quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Rede de franquias aposta em quiosque de produtos Disney

Por Thiago Cid
A empresária Danielle Lyra tem o sonho de criar um pedacinho da Disney no Brasil. Ela não vai inaugurar um parque de diversões, mas quer ser a pessoa que mais vende bonecos do Mickey e outros produtos com os personagens infantis. Idealizadora da franquia Fantasia – nome de um dos filmes mais emblemáticos da Disney –, ela procura interessados em expandir o negócio por todo o país.

A empresa foi inaugurada em 2010, mas apenas em março deste ano terminou de ser formatada para rede de franquia. O formato das lojas Fantasia, por enquanto, é de quiosque de 6 m². “São unidades que, pelo tamanho e linha de produtos, são muito atraentes para os shopping centers”, diz Danielle. O quiosque também agradou à Disney, que não tem nenhuma loja nesses moldes.

A relação entre a rede e a marca americana é de parceria. A Disney possui lojas próprias em diversos países do mundo, mas nenhuma na América Latina. Segundo Danielle, foi fechado um acordo de apoio com a empresa americana, que se comprometeu a não abrir nenhuma Disney Store no Brasil. A Fantasia não tem exclusividade de venda de produtos Disney, uma vez que eles são licenciados a centenas de fabricantes e podem ser vendidos em qualquer loja. Mas ela é a única empresa, diz Danielle, com apoio formal da marca, que inclui treinamento e consultoria com profissionais da Disney e indicação de fornecedores de produtos.

A empresa tem metas agressivas de expansão. Para isso, conta com a ajuda do sócio de Danielle, Aires Diógenes, consultor especializado em franquias. Atualmente, nove quiosques estão em operação. Até o fim do ano, outros 32 serão inaugurados. Com os lançamentos, a rede espera faturar R$ 8 milhões neste ano. Para o próximo, a expectativa é de ampliação para 120 unidades e faturamento de R$ 50 milhões. Em 2012 também podem ser inauguradas as primeiras lojas convencionais da rede.

A Fantasia nasceu da paixão da família de Danielle pela Disney. Com o marido e as três filhas, ela costumava ir anualmente aos parques na Flórida. Em 2009, durante um evento chamado Disney Day, que treina pessoas para fazerem negócios com a marca, o marido de Danielle sugeriu a abertura de uma loja temática. O casal entrou em contato com a Disney e, após um ano de negociações, a Fantasia foi fundada.

Para os interessados em ingressar na rede, o investimento inicial é de R$ 180 mil, incluindo taxa de franquia, royalties, o quiosque e o estoque inicial.

Quanto custa ter uma franquia Fantasia

Tipo de negócio

Venda de produtos Disney

Data de fundação da empresa

Junho de 2011 (franquia)

Investimento inicial

a partir de R$ 190 mil

Taxa de Franquia

R$ 50 mil

Royalties

Incluso no preço dos produtos

Capital de giro

R$ 30 mil

Taxa de publicidade

Inclusa no preço dos produtos

Faturamento médio mensal

R$ 50 mil

Lucro líquido

de 10% a 20%

Prazo médio de retorno do investimento

18 meses

Prazo de contrato

48 meses

Regiões de interesse

Brasil

Área mínima da unidade

6m²

Funcionários

5 por loja

E-mail

contato@fantasia.com.br

Site

www.fantasia.com.br

Telefone

(11) 3742-9966

Fonte: Divulgação

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Polos comerciais de rua: revitalizar é preciso

Por Raissa Rossiter

O GVcev – Centro de Excelência em Varejo da FGV/SP realizou, recentemente, um importante seminário para discutir os Polos Comerciais de Rua como Opção Estratégica para Expansão. Palestras de gestores públicos, empresários e especialistas demonstraram que, mesmo diante da forte expansão dos shopping centers, os polos de rua ainda permanecem como uma opção estratégica, tanto na ótica de grandes redes de varejo nacionais, como para médias e pequenas empresas brasileiras.

De fato, estudos da GVcev demonstram que apesar do crescimento contínuo da participação dos shopping centers,os polos comerciais de rua ainda detêm a maior parte das vendas varejistas do país, inclusive nas grandes metrópoles.

