Nos dias 12 e 13 de novembro, vai acontecer o Paranatic, em
Foz do Iguaçu, evento realizado pelo Sebrae/PR e que possui uma temática
dedicada à Tecnologia da Informação. Na sua quinta edição, o evento vai abordar
temas como economia, inovação, startups, mobilidade elétrica, mercado financeiro,
inovações no varejo, no turismo, entre outros, além de ser uma oportunidade
para reunir empresários, acadêmicos e governantes para debater sobre o mercado.
Confira um pouco da programação:
Para maiores informações, acesse o site do evento aqui!
Durante os dias 27 e 28 de outubro, ocorreu, em Brasília, o
II Fórum Nacional do Comércio, que debateu “A mudança em curso: produtividade e
inovação no varejo brasileiro”. O evento, realizado pela Confederação Nacional
dos Dirigentes Lojistas (CNDL), pode debater sobre o comércio brasileiro, com
líderes do varejo e dirigentes de todo o Brasil, além de disseminar informações
inovadoras para que os lojistas melhorem seu desempenho.
O presidente da HSM Management, Rivadáia Drumond, ministrou uma das palestras no
evento com o tema “Inovação e Criatividade em cenários desafiadores”, em
que questionou porque as empresas falham tanto. Segundo ele, a resposta está na
falta de capacidade de inovar no mercado constantemente. Para o gestor, é
importante ter uma estratégia para inovar e deve-se focar em quatro pontos
principais:
1. estratégia da empresa
2. soluções para os
processos
3. ferramentas
4. medição do grau de
sucesso da inovação implementada.
“Não existe estratégia sem inovação. E a inovação deve
responder a um problema, com foco na necessidade de uma demanda ou
cliente”, conclui Rivadávia.
Um dos jargões mais usados no mundo corporativo diz que "deve-se repetir hoje o que deu certo ontem". Para Lolly Daskal, consultora americana da área de liderança, a frase faz sentido, mas é limitada.
Segundo Lolly, é óbvio que os empreendedores devem replicar o que foi bem-sucedido. No entanto, isso não é suficiente para quem quer prosperar. "Para se manter no topo, é necessário inovar. Só a reinvenção constante leva uma empresa a enfrentar a concorrência e as novidades que aparecerem", disse ela.
Lolly afirma que, ao adotar certas práticas, os empreendedores podem transformar a inovação em um processo natural. Conheça alguns desses hábitos:
1. "Conecte os pontos" constantemente
A capacidade de observação e a posterior análise das situações são essenciais para quem quer criar algo diferente. Ao interpretar o mundo em que vive, o empreendedor pode conectar conceitos aparentemente incompatíveis. Ao contemplar o mundo e "ligar os pontos", outra perspectiva pode surgir, seja uma ideia de negócio ou o surgimento de algo interessante para sua empresa.
2. Comprometa-se a perguntar
Grandes inovadores, de acordo com Lolly, tem a curiosidade como uma característica inerente. E para serem respondidos, eles precisam fazer perguntas. Para a especialista, no entanto, não é receber uma resposta, mas formular ótimas questões. Afinal, por melhor que seja o interlocutor, sua curiosidade só será plenamente satisfeita se ele souber exatamente o que você quer saber.
3. Faça contatos
Quanto maior o networking de um empreendedor, maior é a chance de que ele escute algo que o motive a inovar. Além disso, seus amigos podem ser os primeiros a validar suas ideias. Por isso, se sua rede de contatos for escassa, mova-se: vá a eventos e procure empreendedores nas redes sociais.
4. Faça da inovação uma tarefa diária
Em alguns casos, um insight pode surgir por acidente. Para Lolly, o ideal é que a inovação se transforme em um hábito diário – até porque não se pode esperar por um momento aleatório para se inspirar e "pensar fora da caixa". A dica da especialista é estabelecer alguns momentos, todos os dias, para se afastar de todos e ficar em silêncio. Segundo ela, as ideias surgem mais facilmente em momentos de autocontemplação.
5. Não tenha medo de errar
Para Lolly, o erro é mais que possível. Na verdade, é até provável que algo não aconteça como foi planejado. A consultora afirma que a falha não deve ser encarada com um viés otimista. Ela usa como exemplo uma citação de Thomas Edison, americano que inventou a lâmpada: "Eu não falhei. Só descobri 10 mil caminhos que não eram o certo."
Oferecer rapidez, comodidade e
pão quente a cada sete minutos. É com essa proposta que o idealizador da
primeira padaria drive-thru de São Carlos (SP) tem conquistado clientes no
Brasil e no exterior. Quatro meses após montar a loja na cidade, o empresário
Tom Ricetti viu o negócio expandir com 68 franquias vendidas em território
nacional. A Pão To Go também chegará aos Estados Unidos, onde já fechou
contrato para unidades em Miami, Orlando e Los Angeles, além de Buenos Aires,
na Argentina. Os pontos devem começar a funcionar no primeiro semestre de 2014.
