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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Evento do Sebrae/PR promove inovação e tecnologia

Nos dias 12 e 13 de novembro, vai acontecer o Paranatic, em Foz do Iguaçu, evento realizado pelo Sebrae/PR e que possui uma temática dedicada à Tecnologia da Informação. Na sua quinta edição, o evento vai abordar temas como economia, inovação, startups, mobilidade elétrica, mercado financeiro, inovações no varejo, no turismo, entre outros, além de ser uma oportunidade para reunir empresários, acadêmicos e governantes para debater sobre o mercado.

Confira um pouco da programação:



Para maiores informações, acesse o site do evento aqui!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Por que as organizações, inclusive grandes empresas, fracassam?

Durante os dias 27 e 28 de outubro, ocorreu, em Brasília, o II Fórum Nacional do Comércio, que debateu “A mudança em curso: produtividade e inovação no varejo brasileiro”. O evento, realizado pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), pode debater sobre o comércio brasileiro, com líderes do varejo e dirigentes de todo o Brasil, além de disseminar informações inovadoras para que os lojistas melhorem seu desempenho.

O presidente da HSM Management, Rivadáia Drumond, ministrou uma das palestras no evento com o tema “Inovação e Criatividade em cenários desafiadores”, em que questionou porque as empresas falham tanto. Segundo ele, a resposta está na falta de capacidade de inovar no mercado constantemente. Para o gestor, é importante ter uma estratégia para inovar e deve-se focar em quatro pontos principais:
1. estratégia da empresa
2. soluções para os processos
3. ferramentas
4. medição do grau de sucesso da inovação implementada.

“Não existe estratégia sem inovação. E a inovação deve responder a um  problema, com foco na necessidade de uma demanda ou cliente”, conclui Rivadávia.

O palestrante sugeriu ainda a leitura do artigo “Miopia em marketing”, de Theodore Levitt: http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2015/08/levit_1960_miopia-em-marketing.pdf 


O evento abordou diversos outros temas e palestras interessantes. Fique por dentro, amanhã vamos trazer mais conteúdo sobre o evento. 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

5 hábitos que levam os empreendedores a inovar

Fonte: Revista PEGN


Criatividade; networking (Foto: ThinkStock)
















Um dos jargões mais usados no mundo corporativo diz que "deve-se repetir hoje o que deu certo ontem". Para Lolly Daskal, consultora americana da área de liderança, a frase faz sentido, mas é limitada.
Segundo Lolly, é óbvio que os empreendedores devem replicar o que foi bem-sucedido. No entanto, isso não é suficiente para quem quer prosperar. "Para se manter no topo, é necessário inovar. Só a reinvenção constante leva uma empresa a enfrentar a concorrência e as novidades que aparecerem", disse ela.
Lolly afirma que, ao adotar certas práticas, os empreendedores podem transformar a inovação em um processo natural. Conheça alguns desses hábitos:
1. "Conecte os pontos" constantemente

A capacidade de observação e a posterior análise das situações são essenciais para quem quer criar algo diferente. Ao interpretar o mundo em que vive, o empreendedor pode conectar conceitos aparentemente incompatíveis. Ao contemplar o mundo e "ligar os pontos", outra perspectiva pode surgir, seja uma ideia de negócio ou o surgimento de algo interessante para sua empresa.
2. Comprometa-se a perguntar

Grandes inovadores, de acordo com Lolly, tem a curiosidade como uma característica inerente. E para serem respondidos, eles precisam fazer perguntas. Para a especialista, no entanto, não é receber uma resposta, mas formular ótimas questões. Afinal, por melhor que seja o interlocutor, sua curiosidade só será plenamente satisfeita se ele souber exatamente o que você quer saber.
3. Faça contatos

Quanto maior o networking de um empreendedor, maior é a chance de que ele escute algo que o motive a inovar. Além disso, seus amigos podem ser os primeiros a validar suas ideias. Por isso, se sua rede de contatos for escassa, mova-se: vá a eventos e procure empreendedores nas redes sociais.
4. Faça da inovação uma tarefa diária

Em alguns casos, um insight pode surgir por acidente. Para Lolly, o ideal é que a inovação se transforme em um hábito diário – até porque não se pode esperar por um momento aleatório para se inspirar e "pensar fora da caixa". A dica da especialista é estabelecer alguns momentos, todos os dias, para se afastar de todos e ficar em silêncio. Segundo ela, as ideias surgem mais facilmente em momentos de autocontemplação.
5. Não tenha medo de errar

Para Lolly, o erro é mais que possível. Na verdade, é até provável que algo não aconteça como foi planejado. A consultora afirma que a falha não deve ser encarada com um viés otimista. Ela usa como exemplo uma citação de Thomas Edison, americano que inventou a lâmpada: "Eu não falhei. Só descobri 10 mil caminhos que não eram o certo."


