompanhados de pizza. O clima amistoso, o atendimento intimista e o produto de qualidade incentivou Cibele Freitas a abrir uma pizzaria. O negócio deu certo, prosperou e hoje faz sucesso em São Paulo. No restaurante é o próprio cliente quem anota o pedido e busca a bebida na geladeira, gestos que só reforçam o clima familiar do lugar. Entre as novidades do negócio estão a abertura de novas unidades e o lançamento do sistema delivery.


Repórter: Flávia Travassos - Jornal do SBT Manhã



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Venda na porta de casa ganha espaço entre consumidores

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Em tempos de vendas pela internet, supermercado online e compras coletivas, ainda há quem prefira o vendedor que bate na porta de casa. A variedade de produtos é grande, vai de cosméticos a frutas e verduras.

O grande segredo deste tipo de venda é a confiança entre vendedor e comprador. Para o consultor do Sebrae a venda direta ganha força porque o consumidor quer contar com as facilidades de não sair de casa para comprar, mas é preciso tomar alguns cuidados.

Entrevistada: Amélia Gomes, produtora rural/nutricionista - Paulo Tadeu Graciano, consultor do Sebrae

Repórter: Marc Souza - Rede Record


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Loja cenográfica em São Paulo serve de ‘laboratório’ para comerciantes

Empresários aprendem técnicas em programa do Sebrae. Cenário de loja bagunçada foi montado para simular erros comuns.

Assista o vídeo AQUI



Em São Paulo, comerciantes aprendem em um laboratório como deixar a loja atraente, chamar mais clientes e aumentar as vendas. O objetivo é criar um ponto de venda agradável e bem organizado para atrair cada vez mais consumidores.

Um cenário de uma loja bagunçada foi montado para simular os erros mais comuns de um ponto de comércio. Falhas que afastam a clientela, diminuem as vendas, causam prejuízo no faturamento. É nesse espaço que os lojistas aprendem o que não deve ser feito em um negócio de verdade.

O curso faz parte do Programa de Comércio Varejista do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de São Paulo. Os consultores já atenderam a 8 mil empresas no estado. Já foi feito um levantamento das principais falhas de visual que prejudicam os negócios. Na primeira parte da atividade, os lojistas recebem um questionário e tentam encontrar os erros na arrumação da loja.

Atentos, os alunos comerciantes descobrem que desconhecem as noções básicas de visual, propostas pelo merchandising. Essa é a ferramenta de marketing que envolve desde o planejamento de uma vitrine até a iluminação da loja.

“Uma das coisas que a gente já encontrou nesse programa foram lojas que mantinham as luzes apagadas. Só quando o cliente chegava, ele acendia. Como a luz estava apagada, os clientes achavam que a loja estava fechada”, diz Gustavo Carrer, do Sebrae.

São falhas desse tipo que os comerciantes encontram na loja cenográfica. “Eu percebi que os produtos estão fora de padrão, tudo desorganizado, sem preço. Eu vi esses tênis todos desorganizados, não estão um do lado do outro, está um distante do outro”, diz Bruna Mari Ribeiro, empresária.

No fundo da loja, mais problemas. Os comerciantes circulam e verificam falhas nas araras de exposição. Roupas masculinas misturadas com as femininas.

“Os cabides vazios jogados em cima estão mal expostos (...). Tem cabides diferenciados, as cores. Preto misturado com branco, tinha que ter um padrão seguindo uma sequência de cores”, diz a empresária Maria Andrade.

A lição do Sebrae é bem clara: a bagunça afasta os consumidores. “O resultado é o cliente não comprar, não voltar na sua loja, e muitas vezes até não encontrar o que deseja devido ao nível de desorganização da loja”, diz Carrer.

Na segunda parte do trabalho, os comerciantes são liberados para arrumar a loja. Eles ajustam a iluminação, trocam as roupas dos manequins, mudam todo o visual. A orientação é de um especialista. “O que a gente fez foi realmente organizar o espaço para que isso se torne mais fácil para o cliente, seja prático”, diz Adilson Paiva, programador de visual merchandising.