No entanto, para os polos comerciais de rua manterem a clientela, predominantemente das Classes C e D, ou atrairem segmentos de renda mais elevada, tornam-se fundamentais investimentos em infraestrutura, atmosfera e ambiente, elementos diferenciadores dos shoppings centers. Experiências de sucesso nessa direção, que promovem uma verdadeira reinvenção no posicionamento de áreas comerciais em regiões que passaram por um declínio, começam a surgir em várias cidades do país.

As grandes redes varejistas conhecem essas exigências de mercado e investem fortemente em suas lojas de rua. No caso das micro e pequenas empresas do varejo, a importância da parceria público-privada para realização de investimentos em polos que precisam ser revitalizados se torna ainda mais crítica. Outro elemento propulsor para o êxito dessas iniciativas é o engajamento da comunidade local e o associativismo entre os lojistas interessados.

Neste contexto, as estratégias de abordagem que o Sebrae vem desenvolvendo em várias cidades brasileiras, por meio de projetos de revitalização de espaços comerciais, podem ser uma ferramenta importante para ajudar as micro e pequenas empresas do comércio varejista a competirem nesse cenário de desafios e oportunidades.

As apresentações realizadas no seminário se encontram disponíveis para download pelo link:

http://cev.fgv.br/pt-br/node/179

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Pequenos negócios ainda resistem ao cartão eletrônico

Apesar do crescimento do mercado de cartões nos últimos anos – o volume aumentou 476% entre 2000 e 2011 - os meios eletrônicos de pagamento ainda estão fora dos negócios de boa parte das micro e pequenas empresas (MPE) brasileiras. A estimativa do Sebrae é que 3 milhões de micro e pequenos negócios não aceitam nenhum tipo de cartão atualmente. Eles representam mais da metade das cerca de 5,3 milhões de empresas enquadradas no Simples Nacional. Para tentar mudar esse cenário, o Sebrae vai investir na capacitação e em parcerias com instituições.

Com o intuito de esclarecer os empreendedores sobre os benefícios que podem ter por aceitar pagamentos com cartões, o Sebrae firmou uma parceria com o Instituto Redecard, da empresa credenciadora Redecard. O acordo prevê a participação do Sebrae em dois projetos do instituto: o Programa Empreendimento Sustentável do Instituto Redecard e o Palco Itinerante Redecard.

Com início nos próximos dias, o primeiro é um evento com o objetivo de apoiar empreendedores para transformarem seus negócios em empresas sustentáveis. Empresários que são casos de sucesso dentro dos programas do Sebrae vão contar suas histórias de empreendedorismo durante as palestras. A iniciativa passará por diversas cidades brasileiras. O calendário ainda está sendo definido pelo Instituto Redecard.

Já o Palco Itinerante Redecard é um evento cultural com o intuito de aproximar a Redecard dos varejistas brasileiros. Inicialmente, 16 cidades foram selecionadas para participar até o fim de janeiro de 2012. A primeira será Recife (PE), entre os dias 23 e 25 de setembro. A segunda edição será entre os dias 30/09 e 02/10 em João Pessoa (PB). Em todos os municípios o Sebrae vai participar com a promoção de uma das oficinas para Empreendedor Individual (SEI),

O Sebrae está finalizando também a formatação de uma palestra que será realizada em todo o país a partir de janeiro de 2012. A palestra vai ajudar empresários a avaliar os impactos da utilização de meios eletrônicos de pagamento em seus negócios. Hoje há iniciativas pontuais em alguns estados - no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul são realizados seminários de crédito em parceria com as credenciadoras. A meta da instituição é divulgar que o custo de manutenção de uma máquina de cartão de crédito para o empresário reduziu e que a aceitação do uso de cartões entre seus clientes ajuda a elevar as vendas.

