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quinta-feira, 27 de março de 2014

8 dicas para melhorar o desempenho da sua empresa nas mídias sociais

Fonte: Revista PEGN
mídias sociais_redes sociais_marketing_engajamento (Foto: Shutterstock)Quando se fala em redes sociais, é difícil se manter sempre atualizado. Com plataformas surgindo a todo momento e usuários curiosos por novos tipos de interação, as marcas precisam se esforçar para seguir tantas tendências.


Pequenas Empresas & Grandes Negócios consultou três especialistas no assunto para ajudar o empreendedor a posicionar seu negócio no mundo digital: Edney Souza, criador do blog Interney, Leslie Orsioli, da agência de mídia social We Are Social, e Marcelo Salgado, analista de mídias sociais do Bradesco. Eles deram dicas de estratégias de interação e marketing em diversas redes sociais.

1. Vai entrar numa rede nova? 
Antes de entrar em uma rede social, o empreendedor deve avaliar se o público de sua empresa está nela. E depois, se a presença da marca naquele ambiente vai atender às necessidades do público-alvo. Se a decisão for por entrar na mídia social, ele deve, então, manter-se ativo. Uma regra básica é tentar preservar a interação com o cliente na plataforma em que a discussão começou, a menos que seja necessário fornecer dados sigilosos.

2. Novas plataformas, novas estratégias.
Hoje, o empreendedor deve estar pronto para desenvolver estratégias de marketing que sejam mais abrangentes. Além de se preocupar com as mídias sociais – como Facebook, Twitter e Google + –, é importante estar atento a outras plataformas. Para diversificar o conteúdo, vale a pena investir no YouTube, em blogs, no Tumblr e em aplicativos, como WhatsApp e Snapchat (em que a interação pode ser feita por meio do disparo de mensagens para listas de clientes, por exemplo).


3.Sua empresa é de nicho? 
Se a sua marca trabalha com casamentos, moda, decoração e beleza, por exemplo, certamente sua estratégia não pode ignorar o Pinterest. Viagem e turismo? Instagram não pode faltar. Quando se tem um produto específico, é importante identificar onde seu público está e estreitar laços para investir em ações focadas.

4. De olho na qualidade. 
Criar materiais que transmitam credibilidade ao cliente da marca e saber otimizar buscas no Google devem ser prioridades do empreendedor. Além de investir em publicidade ou anúncios pagos, é importante adotar estratégias de SEO para melhor a presença em buscas orgânicas. Para isso, o bom conteúdo é a melhor estratégia.

5. Amplie o alcance de sua página no Facebook. 
No caso do Facebook, é importante criar conteúdos com potencial de viralização e compartilhamento. Muitas empresas não têm essa percepção e não investem em material que se aplica ao dia a dia das pessoas.

6. Vale a pena pagar? 
Investir em mídia sempre pode ser um ótimo recurso quando há conteúdo de qualidade a ser divulgado e com alta possibilidade de compartilhamento. Se você produziu uma excelente notícia, por que não fazê-la chegar a um número maior de pessoas? É em torno disso que o Facebook vem trabalhando sua estratégia. Desde que a decisão de comprar anúncios seja bem planejada (e posteriormente, justificada em relatórios de performance), a estratégia de promover conteúdo em mídias sociais pode ser um bom investimento.

7. Está lá? Interaja! 
Se sua marca está numa rede social, interaja com os usuários independentemente de sexo ou idade. Toda interação é humana e dos dois lados deve haver alguém disposto a conversar sem preconceitos. Quem define como o usuário vai ser, acaba errando. Não existe uma regra de comportamento. Quem tem mais de 50 anos não necessariamente escreve de maneira séria, não abrevia palavras ou deixa de usar emoticons. O importante é não ficar calado.

8. Comportamento nas redes. 
Mais do que uma questão de linguagem, o comportamento do público reflete sua faixa etária. Os jovens, por exemplo, interagem com mais frequência nas mídias sociais, mas com propósitos diferentes de seus pais ou avós. Acostumados a compartilhar mais conteúdo, em geral, eles usam as redes para manter contato com seus amigos. Enquanto isso, a audiência mais madura sente maior necessidade de se expressar quando o assunto envolve reclamações sobre produtos e serviços ou atenção na busca por informações. Identificar o comportamento do seu público é essencial para interagir da melhor forma.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Use o Pinterest a favor do seu negócio

O Pinterest tem tudo para ser a praia na qual os varejistas encontrarão as condições ideais para surfá-la. É o que diz um estudo do eMarketer.