A loja cenográfica ficou perfeita. Mas será que os comerciantes conseguem aplicar as lições nos seus negócios? Sílvia Nakahata participou da experiência. Ela é dona de uma loja de roupas infantis e fez uma inspeção geral na loja de 200 metros quadradros.

Ao final, ela optou por mudar a arara de lugar. “Existe um ponto aqui de venda de calçados, de exposição de calçados. E a arara está obstruindo. E como tem um espaço bom que comporta a arara, a gente abre o espaço para a melhor circulação do cliente”, explica.

No setor de roupas para meninos, a empresária fez mudanças. Agora, cada casaco é exibido com uma camiseta. A combinação induz o cliente a comprar duas roupas ao invés de uma. E o melhor: a alteração não exigiu nenhum investimento financeiro. Apenas criatividade. “As duas peças já estão na loja. Ao invés de oferecê-las separadas, você já faz um mix e compõe um visual bacana para o cliente”, afirma a empresária.

A loja já atende mais de 100 clientes por dia. E com as mudanças, espera um crescimento nas vendas. Para o Sebrae, a empresária já pode comemorar. “Ao aplicar as técnicas (...), mais a orientação dos consultores, ele tem aí de saída pelo menos 10%, 15% de melhoria de vendas. Essa é a média estadual que a gente tem obtido”, diz Carrer, do Sebrae.

Fonte: PEGN

Simulador mostra supermercados mais baratos da cidade


Ferramenta da Proteste possibilita ao consumidor descobrir onde as compras saem mais em conta em sua região.


A Proteste Associação de Consumidores publicou, nesta segunda-feira, a sétima edição de seu Guia de Preços de Supermercados, fruto de um levantamento realizado em 1.156 pontos de venda em 20 cidades de 13 estados mais o Distrito Federal. Um simulador de preços está disponível no site da Proteste, para que o consumidor possa pesquisar os supermercados mais baratos da sua região.

Existem duas maneiras de usar o simulador. Numa, o usuário pesquisa os supermercados mais baratos da sua região segundo cestas montadas pela própria Proteste. Na outra, é possível montar a própria cesta de compras e fazer uma pesquisa completamente customizada. Em ambas as modalidades, o consumidor pode personalizar a pesquisa priorizando preço ou marca dos produtos. Os resultados são listados em ordem de diferença de preços em relação ao supermercado mais barato da cidade.

Neste sétimo ano de pesquisa, Brasília continua sendo a cidade com a maior conta de supermercado para quem prefere adquirir as marcas líderes de venda, enquanto Pernambuco apresenta o menor preço médio. A diferença entre as duas cidades é de 19%. A cesta que prioriza preço baixo, por sua vez, foi mais cara no Rio de Janeiro, onde o preço foi 25% mais alto do que na cidade mais barata, São Luís.

O levantamento da Proteste mostra ainda que o consumidor pode encontrar diferenças de preço gritantes no simples ato de atravessar a rua. Por exemplo, no Rio de Janeiro, a diferença de preços da cesta de produtos mais completa chega a 22% entre dois supermercados que ficam na mesma rua em Copacabana - o Pão de Açúcar, mais caro, e o Mundial, mais em conta.

Foram pesquisados pontos de venda em Belo Horizonte, Brasília, Campinas (SP), Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Guarulhos (SP), Jaboatão dos Guararapes (PE), João Pessoa, Natal, Niterói (RJ), Olinda (PE), Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luis, São Paulo, Vila Velha (ES) e Vitória.

Os preços mais em conta foram encontrados nos mercados de atacado. O Atacadão foi o mais bar

ato em nove cidades pesquisadas, enquanto o Makro foi o mais em conta em cinco delas. É claro que esses estabelecimentos apresentam o inconveniente de vender os produtos em embalagens enorme

s. Mas pelo simulador é possível descobrir quais varejistas apresentam preços próximos aos deles.

Alguns produtos chegam a apresentar diferenças de preços de até 200%. É claro que em cidades muito extensas não será vantajoso rodar grandes distâncias para comprar nos locais mais baratos. Mas muitas vezes, se deslocar um pouco mais até o mercado mais barato da sua região pode valer a pena.

Acesse e simule:

http://www.proteste.org.br/financas-pessoais/guia-de-supermercado-s520711.htm

Fonte: Exame.com