“É importante mostrar que é uma operação garantida, sem risco para os pequenos negócios. Está mais fácil usar o cartão eletrônico, já é possível a utilização de apenas uma máquina no estabelecimento. A micro e a pequena empresas podem inovar na relação com seus clientes, oferecendo essa opção de pagamento. A inclusão dessas empresas nesse segmento é um conforto que agrega valor ao negócio, pois garante a venda e satisfaz os clientes, principalmente das classes C,D e E que chegam ao mercado consumidor”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

Aumento da receita

Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) com 300 empresários mineiros em junho de 2011 mostra que 64% deles tiveram redução de custos com a unificação dos terminais de operação com cartão de crédito. A convergência, feita desde 1º de julho de 2010, levou a uma redução das taxas cobradas pelas administradoras e do valor pago pelo aluguel das máquinas. Para alguns empresários, o custo continua elevado, mas, aceitar cartão, segundo destaca o diretor, pode resultar em elevação da receita e em queda da inadimplência para os pequenos negócios, além de representar uma possibilidade a mais de oferta de crédito aos empreendedores.

O objetivo do Sebrae é que os empreendedores aproveitem as oportunidades que surgem com a expansão do mercado de cartões. A previsão, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), é que até o fim deste ano o país tenha um total de 684,3 milhões de cartões em circulação, incluindo cartões de crédito, de débito e de lojas. O volume é cinco vezes maior que o número de cartões registrado em 2000 - de 118,7 milhões - segundo pesquisa da Abecs com o Instituto de Pesquisas Datafolha. Desses, 52% estão nas mãos da população das classes C, D e E, principais consumidores das MPE. O crescimento do número de transações foi ainda maior no período: saltou de 1,1 bilhão, em 2000, para 8,2 bilhões, estimativa feita para 2011.

Fonte: ASN - Agência Sebrae de Notícias

FaceCommerce sua loja virtual dentro do Facebook

Com o foco do Facebook mudando, do simples engajamento social, para o comércio e geração de vendas, várias empresas correm para formatar seu conteúdo digital, com o objetivo de alcançar clientes. A onda agora é o Comércio Social, onde ser influente também reverte em vendas. Desenvolvido pela agência interativa WV_TODOZ, em fevereiro de 2011, o aplicativo FaceCommerce foi lançado recentemente e já conta com 300 lojas virtuais ativas no Facebook, entre elas a loja oficial de artigos do Rock in Rio.

O aplicativo é muito procurado por médias e pequenas empresas que desejam multiplicar sua divulgação, através da rede social com mais participantes no Brasil, o Facebook. Compradores que optam pela praticidade de comprar online, dentro de uma rede social, também têm a segurança nas transações, com o intermediador de pagamento PagSeguro, que já vem integrado ao aplicativo.

“Além das tradicionais funcionalidades de e-commerce, como cupom de desconto, gerenciamento de banners e controle de estoque, o FaceCommerce também disponibiliza vários recursos de interatividade na rede, como curtir, recomendar, compartilhar e comentar, um adicional que multiplica seu poder”, explica Rodrigo Demétrio, sócio-diretor da WV_TODOZ Agência Interativa.

As empresas podem adotar diversas posturas no FaceCommerce, uma vez que o aplicativo não restringe apenas a usuários do Facebook e também não exclui empresas que já possuem um e-commerce. Os dois cenários são administrados pelo painel do FaceCommerce, que disponibiliza diversas ferramentas de integração. Outro diferencial do aplicativo, frente aos concorrentes, é o suporte telefônico acessível e a Vitrine FaceCommerce, com todos dos produtos vendidos pelo FaceCommerce, através do endereço http://apps.facebook.com/facecommerce/.

Tendência

O mercado de F-commerce ainda é novo no Brasil, mas promete. A empresa de consultoria Booz & Company divulgou um estudo que revelou que as transações feitas a partir de produtos e serviços comercializados em lojas dentro do Facebook podem crescer 600%, nos próximos quatro anos. Isso resultaria em uma receita de US$ 30 bilhões na rede social, o que representaria 4% de todo o faturamento do e-commerce previsto para os Estados Unidos em 2015.

Especialistas afirmam que o Facebook é a virtualização do marketing boca a boca, já que permite às empresas a interação com seus usuários, nas fan pages, nos aplicativos e jogos, tornando o ambiente propício para novas ações de marketing. O F-Commerce é ideal para estas novas ações, porque permite ao consumidor encurtar o processo de compra, já que manter-se conectado ao Facebook é uma prática natural. Por meio de filtros, como produtos mais curtidos, avaliações de outros usuários e compartilhamento rápido entre amigos, a experiência fica ainda mais dinâmica e a decisão de compra mais rápida. Já na modalidade tradicional de e-commerce, as ações chamam o consumidor para a compra fora da rede, sem estabelecer vínculo de interatividade.

