quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Empresa sustentável: lavanderia verde

Autor: Martha Mendes

O projeto Atitude Eco Lavasecco, implantado em 2008 pela empresa Lavasecco, de serviços de limpeza e conservação, venceu a quinta edição do Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo, na categoria Pequenas Empresas, com a proposta de repensar o uso de itens não recicláveis dentro de uma lavanderia e substitui-los por outros que causam menos impacto ao meio ambiente.

O primeiro passo foi substituir, como teste, em uma de suas unidades (em 2008 eram 11), o porta-ticket de plástico, que é entregue ao cliente com o comprovante de itens deixados na loja, pelo confeccionado em papel reciclado. A aceitação foi tão grande que, no mês seguinte, todas as outras lojas também implantaram a nova versão do envelope. Em pouco tempo, a Lavasecco tirou de circulação cerca de 10 mil porta-tickets de plástico por mês.

Para expandir o projeto, ainda em 2008, a empresa pensou em substituir as embalagens plásticas que acondicionam todas as peças por embalagens feitas com plástico oxibiodegradável. No entanto, o custo para a Lavasecco aumentaria em 30%, inviabilizando a proposta na época. Foi aí que surgiu a ideia de, pelo menos, reduzir o uso do plástico convencional, acondicionando várias peças em uma só embalagem.

Campanha de conscientização

Deu-se início, então, à campanha “Atitude Eco: a Lavasecco cuida das suas roupas sem descuidar do nosso planeta”, que ajudou a conscientizar funcionários e clientes sobre a importância da ação, mostrando que é possível restringir o consumo das embalagens plásticas sem interferir na qualidade do serviço prestado.

A empresa investiu em treinamento de funcionários e em produção de filipetas e banners para promover o uso consciente do produto. A exceção à iniciativa são as camisas, sempre embaladas uma a uma, ou casos em que o cliente exigir. A ação permitiu reduzir, em todas as unidades, 15% da utilização do material por mês.

Em 2009, foi implantado o sistema de sacolas retornáveis, fabricadas com tecido feitos de garrafas pet, oferecidas aos clientes que entregam 10 ou mais peças por vez ou aos que têm o Cartão Speciale da Lavasecco. Mais uma vez, a lavanderia investiu em campanha de conscientização, denominada “Atitude Eco Lavasecco: Vamos fazer a nossa parte para a preservação do meio ambiente, apoiando o consumo consciente através da redução do uso de sacolas plásticas”.

No mesmo ano, os cabides feitos de arame e plástico começaram a ser substituídos pela versão ecológica feita de papel reciclado com gancho de poliestireno (plástico reciclado). Até 2010, a empresa conseguiu retirar do mercado, aproximadamente, 40 mil cabides de arame por mês.

A Lavasecco é uma empresa paulista, fundada em 2005, e tem 14 unidades, sendo seis próprias e oito franquias. Hoje, é reconhecida pela atitude inovadora no segmento de lavanderias e tem como proposta dar continuidade ao projeto, buscando, cada vez mais, alternativas sustentáveis para o setor.

Sobre o Prêmio

O Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo é promovido a cada dois anos pelo Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (GVcev). Em sua quinta edição, realizada em 2010, recebeu 67 projetos inscritos por empresas e entidades varejistas de todo o Brasil, divididos nos mais diversos portes e segmentos. Os projetos foram publicados no Banco de Práticas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Supermercado elimina sacolas plásticas

Autor: Martha Mendes / Fonte: FGV

O Supermercado Ademar, localizado em Campinas, no Estado de São Paulo, foi um dos finalistas ao prêmio Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo de 2010, da Fundação Getúlio Vargas. O projeto Multiplicadores da Sustentabilidade, implantado no estabelecimento em 2007, evitou que o descarte indevido de sacolas plásticas polua ainda mais o meio ambiente.

Fundado em 1985, o supermercado tem uma história de apoio à reciclagem. Sua fundadora, Maria das Dores Lemes, ou simplesmente Dalva, utilizou o dinheiro que conseguiu economizar quando era catadora de lixo reciclável nas ruas de Campinas para construir seu empreendimento. Hoje, com 35 funcionários, e uma referencia no comércio local, o Supermercado Ademar continua investindo na responsabilidade sócio-ambiental. A postura da empresa, de tentar conscientizar a comunidade para o uso responsável das sacolas plásticas e a substituição por sacolas retornáveis, aproximou os funcionários aos clientes, promovendo um atendimento diferenciado que gera a fidelização da clientela.