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Padaria drive-thru idealizada em São Carlos ganha franquias em 68 cidades

Fonte: G1 (adaptado)


Oferecer rapidez, comodidade e pão quente a cada sete minutos. É com essa proposta que o idealizador da primeira padaria drive-thru de São Carlos (SP) tem conquistado clientes no Brasil e no exterior. Quatro meses após montar a loja na cidade, o empresário Tom Ricetti viu o negócio expandir com 68 franquias vendidas em território nacional. A Pão To Go também chegará aos Estados Unidos, onde já fechou contrato para unidades em Miami, Orlando e Los Angeles, além de Buenos Aires, na Argentina. Os pontos devem começar a funcionar no primeiro semestre de 2014.

Serviço - O sistema drive-thru criado por Ricetti oferece um cardápio com cerca de 30 produtos divididos em 62 itens. Além do pão francês, há leite em caixa, pó de café, suco, manteiga e frios, como queijo, mussarela, presunto e mortadela em embalagens de 150 gramas. A intenção do empresário é que até o fim do ano as opções aumentem para 100 itens.

A compra na Pão To Go é feita em duas etapas. O cliente para o carro, faz o pedido em uma cabine, paga (com dinheiro ou cartão) e retira a compra em outra cabine. Todo o processo dura menos de um minuto quando não há fila de veículos.

A loja em São Carlos funciona de segunda a sexta-feira das 7h às 21h, sendo que o período de maior movimento é das 8h às 9h30 e das 17h às 20h. Aos sábados, o local abre somente no período da manhã e aos domingos à tarde. Segundo Ricetti, não há padrão de horário para as franquias e as estratégias de cada loja, inclusive de preço, são definidas pelo franqueado.
Investimento - O investimento inicial para abrir uma unidade da PãoToGo é a partir de R$ 150 mil. Desse valor, R$ 30 mil é da taxa de franquia, R$ 10 mil para capital de giro e R$ 110 mil para o maquinário e obras. O espaço mínimo para instalar o ponto é de 200 metros quadrados, sendo necessário 40 metros quadrados de área construída para um box.

De acordo com Ricetti, o faturamento médio mensal do empreendimento é de R$ 50 mil a R$ 70 mil. A recuperação do valor investido pode ser de até dez meses, que varia de região.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ferramenta melhora estrutura e qualidade de atendimento

Fonte: ASN


Quem administra uma loja, em qualquer região do país, conta com uma oportunidade para melhorar o negócio. O Sebrae estendeu para todo o Brasil uma experiência bem-sucedida que teve início no Paraná: o Diagnóstico de Loja Sebrae (DSL). A ferramenta apoia o empreendedor em diversos quesitos de competitividade, incluindo o design.
O design é determinante na criação de um produto ou serviço diferenciado, na escolha de uma identidade visual e no planejamento do espaço da loja, critérios que fazem toda a diferença na fidelização e na atração de novos consumidores. Essa atividade é tão importante para questões culturais, sociais e econômicas que em 1998 foi instituído o Dia Nacional do Design, celebrado nesta terça-feira (5) – acesse o blog do Sebrae sobre essa atividade.
O DSL analisa o design na etapa de avaliação de estrutura física do empreendimento. Nas outras etapas são ainda avaliadas questões sobre o processo de atendimento e da gestão empresarial. Ao final do diagnóstico, o empresário recebe do Sebrae um radar de competitividade, que identifica as principais necessidades de melhoria e facilita a geração de inovação na loja. Itamar de Mendonça, proprietário do Café da Casa, em Maringá (PR), é um empresário que contratou essa ferramenta para colocar em prática um projeto de ampliação de seu estabelecimento. Para isso, procurou o Sebrae no Paraná. “Queria descobrir quais eram os erros que eu vinha cometendo e que os clientes e amigos percebiam, mas não tinham coragem de me falar”, explica.
Mendonça conta que sua experiência empresarial começou em 2000. Na época, ele era vendedor de planos de saúde do Hospital Santa Casa e percebeu a necessidade de um local onde os acompanhantes dos pacientes pudessem se alimentar. Depois de uma conversa com a direção do hospital, surgiu o Café da Casa. Até o fim de 2011, o Café da Casa funcionava em um espaço de apenas 27 metros quadrados, em uma área mais interna do hospital. Com o movimento de clientes cada vez maior, Mendonça e a direção do hospital viram que o Café da Casa precisava ser reformulado e o diagnóstico ajudou a aperfeiçoar o planejamento do negócio.
Em dezembro de 2011, depois de uma ampla reforma, o estabelecimento passou a funcionar próximo à recepção do hospital, desta vez em um espaço de 81 metros quadrados. Para melhor atender seus clientes, Mendonça ampliou o quadro de funcionários. Ao invés de quatro, passou a ter nove colaboradores. “Para fazer todas essas mudanças achei melhor procurar o Sebrae. Tinha muitas dúvidas nas áreas de finanças, estrutura, planejamento, marketing, sobre retorno do investimento e até de iluminação. Procurei ajuda especializada porque eu não queria errar”, conta.
O Diagnóstico Sebrae de Loja foi criado pelo Sebrae no Paraná. Foram realizados dois pilotos da ferramenta em Tocantins e no Ceará. Os resultados positivos fizeram com que a Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia (UAIT) adequasse a metodologia para nacionalização, atendendo a demanda da Unidade de Atendimento Coletivo de Comércio (UACC). Após capacitação dos multiplicadores, o DSL encontra-se disponível para utilização nos 27 estados. “O diagnóstico não deve ser entendido como uma etapa isolada, mas estar vinculado a mudanças e melhorias no negócio”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.
Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 2107-9300
(61) 2104-2770/2769/2766
(61) 3243-7851   

