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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Cresce a participação dos pequenos negócios na Black Friday

A participação dos pequenos negócios na Black Friday aumenta a cada ano. Na edição 2015, que acontece no próximo dia 27, 75% das empresas virtuais que vão participar da mais esperada liquidação do comércio eletrônico brasileiro faturam até R$ 3,6 milhões por ano. Até o momento, esse número aumentou 80% em relação ao ano passado.

Os dados foram levantados na pesquisa Black Friday Legal 2015, realizada pelo Sebrae e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), e apresentados nesta terça-feira (17) pela diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, em coletiva de imprensa em São Paulo. As duas instituições traçaram o perfil das empresas que se cadastraram para receber o selo Black Friday Legal 2015 e que, portanto, estarão presentes na promoção deste ano. O selo promocional, concedido pela camara-e.net, incentiva as boas práticas do comércio eletrônico e identifica o site que aderiu ao Código de Ética.

Este é o sexto ano da Black Friday no Brasil. Nas duas primeiras edições, a maioria das empresas participantes era de médio e grande portes. O programa Black Friday Legal, da camara-e.net, foi criado em 2013 e, desde então, vem incentivando a participação dos Microempreendedores Individuais (MEI) e das micro e pequenas empresas na promoção. De 2013 para cá, enquanto a presença dos grandes empreendimentos se manteve praticamente estável, o número de pequenos negócios que aderiram à promoção cresceu 243%.

“O selo Black Friday Legal cria um ambiente de fomento e incentivo às lojas participantes da promoção, principalmente aos pequenos e médios empreendedores que não dispõem de verba para campanhas publicitárias que tornem seus nomes conhecidos”, explica Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. “Os consumidores podem verificar os requisitos que as lojas atenderam e os compromissos que firmaram para conquistar o selo BFL e, assim, comprar em ambientes que cumprem a legislação em vigor e acolhem as melhores práticas do comércio eletrônico”, afirma.

Para a diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, “a Black Friday é uma oportunidade de aumentar as vendas, ampliar a base de clientes, reforçar a presença da marca e contribuir para o giro do estoque”. No entanto, o empreendedor deve se preparar, planejando e organizando a participação no dia 27 deste mês para fazer bons negócios. “É importante selecionar os produtos a serem colocados em promoção, definir o percentual de descontos e dar segurança para quem for comprar pela internet nessa data”, ressalta.

Primeira vez

Este ano, 43% dos pequenos negócios que se candidataram para receber o selo Black Friday Legal vão participar da promoção pela primeira vez, segundo mostra a pesquisa. Os principais objetivos da adesão são vender mais, aproveitando a data comemorativa, atrair novos consumidores e posicionar a marca no mercado.

A pesquisa também traçou o perfil dessas empresas. A maioria delas (57%) tem loja física e virtual, quase sete em cada dez estão na região Sudeste, um terço atua no segmento de moda e acessórios, 21% no de casa e decoração e 13% no de eletrônicos e telefonia.

A Black Friday dá início à temporada de compras de fim de ano, que culmina no Natal. Nasceu nos Estados Unidos, na década de 1960, como uma data de megadescontos no varejo norte-americano, celebrada na última sexta-feira de novembro, logo após o feriado de Ação de Graças.

A pesquisa Black Friday Legal 2015 é dividida em duas etapas. As empresas que solicitam o selo são analisadas e recebem o questionário da primeira etapa ao inscrever-se. São as respostas da primeira etapa, até o momento, que estão contempladas nessa pesquisa. Na segunda etapa, o segundo questionário será enviado aos portadores do selo logo após a Black Friday para identificar o desempenho dessas lojas na data promocional. Responder o primeiro questionário é um dos requisitos básicos para a obtenção do selo.

Este ano, as inscrições para o selo BFL 2015 terminam na próxima segunda-feira (23) (http://blackfriday.camara-e.net/), quando começam a ser divulgadas no site do Black Friday Legal as empresas já aprovadas. Até a última sexta-feira, foram mais de 800 inscritos e quase 600 pré-aprovados. As respostas da primeira etapa enviadas após a data considerada no retrato preliminar da pesquisa serão computadas na segunda parte. Os resultados completos, das duas fases, serão divulgados em dezembro.

