quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Alugar brinquedo, em vez de comprar

A tendência parece ganhar força com mais um site de aluguel de brinquedos ganhando mercado em São Paulo. O Joanninha, inaugurado há um mês, funciona com uma assinatura mensal e diferentes tipos de plano, com preços mensais entre R$ 80,00 e R$ 150, que definem a quantidade de brinquedos.

Bicicletas, carrinhos e mais uma infinidade de produtos estão disponíveis, e podem ser trocados assim que a criança “enjoar”. “A gente acredita na qualidade, variedade e quantidade de brincadeiras durante a infância. O ‘brincar’ de hoje é muito consumista e não é raro vermos crianças se desinteressarem por brinquedos que ganharam há pouco tempo e pedirem algo novo”, acredita uma das sócias, Alessandra Piu Sevzatian, formada em educação infantil.

Os apelos de sustentabilidade, consumo compartilhado e consciente, tem funcionado. “O que importa não é ter o brinquedo, mas um brincar mais puro, que incentive o momento da brincadeira, despertando nas crianças, amigos, pais e familiares valores como companheirismo e cidadania”, completa Alessandra.

Os brinquedos são entregues em casa, em São Paulo e Alphaville, sem cobrança de frete. Após 30 dias de locação, os pais têm o direito de trocar os brinquedos por outros diferentes, ou continuar com eles pelo tempo que quiser.

Fonte: No Varejo

13 erros que os varejistas precisam evitar

Um levantamento realizado pela Stockler - especializada em consultoria para o varejo – revela que muitas empresas esquecem de avaliar algumas etapas que as ajudariam a fazer a manutenção de sua marca no mercado e a implantar processos administrativos e de gestão, capazes de dar continuidade ao negócio.

Por conta disso, a empresa reuniu 13 erros que alguns empresários cometem, independente do segmento em que atuam. Dentre eles:

1) Não fazer um plano de negócio: muitos empreendedores nem mesmo realizam um estudo de viabilidade ou financeiro, antes de abrir um negócio. Nesse plano precisaria constar: os produtos ofertados, qual o cliente, seus diferenciais de mercado e praça de interesse. Além disso é preciso especificar a forma jurídica, o enquadramento tributário, o capital social e a fonte de recurso.

2) Não dimensionar o capital de giro do negócio: muitos varejistas acreditam, erroneamente, que o investimento inicial é o capital de giro, quando na verdade esse capital é o montante necessário para fazer a empresa girar, pagando suas despesas do dia a dia.

3) Não relacionar os indicadores (métricas) de desempenho, fundamentais para o negócio: na correria diária, os empreendedores acabam se esquecendo de parametrizar seus processos internos e, assim, não conseguem implantar avaliações que meçam a performance de cada ação para melhorar o negócio.

4) Quando constrói os indicadores (métricas), não os monitora, levando ao desconhecimento do que acontece no negócio. Pior do que não ter os indicadores é fingir que eles não existem e, como conseqüência não extrair deles as informações cruciais para o aprimoramento dos resultados.

5) Não definir ou descrever os cargos de cada integrante da equipe. Esse erro leva ao desalinhamento das expectativas dos funcionários e da própria empresa.

6) Não monitorar e nem acompanhar o desempenho das pessoas. Hoje em dia qualquer que seja o negócio da empresa, o capital humano está no centro de tudo. Gasta-se muito em treinamento e na formação de um profissional sem avaliá-lo, nem valorizá-lo.

7) Não escrever, nem formalizar a cultura da empresa. Assim como no item anterior, não esclarecer a filosofia e a cultura da empresa dificulta o desenvolvimento e a integração dos novos e atuais colaboradores.

8) Raros são os varejistas que conhecem os hábitos e costumes dos seus consumidores. Quem é o cliente? Qual é o perfil dele? Quais os seus desejos? Com que frequência ele retorna à loja? Responder a estas perguntas ajuda a entender melhor o que é atuar no varejo.