Serviço - O sistema drive-thru
criado por Ricetti oferece um cardápio com cerca de 30 produtos divididos em 62
itens. Além do pão francês, há leite em caixa, pó de café, suco, manteiga e
frios, como queijo, mussarela, presunto e mortadela em embalagens de 150
gramas. A intenção do empresário é que até o fim do ano as opções aumentem para
100 itens.
A compra na Pão To Go é feita
em duas etapas. O cliente para o carro, faz o pedido em uma cabine, paga (com
dinheiro ou cartão) e retira a compra em outra cabine. Todo o processo dura
menos de um minuto quando não há fila de veículos.
A loja em São Carlos funciona
de segunda a sexta-feira das 7h às 21h, sendo que o período de maior movimento
é das 8h às 9h30 e das 17h às 20h. Aos sábados, o local abre somente no período
da manhã e aos domingos à tarde. Segundo Ricetti, não há padrão de horário para
as franquias e as estratégias de cada loja, inclusive de preço, são definidas
pelo franqueado.
Investimento - O investimento
inicial para abrir uma unidade da PãoToGo é a partir de R$ 150 mil. Desse
valor, R$ 30 mil é da taxa de franquia, R$ 10 mil para capital de giro e R$ 110
mil para o maquinário e obras. O espaço mínimo para instalar o ponto é de 200 metros quadrados,
sendo necessário 40 metros quadrados de área construída para um box.
De acordo com
Ricetti, o faturamento médio mensal do empreendimento é de R$ 50 mil a R$ 70
mil. A recuperação do valor investido pode ser de até dez meses, que varia de
região.
Quem administra uma loja, em qualquer região do país, conta com uma oportunidade para melhorar o negócio. O Sebrae estendeu para todo o Brasil uma experiência bem-sucedida que teve início no Paraná: o Diagnóstico de Loja Sebrae (DSL). A ferramenta apoia o empreendedor em diversos quesitos de competitividade, incluindo o design.
O design é determinante na criação de um produto ou serviço diferenciado, na escolha de uma identidade visual e no planejamento do espaço da loja, critérios que fazem toda a diferença na fidelização e na atração de novos consumidores. Essa atividade é tão importante para questões culturais, sociais e econômicas que em 1998 foi instituído o Dia Nacional do Design, celebrado nesta terça-feira (5) – acesse o blog do Sebrae sobre essa atividade.
O DSL analisa o design na etapa de avaliação de estrutura física do empreendimento. Nas outras etapas são ainda avaliadas questões sobre o processo de atendimento e da gestão empresarial. Ao final do diagnóstico, o empresário recebe do Sebrae um radar de competitividade, que identifica as principais necessidades de melhoria e facilita a geração de inovação na loja. Itamar de Mendonça, proprietário do Café da Casa, em Maringá (PR), é um empresário que contratou essa ferramenta para colocar em prática um projeto de ampliação de seu estabelecimento. Para isso, procurou o Sebrae no Paraná. “Queria descobrir quais eram os erros que eu vinha cometendo e que os clientes e amigos percebiam, mas não tinham coragem de me falar”, explica.
Mendonça conta que sua experiência empresarial começou em 2000. Na época, ele era vendedor de planos de saúde do Hospital Santa Casa e percebeu a necessidade de um local onde os acompanhantes dos pacientes pudessem se alimentar. Depois de uma conversa com a direção do hospital, surgiu o Café da Casa. Até o fim de 2011, o Café da Casa funcionava em um espaço de apenas 27 metros quadrados, em uma área mais interna do hospital. Com o movimento de clientes cada vez maior, Mendonça e a direção do hospital viram que o Café da Casa precisava ser reformulado e o diagnóstico ajudou a aperfeiçoar o planejamento do negócio.
Em dezembro de 2011, depois de uma ampla reforma, o estabelecimento passou a funcionar próximo à recepção do hospital, desta vez em um espaço de 81 metros quadrados. Para melhor atender seus clientes, Mendonça ampliou o quadro de funcionários. Ao invés de quatro, passou a ter nove colaboradores. “Para fazer todas essas mudanças achei melhor procurar o Sebrae. Tinha muitas dúvidas nas áreas de finanças, estrutura, planejamento, marketing, sobre retorno do investimento e até de iluminação. Procurei ajuda especializada porque eu não queria errar”, conta.
O Diagnóstico Sebrae de Loja foi criado pelo Sebrae no Paraná. Foram realizados dois pilotos da ferramenta em Tocantins e no Ceará. Os resultados positivos fizeram com que a Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia (UAIT) adequasse a metodologia para nacionalização, atendendo a demanda da Unidade de Atendimento Coletivo de Comércio (UACC). Após capacitação dos multiplicadores, o DSL encontra-se disponível para utilização nos 27 estados. “O diagnóstico não deve ser entendido como uma etapa isolada, mas estar vinculado a mudanças e melhorias no negócio”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.