terça-feira, 5 de novembro de 2013

5 tendências do varejo na era digital

Fonte: Revista PEGN


Brian Dyches (à esquerda) e Bryan Meszaros (Foto: Keiny Andrade/Divulgação)
Os americanos Brian Dyches, presidente internacional do Retail Design Institute, e Bryan Meszaros, diretor-geral da consultoria OpenEye, são especialistas em varejo na era digital. Eles apresentaram as tendências no uso da tecnologia na sexta-feira (1), durante a 13ª Convenção ABF do Franchising,  na Praia do Forte, em Mata de São João (BA). Veja as tendências que eles apresentaram:
1. O cliente no poder
A tecnologia não deve ser adotada só porque é uma novidade ou porque parece incrível. O cliente deve se sentir no controle dela. “O consumidor está acostumado com a comunicação 24 horas por dia, sete dias por semana, usando dispositivos móveis”, diz Meszaros. Um exemplo são os provadores virtuais e as tecnologias que ajudam o consumidor a ter contato com o produto.

2. Interação sempre
Segundo Dyches, um dos maiores erros do varejista é investir em sinalização digital, mas sem interatividade. O consumidor espera interagir sempre. “Uma tendência é que os clientes tenham a possibilidade de controlar um telão por meio dos seus celulares ou tablets, e não por touchscreen. Eles se comunicam pelo dispositivo com o qual estão familiarizados”, afirma Meszaros.

3. A nova sinalização
Segundo o especialista, telões e painéis são tão comuns que estão quase sendo considerados como mídia tradicional. O segredo ao usá-los é avaliar bem sua comunicação com o ambiente. “Eles devem ser incorporados, ser parte do ‘sabor’ do lugar”, afirma Dyches. 

4. Arquitetura digital
As tendências digitais incluem mudanças na arquitetura dos espaços. Para receber as novas tecnologias, a acústica dos espaços precisa ser estudada. Em lojas, é possível instalar alto-falantes unidirecionais no teto, de forma que uma mensagem sonora seja transmitida somente para o consumidor que está na frente de um determinado produto, por exemplo. 

5. Gamificação
Transformar a comunicação em um jogo ajuda o consumidor a receber a mensagem que o varejista quer passar. Mas essa deve ser uma experiência divertida.
 


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

PayPal lança solução de pagamento para lojas físicas brasileiras

Fonte: Revista PEGN


O PayPal anunciou hoje (dia 24) o lançamento do piloto nacional de sua solução de pagamentos para pontos de venda físicos. Disponível por meio do aplicativo da empresa, a ferramenta é baseada em um sistema de check-in que transmite ao lojista as informações de pagamento da conta PayPal do usuário. Desse modo, para confirmar a compra de um produto ou serviço, o cliente precisa apenas confirmar a transação na tela de seu dispositivo móvel. A plataforma também permite fazer transações financeiras diretas entre usuários de diferentes países.

O local escolhido para testar a tecnologia – que já roda em países como Austrália, Canadá, Estados Unidos, Hong Kong, Japão e Reino Unido - foi a loja conceito da Suplicy Café Especiais, localizada no bairro dos Jardins, em São Paulo.

“Ainda não temos metas definidas de expansão ou estratégias de adesão em massa. O momento é de avaliar o comportamento e a resposta do consumidor”, diz Mario Mello, vice-presidente do PayPal na América Latina. Além de facilitar a experiência de compra em lojas físicas, o executivo destaca as funcionalidades de CRM oferecidas aos donos de estabelecimentos. “O aplicativo permite analisar itens como frequência de visitas e preferências de clientes assim que eles entram na loja.”

Até o momento, a novidade está disponível apenas para aparelhos com sistemas iOS - a atualização para Android deve ser liberada até o dia 24 de novembro. Segundo David Marcus, presidente global do PayPal, a experiência no mercado nacional faz parte dos planos gerais de expansão no país. “O objetivo é posicionar o Brasil entre os nossos cinco maiores mercados nos próximos cinco anos”, afirma. “Ainda existe um problema de confiança do consumidor brasileiro sobre novos meios de pagamento. Queremos ser um dos catalisadores de uma mudança de atitude sobre essa questão.”

terça-feira, 21 de maio de 2013

Supermercados adotam tecnologia para agilizar atendimento

Fonte: Varejo ESPM

Os supermercados brasileiros pretendem agilizar o atendimento a seus consumidores e reduzir os custos trabalhistas com a introdução de máquinas que poderão ser operadas pelos próprios clientes na hora de pagar pelas compras, a exemplo do que já acontece nos Estados Unidos e na Europa. O aparelho, batizado de “self checkout”, foi apresentado durante a APAS 2013 – 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados, realizado de 6 a 9 de maio, em São Paulo.

