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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Google e Sebrae lançam série de vídeos com soluções online para MPEs

Google e Sebrae lançam série de vídeos com soluções online para MPEs


Conteúdo é a segunda etapa do programa Conecte Seu Negócio, que há dois anos apoia a entrada de micro e pequenos empreendedores no universo online
O Google e o Sebrae lançam hoje uma série de vídeos que oferecem ao micro e pequeno empresário soluções avançadas para potencializar seus negócios por meio da internet. Esta iniciativa integra o apoio oferecido pelo programa Conecte seu Negócio, que desde 2011 já ajudou mais de 60 mil empreendedores a criarem o seu primeiro website de forma gratuita.
As micro e pequenas empresas são a espinha dorsal do crescimento econômico do país e respondem hoje por 20% do PIB e por 60% dos postos de trabalho no Brasil. Por meio da internet, os negócios de pequeno porte podem ter acesso a ferramentas de marketing de alto alcance, que permitem atingir um público tão amplo quanto o das grandes empresas.
“Com o universo de oportunidades que a web oferece, criar um website é apenas o primeiro passo. Ao ampliar o programa, o Google e o Sebrae visam ajudar as MPEs a aproveitar todo esse potencial, mostrando como explorar as ferramentas online para engajar o público e expandir os negócios”, destaca Alessandro Andrade, diretor de pequenas e médias empresas do Google.
Para o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, a tendência é que cada vez mais empresários recorreram às tecnologias de comunicação online e ao comércio eletrônico para aumentar a competitividade de seus negócios. “É importante aproveitar as oportunidade das soluções oferecidas por essa parceria para dar mais visibilidade à marca e divulgar produtos e serviços, o que proporcionará novos ganhos e uma perspectiva mais promissora aos empreendimentos de pequeno porte”, enfatizou.
A série educacional é composta por seis módulos e ensina a usar, por meio de tutoriais passo-a-passo, soluções que permitem criar um site gratuito, inserir a empresa no Google Maps, divulgar o site por link patrocinado do Google AdWords, medir e avaliar os acessos por meio do Google Analytics, engajar o público com vídeos no YouTube e gerar uma segunda fonte de receita com o AdSense. Nos vídeos, seis micro empreendedores que fazem uso de uma das ferramentas também dividem suas histórias de sucesso.
A série estará disponível a partir de hoje no portal da TV Sebrae e no canal da TV Sebrae no YouTube.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Como melhorar o site da sua empresa

Estabelecer qual é o objetivo do site e estar presente nas redes sociais são algumas recomendações

Foto: Dreamstime
Seja dono de uma pequena ou média empresa, o empreendedor deve investir em um bom site para que a sua marca tenha visibilidade. “Antes de fazer um site é preciso entender qual é o objetivo dele. São vários formatos existentes, cada um deles com características específicas como site institucional, de relação com investidores, comercial e prestação de serviço”, diz Fernando de La Riva, especialista em negócios digitais. Por isso, cada um deles deve ter características e estratégias específicas que maximizem o seu objetivo e convertam o fluxo de acesso em lucro certo.

É essencial se ater ao conteúdo que você passa ao seu cliente. “Quanto mais informação relevante tiver, melhor. Se você tem produtos para mostrar, por exemplo, explore ferramentas como vídeo e fotos. E aposte também em podcast e textos envolventes”, aconselha Romeo Deon Busarello, professor de Marketing Digital do Insper. O uso dessas ferramentas traz, certamente, retorno rápido.

Você deve encarar o site como uma plataforma de aprendizado, que vai mostrar o que funciona e o que não traz retorno. “Você não sabe como o seu cliente vai reagir ao conteúdo, produto ou até mesmo ao preço? Então o ideal é que tudo seja feito em forma de hipóteses, que devem ser validadas ou não. Existem ferramentas que criam várias versões do mesmo site para que possa ser verificado qual delas funciona melhor", explica Riva.

O especialista ainda ressalta a importância do uso de ferramentas de medição e testes que podem ajudar no direcionameto de estratégias, como o Google Analytics, Crazy Egg e Kiss Metrics.

Outro ponto a que você deve estar atento é o canal de comunicação com o cliente. De nada adianta você ter um e-mail ou telefone de SAC, por exemplo, se você não retornar rapidamente a solicitação. “O ideal é que a resposta seja dada em menos de 30 minutos. Isso faz com que o cliente perceba que a empresa se preocupa em atendê-lo prontamente”, avalia Busarello.

Aposte nas mais variadas formas de comunicação, pois isso traz um ótimo retorno para a imagem da sua marca. “Tenha no site vários canais, que não se restringem apenas ao telefone e e-mail. Tenha vídeo-atendimento, chat e sistema de ligação por robô. Lembre-se de que quanto mais rápido você resolver o problema da pessoa, mais credibilidade ganhará”, diz ainda. E esses canais de contato devem estar sempre em lugares visíveis, como no topo e no rodapé da página.

Esteja presente, também, nas redes sociais. Para os especialistas, é importante para a empresa estar presente em várias redes, como Twitter, Facebook, Youtube, SlideShare, entre outros. Cada negócio, no entanto, tem uma predisposição a ser alavancada pelas mídias sociais.
“As duas principais ações das redes são gerar engajamento e atender clientes, mas é importante testar os resultados para ver em qual rede e em qual ação é melhor investir”, conta Riva. Nesse caso, o site deve ser apenas uma forma de acesso, com espaço para um botão ou link que leve para as redes.

No entanto, também é preciso utilizar as ferramentas com cautela para não passar uma imagem ruim da sua empresa. “O erro mais comum é não entender as particularidades de cada meio, como redação, conteúdo e formas de atualização. As empresas devem perceber o que é relevante para o cliente, e a única forma de saber isso é tentando. Basta ver os acessos de cada conteúdo para ver o que funciona mais”, aponta Riva.

É recomendável que o conteúdo postado no site e nas redes sociais seja acompanhado de perto. “Não dá para ter erros de português e imagens sem conteúdo. Aliás, cuidado com o tipo de ferramenta que você usa. O que é feito em flash, por exemplo, não é lido pelos buscadores”, alerta Busarello.


Fonte: Exame