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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Cresce a participação dos pequenos negócios na Black Friday

A participação dos pequenos negócios na Black Friday aumenta a cada ano. Na edição 2015, que acontece no próximo dia 27, 75% das empresas virtuais que vão participar da mais esperada liquidação do comércio eletrônico brasileiro faturam até R$ 3,6 milhões por ano. Até o momento, esse número aumentou 80% em relação ao ano passado.

Os dados foram levantados na pesquisa Black Friday Legal 2015, realizada pelo Sebrae e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), e apresentados nesta terça-feira (17) pela diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, em coletiva de imprensa em São Paulo. As duas instituições traçaram o perfil das empresas que se cadastraram para receber o selo Black Friday Legal 2015 e que, portanto, estarão presentes na promoção deste ano. O selo promocional, concedido pela camara-e.net, incentiva as boas práticas do comércio eletrônico e identifica o site que aderiu ao Código de Ética.

Este é o sexto ano da Black Friday no Brasil. Nas duas primeiras edições, a maioria das empresas participantes era de médio e grande portes. O programa Black Friday Legal, da camara-e.net, foi criado em 2013 e, desde então, vem incentivando a participação dos Microempreendedores Individuais (MEI) e das micro e pequenas empresas na promoção. De 2013 para cá, enquanto a presença dos grandes empreendimentos se manteve praticamente estável, o número de pequenos negócios que aderiram à promoção cresceu 243%.

“O selo Black Friday Legal cria um ambiente de fomento e incentivo às lojas participantes da promoção, principalmente aos pequenos e médios empreendedores que não dispõem de verba para campanhas publicitárias que tornem seus nomes conhecidos”, explica Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. “Os consumidores podem verificar os requisitos que as lojas atenderam e os compromissos que firmaram para conquistar o selo BFL e, assim, comprar em ambientes que cumprem a legislação em vigor e acolhem as melhores práticas do comércio eletrônico”, afirma.

Para a diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, “a Black Friday é uma oportunidade de aumentar as vendas, ampliar a base de clientes, reforçar a presença da marca e contribuir para o giro do estoque”. No entanto, o empreendedor deve se preparar, planejando e organizando a participação no dia 27 deste mês para fazer bons negócios. “É importante selecionar os produtos a serem colocados em promoção, definir o percentual de descontos e dar segurança para quem for comprar pela internet nessa data”, ressalta.

Primeira vez

Este ano, 43% dos pequenos negócios que se candidataram para receber o selo Black Friday Legal vão participar da promoção pela primeira vez, segundo mostra a pesquisa. Os principais objetivos da adesão são vender mais, aproveitando a data comemorativa, atrair novos consumidores e posicionar a marca no mercado.

A pesquisa também traçou o perfil dessas empresas. A maioria delas (57%) tem loja física e virtual, quase sete em cada dez estão na região Sudeste, um terço atua no segmento de moda e acessórios, 21% no de casa e decoração e 13% no de eletrônicos e telefonia.

A Black Friday dá início à temporada de compras de fim de ano, que culmina no Natal. Nasceu nos Estados Unidos, na década de 1960, como uma data de megadescontos no varejo norte-americano, celebrada na última sexta-feira de novembro, logo após o feriado de Ação de Graças.

A pesquisa Black Friday Legal 2015 é dividida em duas etapas. As empresas que solicitam o selo são analisadas e recebem o questionário da primeira etapa ao inscrever-se. São as respostas da primeira etapa, até o momento, que estão contempladas nessa pesquisa. Na segunda etapa, o segundo questionário será enviado aos portadores do selo logo após a Black Friday para identificar o desempenho dessas lojas na data promocional. Responder o primeiro questionário é um dos requisitos básicos para a obtenção do selo.

Este ano, as inscrições para o selo BFL 2015 terminam na próxima segunda-feira (23) (http://blackfriday.camara-e.net/), quando começam a ser divulgadas no site do Black Friday Legal as empresas já aprovadas. Até a última sexta-feira, foram mais de 800 inscritos e quase 600 pré-aprovados. As respostas da primeira etapa enviadas após a data considerada no retrato preliminar da pesquisa serão computadas na segunda parte. Os resultados completos, das duas fases, serão divulgados em dezembro.

Capacitação

Além dos questionários da pesquisa, os inscritos para o BFL 2015 tinham que assistir a uma das três capacitações oferecidas pela camara-e.net e pela Braspag nos meses de junho, agosto e setembro. Para dar uma oportunidade àqueles que não conseguiram acompanhar, a entidade disponibilizou na internet o vídeo das palestras da última capacitação. Até o momento, 829 empresas assistiram ao vídeo. Muitos viram mais de uma vez para pegar todas as dicas dadas para o melhor aproveitamento da data.

Confira aqui o estudo do Sebrae sobre a Black Friday Legal que foi apresentado pela diretora.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Sua empresa está preparada para a era do mobile?

Nos últimos 29  e 30 de outubro, aconteceu a Conferência E-commerce Brasil  no Rio de Janeiro. Na ocasião, o diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti, apresentou dados sobre o e-commerce brasileiro em 2015 que são muito importantes para os empresários. O grande destaque da apresentação dele foi para a importância crescente do mobile commerce, ou seja do comércio eletrônico por dispositivos móveis.

A popularização dos dispositivos móveis (smartphone e tables) é visível para todos. A previsão é que, ao final deste ano, aproximadamente 69% da população tenha um celular com acesso a internet. E a influência da internet nas vendas cresce a cada ano.

Dados da e-bit mostram que 59% das compras realizadas sofrem influência da Web e é nesta influência que o mobile se mostra cada vez mais importante aos varejistas. Fazendo uma análise do mercado brasileiro em 2015, julho foi o mês em que atingiu-se o maior volume de vendas via dispositivos móveis. Alguns dados interessantes:

- No Brasil, as vendas realizadas por meio de aparelhos móveis via navegadores representam atualmente 10,1%% do total registrado no comércio eletrônico. Para dar uma ideia da velocidade do crescimento, a participação em janeiro de 2014 era de 4,8% e, ao final do primeiro semestre, 7%.

- 35% dos acessos em lojas virtuais são feitas via mobile.