9) Não elaborar uma gestão do estoque, nem monitorar a curva ABC. Com uma avaliação precisa dos resultados da curva ABC é possível perceber o giro dos itens em estoque, o nível de lucratividade e o grau de representação no faturamento. Essas medidas também ajudam a analisar a dependência ou risco, ou ainda para que tipo de cliente a empresa deve se focar. Por isso, mais uma vez, entra aqui a importância de conhecer bem quem é o cliente em questão.

10) Não elaborar um planejamento estratégico de marketing. Neste caso entram em cena as pesquisas mercadológicas e a análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças). Estes estudos permitem que o empreendedor implemente ações futuras, considerando o passado, a situação atual do mercado, seus clientes e a concorrência.

11) Não monitorar os esforços e os resultados obtidos nas campanhas de marketing. Não extrair essas informações significa não se atentar para a realidade dos fatos, seus erros e acertos, com tempo hábil para as possíveis ações de correção, se necessário.

12) Não definir critérios claros para a localização do ponto e venda. Alguns varejistas já consolidados e que têm o objetivo de expandir, precisam definir os objetivos constantes e mensuráveis para a localização do PDV. Isso garantirá uma expansão criteriosa e consistente.

13) Não investir em vitrine e ambientação da loja. O lojista precisa compreender que quanto mais os produtos estiverem alinhados e as seções organizadas, mais o consumidor se sentirá confortável e permanecerá dentro da loja.

Fonte: No Varejo

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Nova linha do Metrô em SP abre espaços comerciais

Assista o vídeo acessando o BLOG



Em São Paulo, a nova linha do metrô abre espaços comerciais. Hoje, ter uma loja instalada numa estação significa ter ponto estratégico para um público alvo definido. Os passageiros, na maioria das vezes, compram por impulso.

São 3,7 milhões de usuários por dia no metrô de São Paulo. Montar um pequeno negócio no local é a chance de começar pensando grande. Afinal, esse é ou não o sonho de qualquer empresário: um exército de consumidores em frente da loja, fazendo fila para comprar?

O metrô de São Paulo tem hoje 62 estações. Nelas, há negócios de todos os tamanhos e tipos. Vendem roupas, livros, bijuterias, relógios, sapatos e lanches rápidos. “Essas lojinhas estão em um ponto estratégico. A gente chega de metrô, vai pegar o ônibus, para para um lanchinho rápido, né?”, diz Cinthia Bettoi Pais, professora.

Mas nem sempre consumidor passando na frente é igual a venda. É preciso dar um empurrãozinho para ele entrar. A dica de uma loja de bolsas e sapatos é pendurar produtos bem na frente e caprichar na iluminação da vitrine.

Quem quiser ter um negócio no metrô precisa participar de uma licitação pública. Os editais são publicados pelos jornais de grande circulação, no Diário Oficial Empresarial e no site www.metro.sp.gov.br.

A proposta a ser encaminhada deve partir dos preços mínimos estabelecidos pelo metrô. Os aluguéis variam, conforme o tamanho do espaço e a estação. Uma pequena máquina de autoatendimento paga a partir de R$ 800 por mês. Uma loja de quatro metros quadrados custa a partir de R$ 2.100.

O metrô recebe as propostas lacradas e faz a abertura em data marcada, na presença dos interessados. É como um leilão, ganha quem oferece o maior valor. “E esse aluguel é versátil. A pessoa pode participar de uma licitação, e assinar um contrato de dois anos, renováveis por mais dois anos. Mas ela também pode obter uma carta de autorização de uso para ficar um mês, às vezes até 24 horas para fazer algum evento numa estação”, afirma Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.

Mas para a nova linha Amarela, que está sendo inaugurada, não há necessidade de licitação. A negociação é direta com a concessionária do percurso, a Via Quatro. A preferência é por produtos práticos e baratos.

