segunda-feira, 11 de julho de 2016

Colaboração como estratégia para fugir da crise

O mercado não está receptivo a modelos de negócios iguais. Os consumidores buscam inovação e praticidade. A alternativa para o sucesso da empresa pode ser a segmentação dentro de um mesmo espaço. Unir forças com outros pequenos negócios pode abrir as portas para uma nova clientela, além de reduzir custos.

Os espaços colaborativos são lojas em que empreendedores podem alugar espaços predeterminados para vender seus produtos. O mix de oferta se configura através de um mecanismo de filtragem em que os próprios consumidores decidem quais marcas permanecem. A demanda do público orienta a constante renovação, abrindo lacunas para outros exporem seus itens.

Os produtos são diversificados, segmentos diferentes com estilos relacionados, porém abarcando interesses em comum do público alvo. O importante é fazer uma curadoria que tenha a ver com o perfil e estilo de vida dos consumidores. Caso já tenha um negócio aberto, é possível fazer um levantamento sobre o que agradaria os clientes que já são fidelizados a marca.

É possível adquirir itens de decoração, acessórios para casa, vestuário, calçados, entre outros. É um tipo de negócio oferece a oportunidade de o cliente montar um look completo e sair da loja pronto para um evento. Os empresários investem nisso para aumentar o faturamento, oferecendo a venda de bijuterias, roupas, entre outros itens que agregam valor.

Um caso de sucesso é a loja Endossa, a partir do interesse de disseminar esse modelo de negócios, predominante no meio virtual. O intuito foi impulsionar as marcas e a produção de pequenos empreendedores que tem dificuldade de se inserir no mercado varejista.

A primeira loja foi fundada em 2008 em São Paulo. Hoje se encontra em três estados com cinco lojas. Consolidou-se como exemplo de iniciativa de comércio criativo. A dinâmica da loja envolve filtragem colaborativa através de metas de vendas. Segundo o site da Endossa: “Quem não atinge o endosso libera o espaço para uma nova marca da lista de espera.”.
As vantagens de expor num espaço colaborativo é poder reunir expositores em um ambiente descontraído e com uma proposta inovadora, além de criar oportunidade de divulgação de pequenas marcas. A empresa acredita que a filtragem colaborativa aproxima o consumidor e suas demandas garantindo a percepção de qualidade dos produtos. A loja atua como um catalisador que reune vendedores e compradores facilitando as transações entre ambos.
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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Brazilian Retail Week – BR Week 2016


O cenário de crise, com inflação alta, desemprego, juros elevados, crédito escasso, queda nas vendas, pouca confiança e baixa disposição de consumo, foi um dos temas mais abordados no evento Brazilian Retail Week – BR Week 2016, realizado em São Paulo nos dias 28 e 29 de junho. A situação de retração do mercado exige que as empresas busquem aprimorar suas condições de resiliência.

A proposta de valor da empresa, ou seja, o que ela deseja entregar como valor ao seu cliente e a correta percepção do cliente sobre isto, foi considerado um fator crítico para a capacidade de resiliência das empresas em tempos de crise. É imprescindível que as empresas definam corretamente seu posicionamento estratégico, tenham uma proposta de valor consistente, relevante, que faça sentido e que possa ser percebida pelo consumidor.

Outro fator crítico é o desempenho operacional e financeiro da empresa. A situação de queda na receita, redução do capital de giro e baixa expectativa de crescimento imediato, exige medidas de ajuste, redução de custos, gestão de estoques, operação eficiente e estratégias de fidelização.

Uma questão fundamental é compreender as mudanças no comportamento do consumidor. Há mudanças conjunturais, como aquelas decorrentes da crise, a exemplo da diminuição de frequência das compras, redução da cesta de produtos, troca de marcas, maior busca por vantagens, descontos e promoções. Há também mudanças estruturais, como aquelas que distinguem os consumidores classificados como baby boomers (1945/1964), geração X (1965/1984), geração Y (1985/1999) e geração Z (2000/agora).