- Mesmo em lojas físicas, os clientes utilizam bastante o celular. Os principais usos do aparelho dentro de uma loja são para tirar foto de produtos (40%), comparar preços com outras lojas (38%) e pesquisar informações sobre o produto (34%).

Confirmando as informações apresentadas por Guasti, o Performance Manager do Google - Aluísio Marins - ressaltou a presença cada vez maior do mobile no mercado em sua palestra realizada também no evento. Ele destacou a importância do varejista medir as micro-conversões  que o mobile traz para o negócio, por exemplo: a quantidade de downloads de aplicativos, o tráfego via mobile no site, o engajamento do usuário com a marca e etc.

Marins também trouxe a informação de que 85% dos brasileiros conectados à internet utilizam mais de um equipamento (desktop, laptop, celular, tablet e etc). Ainda, 56% já utilizam 3 ou mais destes aparelhos.

Os dados acima demonstram a força dos smartphone e tablets (dispositivos móveis) e a importância de as empresas saberem trabalhar com eles como canais para gerar vendas em sua loja. Sua empresa está preparada?

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Saiba tudo sobre a EC nº 87/2015 e do convênio ICMS nº 93/2015

Na próxima quarta feira, dia 28, o advogado e consultor do Sebrae, Daniel Berselli Marinho, vai dar uma capacitação online sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no E-commerce e os efeitos da Ementa Constitucional (EC) nº 87/2015 e do convênio do ICMS nº 93/2015.

A palestra virtual tem o objetivo de discutir sobre o cálculo do ICMS devido operações interestaduais com não contribuintes do ICMS, bem como os cuidados na adoção dos procedimentos e a adequação das empresas ao Convênio ICMS nº 93/2015.

O conteúdo programático vai abordar os efeitos práticos das alterações promovidas pela Ementa Constitucional e o Convênio, além dos problemas que serão enfrentados pelos varejistas. Também vai falar dos impactos da norma no dia a dia dos optantes do Simples Nacional.
A capacitação virtual, também chamado de webinar,  é uma parceria do Sebrae e E-commerce Brasil. 

Não fique de fora, para se inscrever acesso o site do E-commerce Brasil ou clique aqui! 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

7 estratégias para aumentar a satisfação dos seus clientes no e-commerce

Para obter sucesso em qualquer negócio, é fundamental ter estratégia e planejamento. O empresário precisa estar sempre se capacitando, buscando novos conhecimentos e conferindo tendências do mercado.

O CEO da Tracksale, Tomás Duarte, em uma palestra para o Fastcommerce.tv, fala de 10 estratégias para aumentar a satisfação dos clientes no e-commerce. As dicas foram inspiradas em cases de sucessos de empresas do mercado e são baseadas em métricas e indicadores que mostram a importância de medir a satisfação dos clientes de um negócio.

Confira as principais dicas:

1. Um ótimo serviço ao cliente começa com empregados felizes
Fazer empregados defensores da marca é a melhor defesa contra o mau serviço ao cliente. Logo, o CEO defende que é importante proporcionar uma boa experiência de trabalho para seus funcionários para que eles vendam melhor o seu produto.

2. Se preocupe com todos os detalhes
Como exemplo, Tomás cita a Disney, que é uma empresa preocupada com todos os detalhes da experiência do cliente, o que faz muita diferença. Se as empresas se preocuparem mais com os detalhes, a tendência é que os indicadores de satisfação dos clientes subam.

3. Não se esconda atrás da tecnologia
Isso significa que as empresas que estão muito próximas da tecnologia, como startups, e-commerce, entre outras, esquecem de vivenciar a experiência real do cliente, o que pode gerar alguns problemas. Logo, o CEO recomenda que os empresários não se prendam à tecnologia e saiam dos escritórios e dos computadores para entender melhor como se comportam os clientes.

4. Elimine a ausência de expectativa. Construa confiança com transparência
“As pessoas são movidas por expectativas, logo, a ausência de expectativa gera uma frustração”, comenta Tomás. Logo, quando a empresa não gera expectativa nenhuma, isso gera um desconforto para o cliente. É preciso comunicar onde está o produto que o cliente pediu, quando tempo leva para a entrega ser realizada, entre outras coisas.

5. Utilize métricas para mensurar e evoluir a satisfação de seus clientes
No Brasil, 70% das empresas não mensuram a satisfação dos seus clientes. Dessa forma, a empresa não sabe como os seus consumidores estão se sentindo com relação aos seus produtos e serviços, logo, não sabem como melhorar.

6. Vivencie experiências com seus concorrentes
Quando você vive essas experiências de concorrências, você descobre as estratégias boas e ruins do mercado e sabe melhor como agir.

7. Tenha um tempo de resposta campeão
Segundo Tomás, esse é um dos pontos mais importantes para oferecer um serviço de qualidade aos clientes.  Quanto menos tempo você demora para atender o cliente, desde o início da solicitação, maior a satisfação dele.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

6 dicas para montar uma loja virtual de franquias

Fonte: GS&MD 

O setor de franquias no Brasil não para de crescer e atrai cada vez mais adeptos. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) apurou crescimento nominal de 11,2% no primeiro semestre de 2015. Na primeira metade deste ano foram movimentados R$ 63,885 bilhões ante R$ 57,464 bilhões registrados nos seis primeiros meses de 2014.
E para chamar cada vez mais os consumidores, as franquias buscam romper as fronteiras do mundo físico e expandir seus produtos também para o ambiente virtual. Alguns cuidados, porém, devem ser tomados para que a sua franquia obtenha sucesso no comércio eletrônico. Veja seis dicas que especialistas dão a franqueados e franqueadores ao montar uma loja virtual.

1. Evite o conflito de canais

Os franqueados veem no e-commerce um concorrente que tira vendas das lojas físicas, avalia Mauricio Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). “Há sim uma parte de consumidores que deixam de comprar na loja física pra comprar no e-commerce, mas há uma parte muito maior que não compraria se não fosse por Internet”, afirma. Salvador diz que ao oferecer um canal de vendas pela Internet, a franquia aumenta o alcance da marca. “Suas vendas atingem consumidores que você jamais conseguiria somente com lojas físicas.”