Com as máquinas, o cliente passaria seus produtos por um leitor de código de barras, pesaria seus alimentos frescos e pagaria com cartões de crédito ou débito sem a ajuda de um funcionário do supermercado. No Brasil, essa tecnologia só existe na rede de supermercados Muffato, no Paraná, desde novembro passado, mas a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) prevê sua implantação no restante do país.

A empresa RMS demonstrou o funcionamento da máquina durante a Feira APAS 2013. No caixa, o próprio cliente passa os produtos à frente do leitor de código de barras e os coloca em uma bolsa situada sobre uma balança. Se forem postas duas sacolas, a máquina detecta o maior peso e emite uma mensagem de erro, o que evita tentativas de roubo. Pelo esquema, um funcionário do supermercado ficaria em um posto colocado entre quatro desses caixas para vigiar o funcionamento deles e suas mensagens de erro.
A RMS prevê vender no Brasil 400 unidades da máquina já em 2013.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Anúncio inteligente 'lê' olhos de consumidor em loja

Fonte: BBC

Cientistas da Universidade de Lancaster inventaram um sistema de personalização de anúncios em lojas baseado no movimento dos olhos do cliente. 

Chamado de Sideways, o sistema usa um software com câmeras que localiza e identifica o movimento de rostos e olhos, permitindo que monitores de TV troquem anúncios de acordo com os interesses demonstrados pelo cliente na hora de comprar.
Os responsáveis pelo projeto disseram à BBC que a nova tecnologia poderá ser usada em lojas em até cinco anos.
Os próprios consumidores também serão capazes de usar os olhos para controlar o conteúdo nas telas, checando itens num lista de produtos.
"Usamos uma câmera instalada perto da tela e não precisamos de nenhum equipamento extra," explica o pesquisador Andreas Bulling.
"O sistema detecta os rostos das pessoas e mostra onde os olhos estão presentando atenção."

14 pessoas ao mesmo tempo

Bulling desenvolveu o projeto com mais dois colegas da Escola de Computação e Comunicações da Universidade de Lancaster.
A maioria dos sistemas de monitoração do olhar existentes até agora eram difíceis de instalar e só podiam ser usados por uma pessoa enquanto o Sideways pode monitorar até 14 pessoas ao mesmo tempo.
"O monitoramento através do olhar é um assunto quente," disse Bulling. "Espero que a tecnologia esteja disponível em pouco tempo."
A novidade pode ser bem recebida pelos consumidores se ela facilitar a maneira como fazem as compras, mas Bulling advertiu: "Se os consumidores não estiverem cientes de que a nova tecnologia está em funcionamento, questões de privacidade poderão ser levantadas."

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A empresária que apostou no brigadeiro antes dele virar febre

Juliana largou o jornalismo para ser empresária
Foto: Divulgação
Na cozinha do sítio da avó, em Franca, interior de São Paulo, Juliana Motter aprendeu as primeiras noções do que viria a ser sua profissão no futuro. Os cuidados de Dona Ignês com o preparo das encomendas ficaram gravados na memória da neta. De toda a produção que ajudava a complementar a renda da família, Juliana gostava mesmo era de ver o preparo dos brigadeiros.

A afinidade com o docinho genuinamente brasileiro ultrapassou a infância. Hoje, ela comanda a Maria Brigadeiro, o primeiro ateliêr do País especializado em versões gourmet da guloseima.

“Voltava do sítio com o leite condensado feito pela minha vó e fazia meus brigadeiros”, relembra a empresária. O resultado das incursões de Juliana à cozinha rendeu a ela o apelido que hoje dá nome à loja, localizada na Zona Oeste de São Paulo.  “Sempre que havia aniversário, dava de presente. Os meus pais eram meio hippies e incentivavam. Ficou como uma marca minha”, conta.

A ligação emocional que criou com o brigadeiro ao longo dos anos extrapolou quando Juliana, já adulta, decidiu abandonar o jornalismo para empreender. “As coisas aconteceram de forma muito orgânica. Foi como um quebra-cabeça que foi se encaixando”, relembra.Depois de ter cursado gastronomia e fazer cursos de capacitação na área de confeitaria, nasceu a Maria Brigadeiro.

O conceito original da loja, inédito ainda tratando-se de brigadeiro, um doce até então condenado às mesas de festas infantis, agradou. No local, é possível encontrar mais de 40 sabores do doce, além de louças e embalagens criativas, que transformam a guloseima em artigo para presentes.

Com o sucesso do empreendimento vieram também os concorrentes. Hoje, as lojas especializadas em brigadeiros já estão presentes em praticamente todas as capitais do País. No entanto, Juliana – precursora do movimento que abriu os olhos da alta gastronomia para o potencial do docinho -, não perdeu mercado. Em sua loja, aproximadamente 5 mil unidades são produzidas diariamente.

