quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

10 erros que os novos franqueadores precisam evitar


Conheça os equívocos mais comuns entre os negócios que acabam de entrar no sistema de franchising

Por Mariana Iwakura, de Las Vegas


Há diversas tentações no franchising – desde entrar no sistema em si sem avaliar direito se esse é o melhor canal até vender unidades indiscriminadamente. Se não tomam alguns cuidados, as novas redes acabam tendo problemas com franqueados, dificuldades de fluxo de caixa e perda de mercado. 

Em uma concorrida mesa-redonda da 53ª Convenção Anual da International Franchise Association, David Kaufmann, sócio do escritório de advocacia Kaufmann, Gildin Robbins & Oppenheim, e Michael Seid, diretor da consultoria MSA Worldwide, apontaram os dez erros que os novos franqueadores precisam evitar – e como fazer isso. 


1. Franquear o negócio sem avaliar cuidadosamente se essa é a opção mais adequada. A franquia é um método de expandir sua marca e distribuir seus produtos, mas não necessariamente é o melhor para todos os negócios. É preciso avaliar se seus eventuais franqueados teriam o retorno adequado para seu investimento e se o negócio teria fôlego para fornecer um sistema de apoio a todos os membros da rede. 

2. Começar o processo pela venda das unidades. Muita calma. “É devagar e sempre que se ganha a corrida”, afirma Seid. Antes de vender uma franquia, é necessário definir bem o que a marca promete entregar, o que os franqueados terão de fazer para manter essa entrega, determinar sua estratégia de crescimento, incluindo os tipos de franqueado (unitário, desenvolvedor de área etc.) e os locais em que as franquias serão abertas. 

3. Vender em vez de selecionar. Claro que é difícil negar uma proposta de alguém que tem o dinheiro para investir na franquia. Mas os seus primeiros franqueados são cruciais para o negócio e devem ser muito bem escolhidos. “Os primeiros dez irão vender as próximas 90 franquias”, diz Kaufmann. Decida qual perfil de franqueado você irá selecionar – se é alguém que quer tocar uma franquia ou se é um empresário já dono de outras franquias, por exemplo – e ajuste a comunicação para cada um deles. Planeje como irá lidar com as “maçãs podres” da rede, de modo que o franqueado obtenha resultados satisfatórios sobre seu investimento, mesmo que seja necessário recomprar a unidade. 

4. Errar nos números. Não dependa das taxas de franquia para lucrar. Elas são pagas somente uma vez e não acrescentam nada ao valor da sua empresa. Faça projeções dos pagamentos futuros de royalties e demais taxas. Para isso, é preciso calcular bem os números das unidades franqueadas. Quais são os custos fixos e variáveis (levando em consideração as mudanças geográficas) e as projeções de receita de cada franquia? 

5. Fazer a oferta errada. Você irá encontrar diversos tipos de franqueado. Desde aquele que busca uma unidade até o dono de franquias de várias redes, passando pelo grupo de investidores e pelos franqueados que tinham outras bandeiras e se converteram à sua rede, todos têm interesses diferentes e devem ser tratados de formas diferentes. Alinhe o marketing e os documentos para cada tipo de público. 

6. Entregar circular de oferta de franquia e contrato feitos de qualquer jeito. “Os documentos da franquia podem ser ferramentas de marketing. E, é claro, protegem a sua marca, protegem um franqueado do outro e evitam conflitos”, diz Seid. A circular e o contrato devem prever todas as possíveis mudanças na rede. Por exemplo: se a franquia mudar de nome, o franqueador irá ressarcir o franqueado por gastos com sinalização, menus e papelaria. 

7. Dimensionar mal as equipes. “Muitos pensam que podem ser em parte franqueadores e em parte donos de negócios próprios. Você realmente está tocando dois negócios e precisa encontrar uma maneira de geri-los bem”, afirma Seid. Dimensione a equipe necessária para manter a expansão com qualidade. Terceirize aquilo que não fizer parte do seu core business. 