Fonte: B2B Magazine

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dicas para combater a desistência da compra nas lojas virtuais

É bem verdade que o comércio e a prestação de serviço nunca estiveram tão em alta como nos últimos anos. Pode-se notar um consumo crescente em todas as áreas comerciais do Brasil, um exemplo disso são as vendas virtuais que faturaram, em 2010, um montante de 15 bilhões, sendo que para 2011 as previsões são de crescimento ainda maior.

Fatores como economia, praticidade, velocidade e objetividade são os impulsionadores do comércio eletrônico brasileiro e, sem dúvida, possibilitam que as negociações via internet conquistem altos índices anualmente. Contudo, entre as inúmeras negociações virtuais realizadas no país, nem todas são convertidas em lucros e faturamento.

O resultado de uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Forrester Research referente às negociações feitas em 2010, apontou que 88% das possíveis vendas online não foram concretizadas, refletindo um total preocupante para o e-commerce. Mas quais são os fatores que acarretam no agravo desta porcentagem e como evitá-los?

Problemas frequentes como a pouca opção de formas de pagamento e os valores cobrados em frete devem ser revistos pelo lojista. No entanto, há quatro outros fatores que, na maioria das vezes, faz com que o cliente desista da compra que estava prestes a finalizar ou com intenção de efetivar. E com esses aspectos, o lojista deve estar muito mais atento:

Aparência: o valor da personalização

É mais do que importante ter um layout personalizado, é imprescindível. Se o cliente encontrar sua loja virtual numa rede social ou no resultado de pesquisa em sites de busca; entrar nela e notar que a mesma é “pobre” em personalização e design, certamente não terá certeza para efetivar a compra. Outra questão referente à aparência é a disposição dos produtos na loja, onde os mais importantes devem estar sempre em destaque;

Segurança: o carro chefe da confiança

Para evitar desistência da compra é preciso transparecer segurança ao consumidor virtual e utilizar a internet como forma de comercialização, exige isso de quem é empreendedor. Dessa forma, disponibilizar um certificado de segurança transmite ao cliente que a loja é segura e que pode lhe render grande satisfação.

Atendimento: a garantia do retorno

O mau atendimento ou a falta de um é responsável por grande parte das desistências em compras virtuais. O cliente precisa de alguém que o auxilie, que tire suas dúvidas e é exatamente neste ponto que o atendimento faz diferença e miniminiza o número de desistências e carrinhos abandonados.

Passo-a-passo: o ‘empurrãozinho’ que faltava

Se o cliente considerar difícil chegar até o final da negociação, ele simplesmente deixará o produto por lá mesmo. Para driblar este problema, facilite a vida do consumidor e apresente os passos que seu cliente deve passar para efetivar a compra. Considere a possibilidade de adicionar um contato, caso haja dúvidas.

Estas dicas parecem naturais, as quais todas as lojas já devem seguir. Contudo, não é assim que acontece: ainda muitas lojas virtuais deixam de converter vendas por não explorarem todos os recursos que podem levá-las ao sucesso. Por esse motivo, vale à pena fazer uma reflexão e rever os aspectos de seu empreendimento para que o número de desistências de compra em lojas online seja consideralvemente reduzido.

Por Felipe Martins - E-commerce Brasil

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Bons motivos para se ter uma loja virtual

O marketing digital no Brasil encontra-se em desenvolvimento, e a tendência é que ele amadureça à medida que as empresas tenham uma visão mais ampla sobre seu negócio. Hoje, nos deparamos com um público completamente diferente de alguns anos atrás: são consumidores mais atentos, preocupados e exigentes.

Um olhar mais atento sobre a importância das estratégias de marketing digital e um planejamento sólido faz a diferença antes de se vestir à camisa de uma grande ideia. Assim, o que não nos falta são bons argumentos para convencer, de vez, sua empresa sobre a necessidade de criação de um e-commerce.