Os americanos Brian Dyches, presidente internacional do Retail Design Institute, e Bryan Meszaros, diretor-geral da consultoria OpenEye, são especialistas em varejo na era digital. Eles apresentaram as tendências no uso da tecnologia na sexta-feira (1), durante a 13ª Convenção ABF do Franchising, na Praia do Forte, em Mata de São João (BA). Veja as tendências que eles apresentaram:
1. O cliente no poder
A tecnologia não deve ser adotada só porque é uma novidade ou porque parece incrível. O cliente deve se sentir no controle dela. “O consumidor está acostumado com a comunicação 24 horas por dia, sete dias por semana, usando dispositivos móveis”, diz Meszaros. Um exemplo são os provadores virtuais e as tecnologias que ajudam o consumidor a ter contato com o produto.
2. Interação sempre
Segundo Dyches, um dos maiores erros do varejista é investir em sinalização digital, mas sem interatividade. O consumidor espera interagir sempre. “Uma tendência é que os clientes tenham a possibilidade de controlar um telão por meio dos seus celulares ou tablets, e não por touchscreen. Eles se comunicam pelo dispositivo com o qual estão familiarizados”, afirma Meszaros.
3. A nova sinalização
Segundo o especialista, telões e painéis são tão comuns que estão quase sendo considerados como mídia tradicional. O segredo ao usá-los é avaliar bem sua comunicação com o ambiente. “Eles devem ser incorporados, ser parte do ‘sabor’ do lugar”, afirma Dyches.
4. Arquitetura digital
As tendências digitais incluem mudanças na arquitetura dos espaços. Para receber as novas tecnologias, a acústica dos espaços precisa ser estudada. Em lojas, é possível instalar alto-falantes unidirecionais no teto, de forma que uma mensagem sonora seja transmitida somente para o consumidor que está na frente de um determinado produto, por exemplo.
5. Gamificação
Transformar a comunicação em um jogo ajuda o consumidor a receber a mensagem que o varejista quer passar. Mas essa deve ser uma experiência divertida.
O PayPal anunciou hoje (dia
24) o lançamento do piloto nacional de sua solução de pagamentos para pontos de
venda físicos. Disponível por meio do aplicativo da empresa, a ferramenta é
baseada em um sistema de check-in que transmite ao lojista as informações de pagamento
da conta PayPal do usuário. Desse modo, para confirmar a compra de um produto
ou serviço, o cliente precisa apenas confirmar a transação na tela de seu
dispositivo móvel. A plataforma também permite fazer transações financeiras
diretas entre usuários de diferentes países.
O local escolhido para testar a
tecnologia – que já roda em países como Austrália, Canadá, Estados Unidos, Hong
Kong, Japão e Reino Unido - foi a loja conceito da Suplicy Café Especiais,
localizada no bairro dos Jardins, em São Paulo.
“Ainda não temos
metas definidas de expansão ou estratégias de adesão em massa. O momento é de
avaliar o comportamento e a resposta do consumidor”, diz Mario Mello,
vice-presidente do PayPal na América Latina. Além de facilitar a experiência de
compra em lojas físicas, o executivo destaca as funcionalidades de CRM
oferecidas aos donos de estabelecimentos. “O aplicativo permite analisar itens
como frequência de visitas e preferências de clientes assim que eles entram na
loja.”
Até o momento, a
novidade está disponível apenas para aparelhos com sistemas iOS - a atualização
para Android deve ser liberada até o dia 24 de novembro. Segundo David Marcus,
presidente global do PayPal, a experiência no mercado nacional faz parte dos
planos gerais de expansão no país. “O objetivo é posicionar o Brasil entre os
nossos cinco maiores mercados nos próximos cinco anos”, afirma. “Ainda existe
um problema de confiança do consumidor brasileiro sobre novos meios de
pagamento. Queremos ser um dos catalisadores de uma mudança de atitude sobre
essa questão.”
Os supermercados brasileiros pretendem agilizar o atendimento a seus
consumidores e reduzir os custos trabalhistas com a introdução de
máquinas que poderão ser operadas pelos próprios clientes na hora de
pagar pelas compras, a exemplo do que já
acontece nos Estados Unidos e na Europa. O aparelho, batizado de “self
checkout”, foi apresentado durante a APAS 2013 – 29º Congresso e Feira
de Negócios em Supermercados, realizado de 6 a 9 de maio, em São Paulo.
Com as máquinas, o cliente passaria seus produtos por um leitor de
código de barras, pesaria seus alimentos frescos e pagaria com cartões
de crédito ou débito sem a ajuda de um funcionário do supermercado. No
Brasil, essa tecnologia só existe na rede de supermercados Muffato, no
Paraná, desde novembro passado, mas a Associação Brasileira de
Supermercados (ABRAS) prevê sua implantação no restante do país.