Os millenials (gerações Y e Z) têm mais escolaridade, mais experiências (viajaram mais), são nativos digitais, são muito conectados, usam a Internet e as redes sociais para se informar, inclusive sobre marcas e tendências, e para pesquisar produtos e preços, além de não terem fidelidade com formatos de lojas ou canais de compra (usam tanto a loja física quanto o e-commerce, dependendo da conveniência).

Os millenials estão imersos em uma cultura colaborativa, de serviços compartilhados e sistemas abertos e interativos. Os millenials estão começando a ser demograficamente dominantes, o que impõe sérias e profundas mudanças nas empresas, pois para eles, os atributos de valor mais significativos são: relevância, qualidade, velocidade, interação, transparência e propósito, além de preço.

O uso de inovações e tecnologia, a exemplo dos recursos de bigdata, para maior conhecimento, interação e relacionamento com os clientes, tornou-se uma condição para melhorar a experiência de consumo e o atendimento. Um conceito muito comentado em diversas sessões foi a experiência de compra sem atrito, ou seja, a busca por proporcionar ao cliente a melhor solução para seus desejos e necessidades, com facilidade, velocidade, conveniência, segmentação, customização, personalização, curadoria e oferta ativa de produtos, operações em múltiplos formatos, uso intensivo das possibilidades de conectividade e mobilidade.

Empresas como a Farm e a Chilli Beans têm sido exemplares na busca por essa maior interação, possibilitando a avaliação da experiência de compra pelo próprio cliente, na perspectiva de melhorar a sua satisfação e gerar engajamento. Além disso, têm dado atenção especial à gestão de pessoas, para que seus vendedores traduzam e representem a identidade da empresa e funcionem como “embaixadores” da marca.

A empresa Chilli Beans também tem obtido muito destaque em suas ações de branding, ou seja, de construção da marca e da identidade da empresa. O estilo arrojado e aberto dos pontos de venda (PDVs), os formatos variados dos PDVs, os lançamentos semanais de coleções (fast fashion), as possibilidades de customização e personalização dos produtos, a segmentação precisa do público-alvo, a seleção e treinamento de vendedores com elevada identidade com a marca, tudo isso tem contribuído para uma diferenciação positiva no mercado.

O mercado está substituindo o conceito de omnichannel pelo de omniconsumer, no sentido de que o consumidor da economia digital é multicanal e multiformato. Ele se utiliza do smartphone e dos aplicativos para diferentes combinações de pesquisa, escolha, compra e retirada do produto, definindo, de forma autônoma, seu próprio ciclo de consumo, seus pontos de contato e formas de interação.

Fala-se também no prosumer ou professional consumer, no sentido de que há consumidores que buscam tirar proveito de todas as oportunidades, variando suas compras entre diferentes modalidades do atacado, do varejo físico e do varejo online (outlets, atacarejos, shopping centers, hiper e supermercados, minimercados, lojas de conveniência, lojas de rua, quiosques, e-commerce, etc.).

Todas estas novas variáveis evidenciam que o varejo continua desafiado a inovar e se reinventar continuamente, cada vez em maior velocidade, acompanhando as transformações tecnológicas e de comportamento do consumidor.

Por Juarez de Paula, gerente da Unidade de Atendimento Setorial Comércio, Sebrae Nacional