2. Busque harmonia entre franqueado e franqueador

Para o franqueador que pretende investir no e-commerce como estratégia para alavancar o faturamento, é essencial criar um modelo de negócios que harmonize os interesses do franqueador e do franqueado, aconselha Luan Gabellini, sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em gestão de comércio eletrônico. “Em um cenário, a administração do e-commerce pode ser realizada pela franqueadora e os franqueados participam de acordo com a região onde atuam”, diz Gabellini. “Em algumas situações específicas, os franqueados podem não participar do processo e nesse caso é importante que o franqueador busque evitar políticas de promoções e preços que concorram de forma desleal com as lojas físicas”, completa.

3. Defina a estratégia dos franqueados

Ao abrir o e-commerce, a franquia deve se preocupar com todos os aspectos do negócio e definir claramente qual é a sua estratégia com relação aos seus franqueados, ressalta Leandro Marques, sócio-fundador da Tray, empresa especializada em criação de lojas virtuais. “É preciso definir se a franqueadora vai considerar o e-commerce como uma operação da master, se vai considerar como mais uma unidade de negócios ou se vai criar uma loja virtual para cada um dos seus franqueados”, avalia Marques. O especialista considera ainda que os aspectos geofísicos – onde se encontra a franquia e onde se encontram os clientes – é de vital importância. “O fornecedor escolhido deve ter competência para atender à especificação da franquia”, ressalta.

4 Aumente a satisfação dos franqueados

Buscar estratégias que atraiam os consumidores que visitam a loja online da franquia para o ambiente físico também deve ser pensado, avalia Mauricio Salvador, da ABComm. “Há várias estratégias que podem ser seguidas para levar consumidores da Internet para as lojas físicas, aumentando a satisfação dos franqueados”, diz. “Outro ponto importante é buscar um modelo de comissionamento para os franqueados pelas vendas geradas pela Internet. Os franqueadores são contra isso, mas se não houver comissão, os franqueados não entram no jogo”, ressalta o especialista.

5. Conheça a mudança de hábito dos consumidores

O planejamento e a busca por informações ao abrir um e-commerce são fundamentais para alguém que possua uma franquia e que tenha a intenção de explorar as oportunidades que o mundo digital oferece, avalia Guilherme Pizzini, diretor comercial da Mundipagg, empresa especializada em pagamentos online. “Ainda vivemos uma fase de mudança de hábito dos consumidores em relação à maneira como eles consomem ou compram produtos de uma maneira geral”, afirma Pizzini. “Por se tratar de algo diferente, é importante que os empreendedores procurem conhecer detalhes desse ambiente. Esse conhecimento pode ser adquirido por meio da participação de eventos especializados na área ou de literatura especializada”, complementa o executivo.

6. Escolha as ferramentas corretas

Ao iniciar no e-commerce, a franquia deve procurar uma plataforma que atenda os requisitos da região de atuação e de entrega onde pode atuar, afirma Leandro Marques, da Tray. “Comece pequeno, com uma plataforma escalável para que você não tenha custos que inviabilizem o projeto”, avalia. Além disso, é necessário escolher a ferramenta adequada para viabilizar as transações de venda via internet, de acordo com Guilherme Pizzini, da MundiPagg. “Em média apenas 70% das transações feitas pela internet são aprovadas, o que impacta diretamente na performance das empresas. Para corrigir essa ineficiência, a sugestão é contratar um gateway adequado de pagamento.”

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

10 fatores chave para um e-commerce do sucesso

O sucesso vem com muito esforço e dedicação. É preciso conhecer o mercado, saber suas forças e fraquezas para então conquistar excelentes resultados. Para ajudar os empresários a alcançar o sucesso, o Sebrae criou uma ferramenta para analisar o desempenho de uma loja virtual seguindo 10 fatores:

1 - SEGMENTAÇÃO EM NICHO;
2 - MARKETING PROMOCIONAL;
3 - MARKETING DE RELACIONAMENTO;
4 - MOBILIDADE DO SITE;
5 - TEMPO DE CARREGAMENTO DO SITE;
6 - OTIMIZAÇÃO DE BUSCA;
7 - PREÇO;
8 - PRAZO DE ENTREGA;
9 - GESTÃO POR MÉTRICAS;
10 - COMUNICAÇÃO VISUAL



A ferramenta consiste em um questionário de 10 perguntas de múltipla escolha, que analisa os fatores e recomenda planos de ação específicos, de acordo com a resposta, para ajudar o empresário a desenvolver melhor.


Clique aqui para acessar e responder ao formulário! 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Confira os cinco passos para o E-commerce de sucesso destacados na Feira do Empreendedor do MT

Com o objetivo de estimular o empreendedorismo e criar um ambiente favorável ao negócio, o Sebrae realiza a Feira do Empreendedor. Esta é uma das maiores iniciativas do Sebrae e acontece em vários estados, respeitando a diversidade e cultura de cada local. Na semana passada, de 23 a 26 de setembro, a feira aconteceu em Cuiabá, capital mato-grossense. Ao longo dos quatro dias de evento, mais de 13 mil pessoas visitaram a feira, que contava com 97 expositores. Além disso, o evento contou com 85 palestras e 15 oficinas, além de um parte exclusiva para Startups.

A Feira, além de realizar capacitações, dá oportunidade para os empreendedores exporem seus negócios e atraírem clientes. A coordenadora nacional de comércio eletrônico, Hyrla Marianna, fez uma palestra sobre E-commerce para os empreendedores do Mato Grosso. A coordenadora destacou cinco passos para um e-commerce de sucesso:

Ter um modelo de negócio bem definido
“A primeira etapa que é fundamental para o sucesso de um e-commerce é o planejamento”, destaca Hyrla. Uma ferramenta que pode auxiliar no planejamento e modelagem de negócios é o Canvas, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes a partir de nove blocos.

Fazer pesquisa de mercado
Coletar informações sobre o consumidor, público alvo, concorrentes e fornecedores auxiliam na tomada de decisões durante a estruturação do e-commerce e ao longo da operação.