A empresa RMS demonstrou o funcionamento da máquina durante a Feira
APAS 2013. No caixa, o próprio cliente passa os produtos à frente do
leitor de código de barras e os coloca em uma bolsa situada sobre uma
balança. Se forem postas duas sacolas, a máquina detecta o maior peso e
emite uma mensagem de erro, o que evita tentativas de roubo. Pelo
esquema, um funcionário do supermercado ficaria em um posto colocado
entre quatro desses caixas para vigiar o funcionamento deles e suas
mensagens de erro.
A RMS prevê vender no Brasil 400 unidades da máquina já em 2013.
Cientistas da Universidade de Lancaster inventaram um sistema de
personalização de anúncios em lojas baseado no movimento dos olhos do
cliente.
Chamado de Sideways, o sistema usa um software com câmeras que
localiza e identifica o movimento de rostos e olhos, permitindo que
monitores de TV troquem anúncios de acordo com os interesses
demonstrados pelo cliente na hora de comprar.
Os responsáveis pelo projeto disseram à BBC que a nova tecnologia poderá ser usada em lojas em até cinco anos.
Os próprios consumidores também serão capazes de
usar os olhos para controlar o conteúdo nas telas, checando itens num
lista de produtos.
"Usamos uma câmera instalada perto da tela e não precisamos de nenhum equipamento extra," explica o pesquisador Andreas Bulling.
"O sistema detecta os rostos das pessoas e mostra onde os olhos estão presentando atenção."
14 pessoas ao mesmo tempo
Bulling desenvolveu o projeto com mais dois colegas da Escola de Computação e Comunicações da Universidade de Lancaster.
A maioria dos sistemas de monitoração do olhar
existentes até agora eram difíceis de instalar e só podiam ser usados
por uma pessoa enquanto o Sideways pode monitorar até 14 pessoas ao
mesmo tempo.
"O monitoramento através do olhar é um assunto
quente," disse Bulling. "Espero que a tecnologia esteja disponível em
pouco tempo."
A novidade pode ser bem recebida pelos
consumidores se ela facilitar a maneira como fazem as compras, mas
Bulling advertiu: "Se os consumidores não estiverem cientes de que a
nova tecnologia está em funcionamento, questões de privacidade poderão
ser levantadas."
Na cozinha do sítio da avó, em Franca, interior de São Paulo, Juliana
Motter aprendeu as primeiras noções do que viria a ser sua profissão no
futuro. Os cuidados de Dona Ignês com o preparo das encomendas ficaram
gravados na memória da neta. De toda a produção que ajudava a
complementar a renda da família, Juliana gostava mesmo era de ver o
preparo dos brigadeiros.
A afinidade com o docinho genuinamente brasileiro ultrapassou a
infância. Hoje, ela comanda a Maria Brigadeiro, o primeiro ateliêr do
País especializado em versões gourmet da guloseima.
“Voltava do sítio com o leite condensado feito pela minha vó e fazia
meus brigadeiros”, relembra a empresária. O resultado das incursões de
Juliana à cozinha rendeu a ela o apelido que hoje dá nome à loja,
localizada na Zona Oeste de São Paulo. “Sempre que havia aniversário,
dava de presente. Os meus pais eram meio hippies e incentivavam. Ficou
como uma marca minha”, conta.
A ligação emocional que criou com o brigadeiro ao longo dos anos
extrapolou quando Juliana, já adulta, decidiu abandonar o jornalismo
para empreender. “As coisas aconteceram de forma muito orgânica. Foi
como um quebra-cabeça que foi se encaixando”, relembra.Depois de ter
cursado gastronomia e fazer cursos de capacitação na área de
confeitaria, nasceu a Maria Brigadeiro.
O conceito original da loja, inédito ainda tratando-se de brigadeiro,
um doce até então condenado às mesas de festas infantis, agradou. No
local, é possível encontrar mais de 40 sabores do doce, além de louças e
embalagens criativas, que transformam a guloseima em artigo para
presentes.
Com o sucesso do empreendimento vieram também os concorrentes. Hoje,
as lojas especializadas em brigadeiros já estão presentes em
praticamente todas as capitais do País. No entanto, Juliana – precursora
do movimento que abriu os olhos da alta gastronomia para o potencial do
docinho -, não perdeu mercado. Em sua loja, aproximadamente 5 mil
unidades são produzidas diariamente.
Todas elas passam por um rígido controle de qualidade feito por 40
funcionários para assegurar produtos frescos. “Eu fico muito triste
quando vejo a desconstrução do conceito do brigadeiro gourmet. Isso não é
um benefício. Fazer brigadeiro faz parte da vida de muitas pessoas. Faz
parte da minha vida e eu vou honrar o doce. Vou fazer tudo o que eu
puder e vou continuar a inovar”, finaliza.