quinta-feira, 7 de julho de 2016

XVII FENEARTE - O artesanato colore Pernambuco

Com maracatu e artesanato em barro que a 17ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) será realizada de 07 a 17 de julho, no Centro de Convenções (Olinda).
Esta edição destaca dois artistas pernambucanos. A cerimônia de abertura da feira, que acontece nesta quinta (7) às 15h, conta com grupos de maracatus em memória à obra do percussionista Naná Vasconcelos. A Alameda dos Mestres, uma das ruas da feira, homenageia as obras do mestre Manuel Eudócio.
A Fenearte se destaca como a maior feira de artesanato do Brasil. O tema deste ano será “O artesanato, a arte brincante” e a estrutura reunirá cerca de cinco mil expositores, de origem local, nacional e internacional, dentre eles Turquia, Tunísia, Turcomenistão, Uruguai, Tailândia, Sudão, Somália, Serra Leoa, Senegal, Arábia Saudita e Alemanha.
Algo inédito é a ala dedicada à arte sacra. O I Salão de Arte Popular Religiosa de Pernambuco vai contar com 50 peças, das quais 47 estarão à venda na feira.
Nesta edição da Fenearte há um espaço montado especificamente para homenagens ao universo de brincadeiras populares revivendo a simplicidade dos brinquedos artesanais. A passarela montada receberá 15 desfiles, trazendo a interação entre moda e artesanato. Também haverá apresentações musicais todos os dias.

Além disso, foi criada uma área exclusiva para food trucks com 12 restaurantes, 25 estandes de alimentação e cinco food bikes. O evento também oferecerá acesso a wi-fi gratuito.

“A Fenearte vem crescendo a cada ano, mas sem perder a essência. Teremos a presença de todos estados da federação também expondo seu artesanato e cerca de 60 países. A cada ano ela cresce e movimenta a economia. A crise não abalou a Fenearte. Mesmo em 2015, que passamos por um momento adverso, ela deu exemplo e superou os números de 2014 com mais visitantes, tendo uma movimentação maior da economia”, destaca Felipe Carreiras, secretário de Turismo Esportes e Lazer.

Rodada de Negócios

A proposta da rodada de negócios é criar oportunidade para a comercialização entre artesãos locais e vendedores nacionais de artesanato. Devido a importância dessa iniciativa, o Sebrae-PE resolveu ampliar (de três para 11 dias) e atualizar sua rodada de negócios, será disponibilizado um catálogo virtual, tornando o processo mais rápido e dinâmico.  

Segundo a colaboradora do Sebrae-PE, Verônica Ribeiro: “Os compradores do Sul e Sudeste aguardam a realização da Fenearte para fechar negócios. A gente entende que estamos em um momento de crise, mas o artesanato e o setor criativo tem se comportado de uma forma diferente, conseguindo manter as vendas. Então, a nossa expectativa é que em 2016 a Rodada de Negócios apresente um crescimento de 10% em relação ao ano passado”.

FENEARTE
DATA: De 7 (quinta-feira) a 17 de julho (domingo)
LOCAL: Centro de Convenções de Pernambuco - Complexo de Salgadinho, Olinda
HORÁRIOS: Segunda-feira a sexta-feira: 14h às 22h/ Sábados e domingos: 10h às 22h
VALORES: Segunda a quinta R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia) / Sexta, sábado e domingo: R$ 12 (inteira) R$ 6 (meia) - Meia-entrada para estudantes, crianças até 12 anos, professores e pessoas com mais de 60 anos
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Foto retirada do site Folhape

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Provadores virtuais estimulam as vendas dos e-commerces

O IBGE em sua última pesquisa anual (2015) revelou que 74% dos brasileiros nunca compraram pela internet. Dentre os motivos citados pelos entrevistados, um dos principais é o receio de comprar pela falta de contato com o produto, o que gera dúvidas quanto às medidas, cor e textura.

Uma alternativa para solucionar esse problema são os provadores online.  O contato com o produto facilita a decisão de compra, evitando trocas, arrependimento e abandono de carrinho. É necessário criar um serviço diferenciado de acordo com o segmento atendido em sua loja virtual.

Existem diversas plataformas que proporcionam a experiência virtual do item. Um bom exemplo é a loja de óculos Livo, que através da captação da imagem por meio da câmera do aparelho eletrônico mostra como o produto se adequará ao rosto do cliente.