Com o projeto, a empresa conseguiu reduzir o descarte de 20 mil sacolas plásticas convencionais por mês, economia que trouxe mais investimentos para a área gerencial da empresa. Os sete check-outs do supermercado passaram a oferecer para o transporte das mercadorias dos consumidores sacolas retornáveis produzidas de ráfia e vendidas ao preço de R$ 2,25. O valor investido no projeto foi de R$ 2,5 mil, gasto na produção de cada lote de mil sacolas de ráfia. Para a retirada das sacolas de plásticos convencionais, os colaboradores foram antes treinados para explicar sobre os benefícios que a redução do uso de sacolas plásticas convencionais e os impactos dessa ação na comunidade, reduzindo poluição e enchentes.

Até ocorrer a aceitação completa do projeto, o estabelecimento disponibilizou aos clientes algumas caixas de papelão reaproveitadas pelo próprio supermercado para servirem de transporte das mercadorias. O uso de sacolas recicláveis também movimentou a ação de novos empreendedores da própria comunidade que viram na fabricação de sacolas recicláveis, uma oportunidade de geração de renda. A atitude, a princípio radical, foi assimilada pela comunidade. No período o projeto conseguiu movimentar 4.500 sacolas retornáveis e aboliu completamente o uso de sacolas plásticas convencionais e segue ajudando a disseminar para milhares de pessoas moradores da região, o respeito e a preocupação mantida pelo supermercado com as condições do ambiente e da comunidade local.

Sustentáveis na prática

Por Raissa Rossiter

Com uma boa dose de criatividade, compromisso socioambiental e determinação, empresários das micro e pequenas empresas do varejo estão começando a fazer o seu dever de casa. Estão introduzindo práticas mais sustentáveis em seus negócios. Ampliam o seu papel enquanto agentes econômicos, passando a se engajar em transformações que beneficiam não só a própria empresa, mas seus clientes, fornecedores e as suas comunidades.

Para demonstrar que essas mudanças também são possíveis entre os pequenos negócios, a partir de hoje mostraremos quatro casos especiais de sucesso, em diferentes segmentos. Os casos ilustram um varejo mais consciente dos desafios sociais e ambientais em nossa sociedade. E o que é muito importante, vamos mostrar que as mudanças implementadas fizeram também a diferença para a competitividade do negócio.

Os casos são das empresas Supermercado Ademar, Lavasecco, Beijinho Doce e Patroni Pizza, finalistas e vencedoras nas edições já realizadas do Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo (http://www.varejosustentavel.com.br/interna.php?id=18), uma promoção do Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (GVcev).

Bons exemplos! E a sua empresa, já começou a fazer a diferença?

domingo, 30 de outubro de 2011

Outlet de Materiais de Construção

* Por Fabianni Melo

Desde junho, a varejista Dicico vem testando o formato de outlet para materiais de construção. A empresa não divulga números mas deve estar satisfeita com os resultados já que pretende abrir mais quatro unidade do tipo, até o final de 2012, na grande São Paulo, região onde atua fortemente.

Seguindo o mesmo formato de outlet de vestuário, onde produtos fora de linha são vendidos com descontos, o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, afirma “Material de construção também sai de moda”.

O objetivo da Dicico, com o outlet, é de oferecer aos clientes produtos como louças, revestimentos e tintas até 40% mais baratos do que nas lojas tradicionais.

Fica aí a inspiração para novas ideias!

* Com base na reportagem do Jornal Brasil Econômico – 26/10/11

sábado, 29 de outubro de 2011

10 regras do marketing nas mídias sociais

A influência da Internet no dia-a-dia das pessoas é cada vez maior e o marketing nas mídias sociais fica cada vez mais evidente nas atividades dos internautas. Para as empresa é uma mudança de rumo e para os profissionais do marketing digital, um novo enfoque para campanhas.
Seguem aqui dez leis do marketing para mídias sociais, sugeridas pela presidente da Creative KeySplash Inc, Susan Gunelius.

1. A Lei do Foco
Especializar-se é muito melhor do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.

2. A Lei de Escutar
O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende muito mais do ouvir do que do falar. Leia o conteúdo divulgado pelo seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

3. A Lei da Qualidade
Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4. A Lei da Paciência
Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precise comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.

5. A Lei da Composição
Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas.

6. A Lei do Valor
Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Concentre-se menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente, desenvolvendo relacionamentos com pessoas influentes.

7. A Lei da Influência
Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

8. A Lei de Reconhecimento
Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso, você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais. Sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.