Especialista conta que uma das vantagens de se investir em inovação é que o negócio ganha relevância no mercado em que atua
Foto: Dreamstime.com
Quais são as vantagens de se investir em inovação? Respondido porLourenço Bustani,especialista em inovação
Para muita gente, o conservadorismo ainda prevalece como sinônimo de comodidade. Outros já veem a inovação
como um caminho natural e necessário. A grande questão é não cair na
armadilha da “inovação pela inovação”. É o que definimos como “inovação
consciente”, uma inovação qualificada que tem como base ser melhor para a
vida das pessoas. E as vantagens de levá-la adiante são muitas:
1. Garantir a sobrevivência de seu negócio
É preciso se reinventar e se redescobrir sempre, caso contrário haverá
um grande risco de você se tornar obsoleto e deixar de existir. Mais que
isso, ao inovar e propor novas soluções capazes de repensar o próprio
mundo em que vivemos, você estará mais perto de viver e deixar um
legado.
2. Agregar relevância e significado
Processos inovadores que olhem para o todo e considerem as reais
necessidades das pessoas darão vida a produtos, serviços e causas de
marca mais relevantes no mercado e na sociedade como um todo. Com isso,
relações mais sólidas serão estabelecidas entre corporações e cidadãos.
Para migrar para esse modelo, é preciso enxergar o quão destrutivo pode
ser conceber uma inovação tendo como único tópico regente a métrica
financeira.
3. Permitir relações de longo prazo
É assustador pensar que quase 90% dos produtos que chegam ao mercado
não se sustentam por mais de um ano. Através da inovação aberta,
co-criada, é possível construir o novo junto daqueles que se
beneficiarão da própria inovação. A vantagem? Antes de mais nada,
resultados financeiros, que garantirão longevidade. Depois, a certeza de
que sua atividade comercial faz parte de um círculo virtuoso cujos
ganhos são divididos, distribuídos e compartilhados entre todos os
agentes que interagem com o seu negócio.
* Lourenço Bustani é especialista em inovação e sócio-fundador da Mandalah
A acomodação faz com que muitos negócios não inovem e até parem de crescer Foto: Stock.xnchg
3 atitudes que barram a inovação na sua empresa Respondido porLourenço Bustani, especialista em inovação
A inovação
não tem começo, meio e fim. Se sua empresa quer ser inovadora, ela
precisa entrar em um movimento constante de atualizações. Algumas
atitudes, no entanto, forçam o negócio a parar a de inovar.
Muitas empresas se dizem inovadoras no papel, mas, no fundo, não querem
sair do lugar. É o famoso “deixa assim mesmo que está bom”.
1) Estagnação
Essa mentalidade de estagnação e insegurança é a principal inimiga da inovação. Enquanto as “janelas” não forem abertas, as pequenas empresas vão continuar olhando para o próprio nariz, míopes diante de uma concepção mais holística dos processos e do mundo.
2) Métricas defasadas
Ficar preso a métricas defasadas é outro ponto a se pensar. Se o
pensamento das empresas continuar centrado no curto prazo e refém
meramente dos resultados financeiros, a inovação vai ficar esperando na
porta.
3) Preconceitos
Há empresas que são, quase sempre, contra ideias de pessoas jovens,
contra o novo, o intuitivo, o subjetivo. Ou seja, contra tudo aquilo
que não decorre de metodologias e frameworks teóricos. Basta arejar a
mente e o coração e praticar aquilo que se prega. A inovação será
consequência.
Especialista fala sobre como as pequenas empresas podem ser ainda mais inovadoras
Foto: Stock.xchng
Quais são maneiras fáceis de incentivar a inovação na empresa? Respondido por Lourenço Bustani,especialista em inovação
É muito mais fácil conceber uma empresa inovadora quando tudo está
funcionando junto. É nesse espírito de troca que nascem as ideias e se
fundem os desejos em comum. Há muitos caminhos para isso. Confira abaixo
três maneiras fáceis de incentivar a inovação.
1) Quebre barreiras
O rompimento das estruturas hierárquicas e a abolição dos protocolos de
comando e controle são um bom começo para estimular o novo. Cada um
podendo fazer a diferença para melhor, e do seu jeito, sem receio.
Abolindo essas estruturas engessadas, a inteligência estará distribuída
de forma natural por todas as áreas, cargos e títulos. A empresa vai
pulsar como um organismo só.
2) Estimule a contração de profissionais diferentes
É ideal também que haja uma maior valorização da diversidade. Quanto
mais multidisciplinar e multicultural for a empresa, mais ricos serão os
seus resultados. Como fazer disso um valor? Estimulando diálogos ativos
entre todos os envolvidos, de colaboradores, fornecedores e parceiros a
especialistas. O core de uma empresa é sempre o seu material humano.
3) Presenteie
Dar uma recompensa pelas ideias inovadoras, mesmo que fracassadas, é
outra dica. Dessa maneira, a ideia de amanhã será sempre diferente.
O Boletim Oportunidades & Negócios do mês de Outubro fala sobre a nova modalidade de pagamento: o Mobile Payment. Mas o que realmente é e como funciona?