8. Contratar qualquer consultoria ou advogado ou contador. Escolha profissionais experientes no ramo. Converse com quem já trabalhou com eles – principalmente com quem foi cliente deles há cinco anos. Veja como estão agora. 

9. Dimensionar mal o investimento. O processo de franquear o negócio vai custar mais e vai levar mais tempo do que você imagina. “As marcas emergentes vão à falência porque simplesmente acaba o dinheiro”, diz Seid. Tanto você quanto o franqueado precisam de capital. Não adianta dizer para o franqueado que ele precisará de US$ 2 mil ou de US$ 5 mil de capital de giro quando, na verdade, ele precisa de US$ 25 mil. “Mesmo que, para alguns de nós, US$ 10 mil não seja muito, para quem está prestes a perder a própria casa, isso é muito”, afirma Seid. 

10. Cair na inércia. A rede precisa se manter em constante evolução. E, a cada mudança que você faça, comunique tudo aos franqueados.

Fonte: PEGN

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

438 ideias diferentes de negócios


Você quer empreender, mas precisa de uma ajuda? O Sebrae tem um aplicativo para aparelhos Apple com 438 ideias de negócios, divididas em 29 setores. 

Lançado em dezembro, o aplicativo gratuito registrou 3.838 downloads em oito semanas. O objetivo da ferramenta é ajudar os potenciais empresários com informações que já estão disponíveis no site, mas que agora podem ser acessadas por um smartphone ou tablet.


O aplicativo Ideias de Negócios apresenta informações divididas por capítulos de interesse do cliente, como a localização, o mercado, equipamentos, investimento, capital de giro, custos, enfim, diversas informações específicas para cada tipo de negócio.


Além de pesquisar as opções, o usuário ainda pode enviar comentários, críticas ou sugestões sobre as ideias. Os setores incluídos no aplicativo vão desde comércio varejista e metal mecânica a rochas ornamentais. Para fazer o download da ferramenta, o usuário pode digitar o nome do aplicativo na busca da Apple Store.

Boas Ideias!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Fique por dentro do mundo do e-commerce

O comércio eletrônico deixou de ser tendência e se tornou uma realidade na vida dos consumidores. Para atrair a atenção e conquistar os clientes online, as lojas precisam ser atraentes, oferecer segurança e cuidar para que o processo de entrega seja feito com a maior eficiência possível. Para que você tenha sucesso com sua loja virtual, o site Primeiro Ecommerce preparou uma série de dicas importantes. Acesse, aproveite e faça bons negócios!


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Em São Paulo, empresas não podem mais cobrar pelo agendamento da entrega



Especialista em consumo explica as mudanças na Lei da Entrega.
Consumidor pode optar por melhor data e horário, sem custo adicional.