O comércio eletrônico vende a qualquer hora, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Existe argumento mais forte do que poder comprar na comodidade do lar ou no intervalo do trabalho? Ou em qualquer outro lugar onde um aparelho conectado à internet esteja disponível? Somente no Brasil, o e-commerce já nos apresenta números convincentes: Mais de 50 milhões de brasileiros fazem compras online. Sem contar que uma loja virtual rompe qualquer obstáculo geográfico, expondo seus produtos para os quatro cantos do mundo.

Outro argumento importante é que o comércio virtual oferece mais flexibilidade à empresa, que poderá ter acesso irrestrito a relatórios de vendas, controle de estoques, faturamentos e outros indicadores de vendas. Esta dinâmica também disponibiliza o trabalho com múltiplos estoques, garantindo mais agilidade à loja, que automaticamente necessitará de menor capital de giro, diminuindo despesas operacionais.

Criar ações promocionais em lojas online é uma tarefa bem mais rápida e simples e, de forma imediata, é possível mensurar os resultados e avaliar a aceitação dos consumidores. Além disso, qualquer tipo de divulgação é bem menos onerosa em uma loja virtual.

O mercado digital é disputado por empresas em condições igualadas. Por isso, o essencial é manter sempre a transparência e o profissionalismo, garantindo a segurança das transações. E em relação aos custos, os valores investidos em uma loja virtual são bem menores do que em uma loja física. O importante é manter uma plataforma e um provedor de hospedagem de qualidade.

Outro item de extrema importância é que, através do comércio eletrônico, é possível conhecer, efetivamente, quem é o consumidor e o que ele gosta de comprar, direcionar promoções, reposicionar produtos e oferecer um suporte satisfatório de pré e pós-venda.

Enfim, o argumento mais consistente é que o comércio eletrônico vem crescendo, em média, 52% nos últimos anos e ninguém quer ficar de fora.

Fonte: E-commerce Brasil

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Boletim do Varejo - Setembro

Lojas investem em inovações tecnológicas para conquistar clientes

Na caça ao cliente, comerciantes usam a criatividade para aumentar as vendas. Vale até colocar o comprador numa verdadeira gelada. Uma loja em São Paulo, por exemplo, colocou uma geladeira a disposição do público. É um provador. Dentro, o inverno brasileiro vai abaixo de zero.
Assista o vídeo no BLOG



Jornal da Globo

terça-feira, 20 de setembro de 2011

5 dicas para consolidar uma marca no e-commerce

Por Natan Sztamfater*

Para obter a tão sonhada excelência na construção de uma marca no e-commerce, é preciso passar por uma série de processos, como: investimento em mídia, relacionamento com cliente, conteúdo e design. E, para auxiliar os lojistas virtuais que desejam evoluir cada vez mais no tão promissor mercado de comércio eletrônico brasileiro.

1. Invista em mídia para ganhar market share: Tenha equilíbrio na hora de definir o investimento. Deve-se haver uma mescla entre mídias de performance e mídias de branding. A busca incessante pelo aumento da taxa de conversão pode não ser uma boa quando a questão é crescimento. Somente a preocupação com a taxa de conversão pode limitar seu crescimento em um momento que o e-commerce mais promete. Para fortalecer a marca é importante dosar o crescimento do market share e ao mesmo tempo manter um negócio lucrativo. Uma boa estratégia é conseguir gerar tráfego e vendas a advindas de diversos canais diferentes. As soluções estão espalhadas desde e-mail marketing, Google Display, rede de afiliados, links patrocinados, banners, até o promissor Google Shopping.

2. Forte presença nas redes sociais: Facebook, Twitter, Orkut, entre outras redes sociais são as vedetes do momento. Estar presente nas redes sociais significa estar próximo do seu cliente. É extremamente importante você conhecer cada vez mais seu cliente, desenvolver melhor um relacionamento, entender suas necessidades e até solucionar problemas através dessas mídias. Ao expor problemas e soluções diretamente na rede, fica transparente a relação da marca com o cliente, gerando credibilidade e passando ao e-consumidor que ali se encontra um site em que se pode confiar.