“Então é um negócio que seja de rápido acesso, semi-pronto. Então um pão de queijo, um café. Também pode ser uma revista, um livro ou algo que permita ele deixar de manhã e pegar de tarde, exemplo de lava roupa, fazer ajuste em uma determinada roupa, concertar um sapato, coisa dessa natureza”, afirma Luis Valença, diretor da Via Quatro.

Quem já montou um negócio no metrô, nem pensa em sair. Uma loja de noivas, por exemplo, apostou com tudo no espaço. De um lado, a loja fica em frente a uma rua. Dentro, continua por toda a estação. Na verdade, a empresa alugou e uniu cinco lojas numa só, e fez uma das maiores vitrines que já se viu no metro. São 30 metros quadrados de extensão, até chegar ao outro lado da estação, que dá para outra rua. É visibilidade para todos os lados, e a empresa não precisa nem fazer muita propaganda do negócio, é só caprichar na vitrine, que consumidor passando e olhando, tem o dia inteiro.

O empresário Caio Capelletti montou a loja de noivas em 2005. Ele mostra que o campo de visão é estratégico. “Nove a cada dez pessoas que sobem as escadas viram à direita, e aí elas tem a visão da minha vitrine. Um ponto totalmente estratégico”, diz.

Com a loja no metrô, o empresário fez um golaço nos concorrentes que ficam numa famosa rua de noivas a três quarteirões do local. “Com essa loja, nós somos os primeiros a poder mostrar nossa qualidade e nosso produto para as noivas”, diz. A loja fatura R$ 90 mil por mês.

“A gente já desce do metrô e já tem acesso à loja, não precisa procurar estacionamento nem precisa vir de carro porque o metrô facilita”, diz a consumidora Rosana Pereira da Silva.

Também é possível alugar espaços inteiros na rua, que ficam do lado da estação e pertencem ao metrô. É o caso da estação República, no centro, onde a empresária Cinthia Capela montou uma loja de bijuteria. Cyntia paga aluguel alto, de R$ 8.530 por mês, mas garante que vale a pena. “Você tem uma garantia muito alta de retorno de investimento, porque gente passando na frente da sua loja você vai ter sempre”, diz.

Segundo a empresária, o publico de metrô tem pressa. Por isso, ela investe em atendimento. A loja tem cinco funcionárias treinadas para atender com rapidez. “Você tem que investir muito em qualidade de atendimento, em rapidez de atendimento, porque senão a pessoa desiste da compra, mesmo porque ela vai comprar ou indo para o trabalho, ou voltando, ou na hora de almoço”, diz.

Hoje, o metrô de São Paulo tem 81 lojas abertas. Até 2014, serão inaugurados mais 200 pontos comerciais em novas estações. Oportunidade para bons negócios com público certo.

Fonte: PEGN

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Um quiosque e dois iPads

O casal Thiago Dunker e Silvia Dunka acaba de partir para sua segunda empreitada no mundo da moda: em abril, investiram R$ 55 mil para abrir a Divertees, um quiosque que vende t-shirts animadas. Para atrair o público jovem, decidiram usar iPads como vitrine.

"Eu e a Silvia já tínhamos uma loja multimarcas, a Tournee. Por causa do público jovem que invade a cidade no verão, tivemos a ideia de abrir outra empresa, um quiosque no Atlântico Shopping, que vendesse t-shirts originais e divertidas, relacionadas a cinema, música, TV e quadrinhos. Como o espaço reduzido não permitia exibir todas as estampas, decidimos instalar dois iPads no balcão, que funcionassem como vitrine. São dois aparelhos, fixos no balcão em displays de acrílico: o cliente escolhe o modelo e pede ao vendedor. Já esperávamos uma grande procura em função da novidade, mas o sucesso nos surpreendeu. Os iPads geraram tanta mídia espontânea que, uma semana depois da inauguração, o estoque foi reposto às pressas. O boca a boca nas redes sociais também ajudou bastante. Ainda não construímos o site, mas a Divertees já tem 400 seguidores no Twitter e 800 amigos no Facebook. Com isso, vendemos 450 camisetas no primeiro mês de atividade e faturamos R$ 25 mil. Acredito que podemos dobrar esse valor e alcançar um faturamento de R$ 50 mil mensais. Em setembro inauguramos a primeira filial, em outro shopping, e logo pretendo lançar o sistema de franquias.”