Trabalhar conteúdo da loja virtual
Além de bons produtos, serviços e atendimento, a loja virtual precisa apresentar conteúdo relevante, adequado e correto. “Isso faz muita diferença”, ressalta a coordenadora. Por conteúdo, entende-se o cuidado com descrição dos produtos e serviços, com as imagens que serão disponibilizadas, com as informações da loja virtual, das políticas e termos, a atenção às informações obrigatórias previstas em decreto e a própria produção de conteúdos para blogs ou redes sociais. 

Conquistar a confiança do cliente
É preciso conquistar a confiança do cliente e garantir a segurança das transações online. São exemplos de itens que contribuem para a confiança da loja virtual: meios eletrônicos de pagamento seguros, selos e certificações, identidade visual, atendimento facilitado, informações da loja virtual.

Divulgar
“Investir em divulgação é essencial para uma loja virtual se destacar na internet”, desta Hyrla. É preciso conhecer os pontos fortes do seu negócio e a partir deles traçar estratégias de divulgação como: anúncios, redes sociais, email marketing trabalhando mídias online ou até mesmo mídias tradicionais.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Comércio eletrônico brasileiro vence crise e crescerá neste ano

Fonte: e-commerce brasil

Mobilidade. Esta é a tendência, aparentemente irresistível, do ecommerce
no Brasil e no mundo. Comprar produtos e serviços na internet cada
vez mais será algo feito com toques no visor de um smartphone, e não por
meio do teclado de algum computador.
Em resposta, o próprio comércio eletrônico mudará. Sites serão
redesenhados para que tenham a melhor aparência possível em telas de 5, 6
ou 7 polegadas e não nas grandes telas de PCs e Macs.
É claro, precisarão funcionar bem em ambas, mas a prioridade deixará
de ser os desktops e passará a ser os celulares. Não haverá exclusão de
meios, mas redirecionamento dos melhores esforços de programadores e
estrategistas de vendas para estes últimos. Tal movimento, aliado a outros
rumos inéditos que o comércio eletrônico vem tomando, transformará de forma
radical o setor, ainda tão jovem.
―Mobile first‖ — é assim que um dos maiores especialistas em comércio
eletrônico do Brasil, Gabriel Lima, define esse novo paradigma. Sócio e diretor
do Enextgroup, que presta consultoria ao mercado digital brasileiro, ele crava:
―Não haverá mais um negócio de e-commerce voltado primordialmente para
computadores de mesa. Você vai pensar primeiro no dispositivo móvel e depois
no desktop. Isso já é uma orientação forte no exterior e também no Brasil. Tudo
migrará para os celulares‖.
Lima garante não recear ser enfático demais em suas palavras. ―Veja: as
telas dos smartphones estão cada vez maiores; sua capacidade de
processamento e memória, idem; seus preços vêm, aos poucos, diminuindo…
Tudo configura um quadro de alteração estrutural na forma como as pessoas
se relacionam com a web e, por extensão, com o comércio eletrônico. Trata-se
de algo já em marcha, não um cenário para o futuro distante.‖
Com ele faz coro a executiva responsável por essa área no país de uma
das principais empresas de tecnologia do mundo — Claudia Sciama, diretora
de negócios para varejo do Google Brasil. ―Hoje, um a cada dois brasileiros
entre 16 e 34 anos tem um smartphone, e quase 15% das transações no ecommerce
do país ocorrem via celular.
Em 2019, esse número vai mais do que dobrar, atingindo a marca de
197 milhões de aparelhos. Isso mostra a grande oportunidade que esse
mercado representa para o e-commerce‖, diz ela. ―Ainda no segundo semestre,
vamos lançar os anúncios no Google Play. Isso será essencial para qualquer ecommerce,
pois a grande maioria dos usuários descobre e instala aplicativos
por meio dessas lojas.‖
Nesse ponto surge a outra grande força que atravessa esse mercado: os
APPs, como são conhecidos os aplicativos. ―As novas gerações usam muito menos os browsers, como Chrome ou Firefox, e muito mais as chamadas lojas
de aplicativos, como Google Play ou Apple Store. Quanto mais jovem o
consumidor, maior é a adoção de aplicativos‖, afirma Lima, do Enextgroup. Mas
qual o reflexo disso para as empresas?
―Quanto mais alguém usar um APP, maior a quantidade e a qualidade
das informações que você terá sobre esse indivíduo. Isso porque, a partir do
momento em que um aplicativo é baixado em um celular, a empresa
literalmente instala-se dentro do aparelho, com acesso a um oceano de dados
sobre seu dono — em especial, sobre seus hábitos de consumo. Aliás, eis aí
mais um fator que reforça a importância dos smartphones para o e-commerce
de nossos dias‖, responde ele.
E, a respeito disso, vale a pena conhecer a opinião de uma companhia
que traz em seu nome a ideia de união do comércio eletrônico com o mobile,
como é chamado o acesso móvel à internet. A Pontomobi foi criada em 2007
para oferecer soluções de SMS a empresas interessadas em interagir com
seus clientes. Em pouco tempo viu a base de consumidores com um celular
nas mãos crescer, enquanto o mercado apontava para novas oportunidades de
uso desses dispositivos: acesso à internet, download de jogos e consumo de
vídeos, por exemplo.
Já atendeu a Smiles, que trabalha com programas de fidelização, e à
fabricante de cosméticos L’Oréal Brasil. Seu CEO, Léo Xavier, pontua: ―O
mercado já não pergunta se deve fazer mobile, mas sim de que maneira.
Entretanto, isso ocorre em níveis e ritmos diferentes. Para empresas que
possuem uma área de mobile, realizamos análises das propriedades existentes
e dos resultados obtidos, propondo melhorias. A ideia é também disseminar
conhecimento sobre ferramentas móveis e suas aplicações em diferentes
necessidades do negócio: marketing, recursos humanos, logística, trade etc.‖.
Muito bem. Mas quando falamos de e-commerce no Brasil, estamos
falando de uma indústria de qual porte? Claudia, do Google, fornece dados: ―O
comércio eletrônico local responde por cerca de 4% do faturamento total do
varejo. Mesmo assim, 25% do crescimento nas vendas em 2014 foram
impulsionados pelo e-commerce. Espera-se que em 2015 o crescimento do
varejo físico no país seja de 1,2%, enquanto o do e-commerce bata em 20%‖.
De onde vem tal previsão?
―Somente 56% da população nacional está hoje on-line; existem 120
milhões de brasileiros conectados, contra apenas 45 milhões em 2010. Houve
61 milhões de compradores on-line por aqui em 2014. Ou seja, ainda há muitas
pessoas no país que entrarão na internet nos próximos anos e, em algum
momento, provavelmente também se tornarão usuárias do e-commerce‖,
responde ela.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Logística e tecnologia: a equação perfeita para o e-commerce

Fonte: CanalTech

Criar um e-commerce para vender eletronicamente produtos e serviços é uma tarefa simples hoje em dia. Existem diversas plataformas disponíveis, nas quais montar uma loja e começar a vender é uma questão de poucas horas de trabalho. Divulgar o site também se tornou algo menos complexo, graças às possibilidades abertas com as mídias sociais e o marketing digital.