Todas elas passam por um rígido controle de qualidade feito por 40 funcionários para assegurar produtos frescos. “Eu fico muito triste quando vejo a desconstrução do conceito do brigadeiro gourmet. Isso não é um benefício. Fazer brigadeiro faz parte da vida de muitas pessoas. Faz parte da minha vida e eu vou honrar o doce. Vou fazer tudo o que eu puder e vou continuar a inovar”, finaliza.
Fonte: Estadão PME - Blog do Empreendedor

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Por que sua empresa deve investir em inovação

Especialista conta que uma das vantagens de se investir em inovação é que o negócio ganha relevância no mercado em que atua

Foto: Dreamstime.com

Quais são as vantagens de se investir em inovação?
Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação
 
Para muita gente, o conservadorismo ainda prevalece como sinônimo de comodidade. Outros já veem a inovação como um caminho natural e necessário. A grande questão é não cair na armadilha da “inovação pela inovação”. É o que definimos como “inovação consciente”, uma inovação qualificada que tem como base ser melhor para a vida das pessoas. E as vantagens de levá-la adiante são muitas:

1. Garantir a sobrevivência de seu negócio
É preciso se reinventar e se redescobrir sempre, caso contrário haverá um grande risco de você se tornar obsoleto e deixar de existir. Mais que isso, ao inovar e propor novas soluções capazes de repensar o próprio mundo em que vivemos, você estará mais perto de viver e deixar um legado.

2. Agregar relevância e significado
Processos inovadores que olhem para o todo e considerem as reais necessidades das pessoas darão vida a produtos, serviços e causas de marca mais relevantes no mercado e na sociedade como um todo. Com isso, relações mais sólidas serão estabelecidas entre corporações e cidadãos. Para migrar para esse modelo, é preciso enxergar o quão destrutivo pode ser conceber uma inovação tendo como único tópico regente a métrica financeira.

3. Permitir relações de longo prazo

É assustador pensar que quase 90% dos produtos que chegam ao mercado não se sustentam por mais de um ano. Através da inovação aberta, co-criada, é possível construir o novo junto daqueles que se beneficiarão da própria inovação. A vantagem? Antes de mais nada, resultados financeiros, que garantirão longevidade. Depois, a certeza de que sua atividade comercial faz parte de um círculo virtuoso cujos ganhos são divididos, distribuídos e compartilhados entre todos os agentes que interagem com o seu negócio.

* Lourenço Bustani é especialista em inovação e sócio-fundador da Mandalah

Fonte: Exame

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

3 atitudes que barram a inovação na sua empresa

A acomodação faz com que muitos negócios não inovem e até parem de crescer
 
Foto: Stock.xnchg
3 atitudes que barram a inovação na sua empresa
Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação
 
A inovação não tem começo, meio e fim. Se sua empresa quer ser inovadora, ela precisa entrar em um movimento constante de atualizações. Algumas atitudes, no entanto, forçam o negócio a parar a de inovar.

Muitas empresas se dizem inovadoras no papel, mas, no fundo, não querem sair do lugar. É o famoso “deixa assim mesmo que está bom”.

1) Estagnação
Essa mentalidade de estagnação e insegurança é a principal inimiga da inovação. Enquanto as “janelas” não forem abertas, as pequenas empresas vão continuar olhando para o próprio nariz, míopes diante de uma concepção mais holística dos processos e do mundo.

2) Métricas defasadas
Ficar preso a métricas defasadas é outro ponto a se pensar. Se o pensamento das empresas continuar centrado no curto prazo e refém meramente dos resultados financeiros, a inovação vai ficar esperando na porta.

3) Preconceitos
Há empresas que são, quase sempre, contra ideias de pessoas jovens, contra o novo, o intuitivo, o subjetivo. Ou seja, contra tudo aquilo que não decorre de metodologias e frameworks teóricos. Basta arejar a mente e o coração e praticar aquilo que se prega. A inovação será consequência.


Fonte: Exame

terça-feira, 23 de outubro de 2012

3 maneiras fáceis de incentivar a inovação na sua empresa

Especialista fala sobre como as pequenas empresas podem ser ainda mais inovadoras

Foto: Stock.xchng
Quais são maneiras fáceis de incentivar a inovação na empresa?
Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação
 
É muito mais fácil conceber uma empresa inovadora quando tudo está funcionando junto. É nesse espírito de troca que nascem as ideias e se fundem os desejos em comum. Há muitos caminhos para isso. Confira abaixo três maneiras fáceis de incentivar a inovação.

1) Quebre barreiras
O rompimento das estruturas hierárquicas e a abolição dos protocolos de comando e controle são um bom começo para estimular o novo. Cada um podendo fazer a diferença para melhor, e do seu jeito, sem receio.

Abolindo essas estruturas engessadas, a inteligência estará distribuída de forma natural por todas as áreas, cargos e títulos. A empresa vai pulsar como um organismo só.

2) Estimule a contração de profissionais diferentes
É ideal também que haja uma maior valorização da diversidade. Quanto mais multidisciplinar e multicultural for a empresa, mais ricos serão os seus resultados. Como fazer disso um valor? Estimulando diálogos ativos entre todos os envolvidos, de colaboradores, fornecedores e parceiros a especialistas. O core de uma empresa é sempre o seu material humano.