do G1 Mogi da Cruzes e Suzano
Comente agora
Uma nova lei estadual alterou as regras para entrega de produtos. Além de fixar a data e o turno em que o produto será entregue, as empresas de comércio online não podem mais cobrar valores adicionais do consumidor para realizar o agendamento da entrega. Esta prática é comum entre os estabelecimentos de varejo online.
As mudanças foram sancionadas pelo governador Geraldo Alckmin no dia 7 de fevereiro.
O administrador Vinícius Prado faz compras pela internet pelo menos três vezes por semana de produtos pessoais ou para a empresa de informática onde trabalha. Segundo ele, o preço cobrado para o agendamento da entrega pelas empresas de varejo online chegava a ser abusivo. “Sempre comprei com agendamento, mas isso acaba atrapalhando no preço final, se eu compro um livro com um preço menor, o preço do agendamento sai 50 reais, às vezes 80 reais, dependendo do dia e do horário, e isso acaba não compensando", comenta.
O colega de trabalho de Vinícius, Patrick Fernandes da Silva, técnico em informática, salienta que quando a entrega agendada não era encomendada, os horários em que o produto chegavam dificultavam o recebimento. "Muitas vezes eles deixam para entregar no final da tarde”, disse. “Um perfume que comprei chegou aqui por volta das 20h."
A nova medida afeta diretamente o comércio eletrônico, que cresce a cada dia. Segundo o especialista em consumo Dori Boucault, o consumidor poderá escolher o dia e o turno da entrega do produto, sem a taxa de entrega cobrada anteriormente por este agendamento. “Na prática, temos três turnos. Da manhã, das 7h às 12h, da tarde, das 12h às 18h, e da noite, das 18h às 23h”, disse.
Ainda de acordo com Boucault, as empresas que estão sediadas em outros estados também devem cumprir a nova norma paulista. “Os outros estados que forneçam produtos para o Estado de São Paulo têm que se adequar e obedecer quando transitam em São Paulo”, disse.
A mudança na lei também auxiliou o serviço de entrega. De acordo com a proprietária de uma empresa de entrega de varejo online, Kelly Regina Toledo, a mudança na Lei da Entrega acabou facilitando o serviço. A empresária conta que seu estabelecimento não vende os produtos, sendo responsável apenas pela destinação aos consumidores do Alto Tietê. Cerca de 200 entregas são feitas por dia só em Mogi das Cruzes . “O difícil hoje é trabalhar com alguns produtos agendados e outros não. Isso dificulta porque encarece e dá mais trabalho. Se trabalharmos com todas as entregas agendadas, vamos seguir sempre uma rotina e, no fim, para a gente não mudaria nada”, conta.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Venda de cosméticos gera bons negócios no Espírito Santo



Microempreendedora Individual busca ajuda do Sebrae para expandir
Gabriel Xibli
Vitória – Coragem é um dos requisitos essenciais para um empreendedor de sucesso e uma característica de uma jovem empresária bem-sucedida atendida pelo Sebrae no Espírito Santo. Fã de cosméticos, Cintia Mattos tem 29 anos e é moradora do município de Cachoeiro do Itapemirim. Ela trabalhava como auditora-geral em uma empresa, mas percebia que o seu futuro estava bem longe dos escritórios. Há quase quatro anos, decidiu começar a atuar na área em que mais gostava - foi aí que nasceu a loja de cosméticos Morena Rouge.

“Eu comecei a juntar dinheiro. Nunca pedi empréstimo por não ter a certeza de obter um retorno com esse tipo de negócio, mas eu via o mercado da beleza crescendo e percebi a oportunidade de investir, mesmo que na época o mundo vivesse uma crise. Isso tudo me fez pensar na melhor maneira de começar o meu negócio”, diz.

Por conta da incerteza do sucesso, Cintia queria começar como Microempreendedora Individual (MEI) pelos incentivos prometidos para a categoria. Na época, a lei do MEI ainda não havia sido aprovada, o que fez com que Cintia esperasse um pouco mais para começar a empreender. “Eu sempre lia jornais e revistas, assistia aos noticiários, aguardando o momento em que a lei fosse aprovada. Certa vez, consultei o site do governo federal e vi que a lei havia sido sancionada. Então, logo no dia seguinte, eu corri para o Sebrae da minha região a fim de procurar informações sobre como deveria proceder para tornar-me uma Microempreendedora Individual. Creio que fui uma pioneira na cidade”, afirma.

A empresária começou vendendo cosméticos em sua loja e contava com um empregado. No planejamento traçado em conjunto com o Sebrae no estado estava previsto um crescimento em torno de dois ou três anos. Mas Cintia teve uma surpresa. “Meu faturamento aumentou muito e bem antes do prazo estipulado pelo Sebrae. No início, faturava um valor e, menos de dois anos depois, o valor triplicou. Eu não estava preparada para administrar uma empresa com um faturamento daquele, então comecei a participar de palestras, cursos, oficinas e consultorias do Sebrae. Devo ter feito entre dez e 12 capacitações e não pretendo parar”, enfatiza.