Os desafios operacionais começam após o site estar no ar. O primeiro grande obstáculo é a conversão das vendas. Nos Estados Unidos, aproximadamente 5% das visitas aos sites de e-commerce geram vendas. No Brasil, este índice é significativamente menor. Cerca de 2% das visitas resultam em um check-out. Para melhorar esse índice, alguns sites têm usado tecnologias para resgatar o carrinho abandonado. Por meio do monitoramento das atividades no site, é possível retomar o contato com o cliente, por diferentes canais, e instigar um retorno deste consumidor ao carrinho para viabilizar a venda.

Passada a barreira da conversão, com a venda realizada, a logística passa a ter um papel fundamental, seja pela questão dos custos logísticos, os quais impactam diretamente na margem daquela venda, seja pela perspectiva do atendimento às expectativas do seu consumidor. Um cliente bem atendido tende a se tornar recorrente, aumentando assim os seus índices de conversão, ao passo que um cliente insatisfeito dificilmente voltará a comprar naquele site.

Nessa etapa, a tecnologia também pode ter um papel importante se utilizada em conjunto com a logística. Soluções de rastreabilidade em conjunto com a mobilidade permitem, por exemplo, que um consumidor acompanhe cada etapa da entrega. Hoje, já é possível, inclusive, indicar uma janela de entrega significativamente menor do que um dia, mas poucos sites de e-commerce assumem o risco de disponibilizar esta informação. Estas soluções, além de melhorarem sensivelmente a experiência do consumidor, que não quer surpresas, reduzem o custo com reentregas, um dos principais desafios logísticos.

A interação com o consumidor pode ser ainda mais aprimorada. Por exemplo, um cliente poderia indicar ao entregador sua indisponibilidade para receber a encomenda ou, por parte do entregador, um simples aviso de que está em sua porta traria um efeito colateral positivo em relação à segurança, tão em voga atualmente.

A evolução do conceito de Omnichannel conferiu ainda mais complexidade à operação logística, com impactos diretos no planejamento da demanda e de estoques. Oferecer aos consumidores a opção de comprar nas lojas virtuais e buscar o produto na loja física atende aos anseios do mundo moderno e das novas gerações por soluções mais flexíveis e rápidas. Porém, pode dificultar o dimensionamento logístico e de estoque, uma vez que a maioria das empresas tem um planejamento diferente para cada loja.

Embora a percepção do aumento de complexidade da operação advinda do Omnichannel seja legítima, este é, sem dúvida, um caminho sem volta. Quem encarar o desafio e aproveitar as oportunidades de extrair de cada canal, seja físico ou virtual, o melhor que este pode prover ao seu cliente, projetando-se um passo à frente das suas necessidades, estará melhor preparado para uma nova era do varejo, em que as operações físicas e virtuais serão completamente integradas.

Conhecer com precisão o nível de serviço entregue aos consumidores, analisar os dados de sua cadeia integrada de suprimentos e saber, em detalhe, o comportamento de compras dos seus clientes serão fatores críticos para se ter uma operação mais ágil, assertiva e de qualidade. Investir em tecnologia e logística significa investir em dois dos principais pilares estruturais necessários para o atingimento desse nível de excelência na experiência de compra, da consequente fidelização do cliente e do aumento das vendas.

Denis Del Bianco é diretor corporativo da TOTVS Consulting

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Esqueça o e-commerce como você o conheceu

Fonte: administradores.com

É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital está cada vez menos fiel.

Em meio a amarga e histórica recessão que a economia brasileira atravessa, com previsão de -2,5% no PIB para 2015, o comércio eletrônico no Brasil mostra solidez e capacidade de se manter "a prova de crise", com registros de crescimento e sinais de futuro auspicioso. A junção de empreendedores arrojados e inovações tecnológicas que estimulam compras e ditam tendências ainda está a pleno vapor desta revolução do consumo, demonstrando claramente que o melhor ainda está por vir.

A 32ª. edição do relatório Webshoppers, da E-bit/Buscapé, revelou que, mesmo abaixo da expectativa inicial de 20%, o e-commerce no Brasil passa bem longe de retrocessos, com estimativa de crescer 15% em 2015, chegando a R$ 41,2 bilhões no acumulado do ano. Segundo o estudo, o comércio eletrônico faturou R$ 18,6 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2014.



Um levantamento do Google registrou aumento de 112% na participação dos smartphones no acesso à internet no último ano no Brasil, onde o número desses aparelhos saltou de 10 milhões em 2010 para 93 milhões em 2015. Ou seja, milhões de pessoas com acesso à internet em tempo integral. O faturamento do mercado americano de vendas online movimentou US$ 294 bilhões em 2014, devendo fechar 2015 em US$ 325 bilhões, de acordo com um estudo da Forrester.

Entretanto, o e-commerce como o conhecemos tende a sofrer mudanças. É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital (leia-se: o mesmo consumidor das lojas físicas) está cada vez menos fiel. Para engajar esse público, as lojas virtuais vão precisar acrescentar "relacionamento" aos seus fatores-chave de sucesso.

Uma das consequências da oportunidade que esse novo cenário trará, será o crescimento dos sites de nicho e de ofertas locais, que conseguirão atender com mais precisão e agilidade as necessidades específicas de um consumidor mais conectado, impaciente, multitelas e que vai desistir imediatamente de uma compra ao saber que produto não é sustentável. Um consumidor que desponta para tornar o comércio eletrônico bem diferente do que conhecemos até agora, e com força suficiente para tornar o setor cada vez mais importante na economia do país.