3) Presenteie
Dar uma recompensa pelas ideias inovadoras, mesmo que fracassadas, é outra dica. Dessa maneira, a ideia de amanhã será sempre diferente.


Fonte: Exame

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Mobile Payment: como facilitar a vida do consumidor e vender mais

O Boletim Oportunidades & Negócios do mês de Outubro fala sobre a nova modalidade de pagamento: o Mobile Payment. Mas o que realmente é e como funciona? 

“Mobile Payment” ou Pagamento Móvel, também conhecido como Dinheiro Móvel (“Mobile Money”) ou Carteira Móvel (“Mobile Wallet”), genericamente, refere-se ao serviço de pagamento que é operado através de dispositivos eletrônicos móveis, como os celulares. As diversas soluções existentes em mercado foram desenvolvidas em uma parceria entre instituições financeiras, empresas de TIC e Operadoras de Telecomunicação. 

Confira do documento abaixo o boletim na íntegra.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Como inovar e lucrar fazendo o bem

Ser sustentável e inovador faz bem para o caixa da empresa e para o meio ambiente

Foto: Dreamstime.com
Como inovar e lucrar fazendo o bem
Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação
 
A economia global está atravessando um momento muito simbólico. Foi-se o tempo em que a responsabilidade social era só tendência. Hoje é, ou ao menos deveria ser, uma regra. Por isso, o cenário atual é fértil para ações efetivamente positivas e inovações.

1) Siga o seu coração
Essa é a condição básica de um empreendedor que quer inovar fazendo o bem. Vai ter gente querendo colocar a casa abaixo, dizendo que o bem é uma utopia, que o importante é dar conta dos salários e da margem de lucro no final do mês, não importam os outros. Mas isso não vai ter efeito se o propósito vencer as posturas destrutivas do mercado.

2) Olhe pelo olhar do outro
Navegue em vários sistemas e ambientes para compreender quando e como as pessoas são impactadas por aquilo que você faz, pelo produto ou pelo serviço que você oferece. Eles melhoram a vida das pessoas? Se essa resposta for não, pare. Pense. Mude.

3) Sentimentos também são métricas de sucesso
Lógico que o dinheiro é importante. Com ele a empresa sobrevive, cresce; mas é impossível olhar para o ser humano e fazer o bem se o conceito de sucesso não se ampliar. Existe vida além do dinheiro: gerar felicidade e bem-estar deve fazer parte do seu lema.


Fonte: Exame

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Vitrine eletrônica vira realidade com telas transparentes de LCD

Tecnologia apresenta o futuro das vitrines

Foto: Divulgação
Para incrementar as lojas e conseguir chamar a atenção dos consumidores, uma empresa paulista lançou um tipo de vitrine eletrônica composta por uma linha de telas transparentes de LCD que permite que se veja através delas. A tecnologia possibilita a transmissão de informações que podem complementar ou destacar os produtos expostos.

“Uma marca pode colocar no fundo da tela um sapato e usar conteúdo virtual para sugerir várias combinações com roupas e acessórios”, exemplifica Ronald Peach Jr., presidente da Droid, empresa responsável pelo produto. Segundo ele, as telas também podem ser utilizadas em geladeiras de bares e restaurantes. Peach Jr. afirma que tem apresentado a ideia para fabricantes de bebidas e sorvetes junto com a Metalfrio, fabricante de refrigeradores e freezers.

Também estão no alvo as grandes cadeias de varejo do país. “Em 2013 é provável que a tecnologia comece a pipocar nas lojas”, estima o executivo. Lançadas em agosto, por enquanto, as vitrines eletrônicas têm sido utilizadas em eventos por empresas como a Bunge, que adotou a chamada Crystal Screen para promover itens na área de soja e trigo. Em outubro, as vitrines digitais também poderão ser vistas no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, onde serão utilizadas para promover uma marca de autopeças.

Importadas
As telas utilizadas pela Droid na elaboração das vitrines são importadas dos Estados Unidos. Peach Jr. não revela qual é o fornecedor, mas afirma que há apenas quatro empresas no mundo que fabricam este tipo de equipamento.


Fonte: GS&MD

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Vendas online mais fáceis para as empresas

Projeto 1º E-commerce permite a criação de uma loja virtual gratuitamente

Foto: Divulgação
Helisson Lemos, diretor-geral do
MercadoLivre para o Brasil
O Sebrae e o MercadoLivre se uniram para lançar uma nova ferramenta de apoio aos pequenos negócios. Trata-se do projeto 1º e-commerce, uma plataforma tecnológica que permite a criação simples e gratuita de uma loja virtual para micro e pequenas empresas. Com a iniciativa, o empresário terá a oportunidade de inserir seus produtos no maior site de compras do país e de ampliar o negócio em âmbito nacional.

"A venda pela internet abre uma enorme gama de oportunidades de negócios, principalmente para micro e pequenas empresas porque não dependem de ter filiais ou lojas para oferecer produtos e serviços em qualquer lugar", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. "Nosso foco será capacitar esses empreendedores para a melhor gestão no comércio eletrônico".