Hoje, Cintia é uma das beneficiadas pelo Simples Nacional e já está em processo para tornar-se prestadora de serviços. Além disso, dá aulas de maquiagem profissional no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) da sua região e possui um site que utiliza para vender os seus produtos para todo o território nacional.

A empresária conta ainda que, quando começou a focar em prestação de serviços de maquiagem, cursos e editoriais, o mercado se expandiu de forma generosa. “Recebo alunos de vários estados do Brasil, como Minas, Rio de Janeiro e São Paulo, que me procuram em Cachoeiro para fazer curso de maquiador profissional. Tenho ministrado palestras para grandes empresas como Unimed, Foz, Hospital Evangélico, Mameri Rochas, entre outras, além de sempre prestar serviço no Projac (Globo RJ). Além disso, participo há três anos da Feira do Mármore e Granito como expositora, alertando as mulheres sobre a importância da imagem nos negócios e como maquiadora, cuidando pessoalmente da equipe de organização da Feira”, conta.

Serviço:
Assessoria de Comunicação Sebrae/ES
Karla Monteiro
Sayonara Lacerda
Ayanne Karoline / Gabriel Xibli
Tel: (27) 3041.5613/ 5515
E-mail: karla.fonseca@es.sebrae.com.br
www.es.agenciasebrae.com.br
Twitter: @sebraees
Facebook: www.facebook.com/sebraees
Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

E as lojas virtuais fecham no carnaval?

O Carnaval é a maior festa popular do país.
Nesses dias de folia carnavalesca, muitos estabelecimentos comercias fecham as portas. Lojas de rua geralmente funcionam no sábado e reabrem na quarta-feira de cinzas. Lojas de shopping e supermercados adotam horário especial.  E e as lojas virtuais, fecham?

O blog Comércio Varejista do Sebrae foi atrás dessa resposta e conversou com o Clubinho de Ofertas. Confira as respostas e as dicas.

credito:sxc.hu

O ecommerce fecha no carnaval?
Não, as lojas virtuais não fecham.
"A loja está sempre aberta. O que para muitos comerciantes tradicionais, com certeza, é um sonho. Quem tem negócio sabe: quanto mais tempo aberto, melhor. A diferença é que aqui, no ambiente online, quem fica trabalhando a todo vapor são os computadores do integrador de pagamentos, dos bancos, das operadores de cartão de crédito entre outros." diz Eduardo Marques do Clubinho. E, completa "a equipe consegue se revezar e ficar em esquema de plantão. Mas já é nosso segundo carnaval e estamos tranquilos. Preparamos um monte de ofertas legais que entrarão no Carnaval. Aqui a gente para mas não para, entende?"  

Nessa época festiva as vendas são maiores ou menores?
Para o clubinho de ofertas, essa época vende um pouco menos "Mas, comparando aí com boa parte do comércio de rua, por exemplo, o que importa é que vendemos. E qualquer dinheirinho a mais já ajuda na manutenção do negócio. Voltamos na quinta com o caixa um pouquinho mais cheio. "

Confira as dicas desse varejista virtual para os negócios online em dias de folia:
- Deixar boas ofertas programadas para estes dias de folia. Quem disse que folião não acessa internet?
- Deixar o Facebook com bons posts programados. E, como se trata de uma rede social muito viva, estar sempre que possível postando uma informação legal ou imagem de crianças brincando o carnaval e temas afins.
- Ter sempre equipe de plantão para atendimento;

Conheça os mercados emergentes no ecommerce

imagem: emarketer.com
As vendas varejistas na internet em todo o mundo alcançaram pela primeira vez um trilhão de dólares em 2012, segundo estudo de uma empresa de pesquisa de mercado divulgada na terça-feira, que colocou os Estados Unidos na primeira posição e apontou um forte crescimento do "e-commerce" na China.