Márcio Pascal é fundador e diretor executivo do site Magote.com.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Confira os dados do crescimento do E-commerce

O comércio eletrônico vem crescendo muito no país. Segundo dados da E-bit, o crescimento foi de 16% só no primeiro semestre de 2015. Cada vez mais as empresas entendem a importância de integrar à sua loja física, uma loja virtual e vice versa. Nesse sentido, é preciso conhecer os números do e-commerce no Brasil para começar a vender produtos pela internet ou melhorar a gestão de seu negócio virtual.

O Sebrae realizou, em parceria com E-commerce Brasil, a 2ª Pesquisa Nacional de Varejo Online. O infográfico abaixo traz os resultados da pesquisa. Para ter mais informações, acesse a pesquisa completa aqui. 


O E-bit lança várias pesquisas sobre o e-commerce. Segundo o Webshoppers, 17,6 milhões de consumidores virtuais realizaram pelo menos uma compra no primeiro semestre de 2015 e atualmente, 54,2% dos pedidos são realizados com pagamento à vista ou em até três parcelas. Para mais informações, clique aqui. 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Saiba por que integrar uma loja física e virtual

A integração é um desejo do cliente
Hoje, o cliente é multicanal, ele conhece o produto na loja física e compra na virtual, ou vice-versa. Dessa forma, o empresário precisa planejar sua presença nesses ambientes. É preciso oferecer ao cliente uma experiência positiva e integrada, afinal, o negócio é o mesmo, logo, a experiência é com a marca.

O e-commerce não substitui a loja física
É preciso entender que os dois canais de complementam. Em um primeiro momento, questionou-se se o e-commerce iria acabar a loja física, mas hoje o mercado percebeu que um canal complementa o outro.

Os pequenos também precisam ter atenção à integração
Segundo pesquisa do Sebrae, em parceria com a E-commerce Brasil, os pequenos negócios são maioria no comércio eletrônico. Logo, não são só as grandes empresas que precisam perceber a importância da integração dos canais. Um pequeno empreendedor deve buscar  formas de criar canais para melhorar a experiência de seu cliente com sua marca.

Durante o Fórum E-commerce Brasil, maior evento de comércio eletrônico da América Latina, que aconteceu nos dias 28 e 29 de julho, o Sebrae desenvolveu uma ação destinada a integração da loja online com a loja física e apresentou boas práticas de como o empresário pode trabalhar esses dois canais juntos. Veja abaixo as principais:
- a equipe de vendas precisa estar treinada para mostrar a complementaridade dos dois canais
- etiquetas com QR code nas peças físicas podem fazer interação com o mundo virtual, assim como a loja física ter disponível tablet ou computador para efetuar uma compra online junto com o consumidor, se for o caso.
- sistemas de gestão precisam estar integrados
- apresentar ao consumidor a opção de retirar em loja física uma compra efetuada na loja virtual

Clique aqui e veja fotos da ação.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Saiba como gerir um bom e-commerce de moda

O portal do Sebrae disponibiliza diversos artigos que auxiliam o empreendedor a lidar com diferentes mercados. Quando falamos de e-commerce e moda, encontramos alguns problemas, como por exemplo, a falta de padronização. O tamanho das peças de roupa varia de acordo com as marcas. Por exemplo, algumas lojas trabalham com a variação de tamanho P, M ou G, enquanto outras trabalham com número 38, 40, e assim por diante. Em uma loja fixa esse problema é facilmente resolvido, pois o usuário pode experimentar as peças e escolher a que melhor de encaixa no seu corpo.

Já em uma loja virtual, essa solução não existe. Isso chegou a ser um motivo de preocupação, pois acreditava-se que esse seria o motivo do fracasso do segmento no e-commerce. Mas, esse desafio não atrapalhou e, hoje, moda é a categoria mais vendida na internet, segundo dados do E-bit.

Para saber mais sobre o assunto, entre o no portal do Sebrae e aprenda a lidar com o desafio da falta de padronização. Clique aqui para ler o artigo completo!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Aprenda a driblar a crise no e-commerce

Capacitação nunca é demais. O empresário precisa estar sempre em busca de novos conhecimentos para aprimorar seu negócio e se atualizar sobre as tendências do mercado. Ainda mais em um momento de crise, em que as coisas podem mudar rapidamente. Foi pensando nisso que a E-commerce Brasil vai oferecer a capacitação “Como sobreviver no e-commerce em tempos de crises”, no dia 16 de julho, quinta-feira. O especialista em gerenciamento de projetos e consultorias, com experiência de mais de 10 anos no e-commerce, Felipe Dallacqua, vai falar quais são as diferenças de mídia paga e mídia orgânica, aumento de tráfego orgânico, técnicas de compra e segmentação e outros temas relacionados.

As capacitações do site acontecem em forma de Webnair e são gratuitas. Clique aqui para saber mais sobre o conteúdo e se inscreva!


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Como empreender e se diferenciar no mercado

Segundo dados do E-bit, o consumo de moda e acessórios está em primeiro lugar no segmento online. Porém, em um mercado tão promissor, é preciso ter estratégias para que o seu negócio não seja mais um. A MODEEZE é um shopping online de Goiânia, que vende produtos de grandes marcas e distribui para todas as cidades do país. O principal objetivo do negócio é expandir a moda goiana para todo o país, utilizando a maior ferramenta de vendas hoje, a internet. O empresário Pedro Henrique Moraes, cofundador do MODEEZE, conta a sua experiência como empreendedor e como faz para atuar em um mercado tão competitivo.

Como surgiu a ideia de criar um shopping online?
A ideia surgiu entre 2010 e 2011. Eu já trabalhava com negócios em moda há 16 anos, o meu sócio já estava no ramo do empreendedorismo há muito tempo e queria um novo mercado para trabalhar. Eu apresentei para ele alguns dados do mercado de moda do Goiás e ele gostou muito. Então, decidimos trabalhar juntos.

Estudando alguns dados, nós descobrimos muitas lacunas a serem preenchidas por produtos de tecnologia e até mesmo pelo e-commerce. O mercado de moda estava muito carente de tecnologia, então desenvolvemos alguns produtos e estamos desenvolvendo até hoje.