3. Design mais profissional: Uma loja virtual deve ser vista da mesma forma que se vê uma loja física. Um design mais profissional é extremamente importante, passando maior segurança ao usuário. O cliente deve saber que sua marca passa seriedade, principalmente no ambiente da internet que não se enxerga quem está por trás. Além disso, a loja também deve ser atraente, com bons preços e promoções, frete grátis e condições especiais de pagamentos. Tudo é válido para atrair o consumidor, inclusive passar segurança e não perder a oportunidade de fazer negócio no seu site.

4. Produtos: No e-commerce o conteúdo também é rei. E, nesse caso, o conteúdo são os produtos presentes no seu site. Para consolidar uma marca é preciso mostrar que sua loja virtual veio para ficar. É preciso ser especialista em um determinado segmento, possuindo uma vasta gama de produtos nesse setor. Sua loja virtual deve tornar-se referência em sua especialidade.

5. Atendimento é a alma do negócio: Um dos cases mais conhecidos no mercado de e-commerce é o da loja norte-americana Zappos. A loja de departamentos se destaca pela excelência no atendimento ao cliente, fator que é crucial e decisivo na consolidação de uma marca. O consumidor quer ser bem atendido, receber informações claras e se sentir à vontade dentro da loja. Muitas vezes o bom atendimento compensa um valor relativamente superior sobre outro site. Trazer descrições completas de produtos, informações de pagamento, entrega rápida, agilidade no atendimento e na resolução de problemas são itens fundamentais.

*Natan Sztamfater é CEO da Agência CookieWeb, Diretor da www.portcasa.com.br e Membro da Organização do E-commerce LIVE.

Fonte: Consumidor Moderno

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Atendimento de qualidade garante competitividade a lojas virtuais

A principal característica do e-commerce não é o preço competitivo, nem mesmo a comodidade. O que faz dessa modalidade de negócios tão especial aos olhos de quem se dedica a vender pela internet é a democracia, já que toda empresa, independente do porte, pode ter bons resultados on-line ao ganhar a confiança dos e-consumidores, o que fica mais fácil a partir de um atendimento diferenciado. É justamente nesse ponto que muitas empresas pecam.

O cliente que procura a internet como meio de compra espera por respostas rápidas e eficientes, por meio de vários canais. A tecnologia de boas plataformas normalmente oferece facilitadores para o atendimento instantâneo. O chat é a alternativa mais inteligente, simplesmente por que além de ser satisfatório para quem procura por atendimento, estimula a compra por manter o cliente navegando entre os produtos.

No entanto, a ferramenta só trará o resultado positivo se a empresa tiver atendentes suficientes para suprir a demanda. Nessa hora, é importante se colocar no lugar de quem aguarda pelo atendimento, ressalta Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico. “O chat tem que ter a mesma disponibilidade de uma loja virtual, que funciona em todos os dias da semana, do mês, do ano, em qualquer horário”, diz ele. O que também não pode acontecer é deixar o consumidor em uma fila interminável. “Se não atendê-lo rapidamente, ele parte para a concorrência, que está a um clique da sua loja.”

Qualquer impressão negativa no e-commerce pode se espalhar como rastilho de pólvora nas redes sociais. E aí o bom atendimento volta a chamar atenção. As empresas que não estiverem com o olhar voltado para o que o mercado consumidor pensa dela, perdem o time para reconstituir uma reputação em risco, algo que pode acontecer facilmente por meio da internet.

Pós-venda

O pós-venda é outra área específica do atendimento que acaba negligenciada e que algumas vezes é interpretada equivocadamente. Dar atenção ao cliente após a realização da venda é mais do que ouvir reclamações. No e-commerce, é disponibilizar informações sobre o produto e principalmente ter uma política de troca e devoluções bem desenvolvida e esclarecida.

Qualquer e-consumidor tem direito a se arrepender da compra por até sete dias, após o recebimento do produto. Para tanto, ele não precisa se justificar e a loja virtual que estiver disponível a atender bem até em situações contrárias ao interesse de vender continuará na lembrança ‘afetiva’ do cliente. O que é muito importante, se levarmos em consideração que manter a mesma base de consumidores fica mais barato e dá mais retorno do que sair em uma busca desenfreada e constante de compradores ocasionais.

Fonte: E-commerce Brasil