“Mobile Payment” ou Pagamento Móvel, também conhecido como Dinheiro Móvel (“Mobile
Money”) ou Carteira Móvel (“Mobile Wallet”), genericamente, refere-se ao serviço de
pagamento que é operado através de dispositivos eletrônicos móveis, como os celulares.
As diversas soluções existentes em mercado foram desenvolvidas em
uma parceria entre instituições financeiras, empresas de TIC e Operadoras
de Telecomunicação.
Ser sustentável e inovador faz bem para o caixa da empresa e para o meio ambiente
Foto: Dreamstime.com
Como inovar e lucrar fazendo o bem Respondido porLourenço Bustani, especialista em inovação
A economia global está atravessando um momento muito simbólico. Foi-se o
tempo em que a responsabilidade social era só tendência. Hoje é, ou ao
menos deveria ser, uma regra. Por isso, o cenário atual é fértil para
ações efetivamente positivas e inovações.
1) Siga o seu coração
Essa é a condição básica de um empreendedor que quer inovar fazendo o
bem. Vai ter gente querendo colocar a casa abaixo, dizendo que o bem é
uma utopia, que o importante é dar conta dos salários e da margem de
lucro no final do mês, não importam os outros. Mas isso não vai ter
efeito se o propósito vencer as posturas destrutivas do mercado.
2) Olhe pelo olhar do outro
Navegue em vários sistemas e ambientes para compreender quando e como
as pessoas são impactadas por aquilo que você faz, pelo produto ou pelo
serviço que você oferece. Eles melhoram a vida das pessoas? Se essa
resposta for não, pare. Pense. Mude.
3) Sentimentos também são métricas de sucesso
Lógico que o dinheiro é importante. Com ele a empresa sobrevive,
cresce; mas é impossível olhar para o ser humano e fazer o bem se o
conceito de sucesso não se ampliar. Existe vida além do dinheiro: gerar
felicidade e bem-estar deve fazer parte do seu lema.
Para incrementar as lojas e conseguir chamar a atenção dos
consumidores, uma empresa paulista lançou um tipo de vitrine eletrônica
composta por uma linha de telas transparentes de LCD que permite que se
veja através delas. A tecnologia possibilita a transmissão de informações que podem complementar ou destacar os produtos expostos.
“Uma marca pode colocar no fundo da tela um sapato e usar conteúdo
virtual para sugerir várias combinações com roupas e acessórios”,
exemplifica Ronald Peach Jr., presidente da Droid, empresa responsável
pelo produto. Segundo ele, as telas também podem ser utilizadas em
geladeiras de bares e restaurantes. Peach Jr. afirma que tem apresentado
a ideia para fabricantes de bebidas e sorvetes junto com a Metalfrio,
fabricante de refrigeradores e freezers.
Também estão no alvo as grandes cadeias de varejo do país. “Em 2013 é
provável que a tecnologia comece a pipocar nas lojas”, estima o
executivo. Lançadas em agosto, por enquanto, as vitrines eletrônicas têm
sido utilizadas em eventos por empresas como a Bunge, que adotou a
chamada Crystal Screen para promover itens na área de soja e trigo. Em
outubro, as vitrines digitais também poderão ser vistas no Salão
Internacional do Automóvel, em São Paulo, onde serão utilizadas para
promover uma marca de autopeças.
Importadas
As telas utilizadas pela Droid na elaboração das vitrines são
importadas dos Estados Unidos. Peach Jr. não revela qual é o fornecedor,
mas afirma que há apenas quatro empresas no mundo que fabricam este
tipo de equipamento.
Projeto 1º E-commerce permite a criação de uma loja virtual gratuitamente
Foto: Divulgação
Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre
para o Brasil
O Sebrae e o MercadoLivre se uniram para lançar uma
nova ferramenta de apoio aos pequenos negócios. Trata-se do projeto
1º e-commerce, uma plataforma tecnológica que permite a criação
simples e gratuita de uma loja virtual para micro e pequenas
empresas. Com a iniciativa, o empresário terá a oportunidade de
inserir seus produtos no maior site de compras do país e de ampliar
o negócio em âmbito nacional.
"A venda pela internet abre uma enorme gama de oportunidades de
negócios, principalmente para micro e pequenas empresas porque não
dependem de ter filiais ou lojas para oferecer produtos e serviços
em qualquer lugar", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
"Nosso foco será capacitar esses empreendedores para a melhor
gestão no comércio eletrônico".
Em um mesmo sistema, os empresários poderão montar uma
vitrine online e efetuar transações como pedidos de compras,
pagamentos e controle de vendas. Para a criação do site, há várias
possibilidades de customização. São oferecidos quatro modelos de
loja, com mais de 200 opções de planos de fundo. Além disso, ao
aderir ao projeto, o empresário terá direito a três anúncios grátis
na página principal do MercadoLivre e bônus de R$ 250 para anunciar
o produto por meio de links patrocinados na mesma plataforma. O
sistema também permite a integração da loja virtual ao
Facebook.