Quais são os principais desafios de tocar esse negócio?
As principais dificuldades estão relacionadas à tecnologia. No Goiás, temos poucas empresas relacionadas a sistemas. Então, para nós que queremos inserir a tecnologia nesse mercado, é difícil porque poucas empresas acreditam no potencial da nossa região, do centro-oeste no geral. Acredito que é uma questão cultural da região. Além disso, os próprios empresários do ramo da moda são avessos à tecnologia. O lado bom disso para a gente é que nossos concorrentes são poucos.

Como faz para se diferenciar em um mercado competitivo, como o da moda?
O que nos diferencia é o nosso serviço. Buscamos fazer a melhor experiência para o cliente, por exemplo, tornando a mais rápida: o cliente compra de manhã e já recebe em casa à tarde. Além disso, trabalhamos com produtos exclusivos, que nenhum outro site do Brasil vende.
Acreditamos que a moda goiana tem potencial e queremos torna-la mais competitiva a nível nacional. Por isso nos diferenciamos nas marcas exclusivas a preços mais acessíveis e na forma de comprar e receber o produto experiência de compras.

Quais são os principais benefícios de ser um empreendedor?
Para mim, o principal benefício de estar nesse mundo maravilhoso do empreendedorismo é poder pensar fora da caixa. Eu vejo que o método tradicional de ensino do nosso país não estimula as pessoas a pensar fora da caixa e questionar. O empreendedor é, na verdade, um grande questionador. Ele vê algo que funciona ou que não funciona e se questiona “por que está funcionando?” ou “por que não está funcionando?” e, a partir disso, ele pensa, raciocina e cria. Construir algo que saiu da sua mente e do seu coração é muito gratificante.

Eu acho que nosso país poderia investir mais em empreendedorismo, como os países de primeiro mundo investem. Deveríamos não só ensinar o cidadão a ser um bom funcionário, mas um bom patrão, um bom empregador, gerador de emprego e um empreendedor. 


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Veja como aumentar o lucro do seu salão de beleza

Muito além de prestarem serviços, os salões de beleza podem funcionar como lojas e comercializar produtos de beleza, higiene e saúde. 

Hoje, é comum associar salões a locais que exclusivamente prestam serviços de beleza. Mas, comercializar produtos diferenciados para dar continuidade a um tratamento pode ser uma estratégia para impulsionar esse negócio.

Esta ação ajuda a empresa a fidelizar clientes, aumentar o faturamento e garantir a sustentabilidade do negócio. Uma maneira de comercializar esses produtos é através do e-commerce. Anúncios na internet tornam produtos mais acessíveis, como xampus, condicionadores e cremes utilizados por profissionais em salões, que não são facilmente encontrados pelo público em supermercados e farmácias.


Confira, no portal do Sebrae, dicas para vender produtos de beleza na internet. Clique aqui e aprenda a impulsionar as vendas do seu salão!


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Em ano difícil para a economia, mercado digital brasileiro é o que mais cresce

O ano de 2015 tem sido difícil e cauteloso para diversos setores da economia brasileira, por exemplo, na construção civil, varejo e setor automobilístico, com forte retração nas vendas. Diante desse cenário, a maior parte das empresas tem optado por meios mais baratos e assertivos de se comunicar com seu consumidor, o que entre outros fatores tem contribuído para o crescimento de uma área há certo tempo explorada, mas nunca como neste ano: o mercado digital.

Em pesquisas realizadas pela ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – e pela Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil, os investimentos somente nas áreas de TI e publicidade digital têm previsão de aumento de 7,5% e 15%, respectivamente, para este ano. Isso sem mencionar os negócios relacionados à social media, produção de conteúdo e desenvolvimento de web e mobile, mais específicos, que apresentam maior preocupação estratégica sobre usabilidade e boa experiência do usuário. Outro setor que também ganha visibilidade em 2015 são as startups, muito procuradas por investidores “anjo”, dispostos a apostar em ideias inovadoras.

Segundo Andréa Migliori, Diretora de Planejamento e Comunicação da Agência Badaró, especializada em plataformas digitais com o conceito UX, o crescimento do mercado digital acontece, justamente, porque as empresas passaram a entender sua importância para o negócio. “Diante de um mercado cada vez mais acirrado, saber lidar com o cliente ou usuário e oferecer novas possibilidades, utilizando a tecnologia, são primordiais para conquistar mais sucesso e espaço. Exemplo disso é a quantidade de sites de e-commerce que cada vez mais ganham novos adeptos. A Badaró tem, inclusive, um dos clientes que utiliza esta forma para comercializar, de forma direta, nada mais que diamantes. Além disso, o investimento nas intranets e redes sociais corporativas, também pensando no público interno é uma alternativa para alinhar a comunicação da empresa, caso venha a enfrentar uma crise ou necessite de um reposicionamento no mercado”, explica Andréa.

De acordo com dados do Sebrae, além da alta demanda por serviços e produtos digitais, algumas vantagens foram listadas por empreendedores digitais entre os fatores fundamentais para sua dedicação ao segmento, como familiaridade com o meio virtual, custo reduzido de investimento inicial e menor necessidade de infraestrutura. Atualmente no Brasil, 83% desses empreendedores são homens, com idade média entre 25 e 40 anos, e na maioria das vezes (52%) trabalhando a maior parte do tempo em seus projetos.

Fonte: Portal Segs

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Saiba como melhorar a experiência do usuário em lojas virtuais

Os clientes adoram exclusividade e esse fato não muda quando falamos de e-commerce. Conhecendo as estratégias certas, você pode deixar a experiência do usuário muito mais agradável em lojas virtuais. Imagine uma personagem: apaixonada por leitura, Marina queria o lançamento de seu autor predileto e não titubeou ao optar pela compra no e-commerce. Comparou preços e ficou entre sua loja favorita e outra que frequenta raramente.

Na primeira, para sua surpresa, foi recebida com a indicação de seu objeto de desejo logo na homepage, e quando precisou de informações, o atendente já tinha todos os seus dados e histórico de compras, sanando as dúvidas rapidamente. Já no segundo site, Marina precisou localizar a sessão de livros importados e, após clicar em duas ou três páginas, recorreu ao sistema de busca, que não resolveu. Ao se informar sobre frete e prazo de entrega, precisou repetir inúmeras vezes seu CEP até obter a resposta.