Em um mesmo sistema, os empresários poderão montar uma vitrine online e efetuar transações como pedidos de compras, pagamentos e controle de vendas. Para a criação do site, há várias possibilidades de customização. São oferecidos quatro modelos de loja, com mais de 200 opções de planos de fundo. Além disso, ao aderir ao projeto, o empresário terá direito a três anúncios grátis na página principal do MercadoLivre e bônus de R$ 250 para anunciar o produto por meio de links patrocinados na mesma plataforma. O sistema também permite a integração da loja virtual ao Facebook.

A plataforma e a criação da página virtual são gratuitas, no entanto, a cada venda concretizada serão cobrados 4,99% sobre o valor pago pelo cliente, referentes aos custos de transações financeiras, que serão feitas pelo MercadoPago. Este sistema permite ao empresário oferecer pagamento por meio de todas as bandeiras mais usadas de cartão de crédito, com opções de parcelamento ao consumidor e boleto bancário, além de ter certificação de segurança para dar garantias ao pequeno e médio empreendedor.


"O MercadoLivre é uma plataforma de comércio eletrônico com 13 anos de experiência e atuação em 13 países que busca democratizar o acesso do pequeno empreendedor a este universo. Pela internet um vendedor de Brasília pode competir e negociar com compradores em todo o Brasil. O projeto "1º e-commerce" permite que ele mantenha o foco no seu negócio, já que o sistema facilita a administração das ferramentas tecnológicas que englobam o comércio eletrônico", afirma Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre para o Brasil.


Pelo projeto, o Sebrae oferecerá capacitações online sobre gestão e comércio eletrônico. A ideia é que as empresas atendidas pelos programas Negócio a Negócio e Agentes Locais de Inovação (ALI) sejam as primeiras a aderir ao serviço. Consultores do MercadoLivre também participarão das capacitações. O convênio não contempla repasse de recursos financeiros entre o Sebrae e o MercadoLivre.

Sobre o MercadoLivre

Fundada em 1999, MercadoLivre é uma companhia de tecnologia líder em comércio eletrônico na América Latina. Por meio de suas principais plataformas MercadoLivre.com e MercadoPago.com, oferece soluções de comércio eletrônico para que pessoas e empresas possam comprar, vender, anunciar produtos por meio da Internet. MercadoLivre.com atende milhões de usuários e criou um mercado com ampla variedade de bens e serviços de uma forma fácil, segura e eficiente.

O site é um dos 50 sites com mais Page Views do mundo, plataforma de varejo líder em visitantes únicos em cada país onde opera, de acordo com métricas fornecidas pela comScore Networks e uma das empresa vencedoras do prêmio Top of Mind DataFolha Internet 2012, categoria e-commerce. MercadoLivre mantém a posição de liderança nos 12 países onde opera na América Latina. A empresa está listada na Nasdaq (NASDAQ: MELI) tendo iniciado a oferta pública em 2007.


Fonte: Agência Sebrae de Notícias

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sophie & Juliete lança modelo que mescla e-commerce e vendas porta a porta

Empresa de bijuterias espera faturar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões em seu primeiro ano de atuação

Foto: Adriano Lira
O modelo de venda porta a porta, feito por consultoras de empresas como Avon e Natura, é bem conhecido no Brasil. Por outro lado, o comércio eletrônico é um segmento que ganhou força nos últimos anos. Entre um modelo bem-estruturado e uma novidade com grande potencial de crescimento nos próximos anos, a brasileira Camila Souza e o suíço Ronald Beigl escolheram usar ambos na Sophie & Juliete, empresa de comércio de bijuterias lançada no mês passado.

A startup foi fundada graças a um investimento realizado por dois fundos de investimentos, IG Expansión e Redpoint e.ventures. Até julho do ano que vem, a Sophie & Juliete espera firmar parcerias com 2.000 consultoras, chamadas pela empresa de “estilistas”, e faturar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões.

O modelo de negócio da empresa é baseado na venda de seus produtos por consultoras. A diferença entre a Sophie & Juliete e outras empresas baseadas no modelo porta a porta é que as consultoras da startup fazem as encomendas dos pedidos dos clientes pela internet. As interessadas em se tornar “estilistas” precisam fazer um investimento inicial no valor de R$ 199. “O valor dá direito ao primeiro kit de peças, catálogos dos produtos oferecidos e um mostruário para expor as peças em bazares”, afirma Camila Souza, uma das fundadoras da empresa.

Segundo Ronald Beigl, a Sophie & Juliete surge como uma alternativa a pessoas que querem se tornar empreendedoras. “Estruturaremos uma equipe de estilistas que poderão ter na Sophie & Juliete uma renda complementar ou até sua principal fonte de renda”, diz o cofundador.