Capacitação

Além dos questionários da pesquisa, os inscritos para o BFL 2015 tinham que assistir a uma das três capacitações oferecidas pela camara-e.net e pela Braspag nos meses de junho, agosto e setembro. Para dar uma oportunidade àqueles que não conseguiram acompanhar, a entidade disponibilizou na internet o vídeo das palestras da última capacitação. Até o momento, 829 empresas assistiram ao vídeo. Muitos viram mais de uma vez para pegar todas as dicas dadas para o melhor aproveitamento da data.

Confira aqui o estudo do Sebrae sobre a Black Friday Legal que foi apresentado pela diretora.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Esqueça o e-commerce como você o conheceu

Fonte: administradores.com

É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital está cada vez menos fiel.

Em meio a amarga e histórica recessão que a economia brasileira atravessa, com previsão de -2,5% no PIB para 2015, o comércio eletrônico no Brasil mostra solidez e capacidade de se manter "a prova de crise", com registros de crescimento e sinais de futuro auspicioso. A junção de empreendedores arrojados e inovações tecnológicas que estimulam compras e ditam tendências ainda está a pleno vapor desta revolução do consumo, demonstrando claramente que o melhor ainda está por vir.

A 32ª. edição do relatório Webshoppers, da E-bit/Buscapé, revelou que, mesmo abaixo da expectativa inicial de 20%, o e-commerce no Brasil passa bem longe de retrocessos, com estimativa de crescer 15% em 2015, chegando a R$ 41,2 bilhões no acumulado do ano. Segundo o estudo, o comércio eletrônico faturou R$ 18,6 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2014.



Um levantamento do Google registrou aumento de 112% na participação dos smartphones no acesso à internet no último ano no Brasil, onde o número desses aparelhos saltou de 10 milhões em 2010 para 93 milhões em 2015. Ou seja, milhões de pessoas com acesso à internet em tempo integral. O faturamento do mercado americano de vendas online movimentou US$ 294 bilhões em 2014, devendo fechar 2015 em US$ 325 bilhões, de acordo com um estudo da Forrester.

Entretanto, o e-commerce como o conhecemos tende a sofrer mudanças. É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital (leia-se: o mesmo consumidor das lojas físicas) está cada vez menos fiel. Para engajar esse público, as lojas virtuais vão precisar acrescentar "relacionamento" aos seus fatores-chave de sucesso.

Uma das consequências da oportunidade que esse novo cenário trará, será o crescimento dos sites de nicho e de ofertas locais, que conseguirão atender com mais precisão e agilidade as necessidades específicas de um consumidor mais conectado, impaciente, multitelas e que vai desistir imediatamente de uma compra ao saber que produto não é sustentável. Um consumidor que desponta para tornar o comércio eletrônico bem diferente do que conhecemos até agora, e com força suficiente para tornar o setor cada vez mais importante na economia do país.

Márcio Pascal é fundador e diretor executivo do site Magote.com.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Confira os dados do crescimento do E-commerce

O comércio eletrônico vem crescendo muito no país. Segundo dados da E-bit, o crescimento foi de 16% só no primeiro semestre de 2015. Cada vez mais as empresas entendem a importância de integrar à sua loja física, uma loja virtual e vice versa. Nesse sentido, é preciso conhecer os números do e-commerce no Brasil para começar a vender produtos pela internet ou melhorar a gestão de seu negócio virtual.

O Sebrae realizou, em parceria com E-commerce Brasil, a 2ª Pesquisa Nacional de Varejo Online. O infográfico abaixo traz os resultados da pesquisa. Para ter mais informações, acesse a pesquisa completa aqui


O E-bit lança várias pesquisas sobre o e-commerce. Segundo o Webshoppers, 17,6 milhões de consumidores virtuais realizaram pelo menos uma compra no primeiro semestre de 2015 e atualmente, 54,2% dos pedidos são realizados com pagamento à vista ou em até três parcelas. Para mais informações, clique aqui

quinta-feira, 21 de maio de 2015

20 anos de E-commerce: o segredo do sucesso


Esse ano, o comércio eletrônico completa 20 anos no Brasil. Durante esse tempo, muita coisa mudou na internet, na vida das pessoas e nos hábitos dos consumidores. Os equipamentos de 20 anos atrás (computador, celular, palme top), hoje estão todos concentrados em um único local: o celular. Além do mais, metade da população global tem acesso à internet.

No Brasil, só em 2014 o comércio eletrônico cresceu 24% e atingiu faturamento de 35,8 bilhões de reais. Esses números atraem o empreendedor, que está cada vez mais atento a essa mudança de hábito nas vendas e quer também se inserir nesse mercado.

Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit, empresa brasileira que estuda e certifica as empresas virtuais, participou de uma videoconferência no Sebrae, em que pode expor para gestores do Brasil alguns dados do mercado, dar dicas e tirar dúvidas.

Dados do E-bit mostram que o Brasil possui 141milhões de usuários de celular, o que representa 69% da população. Já 165 milhões de brasileiros tem acesso à internet banda larga, seja que alguns usuários são contados mais de uma vez por possuírem internet em casa e no celular. Além disso, 27% dos brasileiros consumem conteúdo da TV e da internet ao mesmo tempo, o que pode ser obervado pelos empresários como uma oportunidade. Isso porque 51% dos consumidores fazem uma busca após serem impactados com um anúncio na TV e 71% das buscas ocorrem quando o usuário está acompanhando o comercial.

Os empresários já estão mais atentos a essa mudança de hábito dos consumidores e, por isso, pensando em estratégias para este mercado. Confira algumas dicas:

Faça marketing online
Hoje, o consumidor pesquisa, compara, pensa e depois confia. Nos Estados Unidos há uma estimativa que 48% das compras do varejo offline tiveram alguma influencia da web, como por exemplo, o consumidor pesquisou preço na internet antes de comprar na loja física. Isso mostra que, mesmo que o empresário não tenha um portal para vender online, é importante que ele pratique marketing digital, para que a imagem de empresa esteja bem posicionada na internet.

Comece pelos estados que estão em alta
Pesquisa do E-bit mostra que o estado brasileiro que possui o maior volume de pedido de compras online é São Paulo, seguido do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Os três estados juntos representam 66% do volume de pedido, logo, é uma estratégia para o empreendedor começar o negócio nestes estados.

Fique atento aos segmentos do comércio que estão crescendo
Quando o e-commerce surgiu, os produtos mais vendidos eram livros, CDs e DVDs. Depois de um tempo, as pessoas passaram a comprar produtos mais caros e hoje, elas chegam a comprar celulares e TVs pela internet, pois a confiança no serviço online aumentou.  No Brasil, a categoria que mais chama atenção pelo seu crescimento de demanda é moda e acessórios. Em 2007, o segmento estava na 26ª posição de maior procura, em 2010 subiu para 6º lugar, em 2011 para 5º, em 2012 esteve em 2º lugar e em 2013 e 2014 se tornou líder nas compras online. Logo, é um segmento para deixar o empreendedor atento. Outra estratégia é atuar em nichos.


Para saber mais sobre o assunto, confira a revista E-commerce Brasil que também comemorou os 20 anos do comércio virtual. Leia aqui.  

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Pesquisa: "Expectativa dos Pequenos Negócios para 2015"

Com o final de 2014, muitos empresários já estavam pensando nas metas de 2015 em busca de melhores resultados. Para obter informações sobre essas expectativas, a Unidade de Gestão Estratégica (UGE) do Sebrae Nacional elaborou a Pesquisa de Expectativa dos Pequenos Negócios para 2015, identificando as perspectivas dos pequenos negócios atendidos pelo Sebrae para esse ano. O levantamento foi publicado no Estado de Minas em um artigo escrito por Luiz Barreto, presidente do Sebrae Nacional, com o título "Otimismo para crescer em 2015".
A pesquisa foi realizada com microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte de todas as 27 unidades federativas brasileiras, sendo entrevistados empresários dos setores de comércio, serviços, indústria, construção civil e agronegócio. Dentre esses setores, destacam-se os de comércio e serviços, correspondendo a 88,7% do total de entrevistas.
As estratégias para estimular as vendas em 2015 mais citadas foram a realização de maiores investimentos em marketing e propaganda (52%), a ampliação do mix de produtos (43,6%), a redução de custos (39,2%) e o investimento em cursos e treinamentos (31,6%). Verificou-se que, em todos os portes empresariais, mais da metade dos empresários afirmaram poder ampliar seus planos de investimentos para 2015 e 2016. Além disso, o aumento do quadro de funcionários é algo esperado: 4 em cada 10 empresas têm a intenção de contratar mais pessoas.
A pesquisa demonstra índices positivos para esse ano, estando presente bastante otimismo e boas perspectivas de crescimento para os pequenos negócios. Confira algumas informações da pesquisa no infográfico abaixo:

Para acessar a pesquisa completa acesse: http://conexao.sebrae.com.br/internal/#/news/6091