Image: businessinseder.com
Baseado em dados americanos, o eMarketer afirma que, em 2012, os varejistas já eram mais seguidos no Pinterest do que no Twitter ou no Facebook.

Outra pesquisa, elaborada pela Steelhouse também já indicava que 59% dos usuários do Pinterest compra algo que viram na rede contra apenas 33% dos usuários do Facebook.

Outro dado relevante, é que o ticket médio gerado pelo Pinterest, quando o usuário se encanta com a imagem de determinado produto e clica nela para fazer o caminho de volta ao site de origem e comprá-lo, é maior. Os usuários também gostam de recomendações, que está no cerne do social commerce.

Para que as empresas tirem proveito desse espaço para alanvancar os seus negócios, selecionamos algumas dicas. Confira!

1) Capriche nas imagens
O Pinterest é uma rede social de apelo totalmente visual. Dentre tantas imagens bem produzidas, as suas não podem ser diferentes! Não importa o segmento em que trabalha, seja criativo e atrativo.

"Imagens vibrantes, bem iluminadas e com composições interessantes capturam a atenção de quem as vê", diz Phil Rampulla, fundador do The Material Group, um estúdio de desenvolvimento e design interativo. Ele também aconselha a usar "uma composição vertical, já que o layout de navegação atual do Pinterest favorece as imagens verticais".

2) Seja postado
Adicione um botão "Pin it" às páginas de seus produtos para que visitantes e clientes possam postá-los no Pinterest. Além disso, implemente um botão "Seguir no Pinterest" em seu website, juntamente com os botões do Facebook, Twitter e Google+. E finalmente, instale um botão "Pin it" na barra de ferramentas de seu navegador (ou no navegador dos funcionários que estarão encarregadas do Pinterest) para poder postar imagens com facilidade.

Observação: Todos os botões podem ser encontrados na página Goodies do Pinterest e são fáceis de instalar.

3) Lance produtos, dite tendências
Se o seu negócio for um e-commerce, por exemplo, por que não categorizar em painéis (como se fossem pastas) as imagens de produtos em destaque? Ou então, se o seu foco for moda, você pode criar estilos, modelos de vestimentas para o dia-a-dia e postar em painéis distintos: Noite, dia, férias etc.

4) Aposte no compartilhamento
Apesar do número de usuários estar crescendo cada vez mais, sabemos que nem todos fazem parte desta “nova rede”. Por isso, aposte no engajamento entre sua marca e os usuários. Através do Pinterest, é possível também dar “RT” ou “Like” nas imagens. Além disso, usuários que derem “Pin” na sua imagem estarão divulgando para pessoas da rede dele. Uma forma a mais de divulgar um determinado produto.

Siga, curta e poste imagens de outros usuários. "Como qualquer outra rede social, a sua conta do Pinterest depende do envolvimento contínuo para crescer e prosperar", observa Kaylor. Por isso, é importante seguir os seus clientes e clientes potenciais, além de curtir e postar as imagens que combinam com a sua marca e a sua imagem.

5) Não se esqueça de incluir sua URL
Inclua também o nome e os preços dos itens na descrição, assim como algumas palavras-chave, "pois isso ajuda em termos de SEO, e facilita a vida de quem já está pronto para fazer a compra", diz Jayne Drew, sócia da Smashing Golf & Tennis, uma empresa de equipamento e vestuário de golfe que usa o Pinterest como parte do seu plano de marketing em mídias sociais (visite o mural da marca) e que vem experimentando bons resultados. Mas lembre-se: "ao vender um produto no Pinterest, você deve ser sutil, pois os usuários têm aversão à publicidade óbvia demais".

6) Segmente
Aposte na segmentação! Quanto mais específico for o conteúdo que você for divulgar para seu público, maior será sua chance de sucesso.

"Se categorizar cada página ou postagem, mais pessoas verão as suas postagens, e se mais pessoas se interessarem pelas suas postagens, você terá mais seguidores", diz Sam Delijani, proprietária da joalheria e loja online DeBebians, cujo site do Pinterest tornou-se um dos principais referenciadores da loja, após apenas do Facebook. Por exemplo: "vejo muita gente postando itens relacionados a casamentos, mas não incluem a página na categoria adequada. Isso não é lá muito inteligente".