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Outro caso de sucesso é o da Dafiti. A marca criou o dafitiME, um provador que permite experimentar as roupas. O consumidor cria um personagem com as próprias medidas, cor de pele e cabelos, e assim, quando escolher os itens desejados no catálogo, o aplicativo é capaz de representar como estarão vestidas no corpo.
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Esses recursos de interação com o público aumenta a confiança em relação às compras, a marca ganha em vendas e fidelização do consumidor.

terça-feira, 14 de junho de 2016

O PODER DO VISUAL MERCHANDISING

O sucesso de uma marca não depende apenas de um bom produto. É necessário que a oferta seja direcionada para o público certo e mais, depende de fatores que despertem o desejo de compra. A marca deve criar um vínculo afetivo com o cliente, para a fidelização, consolidação no mercado e consequente incremento de vendas.
Se o problema não é o produto (tem um bom tecido, acabamento refinado, preço justo, caimento que valoriza o corpo, entre outras qualidades) e a marca tem o perfil adequado para a clientela a qual se propõe vender (está dentro dos interesses de determinada faixa etária, socioeconômica, de acordo com estilo de vida e preferência desse público alvo), então o problema do seu negócio provavelmente está relacionado à falta de visual merchandising.
A marca tem que fazer o sonho imediato do consumidor se tornar possível. Mesmo que o objetivo da peça de roupa seja simplesmente cobrir o corpo, ninguém tem vontade de entrar numa loja mal organizada, com iluminação precária, sem provadores e com uma vitrine repleta de peças que não combinam. Ninguém quer ter a aparência vinculada a uma loja desleixada.
O Visual Merchandising tem o poder de dar vida ao produto no ponto de venda através de técnicas de marketing e comunicação visual, envolvendo todos os aspectos do ambiente de varejo. Toda a ambientação da loja, incluindo mobiliários, iluminação, sonorização, e até aroma, além das diversas formas de exposição do produto, tudo deve ser trabalhado cuidadosamente.
É necessário definir o caminho do consumidor dentro da loja, os “hot spots”, mais conhecidos como os “pontos quentes”, servem para definir onde expor os produtos chave. Não importa quão pequeno é o seu negócio. Invista em bons manequins e cenografia.
A entrada e popularização de marcas estrangeiras fez com que o mercado interno também atentasse para uma boa coordenação do espaço. O investimento não será em vão. Quanto mais aconchegante o espaço, maior será a atração dos consumidores para o interior da loja e seu tempo médio de permanência dentro dela.
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quinta-feira, 2 de junho de 2016

CRAB INAUGURA A EXPOSIÇÃO “RETRATOS ILUMINADOS”

O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro, CRAB, situado no Rio de Janeiro convida o público para visitar a exibição de bordados, Retratos Iluminados, a partir de 2 de junho até 3 de setembro.
A produção surgiu através da parceria dos irmãos Campana com o Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI), e as bordadeiras das comunidades de Sítios Novos, em Sergipe, e Entremontes, em Alagoas, incentivada pelo Sebrae e pelo governo do estado de Sergipe.
O IPTI desenvolve projetos sociais ligados à economia criativa, integrando arte, ciência e tecnologia e o Instituto Campana busca resgatar habilidades manuais que estão fadadas ao desaparecimento ou restritas as pequenas comunidades.
Neste projeto, os Campana se uniram aos artesãos para dar vida a projetos que compartilhem técnicas e materiais, sem descaracterizar o modo de fazer tradicional, estimulando a liberdade criativa. Segundo Fernando Campana, o design pode ser uma ferramenta para melhorar a vida das pessoas.
A ideia de confeccionar grandes bordados com pontos em cruz e redendê, usados tradicionalmente em retratos surgiu dos Campana. A mudança veio no tema, saíram dos típicos da região, como fuga do habitual. “Quisemos colocar as bordadeiras como protagonistas e que elas mostrassem os seus rostos, como um ato afirmativo”, conta Humberto Campana.
Renata Piazzalunga, cofundadora do IPTI, comenta sobre o apoio que as equipes recebem dos designers, que fazem a ponte entre os projetistas e os artesãos, e os projetos acabam sendo sistematizados, documentados e viram exemplos de metodologias de abordagem para o Sebrae.
“Com os resultados apresentados até o momento, é possível mostrar um artesanato que mantém as técnicas tradicionais e a identidade local, porém com inovação e adequado às necessidades do mercado”, diz Maíra Fontenele, coordenadora nacional do CRAB. 
O Sebrae atua diretamente no reposicionamento mercadológico do artesanato, e o projeto é uma das ações focada nessa estratégia. Através dele o artesão tem a chance de ampliar sua linha de produtos e rede de contatos, desenvolvendo produtos mais inovadores e competitivos.
Bordados Iluminados