Cada consultora recebe uma comissão, que varia de 20% a 25% do valor de cada produto. A empresa é voltada para as classes A e B e oferece produtos que custam de R$ 25 a R$ 499. O cliente pode comprar a sua peça de duas maneiras: fazendo uma encomenda à consultora, que fará a compra pelo site e entregará o produto posteriormente, ou indo diretamente à página da Sophie & Juliete – dessa forma, só é possível fazer a compra fornecendo o e-mail da consultora que ofereceu a bijuteria.

A Sophie & Juliete também remunera suas parceiras seguindo um critério multinível: se uma consultora indicar uma amiga para também se tornar uma vendedora, a primeira passa a receber, além da comissão normal, um valor proporcional às vendas da segunda, pago pela empresa. “As consultoras ganham 4% do valor vendido pelas pessoas indicadas por ela”, afirma Camila.

Para Anderson Thees, sócio-fundador da Redpoint e.ventures, fundo que planeja investir US$ 130 milhões (R$ 260 milhões) em empresas brasileiras, a união entre e-commerce e vendas porta a porta é um ponto forte na ascensão da startup. “Os mercados de venda direta e moda são muito fortes no Brasil, e a Sophie & Juliete está envolvida em uma combinação de fatores que nos fez acreditar no investimento”, afirma. Por enquanto, a Redpoint e.ventures também tem participação em empresas como Viajanet, Shoes4You, 55social e Grupo Xangô.


Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Cardápio saudável, negócio rentável

Maior empresa do segmento em Goiânia (GO), República da Saúde conta com mais de dois mil itens no empório para quem procura alimentação saudável

Foto: Silvio Simões
Planejado para ser espaço de bem-estar, saúde e qualidade de vida, a República da Saúde tem se tornado referência em Goiânia (GO) quando o assunto é restaurante e empório de produtos naturais e orgânicos. A ideia de criar o estabelecimento surgiu do administrador de empresas, professor universitário e chef de cozinha, Antônio Martins Costa Neto, mais conhecido como Tony Martins.

Foram quatro anos de pesquisa, avaliação de cenários, de perfil de consumidores e de rentabilidade do mercado – que se revelou promissor e com excelentes oportunidades de crescimento. O resultado do trabalho foi a inauguração, em janeiro de 2008, do espaço, que leva o nome República da Saúde para passar a ideia de grandiosidade e variedade, junto com ambiente saudável.


Desde o início das atividades, o restaurante e o empório passaram por melhorias na estrutura e, hoje, são as maiores empresas do segmento de produtos naturais e orgânicos da capital goiana. São mais de dois mil itens no empório, de barrinhas de cereais até suplementos alimentares; e no restaurante é servido buffet, por pessoa, no almoço, com diversos tipos de salada, e jantar à la carte, com pratos feitos com azeite e nada de frituras.


Com o passar dos anos, o estabelecimento também ganhou salão de eventos, serviço de buffet para festas e uma novidade pouco conhecida em Goiás: espaço de coworking, que nada mais é do que ‘o ato de trabalhar junto’, em que profissionais de diferentes áreas podem compartilhar recursos, ferramentas etc.


Capacitação e qualificação


A República da Saúde, que possui capacidade para atender 180 pessoas, também representou oportunidade de emprego para 30 profissionais de várias áreas. O sucesso do negócio se deve ainda aos investimentos em capacitação e qualificação profissional. Tony Martins afirma que, tanto ele quanto os demais colaboradores passaram e passam por cursos, inclusive os oferecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás). 
 
Ele confirma a participação em cursos e workshops ministrados por profissionais do Sebrae para o Festival Brasil Sabor, além do projeto Restaurante Inteligente, que tem como objetivo qualificar gestores de mil micro e pequenas empresas do setor de alimentação em todo o Brasil.

Para se tornar referência em alimentação saudável, é preciso se preocupar com todas as etapas do negócio, explica o proprietário. A aquisição da matéria-prima e ingredientes para o restaurante e o empório integram essa lista. Tanto é que o próprio Tony busca sempre, ele mesmo, escolher, em uma fazenda localizada em Teresópolis, município próximo a Goiânia, os itens, frescos, que irão compor o cardápio.


Investimento


Sem revelar a quantia necessária para abrir um negócio como a República da Saúde, Tony apenas cita que os números são bem mais altos que os tradicionais, por causa do tamanho do empreendimento e do padrão de qualidade definido para o estabelecimento. Mas ele ressalta que não pode faltar paixão pela área de atuação. “É preciso amar o que faz, além de pesquisar muito, inclusive participando de eventos do segmento. Tem que ter conhecimento em alimentação saudável”, enfatiza.


Outro aliado dos negócios são as redes sociais. Percebendo a necessidade de investir em um marketing ‘arrojado’, a República da Saúde contratou empresa especializada nesse mercado. Dessa forma, Twitter e Facebook, por exemplo, são atualizados diariamente com informações sobre o restaurante e o empório.


 


Serviço:
República da Saúde: (62) 3942-6575

Rua 89, 655, Setor Sul – Goiânia (GO)
Site: www.republicadasaude.com.br
Facebook: www.facebook.com/republicadasaude
Twitter: @repsaude
Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás): (62) 3250-2268
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Oficina de Comunicação: (62) 3225-4899
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