A pesquisa do eMarketer diz que o comércio eletrônico varejista cresceu 21,1% e superou um trilhão de dólares. Segundo a empresa de análise, este segmento crescerá 18,3% em 2013, puxado pela Ásia.

O eMarketer informou que a América do Norte se manteve em 2012 como a região com maior volume de comércio eletrônico, com 364 bilhões de dólares em vendas, 13,9% a mais que no ano anterior.

Em 2013 a região Ásia-Pacífico se delineia como líder no comércio eletrônico, com um crescimento previsto de 30%, o que elevaria as vendas a 433 bilhões de dólares.

As vendas pela internet nos Estados Unidos alcançaram 343 bilhões em 2012, segundo as estimativas do estudo, seguidas pelas vendas no Japão, com 127 bilhões, Inglaterra com 124 bilhões e China com 110 bilhões.

Em 2013 a China passaria a ocupar o segundo lugar em vendas pela internet graças a um crescimento que a empresa norte-americana estima em 65% no ano, a 181 bilhões de dólares.

Os Estados Unidos continuarão ocupando o primeiro lugar, mas seu crescimento será mais lento, de 12%, equivalente a 384 bilhões de dólares.

"O gasto médio por usuário é mais baixo na China" e atingirá "670 dólares este ano", segundo o eMarketer. "Contudo, o crescimento (do número) dos consumidores digitais na China é assombroso. O país quase duplicará a quantidade de pessoas que compram bens pela internet entre 2012 e 2016", acrescentou.

A informação que o eMarketer utiliza para a elaboração desses dados inclui as vendas no varejo, a venda de viagens e os downloads pagos feitos por qualquer canal digital, excluindo apostas e a venda de ingressos pela internet

fonte: Correio Braziliense

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ótica de Rondônia inova e lança a própria marca



Sob orientação de programa do Sebrae, empresa já sente a diferença no faturamento
William Jorge Heron
Divulgação
A Ótica Cristal agregou novos produtos com sua marca
A Ótica Cristal agregou novos produtos com sua marca
 Porto Velho - No mercado há 19 anos e tendo como diferencial o próprio laboratório de oftalmologia, a Ótica Cristal, de Ji-Paraná (RO), obteve importantes avanços nos últimos meses, principalmente com a ajuda do programa Agentes Locais de Inovação (ALI), do Sebrae em Rondônia.
Por meio do programa que ajuda empresas a adotarem medidas inovadoras, a ótica ampliou instalações e diversificou produtos e serviços com a venda de acessórios, a exemplo de relógios e bolsas. De acordo com os proprietários, a empresa se destaca por ter seu próprio laboratório, que garante agilidade na execução dos serviços técnicos e também na qualidade Dos produtos, o que ajuda a atrair mais clientes.

Em funcionamento desde 1999, a Ótica Cristal é um empreendimento familiar que tem obtido sucesso em gestão, planejamento, investimento e produtos. Ao valorizar a marca, hoje impressa nos próprios artigos como armações e lentes solares, “assegura aos clientes qualidade nas peças, design moderno e preço acessível”, diz a proprietária Clemilda Pires de Souza Fidelis.

A empresária ressalta ainda que aprendeu muito nesses últimos meses - principalmente que o nome da loja deve ser marcante. “As marcas dos fornecedores também são importantes, mas utilizar nosso nome nos produtos é uma experiência muito boa. Os clientes aceitaram bem a ideia e eu, os resultados”.
Serviço:
Agência de Notícias do Sebrae em Rondônia - (69) 3217-3829 / (69) 3321-3296
www.ro.agenciasebrae.com.br
Central de Relacionamento Sebrae – 0800 570 0800

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Quanto é preciso para abrir um negócio

É fundamental se planejar e antever quanto será necessário para abrir o seu negócio. Confira a dica do presidente nacional do Sebrae, Luiz Barreto. Assista o vídeo no nosso blog. Fonte: Você S/A