A plataforma e a criação da página virtual são gratuitas, no
entanto, a cada venda concretizada serão cobrados 4,99% sobre o
valor pago pelo cliente, referentes aos custos de transações
financeiras, que serão feitas pelo MercadoPago. Este sistema
permite ao empresário oferecer pagamento por meio de todas as
bandeiras mais usadas de cartão de crédito, com opções de
parcelamento ao consumidor e boleto bancário, além de ter
certificação de segurança para dar garantias ao pequeno e médio
empreendedor.
"O MercadoLivre é uma plataforma de comércio eletrônico com
13 anos de experiência e atuação em 13 países que busca
democratizar o acesso do pequeno empreendedor a este universo. Pela
internet um vendedor de Brasília pode competir e negociar com
compradores em todo o Brasil. O projeto "1º e-commerce" permite que
ele mantenha o foco no seu negócio, já que o sistema facilita a
administração das ferramentas tecnológicas que englobam o comércio
eletrônico", afirma Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre
para o Brasil.
Pelo projeto, o Sebrae oferecerá capacitações online sobre
gestão e comércio eletrônico. A ideia é que as empresas atendidas
pelos programas Negócio a Negócio e Agentes Locais de Inovação
(ALI) sejam as primeiras a aderir ao serviço. Consultores do
MercadoLivre também participarão das capacitações. O convênio não
contempla repasse de recursos financeiros entre o Sebrae e o
MercadoLivre.
Sobre o MercadoLivre
Fundada em 1999, MercadoLivre é uma companhia de tecnologia
líder em comércio eletrônico na América Latina. Por meio de suas
principais plataformas MercadoLivre.com e MercadoPago.com, oferece
soluções de comércio eletrônico para que pessoas e empresas possam
comprar, vender, anunciar produtos por meio da Internet.
MercadoLivre.com atende milhões de usuários e criou um mercado com
ampla variedade de bens e serviços de uma forma fácil, segura e
eficiente.
O site é um dos 50 sites com mais Page Views do mundo,
plataforma de varejo líder em visitantes únicos em cada país onde
opera, de acordo com métricas fornecidas pela comScore Networks e
uma das empresa vencedoras do prêmio Top of Mind DataFolha Internet
2012, categoria e-commerce. MercadoLivre mantém a posição de
liderança nos 12 países onde opera na América Latina. A empresa
está listada na Nasdaq (NASDAQ: MELI) tendo iniciado a oferta
pública em 2007.
Empresa de bijuterias espera faturar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões em seu primeiro ano de atuação
Foto: Adriano Lira
O modelo de venda porta a porta, feito por consultoras de empresas como
Avon e Natura, é bem conhecido no Brasil. Por outro lado, o comércio eletrônico
é um segmento que ganhou força nos últimos anos. Entre um modelo
bem-estruturado e uma novidade com grande potencial de crescimento nos
próximos anos, a brasileira Camila Souza e o suíço Ronald Beigl escolheram usar ambos na Sophie & Juliete, empresa de comércio de bijuterias lançada no mês passado. A startup
foi fundada graças a um investimento realizado por dois fundos de
investimentos, IG Expansión e Redpoint e.ventures. Até julho do ano que
vem, a Sophie & Juliete espera firmar parcerias com 2.000
consultoras, chamadas pela empresa de “estilistas”, e faturar entre R$
10 milhões e R$ 15 milhões. O modelo de negócio
da empresa é baseado na venda de seus produtos por consultoras. A
diferença entre a Sophie & Juliete e outras empresas baseadas no
modelo porta a porta é que as consultoras da startup fazem as encomendas
dos pedidos dos clientes pela internet. As interessadas em se tornar
“estilistas” precisam fazer um investimento inicial no valor de R$ 199.
“O valor dá direito ao primeiro kit de peças, catálogos dos produtos
oferecidos e um mostruário para expor as peças em bazares”, afirma
Camila Souza, uma das fundadoras da empresa.
Segundo Ronald Beigl, a Sophie & Juliete surge como uma alternativa a
pessoas que querem se tornar empreendedoras. “Estruturaremos uma equipe
de estilistas que poderão ter na Sophie & Juliete uma renda
complementar ou até sua principal fonte de renda”, diz o cofundador.