terça-feira, 31 de maio de 2016

O futuro da moda esportiva

A moda fitness era exclusiva para prática de esportes, mas passou a ocupar também a moda casual. Essa junção deu origem ao termo athleisure, que combina as palavras atleta e lazer em inglês. São produtos que se tornaram populares por que mesclam conforto e estilo, além de uma usabilidade muito grande: vão da academia ao escritório.

Marcas americanas como Adidas e Nike já aderiram a esse conceito. São coleções mais modernas e inovadoras, com tecidos de alta performance e estampas diferenciadas, geralmente em parceria com grandes lojas ou estilistas, por exemplo, a coleção de roupas, bolsas e calçados da Farm + Adidas.
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Farm + adidas Originals (Foto: Divulgação) 

É mais do que a apropriação do universo dos esportes, são peças funcionais criadas a partir da observação do cotidiano acelerado das grandes cidades. É funcionalidade e conforto atrelado ao design. É o culto ao vigor, boa forma e alimentação saudável se expressando também no vestuário.

Dica: Mescle as peças na hora de montar um look, para torná-lo mais casual ou formal. Diversificar as peças produzem combinações para diversas ocasiões, mantendo o conforto e estilo. 

Coloque uma peça com ar esportivo com outra mais tradicional, bomber jacket com camiseta e calça jeans para um momento de passeio. Legging com salto e camisa para trabalhar. Jaqueta de couro com calça de moletom e botas para um jantar, entre outras opções.

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Foto: fashionjustice.ca

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CECOMPE 3.0 - Congresso Nacional de Comércio Eletrônico para Pequenas Empresas - de 22/02 à 26/02

Em breve será realizado o CECOMPE 3.0.
O CECOMPE é um congresso nacional de comércio eletrônico para micro e pequenos empreendedores que tem como principal objetivo proporcionar e compartilhar o conhecimento com profissionais da área, sendo eles comerciantes, vendedores, lojistas ou mesmo empreendedores que possuem lojas virtuais ou que estão se preparando para abrir um negócio na internet.O CECOMPE , em sua terceira edição, ocorrerá entre os dias 22 a 26 de fevereiro de 2016. Durante os 5 dias serão transmitidas palestras de 40 minutos a 1 hora e 30 minutos. 


O Sebrae está apoiando tecnicamente o evento e fará uma palestra no dia 22/02/2015 às 17h. Acompanhe!


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

As 10 tendências globais de consumo para 2016

O relatório “As 10 tendências globais de consumo para 2016”, elaborado pela consultora de tendências  Daphne Kasriel-Alexander, da Euromonitor International, aborda didaticamente os perfis, exemplificando cases de como algumas empresas compreenderam esses perfis e converterão em produtos e serviços para melhor atendê-los. 