9. A Lei da Reciprocidade
Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.

10. A Lei de Acessibilidade
Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.

Fonte: Blog do e-commerce

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

NÃO BASTA SER BONITINHO. TEM QUE TER CONTEÚDO

Por Thiago Borges

“Design de estética não gera resultado sozinho”. Essa é a fala de Sergio Barbi, diretor-executivo do escritório de design FRCH Brasil, que palestrou nesta quarta-feira (26/10) no Brazilian Retail Week, maior evento de varejo do País, que acontece em São Paulo.

Barbi aponta que não basta os varejista brasileiros se inspirarem em exemplos internacionais, com lojas bonitas, se não aplicarem a sua realidade quatro fatores do design que dá resultado de verdade – ou seja, que vai além da estética.

1.Beleza é fundamental: mas tem que ser mais que do que qualquer um. Steve Jobs entendeu isso e fez da Apple um ícone da moda. As lojas da fabricante falam com os produtos. Assim também acontece com a Tiffany, em que o luxo justifica o preço do quilate das joias comercializadas.

2.Eficiência: se o produto tem mais funções que seus similares, é na loja que o consumidor vai perceber isso. A loja de DVDs da Discovery vende descobertas, não só meros documentários.

3.Identidade própria: o consumidor percebe quando algo não soa verdadeiro. Por isso, sua marca tem que ter personalidade. A Harley-Davidson é tão querida que o pública faz tatuagens com seu logo. Já a Chilli Beans reflete sua força no jeitão dos colaboradores. Eles têm a cara da marca.

4.Turbine a competitividade: você pode ter todos os três atributos anteriores, mas precisa passar isso à frente. A Starbucks é vista como extensão da casa e do trabalho; a Apple conseguiu passar a mensagem de leveza do seu MacBookAir ao pendurar um exemplar num balão em uma vitrine.

Engajar colaboradores não é uma tarefa fácil

Por Elaine Medeiros

Sem dúvida a ascensão da nova classe média tem trazido benefícios para a economia e mais especificamente para o varejo. Mas junto com esse acesso e suas vantagens é preciso
pensar também em problemas como a alta rotatividade que há entre os colaboradores e o que o varejo precisa fazer para retê-los. Pensando nisso, representantes do Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Telha Norte, Le Postiche, Ri Happy e Portobello se reuniram na plenária de hoje para discutir o tema: “o engajamento do capital humano para o crescimento sustentável do varejo”.

Mediados pela jornalista Christiane Pelajo, a primeira questão que veio à tona na cabeça dos varejistas foi como convencer seu colaborador de que apesar do varejo possuir uma rotina frenética, com trabalhos aos finais de semana, metas e horas extras, é possível obter também qualidade de vida.

“É mais caro buscar e treinar do que reter. Sabemos que o varejo não é o objeto dos sonhos de ninguém, mas é possível pensar sim em um plano de carreira dentro dele, ainda que isso não aconteça de imediato”, explica Juarez Leão, diretor de varejo e franquia da Portobello, aproveitando para acrescentar que o perfil dos funcionários está mudando e que hoje eles prezam mais pela qualidade de vida, do que necessariamente pela remuneração. “No passado fazia-se de tudo para bater meta, inclusive puxar tapete, ao ponto de criar um clima neurótico de trabalho e perda de qualidade nas relações. Hoje é preciso haver um equilíbrio na empresa para que não se foque só nisso”, completa Leão.

Diante desse cenário os convidados foram unânimes ao dizer que os benefícios oferecidos por cada uma de suas empresas pode fazer toda a diferença na hora do profissional pensar em procurar um varejista concorrente. Plano de carreira; auxílio-creche, educação, saúde e demais serviços ligados a responsabilidade social, ou até mesmo atividades esportivas, como no caso do Grupo Pão de Açúcar, podem ajudar. “Uma das nossas maiores ferramentas de retenção indireta de pessoas é o GPA Clube, um grupo de corrida e caminhada que costuma atuar em São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste. Afinal, a qualidade de vida já é um pré-requisito para quem quer trabalhar no varejo”, explica Hugo Bethlem, vice-presidente do Pão de Açúcar.

Para Leão essas medidas precisam ser estendidas inclusive aos franqueados. Já Manoel Corrêa, presidente do Telha Norte, acredita que identificar os valores da empresa é preponderante. “Para isso temos inclusive uma cartilha com nove valores voltados para diversidade e respeito”.