Não é difícil adivinhar em qual dos e-commerces a compra foi realizada. Afinal, o fato do comércio eletrônico não ter um vendedor não significa que o cliente abre mão de um ambiente personalizado.
Este conceito já é entendido pela loja virtual favorita de Marina, que investe constantemente em soluções de atendimento como forma de aprimorar a experiência de usuário.

A tendência de personalização
Uma pesquisa internacional da Experian Marketing Services revelou que 85% das empresas que mantêm contatos customizados com o consumidor alcançam maior engajamento e 67% aumentam consideravelmente seu faturamento.
Entre os maiores desafios na hora de segmentar a comunicação com o consumidor estão a falta de informações dos clientes e a imprecisão dos dados.
“Cada interação é uma oportunidade para extrair formas de personalizar a relação. Geralmente, é neste momento que o cliente apresenta as necessidades, pontos que gosta e o que desagrada”, explica Albert Deweik, CEO da NeoAssist.

Em busca da excelência ao cliente
Especializada em soluções de relacionamento com o usuário, a NeoAssist oferece uma plataforma de atendimento multicanal, que possibilita à loja virtual integrar pontos de contato, seja chat, e-mail, telefone e até mesmo whatsapp.
“O e-commerce consegue integrar todo o histórico do consumidor dentro do site, seja por atendimento ou por compra, aprimorando a experiência vivenciada”, afirma Deweik.
Ao analisar as informações passadas pelo cliente durante o atendimento, é possível identificar o perfil do consumidor e gerar um atendimento mais efetivo. É possível ainda à empresa cruzar as informações para gerar ações ou identificar os maiores motivos de reclamação e restabelecer o contato com o consumidor, a fim de fidelizá-lo. “Podemos deixar tudo mais atrativo, levar ao consumidor às informações que ele procura de forma simples, clara e objetiva, construindo um ambiente mais propício à conversão”, explica Deweik.

Muito além da experiência
Contar com uma boa solução de atendimento não se restringe a trazer benefícios ao usuário e marca. “De nada adianta a loja virtual investir em SEO, Links Patrocinados, E-mail, social, dentre outras ações de marketing, se na hora que o usuário precisa de atendimento o e-commerce não está disponível”, completa Deweik, que ainda comenta como os consumidores interagem com a marca em diversas ocasiões. “Os clientes têm baixa tolerância à longas interações, não importa se é na busca por informações, soluções de problemas ou até na hora de tomar a decisão de compra”, finaliza.

Fonte: E-commerce News, com adaptações

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Prepare-se para a Black Friday Legal

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e Braspag, gateway de pagamento do grupo Cielo, vão realizar capacitações para Micro e Pequenas Empresas que queiram participar da Black Friday Legal. O objetivo dos cursos é capacitar as empresas sobre o e-commerce e ensinar sobre a legislação brasileira do comércio eletrônico para que elas possam receber o selo BFL 2015.

O primeiro workshop, com o tema “Planejando um E-commerce”, vai acontecer na quarta-feira (17) e será ministrado pelo Jairo Lobo Migues, do Sebrae/SP. O treinamento vai acontecer em São Paulo, mas será transmitido para todo o Brasil pelo site da Camara-e.net.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.camara-e.net/blackfriday. A transmissão estará disponível no mesmo link e só poderá ser visualizada por quem estiver inscrito.
Ao longo do ano, vão acontecer mais dois workshops gratuitos, com os temas “Logística no e-commerce”, “Aspectos legais e Código de Ética do BFL”, “Meios de pagamentos” e “E-commerce e Marketing Digital”. 

Conheça as novas regras para obtenção do selo Black Friday 2015:
  1. Participar (presencialmente ou online) de uma das três capacitações para MPEs;
  2. Responder à pesquisa sobre MPEs na inscrição para o selo BFL 2015;
  3. Ser aprovada no processo de avaliação da camara-e.net, que verifica, entre outros requisitos, a situação cadastral da empresa na Receita Federal (CNPJ e Razão Social), formas de contato eletrônico e físico (endereço completo, telefone, SAC e-mail) facilmente encontráveis no site;
  4. Não estar citada pelo Procon como lojas virtuais a serem evitadas (http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php); e
  5. Assinar digitalmente o Código de ética do BFL no site do programa.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Congresso pernambucano discute comércio eletrônico

A Conferência E-commerce Brasil aconteceu hoje, em Recife (PE), e reuniu mais de 100 profissionais do comércio eletrônico para palestras, painéis e espaços de networking. A programação contou com a participação de gestores do segmento para falar sobre omnichannel, apresentar cases de empresas que estão ganhando visibilidade e discutir sobre o status do varejo online.

Matheus Ximenes apresentou o case Muma: design pernambucano com história no e-commerce. Matheus é arquiteto e especializado em e-commerce. O Muma é uma plataforma de vendas de produtos assinados (móveis e decoração) e está no ar há um ano e um mês.  O projeto nasceu da paixão de Matheus e da oportunidade de clientes procurando por produtos de design com preço acessível. Em 2014, a empresa apareceu nas principais revistas e blogs do ramo, o que facilitou sua visibilidade.

 O Muma faz parte do projeto coletivo de e-commerce de Pernambuco e tem apoio do Sebrae. Hoje, a empresa conta com 65 designers nacionais e internacionais, além de ter produtos em mais de 10 países.

Segundo Matheus, a paixão é fundamental para que o negócio dê certo. “Quando você está apaixonado pelo que vende, já começa entendendo o mercado”, conta. O empreendedor também deu dicas para os profissionais que estavam presentes na conferência:
  1. Não tenha medo nem vergonha de buscar ajuda. Hoje, o Muma tem o apoio do Sebrae, porto digital, entre outros;
  2. Preocupe-se em passar confiança para o cliente. Isso é muito importante para concretização da venda. O que ajuda no segmento é ter um bom servidor, uma estrutura sólida e certificado digital;
  3. Foque na usabilidade da loja. Para isso, é importante estudar o layout do site e entender o comportamento do consumidor.