Fonte: PEGN

sábado, 20 de agosto de 2011

Pequenas empresas vão lucrar mais, diz pesquisa do Sebrae

Pesquisa do Sebrae mostra que este é um bom momento para micros e pequenos empresários. Segundo a pesquisa, até a Copa de 2014, empresas pequenas na internet são as mais vão lucrar. Terão boas oportunidade negócios ligados a construção civil, móveis , agronegócios, vestuário, tecnologia da informação, turismo, artesanato e projetos culturais. Segundo o IBGE, no Brasil existe cerca de 10 milhões de pequenos grupos atuando no mercado.
Assista no BLOG a reportagem do SBT Brasil.

Repórter: Patrícia Vasconcellos
Opinião: Joseval Peixoto

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio!

Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio.

O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses.

Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios.

1) Contratar pessoas baratas

"Esse não é nem risco, é certeza de derrota", diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ).

Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. "É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]", diz Costa.

Reinaldo Miguel Messias, consultor do SEBRAE de São Paulo, vai além: "Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram", diz ele.

A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano

Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. "Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas", diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam.

Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que "só fulano sabe fazer". "As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas", diz o professor.

3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade

Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é "um empréstimo a longo prazo", já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos

Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. "Você não sabe quem alugou o imóvel antes", diz o consultor do SEBRAE, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas.

O consultor do SEBRAE também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

5) Não respeitar a privacidade do cliente

O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.

Messias dá um exemplo: "O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa."

6) Comprar para você, não para o cliente

O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do SEBRAE.

7) Colocar todos os ovos na mesma cesta

Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: "É um risco muito grande", diz Messias.

8) Não calcular todos os custos

Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos.

"Normalmente, a pessoa tem uma idéia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos", diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

9) Não se relacionar bem com fornecedores

"O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens", diz Messias, do SEBRAE.

10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa

"Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo", diz o professor da FGV-RJ. "É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa."

Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.

Fonte: G1 - Paula Leite
Fonte: http://portal.pr.sebrae.com.br/blogs/blog/financas

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bematech inicia piloto de aplicativo móvel para seu sistema de gestão focado no segmento alimentício

A Bematech, empresa do segmento de tecnologia para o comércio brasileiro, anuncia o início de testes piloto de um novo aplicativo para dispositivos móveis, em complemento ao software Bematech Chef (usado por bares, restaurantes, casas noturnas, padarias e parques temáticos). Com a inovação, o sistema passa a oferecer a função de comandas eletrônicas para equipamentos como o iPad e iPod touch.

A novidade, que aprimora o portfólio da companhia, permite que os funcionários dos estabelecimentos usuários do software possam realizar os pedidos na mesa e passá-los automaticamente para a cozinha, além de ter acesso ao mapa das mesas disponíveis no salão, bem como à conta final do cliente. Tais recursos reduzem os custos de hardware para os lojistas e melhoram a velocidade no atendimento aos clientes.

O piloto está rodando em um restaurante de comida japonesa - Kenzo Lounge Sushi - de Santos-SP, por intermédio da revenda Sansystem, do litoral paulista. A automação do estabelecimento permite que a operação seja rápida e eficiente, além do “toque especial” de tecnologia e inovação.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mesmo com incertezas, brasileiro não vai desistir de consumir, diz especialista

O brasileiro não vai realizar mudanças drásticas em seus hábitos de consumo ou desistir de consumir por conta do conturbado cenário econômico apresentado nas últimas semanas.