Cada consultora recebe uma comissão, que varia de 20% a 25% do
valor de cada produto. A empresa é voltada para as classes A e B e
oferece produtos que custam de R$ 25 a R$ 499. O cliente pode comprar a
sua peça de duas maneiras: fazendo uma encomenda à consultora, que fará a
compra pelo site e entregará o produto posteriormente, ou indo
diretamente à página da Sophie & Juliete – dessa forma, só é
possível fazer a compra fornecendo o e-mail da consultora que ofereceu a
bijuteria. A Sophie & Juliete também
remunera suas parceiras seguindo um critério multinível: se uma
consultora indicar uma amiga para também se tornar uma vendedora, a
primeira passa a receber, além da comissão normal, um valor proporcional
às vendas da segunda, pago pela empresa. “As consultoras ganham 4% do
valor vendido pelas pessoas indicadas por ela”, afirma Camila. Para Anderson Thees, sócio-fundador da Redpoint e.ventures,
fundo que planeja investir US$ 130 milhões (R$ 260 milhões) em empresas
brasileiras, a união entre e-commerce e vendas porta a porta é um ponto
forte na ascensão da startup. “Os mercados de venda direta e moda são
muito fortes no Brasil, e a Sophie & Juliete está envolvida em uma
combinação de fatores que nos fez acreditar no investimento”, afirma.
Por enquanto, a Redpoint e.ventures também tem participação em empresas
como Viajanet, Shoes4You, 55social e Grupo Xangô.
Maior empresa do segmento em Goiânia (GO), República da Saúde conta com
mais de dois mil itens no empório para quem procura alimentação saudável
Foto: Silvio Simões
Planejado para ser espaço de bem-estar, saúde e qualidade de vida, a
República da Saúde tem se tornado referência em Goiânia (GO) quando o
assunto é restaurante e empório de produtos naturais e orgânicos. A
ideia de criar o estabelecimento surgiu do administrador de empresas,
professor universitário e chef de cozinha, Antônio Martins Costa Neto,
mais conhecido como Tony Martins.
Foram quatro anos de pesquisa, avaliação de cenários, de perfil de
consumidores e de rentabilidade do mercado – que se revelou promissor e
com excelentes oportunidades de crescimento. O resultado do trabalho foi
a inauguração, em janeiro de 2008, do espaço, que leva o nome República
da Saúde para passar a ideia de grandiosidade e variedade, junto com
ambiente saudável.
Desde o início das atividades, o restaurante e o empório passaram por
melhorias na estrutura e, hoje, são as maiores empresas do segmento de
produtos naturais e orgânicos da capital goiana. São mais de dois mil
itens no empório, de barrinhas de cereais até suplementos alimentares; e
no restaurante é servido buffet, por pessoa, no almoço, com diversos
tipos de salada, e jantar à la carte, com pratos feitos com azeite e
nada de frituras.
Com o passar dos anos, o estabelecimento também ganhou salão de
eventos, serviço de buffet para festas e uma novidade pouco conhecida em
Goiás: espaço de coworking, que nada mais é do que ‘o ato de trabalhar
junto’, em que profissionais de diferentes áreas podem compartilhar
recursos, ferramentas etc.
Capacitação e qualificação
A República da Saúde, que possui capacidade para atender 180 pessoas,
também representou oportunidade de emprego para 30 profissionais de
várias áreas. O sucesso do negócio se deve ainda aos investimentos em
capacitação e qualificação profissional. Tony Martins afirma que, tanto
ele quanto os demais colaboradores passaram e passam por cursos,
inclusive os oferecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas
Empresas (Sebrae Goiás).
Ele confirma a participação em cursos e workshops ministrados por
profissionais do Sebrae para o Festival Brasil Sabor, além do projeto
Restaurante Inteligente, que tem como objetivo qualificar gestores de
mil micro e pequenas empresas do setor de alimentação em todo o Brasil.
Para se tornar referência em alimentação saudável, é preciso se
preocupar com todas as etapas do negócio, explica o proprietário. A
aquisição da matéria-prima e ingredientes para o restaurante e o empório
integram essa lista. Tanto é que o próprio Tony busca sempre, ele
mesmo, escolher, em uma fazenda localizada em Teresópolis, município
próximo a Goiânia, os itens, frescos, que irão compor o cardápio.
Investimento
Sem revelar a quantia necessária para abrir um negócio como a
República da Saúde, Tony apenas cita que os números são bem mais altos
que os tradicionais, por causa do tamanho do empreendimento e do padrão
de qualidade definido para o estabelecimento. Mas ele ressalta que não
pode faltar paixão pela área de atuação. “É preciso amar o que faz, além
de pesquisar muito, inclusive participando de eventos do segmento. Tem
que ter conhecimento em alimentação saudável”, enfatiza.
Outro aliado dos negócios são as redes sociais. Percebendo a
necessidade de investir em um marketing ‘arrojado’, a República da Saúde
contratou empresa especializada nesse mercado. Dessa forma, Twitter e
Facebook, por exemplo, são atualizados diariamente com informações sobre
o restaurante e o empório.
Serviço: República da Saúde: (62) 3942-6575
Rua 89, 655, Setor Sul – Goiânia (GO)
Site: www.republicadasaude.com.br
Facebook: www.facebook.com/republicadasaude
Twitter: @repsaude
Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás): (62) 3250-2268
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Oficina de Comunicação: (62) 3225-4899