1)      Consumidor Agnóstico: seu perfil é de um consumidor bastante informado, que utiliza-se dos recursos ao seu alcance para a tomada de decisão da compra. Ele busca ponderar o custo-benefício, não se prendendo a marcas ou valores; Este consumidor aprecia produtos de qualidade e sentem satisfação pela sensação de economia.
2)      Compradores de Tempo: consumidores que estão dispostos a terceirizar diversas atividades do seu cotidiano em prol de ter mais tempo livre. Adeptos de alimentos pré-prontos e refeições práticas, entretenimento rápido, compras online, e programam suas agendas com gaps curtos entre os compromissos.
3)      Desafiadores da idade: a longevidade da população  afetou diretamente no perfil dos consumidores. A melhor idade passou a ter uma participação mais ativa no mercado e cada vez mais inseridos no mundo digital. Neste contexto, surgem oportunidades nas áreas de turismo e serviços.
4)      Transformadores: São o que fazem parte da geração Millenial. Preocupados com causas sociais e ambientais, buscam identificarem-se com marcas e empresas que tenham a sustentabilidade em seus valores. Estes não se questionam “O que serão quando crescerem” e sim “O quão diferente será o mundo por eles terem vivido nele” ;
5)      Multigeneros: entendem que o design dos produtos não deve ser “rotulados” para gêneros específicos. Prezam por identidades que não estereotipam a sociedade.
6)      Alimentação Verde: busca por produtos orgânicos, zero açúcar, baixo teor de gordura, rico em proteínas, ou seja, alimentos saudáveis. Preocupa-se com o consumo sustentável, sempre dando preferência para a produção local. Identifica-se até uma nova patologia, a “Orthorexia Nervosa”, uma obseção anormal por alimentação saudável, correta e ética.
7)      Equilíbrio mental: consumidores que buscam a qualidade de vida não apenas com o bem estar físico, mas também o mental.
8)      Consumidor conectado: estima-se que quase metade da população mundial já tem acesso à internet. A previsão é que o número de internautas ultrapasse a marca de 3 bilhões de usuários em 2016.Cada vez mais os usuários estão carregando seus dispositivos móveis consigo para todas as suas atividades diárias e realizando compras online.
9)      Controladores: o receio a adversidades que podem influenciar no convívio diário tem levado alguns a consumirem mecanismos que permitam um maior controle sobre todos os aspectos de suas vidas. A insegurança tem influenciado muitos na tomada de decisão no momento da compra.
10)   Solteiros: percebe-se um crescente número de solteiros, que usufruem dos benefícios de serem independentes, convertendo seus recursos em benefícios próprios.  

Para ter acesso ao relatório na integra acesse:

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

5 ferramentas para tirar suas ideias do papel e alavancar seu negócio

Nesse começo de 2016, aproveite o momento para tirar as ideias do papel e alavancar seu negócio. Confira cinco ferramentas que podem te ajudar:

1. Planilha para projeção de vendas
Indicada para empreendedores em estágio inicial do negócio.
Permite o empreendedor lidar com a projeção de vendas.

2. Matriz BCG
Indicada para empresas que já estão mais estabelecidas.
Permite analisar o ciclo de vida de um produto, desempenhar a gestão de marcas e estratégia de vendas. 

3. Modelo de Negócio ou Canvas
Indicado para todos os portes de empresas.
Facilita o entendimento completo do negócio. Tem o objetivo de descrever todos os elementos e fases que compõem um empreendimento, proporcionando a integração da organização.

4. Mapa de empatia
Indicado para empreendedores responsáveis pelo desenvolvimento de produtos.
Orienta a discussão e geração de ideias para a criação de novos produtos a partir da perspectiva do cliente.  

5. Autoconhecimento empreendedor
Indicado para pessoas que querem empreender ou que já estão liderando suas empresas.
Oferece informações para que o empreendedor reflita sua personalidade e inteligência  e saiba utilizá-las no desenvolvimento do seu negócio.

Além da ferramenta de Autoconhecimento empreendedor, você pode desenvolver seus pontos fortes e aprimorar as suas habilidades como empreendedor. O Empretec é uma metologia aplicada pelo Sebrae para ajudá-lo a amadurecer suas características empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no mercado.

Fonte: Endeavor, Movimento Empreenda e Sebrae