Ao menos, esta é a opinião do especialista em consumo e coordenador do curso de marketing da pós-graduação e MBA da Faap (Fundação Armando Alvares Penteado), Richard Vinic, para quem a falta de educação para o consumo e a demanda reprimida durante anos explicam a resistência a mudanças nos hábitos de consumo do brasileiro.

“O Brasil sempre teve uma demanda reprimida muito grande, que diminuiu, nos últimos anos, com o aumento do poder de compra da classe C (…) Contudo, o brasileiro não tem educação para o consumo e, hoje, mais de 80% das decisões de compra são emocionais, o que aponta que o brasileiro não vai abrir mão do que conquistou, o cenário conturbado não vai impactar, por enquanto”, analisa.

Compras maiores

A exceção, diz Vinic, são os consumidores das classes mais altas que, por terem uma postura de maior pesquisa e informação, podem substituir produtos e, principalmente, adiarem a compra de bens de maior valor agregado, como carros e imóveis.

O professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fábio Gallo, também acredita em desaceleração das compras maiores. Contudo, para ele, o atual cenário econômico internacional não é a principal razão de tal movimento e, sim, as medidas tomadas pelo governo desde o final do ano passado.

“Seremos afetados pelo menor dinamismo do mercado internacional, mas a desaceleração do consumo vem ocorrendo desde o fim do ano passado, em virtude das ações tomadas pelo governo (…) Para o segundo semestre esperamos que o menor crescimento do consumo continue. O dinheiro está muito caro no Brasil, o crédito está mais caro, isso conduz o consumidor a adiar as compras mais caras e substituir produtos (...) Podemos esperar presentes mais baratos no Natal”, finaliza.

Fonte: Info Money Pessoal

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Vendas para o Dia dos Pais têm forte crescimento em 2011

O Serasa Experian divulgou nesta segunda-feira, 15/08, que as vendas que antecederam a semana do Dia dos Pais cresceram 8,8% em relação ao mesmo período de 2010. O crescimento foi maior do que os 6,9% na comparação entre 2010 e 2009.

Segundo o levantamento, as vendas no final de semana do Dia dos Pais também apresentaram crescimento, com uma elevação de 7,2% na comparação com o final de semana de 6 a 8 de agosto de 2010. O aumento foi ligeiramente inferior aos 7,7% registrados do final de semana do Dia dos Pais do ano passado em comparação com o período em 2009.

Análise da Serasa Experian mostra que o bom desempenho é reflexo do aumento da renda, do desemprego ainda em patamares baixos e das facilidades de crédito. As promoções do varejo e também os parcelamentos de produtos de menor valor agregado facilitaram a compra, principalmente por parte dos consumidores mais endividados

Nas lojas do Grupo Pão de Açúcar, as principais categorias sazonais, como linha branca, TVs, itens de informática, cuidados pessoas, telefonia e eletroportateis, comprovaram o crescimento esperado pela Companhia.

O segmento de informática superou as expectativas e cresceu 40% em vendas, em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para a venda de notebooks, que dobrou no final de semana. Já a categoria de portáteis cresceu 76% em relação a 2010. Os barbeadores, por exemplo, registraram um crescimento de 12% com base no resultado do ano anterior.

Muitas famílias optaram pelo churrasco no domingo, e, com isso, o volume de carne bovina vendido pelo Pão de Açúcar cresceu cerca de 30%, se comparado a um final de semana comum.

sábado, 13 de agosto de 2011

A casa feita de sacolas plásticas


Escrito por Ticiana Werneck

Os alunos da escola Politecnico di Milano, na Itália, deram um fim bem original às polêmicas sacolas plásticas.

Com a ajuda dos projetistas do estúdio Ghigos Ideias, eles usaram 1.500 delas em um experimento arquitetônico, que teve como base uma casa não-finalizada.

Lá, na cidade de Ameno, os estudantes provaram que é possível reutilizar as sacolas de maneiras inusitadas e o resultado pode ser surpreendente.Veja as imagens: