
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
E-commerce e o avanço multicanal

terça-feira, 30 de agosto de 2011
Redes de alimentação cresceram 16,8% em 2010

A ABF- Associação Brasileira de Franchising e a ECD, consultoria especializada em Food Service, divulgaram os resultados da pesquisa “Panorama Global das Franquias do Setor de Alimentação”, realizada durante os meses de maio e junho de 2011 com 46 redes de franquia, ou seja, 40% das que operam no mercado. O faturamento das redes participantes da pesquisa cresceu 16,8% em 2010 e alcançou um faturamento de R$ 9,2 bilhões, o que corresponde a 61% do faturamento do setor. A expectativa para esse ano é ainda maior. “As franquias de alimentação pesquisadas esperam crescer 18,6% em 2011”, afirma João Baptista Jr, coordenador do Grupo Setorial de Redes de Alimentação da ABF.
Segundo ele, esse número poderia ser ainda maior. “O setor enfrenta desafios muito grandes como a falta de mão de obra, a alta expressiva nos custos dos imóveis e problemas logísticos que atrapalham uma expansão maior”.
A pesquisa também aponta as expectativas do segmento para 2011 e os próximos dois anos (até 2013). “O objetivo da ABF é identificar as principais tendências e desafios para as franquias do segmento de Food Service, um dos mais representativos do sistema”, explica Ricardo Bomeny, presidente da ABF.
A amostra da pesquisa foi dividida em seis segmentos presentes no setor de redes de alimentação: comida asiática (5%), pizza/massas (8%), comida variada (29%); doceria (1%); snack/cafeteria (16%) e sanduíches (41%).
Presença das lojas por Estado em 2010
Também pôde ser verificado na amostra o crescimento do franchising em determinadas regiões, bem como perfil de cada mercado. O destaque vai para o Centro-Oeste, que tem uma presença de lojas superior às despesas com alimentação fora de casa, bem como o Nordeste, que é a região com maior abertura de novas lojas. “Constatou-se que essas regiões são as novas fronteiras de expansão do sistema de franquias”, afirma Enzo Donna, da ECD Food Service, coordenador da pesquisa.
A região Sudeste continua sendo a mais representativa para o setor, com 65,7% das lojas, que equivalem a participação na despesa de alimentação fora de casa. A tendência, segundo a pesquisa, é que para os próximos anos São Paulo e Rio de Janeiro diminuam o ritmo de abertura de novas lojas. “Já Minas Gerais ainda tem espaço para crescer”, aponta o consultor.
Donna ressalta a queda na participação do Sul (com 10,7% das lojas), que, apesar de representar uma grande parcela das despesas do brasileiro com alimentação fora do lar, possui uma limitação em relação ao crescimento do número de lojas. “O sistema de franquias deverá repensar o modelo de negócio para essa região”, afirmou.
Datafolha revela o que o consumidor pensa sobre as sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores continuam preferindo as sacolas plásticas como a maneira mais frequente para carregar suas compras. As sacolas de pano e de nylon apareceram em segundo lugar, com 11%, seguidas do carrinho de feira (3%) e da caixa de papelão (2%). Ou seja, de cada dez pessoas entrevistadas, cinco ainda consideram as sacolas plásticas como o melhor meio para transportar suas compras.
A resistência da embalagem e sua reutilização foram as principais causas que levaram a maioria a escolher as sacolas plásticas como o melhor recurso. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas foram apontadas como a preferida da população”, explica Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).
O levantamento revela também que 82% das pessoas não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas. Elas até acreditam que a cobrança daria mais lucro para o comércio, mas 57% defendem que proibir a distribuição prejudicaria principalmente a população e, como solução, 64% propôs que o próprio comércio distribuísse gratuitamente as sacolas biodegradáveis, caso as usuais fossem proibidas. Somente 10% acham que o lojista deveria vender outro tipo de sacolas.
A questão da reciclagem
Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis, mas o Datafolha constatou que grande parte da população não sabe disso. Isso porque somente 38% respondeu que as sacolas plásticas são recicláveis, contra 45% que afirma que elas não são (17% não souberam responder). “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar suas compras e ao mesmo tempo, a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, esclarece Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, instituto socioambiental dos plásticos.
A pesquisa, realizada no final do primeiro semestre, contou com 1123 entrevistas de homens e mulheres, com idades acima de 16 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife.
Fonte: No Varejo
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Polo de rua x shopping center: qual a melhor pedida?

O seminário “Polos Comerciais de Rua: Uma Opção Estratégica para Expansão”, realizado no dia 25/08 no auditório nobre da FGV (Fundação Getulio Vargas) deu o que falar nos quesitos: viabilidade, acesso, custo e benefícios para os varejistas e consumidores. Promovido pela GVcev - Centro de Excelência em Varejo da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV-EAESP, o evento contou com a presença de pequenos, médios - como o Depósito de Lingerie, que foi apresentado inclusive como case de sucesso - e grandes varejistas, como a rede de supermercado Dia, o Extra e a Marisa, que participou da discussão e falou um pouco sobre suas estratégias.
“Uma das coisas que a gente pode interpretar com algumas análises que fizemos é que o centro de São Paulo é o retrato da cidade. Ou seja, para onde estiver seguindo o varejo, o emprego e as agências bancárias, lá estará o principal polo de concentração comercial, seja ele aberto (de rua) ou fechado (como os shoppings)”, explicou Tadeu Masano, professor da FGV, que abriu a discussão.
Mas os estudos também mostraram os prós e os contras quando um shopping fica mais próximo do polo comercial de uma rua, sem que haja prévio planejamento. Se por um lado a região passa a ser mais procurada pelos consumidores, pelo outro pode ser que o shopping acabe tirando a vitalidade do polo de rua, se as ações não forem estudadas antecipadamente. Some-se a isso o crescimento do mercado informal paralelo, do qual muitas vezes o camelô pode ajudar a atrair clientes e em outras acabar tomando toda a frente de uma loja. “Com tudo isso, sem sombra de dúvida quando um cliente vai a um polo de rua, por exemplo, acaba tendo mais opções para fazer comparações de preços e encontrar objetivamente o que procura”, esclarece Ana Maria Biazzi, presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP), a respeito da evolução dos polos.
Mas como planejar possíveis centros comerciais em uma cidade como São Paulo? “Ocupando quem sabe áreas remanescentes de zonas de incorporação, criando um novo conceito de lifestyle, como acontece nos Estados Unidos”, propõe Biazzi.
Atualmente os principais polos de médio padrão em São Paulo se concentram ao centro, leste, nordeste, sudeste e noroeste da cidade.
Outros pontos de vista
Reconhecer que o varejo paulista é extremamente dinâmico não só nos shopping como nos polos de rua foi uma unanimidade entre os convidados e a platéia. “A rua é uma referência. O que não tem número simplesmente não existe para a cidade”, defendeu o convidado Luiz Bloch, assessor especial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU-SP).
Para José Luiz Cunha, diretor de vendas da Marisa, lidar com o varejo é estar disposto a aprender todos os dias. “Independente do formato de loja, o que não dá para colocar nela hoje pode ser que dê amanhã”.
Banca de camelô recebe selo verde

Referência para executivos de todo o mundo, David Portes ganhou destaque nas ruas do centro do Rio de Janeiro ao criar irreverentes estratégias de marketing em sua banca de doces. E para comemorar os 25 anos de sua banca, completados esta semana, o ex camelô surpreendeu o público com sorteios, premiações surpresa e ações sustentáveis, focadas na cidadania, na responsabilidade socioambiental e na diminuição de gás carbônico.
Entre as iniciativas houve também a distribuição de balões com prêmios surpresa, que vão de itens da banca a livros e dvds; a criação de kits a R$ 12, que dão direito a uma ecobag; sorteios de viagens e uma parceria com o Banco da Árvore, da qual os clientes recebem algumas mudas para plantar.
“O aniversário é da banca, mas o presente é para o planeta. Já adotamos as sacolas biodegradáveis, lixeiras seletivas e agora vamos utilizar parte do nosso faturamento para a plantação das árvores”, declara David.
Atento às tendências, na época em que montou sua banca David Portes já havia implementado sistemas como e-commerce e cartão-fidelidade, seguido de prêmios. “Foi justamente na banca que comecei minha carreira. Lá fui descoberto. Meu trabalho era pautado em fazer da compra de uma barra de chocolate uma experiência mais divertida e marcante”, explica.
Fonte: No Varejo
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Conheça o 1º Laboratório de varejo do país
O espaço proporciona o contato com a realidade onde os alunos podem realizar atividades práticas nos principais canais que hoje temos no varejo. Sendo setor de mercearia, farma, magazine e um pequeno espaço de linha branca. Além dos alunos, as empresas também utilizam o espaço pra experimentos, pesquisas de comportamento ao consumidor, treinamentos e eventos.

Visite o site: http://varejo.espm.br/retail-lab
Meios eletrônicos de pagamento já superam uso do dinheiro no Brasil

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões e Serviços (Abecs) em parceria com o Datafolha aponta que os meios eletrônicos de pagamento já superam, em valor, o uso do dinheiro no Brasil.
A versão completa do estudo, que ainda está em finalização, será divulgada no fim de setembro, durante o 6.º Congresso dos Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP), em São Paulo.
Os dados já analisados revelam que os cartões (de crédito, débito e fidelidade) responderam em dezembro de 2010 por 55% do faturamento das lojas, superando o uso do dinheiro em espécie.
Para as famílias residentes nas grandes cidades, 44% dos gastos são pagos com meios eletrônicos e 40%, com dinheiro. Pelos dados do segundo semestre de 2010, 71% dos entrevistados tinham cartões para pagamentos e 67% os utilizavam habitualmente.
Entre os dados que serão divulgados durante o 6.º CMEP estão estatísticas do uso de talão de cheques (em queda), a ascensão das classes D e E no uso de meios eletrônicos e o índice de satisfação nacional de uso, tanto por lojistas como por consumidores.
A pesquisa ouviu cerca de 1,8 mil lojistas em todo o País e 2 mil residentes das principais cidades brasileiras. Realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Abecs, o 6.º CMEP será realizado nos dias 29 e 30 de setembro, no Transamérica Expo Center, na zona Sul de São Paulo.
Fonte: IDG Now!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Pasteleira bicampeã do Melhor Pastel de Feira de SP dá receita do sucesso
Assista a reportagem acessando o BLOG
As tendências e os desafios do varejo digital

“Os aparelhos estão no bolso de todas as pessoas, possibilitando a compra de qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar”, apontou. Para finalizar sua apresentação, Borde mostrou o vídeo de divulgação das vitrines virtuais que a marca Tesco instalou nas estações de metrô da Coreia do Sul para vender seus produtos enquanto as pessoas aguardam os trens. Assista abaixo (em inglês):
Por Juliana Bacci - PEGN
Inovação e desenvolvimento sustentável garante sucesso para empresa em São Paulo
Assista o vídeo no BLOG
A grande de ideia da empresa de materiais escolar paulistana foi criar canetas ecológicas, produzidas a base de amido de milho. A primeira vista a caneta é igual a todas as outras. A grande diferença é que no descarte a caneta se decompõe na natureza de forma mais rápida. Se plantadas, viram adubo em seis meses.
Repórter: Solange Boulos - Jornal do SBT Manhã
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Magazine Luiza passa a vender pelas redes sociais

“O Magazine Você permite que os usuários recebam indicações das pessoas em quem confiam, e que os amigos sejam remunerados por isso”, comenta Frederico Trajano, diretor de marketing e vendas da rede. As compras são feitas pelas redes sociais e o fechamento ocorre no site do Magazine Luiza. Os vendedores recebem uma comissão que varia de 2,5% a 4,5% do valor do produto. “É como uma venda porta a porta, mas pela internet. É uma venda clique a clique”, diz Trajano. Os amigos do usuário que criou a miniloja virtual podem ver todos os detalhes de cada item, o preço e a dica do divulgador, que também pode enviar alertas para os amigos nas redes.
Alugar brinquedo, em vez de comprar

A tendência parece ganhar força com mais um site de aluguel de brinquedos ganhando mercado em São Paulo. O Joanninha, inaugurado há um mês, funciona com uma assinatura mensal e diferentes tipos de plano, com preços mensais entre R$ 80,00 e R$ 150, que definem a quantidade de brinquedos.
Bicicletas, carrinhos e mais uma infinidade de produtos estão disponíveis, e podem ser trocados assim que a criança “enjoar”. “A gente acredita na qualidade, variedade e quantidade de brincadeiras durante a infância. O ‘brincar’ de hoje é muito consumista e não é raro vermos crianças se desinteressarem por brinquedos que ganharam há pouco tempo e pedirem algo novo”, acredita uma das sócias, Alessandra Piu Sevzatian, formada em educação infantil.
Os apelos de sustentabilidade, consumo compartilhado e consciente, tem funcionado. “O que importa não é ter o brinquedo, mas um brincar mais puro, que incentive o momento da brincadeira, despertando nas crianças, amigos, pais e familiares valores como companheirismo e cidadania”, completa Alessandra.
Os brinquedos são entregues em casa, em São Paulo e Alphaville, sem cobrança de frete. Após 30 dias de locação, os pais têm o direito de trocar os brinquedos por outros diferentes, ou continuar com eles pelo tempo que quiser.
Fonte: No Varejo
13 erros que os varejistas precisam evitar

terça-feira, 23 de agosto de 2011
Nova linha do Metrô em SP abre espaços comerciais
São 3,7 milhões de usuários por dia no metrô de São Paulo. Montar um pequeno negócio no local é a chance de começar pensando grande. Afinal, esse é ou não o sonho de qualquer empresário: um exército de consumidores em frente da loja, fazendo fila para comprar?
O metrô de São Paulo tem hoje 62 estações. Nelas, há negócios de todos os tamanhos e tipos. Vendem roupas, livros, bijuterias, relógios, sapatos e lanches rápidos. “Essas lojinhas estão em um ponto estratégico. A gente chega de metrô, vai pegar o ônibus, para para um lanchinho rápido, né?”, diz Cinthia Bettoi Pais, professora.
Mas nem sempre consumidor passando na frente é igual a venda. É preciso dar um empurrãozinho para ele entrar. A dica de uma loja de bolsas e sapatos é pendurar produtos bem na frente e caprichar na iluminação da vitrine.
Quem quiser ter um negócio no metrô precisa participar de uma licitação pública. Os editais são publicados pelos jornais de grande circulação, no Diário Oficial Empresarial e no site www.metro.sp.gov.br.
A proposta a ser encaminhada deve partir dos preços mínimos estabelecidos pelo metrô. Os aluguéis variam, conforme o tamanho do espaço e a estação. Uma pequena máquina de autoatendimento paga a partir de R$ 800 por mês. Uma loja de quatro metros quadrados custa a partir de R$ 2.100.
O metrô recebe as propostas lacradas e faz a abertura em data marcada, na presença dos interessados. É como um leilão, ganha quem oferece o maior valor. “E esse aluguel é versátil. A pessoa pode participar de uma licitação, e assinar um contrato de dois anos, renováveis por mais dois anos. Mas ela também pode obter uma carta de autorização de uso para ficar um mês, às vezes até 24 horas para fazer algum evento numa estação”, afirma Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.
Mas para a nova linha Amarela, que está sendo inaugurada, não há necessidade de licitação. A negociação é direta com a concessionária do percurso, a Via Quatro. A preferência é por produtos práticos e baratos.
“Então é um negócio que seja de rápido acesso, semi-pronto. Então um pão de queijo, um café. Também pode ser uma revista, um livro ou algo que permita ele deixar de manhã e pegar de tarde, exemplo de lava roupa, fazer ajuste em uma determinada roupa, concertar um sapato, coisa dessa natureza”, afirma Luis Valença, diretor da Via Quatro.
Quem já montou um negócio no metrô, nem pensa em sair. Uma loja de noivas, por exemplo, apostou com tudo no espaço. De um lado, a loja fica em frente a uma rua. Dentro, continua por toda a estação. Na verdade, a empresa alugou e uniu cinco lojas numa só, e fez uma das maiores vitrines que já se viu no metro. São 30 metros quadrados de extensão, até chegar ao outro lado da estação, que dá para outra rua. É visibilidade para todos os lados, e a empresa não precisa nem fazer muita propaganda do negócio, é só caprichar na vitrine, que consumidor passando e olhando, tem o dia inteiro.
O empresário Caio Capelletti montou a loja de noivas em 2005. Ele mostra que o campo de visão é estratégico. “Nove a cada dez pessoas que sobem as escadas viram à direita, e aí elas tem a visão da minha vitrine. Um ponto totalmente estratégico”, diz.
Com a loja no metrô, o empresário fez um golaço nos concorrentes que ficam numa famosa rua de noivas a três quarteirões do local. “Com essa loja, nós somos os primeiros a poder mostrar nossa qualidade e nosso produto para as noivas”, diz. A loja fatura R$ 90 mil por mês.
“A gente já desce do metrô e já tem acesso à loja, não precisa procurar estacionamento nem precisa vir de carro porque o metrô facilita”, diz a consumidora Rosana Pereira da Silva.
Também é possível alugar espaços inteiros na rua, que ficam do lado da estação e pertencem ao metrô. É o caso da estação República, no centro, onde a empresária Cinthia Capela montou uma loja de bijuteria. Cyntia paga aluguel alto, de R$ 8.530 por mês, mas garante que vale a pena. “Você tem uma garantia muito alta de retorno de investimento, porque gente passando na frente da sua loja você vai ter sempre”, diz.
Segundo a empresária, o publico de metrô tem pressa. Por isso, ela investe em atendimento. A loja tem cinco funcionárias treinadas para atender com rapidez. “Você tem que investir muito em qualidade de atendimento, em rapidez de atendimento, porque senão a pessoa desiste da compra, mesmo porque ela vai comprar ou indo para o trabalho, ou voltando, ou na hora de almoço”, diz.
Hoje, o metrô de São Paulo tem 81 lojas abertas. Até 2014, serão inaugurados mais 200 pontos comerciais em novas estações. Oportunidade para bons negócios com público certo.
Fonte: PEGN
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Um quiosque e dois iPads

sábado, 20 de agosto de 2011
Pequenas empresas vão lucrar mais, diz pesquisa do Sebrae
Opinião: Joseval Peixoto
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio!

Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio.
O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses.
Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios.
1) Contratar pessoas baratas
"Esse não é nem risco, é certeza de derrota", diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ).
Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. "É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]", diz Costa.
Reinaldo Miguel Messias, consultor do SEBRAE de São Paulo, vai além: "Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram", diz ele.
A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.
2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano
Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. "Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas", diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.
Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam.
Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que "só fulano sabe fazer". "As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas", diz o professor.
3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade
Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é "um empréstimo a longo prazo", já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.
4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos
Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. "Você não sabe quem alugou o imóvel antes", diz o consultor do SEBRAE, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas.
O consultor do SEBRAE também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.
5) Não respeitar a privacidade do cliente
O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.
Messias dá um exemplo: "O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa."
6) Comprar para você, não para o cliente
O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do SEBRAE.
7) Colocar todos os ovos na mesma cesta
Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: "É um risco muito grande", diz Messias.
8) Não calcular todos os custos
Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos.
"Normalmente, a pessoa tem uma idéia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos", diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.
9) Não se relacionar bem com fornecedores
"O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens", diz Messias, do SEBRAE.
10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa
"Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo", diz o professor da FGV-RJ. "É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa."
Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.
Fonte: G1 - Paula Leite
Fonte: http://portal.pr.sebrae.com.br/blogs/blog/financas
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Bematech inicia piloto de aplicativo móvel para seu sistema de gestão focado no segmento alimentício

A Bematech, empresa do segmento de tecnologia para o comércio brasileiro, anuncia o início de testes piloto de um novo aplicativo para dispositivos móveis, em complemento ao software Bematech Chef (usado por bares, restaurantes, casas noturnas, padarias e parques temáticos). Com a inovação, o sistema passa a oferecer a função de comandas eletrônicas para equipamentos como o iPad e iPod touch.
A novidade, que aprimora o portfólio da companhia, permite que os funcionários dos estabelecimentos usuários do software possam realizar os pedidos na mesa e passá-los automaticamente para a cozinha, além de ter acesso ao mapa das mesas disponíveis no salão, bem como à conta final do cliente. Tais recursos reduzem os custos de hardware para os lojistas e melhoram a velocidade no atendimento aos clientes.
O piloto está rodando em um restaurante de comida japonesa - Kenzo Lounge Sushi - de Santos-SP, por intermédio da revenda Sansystem, do litoral paulista. A automação do estabelecimento permite que a operação seja rápida e eficiente, além do “toque especial” de tecnologia e inovação.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Mesmo com incertezas, brasileiro não vai desistir de consumir, diz especialista

terça-feira, 16 de agosto de 2011
Vendas para o Dia dos Pais têm forte crescimento em 2011

sábado, 13 de agosto de 2011
A casa feita de sacolas plásticas

Escrito por Ticiana Werneck |
Os alunos da escola Politecnico di Milano, na Itália, deram um fim bem original às polêmicas sacolas plásticas. Com a ajuda dos projetistas do estúdio Ghigos Ideias, eles usaram 1.500 delas em um experimento arquitetônico, que teve como base uma casa não-finalizada. Lá, na cidade de Ameno, os estudantes provaram que é possível reutilizar as sacolas de maneiras inusitadas e o resultado pode ser surpreendente.Veja as imagens: ![]() |




|
|