7) Descubra quem está postando as suas imagens, e o que a concorrência e seus clientes estão postando
"Toda empresa deveria usar o Pinterest como ferramenta de inteligência competitiva, para ver não apenas o que os concorrentes estão postando, mas também o que os usuários estão postando dos sites dos concorrentes", afirma Tricia Meyer, consultora de marketing especializada em marketing afiliado na MeyerTech, LLC.

Para descobrir quem está postando as imagens de quem, simplesmente digite "http://pinterest.com/source/WEBSITEURL/" (substituindo "WEBSITEURL" pela URL do site que deseja investigar) em seu navegador.


Fontes: IDGNow, CIO - estratégias de negócios para TI e lideres corporativos, eComm Web Service.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Começe o ano com o pé direito: divulgue nas redes sociais


imagem:http://www.sxc.hu/

O empreendedor que decide fazer uso das mídias sociais para divulgar serviços e produtos deve conhecer as diferenças de conteúdos e relacionamentos de acordo com as redes que estão disponíveis atualmente. Saiba mais um pouco sobre cada uma.

 - O Facebook é interessante a divulgação de promoções, ofertas, novos produtos, conhecer seus consumidores ou ver suas opiniões.

 - Existe também a possibilidade de uma criação de loja virtual dentro do Facebook, chamada F- stores. Podem-se divulgar alguns de seus produtos para aguçar a vontade dos consumidores que, caso decidam comprar, vão até a loja virtual da marca e efetiva a compra.

 - Três em cada quatro usuários do Twitter buscam consumir conteúdo e também tweetam (estudo divulgado pela Beevolve em outubro de 2012). Pode-se postar imagens, promoções, vídeos sobre a empresa, produtos e até mesmo ofertas. 

 - No Google Plus, a empresa pode compartilhar vídeos, fotos, promoções, fazer divulgações, essa mídia também traz a possibilidade de bate-papos com a utilização de vídeos, além de poder gerenciar os diversos tipos de seguidores, sejam eles, cliente, fornecedores e funcionários.

 - Outro diferencial desta mídia social é o monitoramento e avaliação dos acessos da página, o Google Plus fornece o acesso a informações sobre como as interações dos seguidores de sua página afetam a marca e a empresa.

 - O Instragram é uma ferramenta de divulgação de fotos, em que os consumidores têm acesso pelo próprio celular. Esta ferramenta permite que cada usuário que “curta”, ou seja, marque na foto que gostou dela, divulgue na sua página de Facebook.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

10 Leis do Marketing nas Mídias Sociais

Foto: Divulgação
Como trabalhar sua marca nas mídias sociais? Para os pequenos empresários pode parecer um desafio muito grande entrar neste universo e trabalhar com ferramentas tão dinâmicas e novas. Se por um lado tudo parece assustador, por outro a quantidade de informações e cases podem ajudá-lo a montar uma estratégia e começar a vislumbrar sua empresa nas redes sociais.

O guia divulgado no portal Entrepreneur pela especialista Susan Gunelius é um exemplo, ela é presidente da Creative KeySplash Inc.. Para ela, os empreendedores devem aproveitar as redes sociais para criar um buzz em torno de sua marca, para isso é preciso investir em conteúdo de qualidade.

Susan preparou um guia com as 10 leis do marketing em mídias sociais, confira:

1) A Lei de Escutar

O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende mais de ouvir do que de falar. Leia o conteúdo do seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

2) A Lei do Foco

É se especializar do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.

3) A Lei da Qualidade

Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4) A Lei da Paciência

Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precisa comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.

5) A Lei da Composição

Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas

6) A Lei da Influência

Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

7) A Lei do Valor

Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Se concentrar menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente e desenvolver relacionamentos com pessoas influentes online.

8) A Lei de Reconhecimento

Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais, por isso sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.

9) A Lei de Acessibilidade

Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.

10) A Lei da Reciprocidade

Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.


Fonte:  Pensando Grande

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Como amenizar os danos de uma crise nas mídias sociais

Aprender a lidar com  as mídias sociais é fundamental, tanto para evitar quanto para gerenciar crises

Foto: Shutterstock

A empresa Visou bem que tentou amenizar todo o falatório gerado pelo mau atendimento de um de seus funcionários, mas obviamente o dano já estava feito. Além dos comentários e das críticas, a empresa tem de conviver com piadas como o perfil falso “Visou Indelicada”, que mistura a ideia do perfil “Gina Indelicada” com o episódio da Visou.