Aliado a essas possíveis soluções, Ricardo Sayon, presidente da Ri Happy, lembra que “o varejo é o segmento estupidamente menos privilegiado no que diz respeito às leis trabalhistas, e olha que somos os maiores empregadores do País! As possibilidades de mudança, adequação e enquadramento das necessidades especiais estão mudando lentamente quando comparadas a outros setores”, revela.

Telma Rodrigues, diretora de recursos humanos do Magazine Luiza, compartilhou da mesma opinião, mas destacou que com o esforço coletivo de todos os envolvidos é possível reverter esse cenário do varejo no Brasil. “Há alguns estudos sobre leis trabalhistas desenvolvidos pelo Instituto do Varejo. Isso pode ser um começo”.

Como engajar a geração Y?
Os convidados também concordaram com a idéia de que essa geração é mais antenada e preparada para executar muitas tarefas ao mesmo tempo, mas no caso do varejo é preciso considerar um detalhe na hora da contratação: “eles têm problemas com hierarquia porque às vezes não trazem isso de casa”, explica Bethlem.

“Na verdade o interesse deles é superficial e consequentemente se tornam mais descompromissados. Por isso, embutir novos valores para essa geração acaba se tornando desgastante”, complementa Alessandra Restaino, presidente da Le Postiche.
Por outro lado, Telma Rodrigues lembra de alguns valores trazidos por esse novo perfil de colaborador: “Nós, que viemos antes dessa geração do ‘eu já sei’ e somos pais, contribuímos para isso. Mas é preciso não se esquecer de que eles também trazem valores fortes e não abrem mão disso. Ou seja, quando eles acreditam numa causa, que vai além de um plano de carreira, eles acabam se envolvendo mais com a empresa contratante”.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Novas tendências do varejo

Bons gestores sabem se adequar às novas tendências de mercado.

Segundo o coordenador do Núcleo de Estudos do Varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), professor Ricardo Pastore, o varejo atualmente lida com o apagão de talentos e é preciso, mais do que nunca, entender como as pessoas decidem suas compras.

Pastore acredita que a tática evita que se invista em anúncios e promoções e que se perca consumidores no ponto de venda, na hora da compra. Para o professor, o grande ativo do varejista é o cliente. “Enquanto a indústria tem as suas marcas e produtos, o varejista tem o cliente”, avalia o profissional, que completa que é preciso, então, saber proteger e agradar o consumidor.

Para Pastore, o varejo deve aproveitar a situação de contato diário com o cliente, que se revela como uma “ligação muito forte”. Uma das táticas para o objetivo é investir em projetos a favor da sustentabilidade. “O conceito (da sustentabilidade) tem contato direto com o consumidor final e quem não o pratica já está em prejuízo em relação aos concorrentes”, explica.

Além disso, o atendimento e a própria organização do PDV surgem como outros diferenciais essenciais. Segundo pesquisa recente do Popai, 65% das compras no varejo tratam-se de produtos não planejados inicialmente – o que deixa clara a importância dos fatores citados como promotores de venda.

Atualmente, fica difícil rotular um consumidor como fiel a um varejo ou a um ponto de venda específico, já que a concorrência é enorme e a maioria dos consumidores se baseia em no quesito praticidade para realizar suas compras. Porém, existem alguns quesitos que diferenciam um ponto de venda do outro, como: Oferta de serviços aos clientes, qualidade dos produtos, apresentar características de varejo multicanal e disponibilidade de produtos.

Fonte: Núcleo de Estudos do Varejo - ESPM

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Papo de Negócio

O Sebrae promove nesta quinta-feira (27) o Papo de Negócio, iniciativa inédita que pretende democratizar o acesso a informação e capacitação no mundo dos negócios. O tema escolhido para o lançamento do produto é a importância da internet como ferramenta de competitividade para a pequena empresa.

O evento será transmitido online em três momentos, às 10h, às 16h e às 20h, quando diferentes especialistas falarão do assunto de forma teórica, técnica e prática. As palestras são gratuitas e abertas ao público.

Para participar, basta acessar o portal do Sebrae: www.sebrae.com.br/papodenegocio

Aproveite e assista! É mais conhecimento para você!

30 erros + frequentes em mala direta

A mala direta é um veículo de comunicação indicado para várias situações e muito utilizada, principalmente, na época de final de ano.

Pensando nas empresas que utilizam ou que querem utilizar este meio de comunicação dirigida ao público que se quer atingir, os Correios elaborou um pequeno manual com 30 erros mais frequentes em mala direta. Clique AQUI para aproveitar as dicas e boas vendas!

Equipe de Comércio Varejista