Como a sócia da marca Natasha Souto explicou em sua mensagem de desculpas para a cliente Nina Cazire, o primeiro erro foi contratar uma pessoa com pouca experiência em mídias sociais ou sem o preparo necessário para lidar com SAC 2.0. Segundo Conrado Adolpho, autor do livro “Os Oito Ps do Marketing Digital” e professor sobre o tema, contratar pessoas despreparadas é algo muito comum. “Faltam profissionais capacitados e que estejam dispostos a receber o que o mercado anda oferecendo”, afirma. Rafael Kizo, diretor de novos negócios da agência digital Focusnetwork, afirma que uma empresa não pode contratar uma pessoa apenas porque ela tem um blog, uma conta no Twitter com muitos seguidores ou porque ela simplesmente é popular em outras mídias. “A raiz de tudo continua sendo comunicação, relações públicas, atendimento ao cliente. O ideal, portanto, é que o profissional primeiro tenha experiência nessas áreas e depois agregue alguma especialidade em mídias sociais”, diz.

Kizo ainda salienta importância de manter um monitoramento da marca para identificar uma crise o quanto antes. “Use ferramentas que te alerte toda vez que sua marca for mencionada, por exemplo”, afirma. É preciso também ter um plano de contenção de danos já organizado, mesmo que por precaução. 

Mas o que fazer quando a marca “se queima” nas mídias sociais e a fumaça do desastre consegue ser vista por todos os cantos da internet? Adolpho dá algumas dicas:

1) Antes mesmo de uma crise como essa estourar, cuide da imagem da sua empresa. Aquelas que acumulam problemas e reclamações em mídias sociais só receberão mais críticas quando uma crise acontecer. E aí o trabalho para conter os danos será muito maior.

2) Para empresas que ainda são pequenas e poucos conhecidas nesses meios e que passam a ser reconhecida por uma crise – como no caso da Visou –, essa é hora de usar essa notoriedade em proveito próprio. Mostre eficiência, resolva o problema rapidamente e demonstre que, apesar da crise, você saber se virar.

3) Depois que uma crise estourou, o primeiro passo é resolver o problema do cliente que iniciou tudo: se o problema for um produto atrasado, entregue imediatamente; se for uma quantia que não foi estornada, faça a transferência. Seja o que for, conserte e conserte RÁPIDO.

4) Depois disso, você precisará se retratar, e para isso terá de assumir publicamente seu erro e pedir desculpas. Adolpho sugere que para isso você fuja do meio em que a crise começou. No caso da Visou, tudo começou no Facebook, então o ideal seria que ela fizesse uma retratação em um post de blog ou em um vídeo do YouTube. “Como todo o problema começou lá, mesmo que tentem pedir desculpas, a conversa sempre vai girar em torno da crise e os comentários continuarão negativos”, diz. “Você precisa começar um novo diálogo, cujo foco seja o pedido de desculpas da empresa.”

5) Por último, a empresa tem de dar tempo ao tempo, não jogar mais combustível na fogueira e aproveitar para mostrar resultados do trabalho que começou a ser feito depois da crise.


Fonte: PE&GN

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dicas para um completo fracasso nas redes sociais

Foto: Divulgação
Parece incrível, mas muita gente, apesar dos vários artigos orientando sobre uma boa estratégia de atuação em mídias sociais, ainda comete erros primários. Por isso, já que ao que parece existem mais masoquistas do que imaginávamos, resolvemos publicar essa cartilha para o mais completo e retumbante Fracasso em Redes Sociais. Garantimos que o resultado é garantido.
 
Não se preocupe com o conteúdo – Coloque qualquer coisa no ar. É de graça e portanto a questão da qualidade do conteúdo não é tão importante assim. Se der para encher lingüiça melhor ainda, o pessoal vai achar que deu muito trabalho e vai valorizar. Forma? Que diabos é isso!!!

Atualize quando puder – Essa coisa de ficar atualizando perfil e comentários não é tão importante assim. Afinal de contas quem quiser saber mesmo alguma coisa vais ter que ficar acessando todo dia e quando você decidir colocar alguma coisa nova todo mundo vai saber. Sem stress com isso.

Não se preocupe com detalhes – Se não deu para criar um avatar ou customizar as cores do seu perfil ou página pessoal em uma determinada rede, não se preocupe. Você é super querido(a) e conhecido(a) e essa coisa de associar identidade visual é besteira do pessoal de marketing. Pensando bem, o passarinho do Twitter tem tudo a ver com a sua empresa não acha?

Não se preocupe em inovar - Em time que está ganhando não se mexe já dizia o seu avô. Se está indo bem, pra que ficar melhor? Não fique inventando coisa para não correr o risco de errar. Tá funcionando assim não tá. Arrumar idéia pra que? Faça tudo como todo mundo faz, não se arrisque com novas idéias.

Não leve desaforo para casa – Se reclamarem de algum produto ou serviço da sua empresa, não deixe barato, quebre o barraco com o chato. Se for no Twitter melhor ainda, todo mundo vai poder ver que você tem razão em tempo real. Seus seguidores vai adorar o barraco.

Seja o Super Autêntico – Não é porque você está no perfil da empresa em uma determinada rede social que você deve ter uma postura diferente. Defenda posições pessoais nas mídias digitais, mesmo não estando falando em sua própria página ou perfil. Comente e dê sua opinião em tudo que for assunto polêmico. Afinal de contas, você é autêntico. 

Elimine comentários desagradáveis – Nada de ficar incomodando seu chefe com críticas e sugestões que chegam através das redes sociais. O que o chefe gosta é de elogio e você não vais querer ser o chato do pedaço, concorda? Os desocupados que mandão sugestões sobre seu produto ou serviço não entendem nada do seu negócio.



Fonte: Blog do Ecommerce

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

5 fatos do Twitter que PMEs precisam saber

Foto: Divulgação
Uma das conclusões mais importantes da nova pesquisa de mercado conduzida pela Chadwick Martin Bailey acompanhou os hábitos de aproximadamente 1,5 mil consumidores do Twitter, com idade acima de 18 anos. O estudo foi patrocinado pela Constrant Contract, empresa de marketing online focada em pequenas empresas. A empresa publicou dez conclusões que tirou a partir das informações da pesquisa e as publicou em seu site Social Media Quickstarter.
 
Assim, as recentes descobertas do Facebook, misturadas e combinadas, foram resumidas em cinco dicas principais para pequenas e médias empresas – PMEs. Nesse caso, a brevidade é uma virtude, certo? Então Mark Schmulen, gerente-geral de social mídia da Constant Contact, foi convidado para compartilhar seus pensamentos:

Seguidores da marca são seletivos e leais

Similar ao Facebook, a noção de que os seguidores são “baratos”, pode parecer mentira quando se trata da marca Twitter. Quase 80% dos usuários seguem menos de 10 marcas e tendem a ser fiéis a elas; três em cada quatro nunca deixaram de seguir uma determinada marca. “Pessoas não seguem certas marcas à toa”, acredita Schmulen. “E ao escolher são muito seletivos.”

Seguidores do Twitter são mais propensos a recomendar e comprar

Usuários do Twitter têm evitado clichês de tweets com vendas. No entanto, 60% dos usuários são mais propensos a recomendar as marcas que seguem, sendo que metade dos seguidores são mais propensos a comprar. Esses pontos, em particular, apontam para a força da marca Twitter como meio de conectar clientes atuais em vez de buscar novos. “Eu sou consumidor da companhia” foi a primeira razão que os usuários responderam para seguir uma empresa no Twitter (64%).
“É importante ter foco nos consumidores existentes em vez de se concentrar na aquisição de novos”, relatou Schmulen. “Os clientes existentes tendem a gastar mais, e o mais importante é que consumidores satisfeitos contam para os amigos.”

Seguidores querem saber

Usuários não querem promoções ou acordos com a marca que seguem. Eles querem informações. “O cliente quer ser o primeiro a saber as novidades da marca.” Esta foi a segunda maior razão para os consumidores seguirem uma marca (61%), depois de “eu sou cliente”, seguido de “para receber promoções e descontos” (48%).
“Muita gente acredita que as pessoas seguem uma marca no Twitter apenas para receber desconto”, disse Schmulen. “Essa é apenas uma das razões, não a principal razão.”

Seguidores estão mais propensos a ler – em vez de tweetar sobre as marcas

O fato de os seguidores da marca não postar tweets, não significa que são insignificantes: 84% dos seguidores leem tweets postados pela marca, e apenas 23% dos tweets são sobre a marca, ou seja: a difusão de conteúdo continua crítica. “Eles consomem a informação”, disse Schmulen.

Seguidores estão interagindo mais com as marcas

Embora a maioria dos usuários não interaja com as marcas no Twitter, essa interação parece estar aumentando. Atualmente um em cada três interage com as marcas que. Schuman atribui que o Twitter é relativamente novo e a plataforma é correspondente a inexperiência da sua base de usuários. Os dados da Chadwick Martin Bailey, por exemplo, revela que pouco menos da metade dos consumidores usa o Twitter por menos de um ano.
“Pessoas começam a superar a curva de aprendizagem do Twitter”, disse Schmulen. “É preciso um pouco de tempo para incorporar o Twitter a sua rotina”.
Em particular, ele disse que os usuários sentem-se mais confortáveis monitorando as ferramentas sociais, listas, e outros métodos que filtrem as informações para encontrar valor, assim, eles podem se tornar mais interativos com as marcas que optam seguir. “Twitter é simples e fácil de usar, mas até você descobrir como integrá-lo em sua vida, pode demorar muito”, ensinou Schmulen.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Como melhorar o site da sua empresa

Estabelecer qual é o objetivo do site e estar presente nas redes sociais são algumas recomendações

Foto: Dreamstime
Seja dono de uma pequena ou média empresa, o empreendedor deve investir em um bom site para que a sua marca tenha visibilidade. “Antes de fazer um site é preciso entender qual é o objetivo dele. São vários formatos existentes, cada um deles com características específicas como site institucional, de relação com investidores, comercial e prestação de serviço”, diz Fernando de La Riva, especialista em negócios digitais. Por isso, cada um deles deve ter características e estratégias específicas que maximizem o seu objetivo e convertam o fluxo de acesso em lucro certo.

É essencial se ater ao conteúdo que você passa ao seu cliente. “Quanto mais informação relevante tiver, melhor. Se você tem produtos para mostrar, por exemplo, explore ferramentas como vídeo e fotos. E aposte também em podcast e textos envolventes”, aconselha Romeo Deon Busarello, professor de Marketing Digital do Insper. O uso dessas ferramentas traz, certamente, retorno rápido.

Você deve encarar o site como uma plataforma de aprendizado, que vai mostrar o que funciona e o que não traz retorno. “Você não sabe como o seu cliente vai reagir ao conteúdo, produto ou até mesmo ao preço? Então o ideal é que tudo seja feito em forma de hipóteses, que devem ser validadas ou não. Existem ferramentas que criam várias versões do mesmo site para que possa ser verificado qual delas funciona melhor", explica Riva.

O especialista ainda ressalta a importância do uso de ferramentas de medição e testes que podem ajudar no direcionameto de estratégias, como o Google Analytics, Crazy Egg e Kiss Metrics.

Outro ponto a que você deve estar atento é o canal de comunicação com o cliente. De nada adianta você ter um e-mail ou telefone de SAC, por exemplo, se você não retornar rapidamente a solicitação. “O ideal é que a resposta seja dada em menos de 30 minutos. Isso faz com que o cliente perceba que a empresa se preocupa em atendê-lo prontamente”, avalia Busarello.

Aposte nas mais variadas formas de comunicação, pois isso traz um ótimo retorno para a imagem da sua marca. “Tenha no site vários canais, que não se restringem apenas ao telefone e e-mail. Tenha vídeo-atendimento, chat e sistema de ligação por robô. Lembre-se de que quanto mais rápido você resolver o problema da pessoa, mais credibilidade ganhará”, diz ainda. E esses canais de contato devem estar sempre em lugares visíveis, como no topo e no rodapé da página.

Esteja presente, também, nas redes sociais. Para os especialistas, é importante para a empresa estar presente em várias redes, como Twitter, Facebook, Youtube, SlideShare, entre outros. Cada negócio, no entanto, tem uma predisposição a ser alavancada pelas mídias sociais.
“As duas principais ações das redes são gerar engajamento e atender clientes, mas é importante testar os resultados para ver em qual rede e em qual ação é melhor investir”, conta Riva. Nesse caso, o site deve ser apenas uma forma de acesso, com espaço para um botão ou link que leve para as redes.

No entanto, também é preciso utilizar as ferramentas com cautela para não passar uma imagem ruim da sua empresa. “O erro mais comum é não entender as particularidades de cada meio, como redação, conteúdo e formas de atualização. As empresas devem perceber o que é relevante para o cliente, e a única forma de saber isso é tentando. Basta ver os acessos de cada conteúdo para ver o que funciona mais”, aponta Riva.

É recomendável que o conteúdo postado no site e nas redes sociais seja acompanhado de perto. “Não dá para ter erros de português e imagens sem conteúdo. Aliás, cuidado com o tipo de ferramenta que você usa. O que é feito em flash, por exemplo, não é lido pelos buscadores”, alerta Busarello.


Fonte: Exame