A desaceleração na economia fez com que muitos brasileiros diminuíssem seu consumo em grandes e pequenos varejos. Segundo estudo divulgado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, no ano de 2014, o segmento registrou um crescimento de 2,4%, obrigando muitos empresários a repensarem seus negócios de forma que os custos fossem reduzidos e a eficiência potencializada.
Durante esse período onde o cinto aperta, é essencial a diminuição nos custos em todas as etapas do negócio, tendo como aliada a tecnologia. Empresas como a Gigatron Tecnologia Franchising, rede de serviços e tecnologia, oferecem para esse empreendedor novas soluções para otimizar desde gestão de estoque até a confiança dos clientes. “Hoje dentro da Gigatron temos a modalidade Software, onde os produtos são voltados para micro, pequenos e médios varejistas. A maior vantagem destes produtos é, sem dúvida, o aumento da eficiência da empresa por meio dos controles promovidos. Existem também outros ganhos como menor custo nas operações, maior velocidade no atendimento, maior integração com os clientes, melhor administração da empresa e maior lucratividade”, salientou Marcelo Salomão, diretor executivo da franquia.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2013 o mercado varejista movimentou R$3.033,649 milhões, o que representa 55,71% do Produto Interno Bruto (PIB). Com números crescentes o setor de tecnologia se interessa cada vez mais pelo varejo, o que permite uma competição saudável entre empresas que oferecem softwares voltados para o setor. “A Gigatron está no mercado há muitos anos, e já possui uma clientela formada que conhece a simplicidade e eficiência dos nossos produtos. Competições são saudáveis, graças a ela estamos sempre oferecendo produtos diferenciados para nossos clientes”, disse Salomão
Atuando no mercado de tecnologia desde 1998, a Gigatron Tecnologia entrou para o franchising em 2012 e atualmente possui 84 unidades franqueadas, 54 delas atuando na modalidade Software. “A franquia de software foi a segunda empresa que fundei, trabalhava com emissão de cupom fiscal eletrônico, tudo começou a partir de uma demanda, e hoje é uma das modalidades de maior sucesso da franqueadora”, contou o diretor.
Fonte: Agência IN
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Vendas de materiais de construção ficam estáveis em junho, diz Abramat
Fonte: Folha Vitória
As vendas de materiais de construção ficaram praticamente estáveis em junho, quando houve queda de 0,1% na comparação com o mesmo mês de 2014, de acordo com dados deflacionados de faturamento da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Na comparação com maio, houve baixa de 3,0%.
No acumulado do primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado, a variação também foi negativa, de 7,0%. Já o resultado acumulado dos últimos 12 meses apresentou queda de 6,8%
De acordo com a Abramat, embora a queda de vendas em junho tenha sido pequena, o mercado continua com os problemas verificados ao longo do primeiro semestre. Entre os fatores negativos, a instituição cita a redução das reformas em função do aumento do desemprego, diminuição na renda das famílias e o adiamento de investimentos devido à desaceleração da economia como um todo.
"Estamos esperando um segundo semestre melhor que o primeiro, porém não o suficiente para reverter a queda das vendas em 2015", afirma o presidente da Abramat, Walter Cover. Para o ano de 2015, a previsão da instituição aponta para uma retração de 2,0% nas vendas em relação a 2014.
Em junho, o nível de emprego na indústria de materiais de construção teve queda de 4,8% na comparação com igual mês do ano passado. Ante maio de 2015, houve queda de 0,7%.
As vendas de materiais de construção ficaram praticamente estáveis em junho, quando houve queda de 0,1% na comparação com o mesmo mês de 2014, de acordo com dados deflacionados de faturamento da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Na comparação com maio, houve baixa de 3,0%.
No acumulado do primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado, a variação também foi negativa, de 7,0%. Já o resultado acumulado dos últimos 12 meses apresentou queda de 6,8%
De acordo com a Abramat, embora a queda de vendas em junho tenha sido pequena, o mercado continua com os problemas verificados ao longo do primeiro semestre. Entre os fatores negativos, a instituição cita a redução das reformas em função do aumento do desemprego, diminuição na renda das famílias e o adiamento de investimentos devido à desaceleração da economia como um todo.
"Estamos esperando um segundo semestre melhor que o primeiro, porém não o suficiente para reverter a queda das vendas em 2015", afirma o presidente da Abramat, Walter Cover. Para o ano de 2015, a previsão da instituição aponta para uma retração de 2,0% nas vendas em relação a 2014.
Em junho, o nível de emprego na indústria de materiais de construção teve queda de 4,8% na comparação com igual mês do ano passado. Ante maio de 2015, houve queda de 0,7%.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Em ano difícil para a economia, mercado digital brasileiro é o que mais cresce
O ano de 2015 tem sido difícil e cauteloso para diversos setores da economia brasileira, por exemplo, na construção civil, varejo e setor automobilístico, com forte retração nas vendas. Diante desse cenário, a maior parte das empresas tem optado por meios mais baratos e assertivos de se comunicar com seu consumidor, o que entre outros fatores tem contribuído para o crescimento de uma área há certo tempo explorada, mas nunca como neste ano: o mercado digital.
Em pesquisas realizadas pela ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – e pela Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil, os investimentos somente nas áreas de TI e publicidade digital têm previsão de aumento de 7,5% e 15%, respectivamente, para este ano. Isso sem mencionar os negócios relacionados à social media, produção de conteúdo e desenvolvimento de web e mobile, mais específicos, que apresentam maior preocupação estratégica sobre usabilidade e boa experiência do usuário. Outro setor que também ganha visibilidade em 2015 são as startups, muito procuradas por investidores “anjo”, dispostos a apostar em ideias inovadoras.
Segundo Andréa Migliori, Diretora de Planejamento e Comunicação da Agência Badaró, especializada em plataformas digitais com o conceito UX, o crescimento do mercado digital acontece, justamente, porque as empresas passaram a entender sua importância para o negócio. “Diante de um mercado cada vez mais acirrado, saber lidar com o cliente ou usuário e oferecer novas possibilidades, utilizando a tecnologia, são primordiais para conquistar mais sucesso e espaço. Exemplo disso é a quantidade de sites de e-commerce que cada vez mais ganham novos adeptos. A Badaró tem, inclusive, um dos clientes que utiliza esta forma para comercializar, de forma direta, nada mais que diamantes. Além disso, o investimento nas intranets e redes sociais corporativas, também pensando no público interno é uma alternativa para alinhar a comunicação da empresa, caso venha a enfrentar uma crise ou necessite de um reposicionamento no mercado”, explica Andréa.
De acordo com dados do Sebrae, além da alta demanda por serviços e produtos digitais, algumas vantagens foram listadas por empreendedores digitais entre os fatores fundamentais para sua dedicação ao segmento, como familiaridade com o meio virtual, custo reduzido de investimento inicial e menor necessidade de infraestrutura. Atualmente no Brasil, 83% desses empreendedores são homens, com idade média entre 25 e 40 anos, e na maioria das vezes (52%) trabalhando a maior parte do tempo em seus projetos.
Em pesquisas realizadas pela ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – e pela Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil, os investimentos somente nas áreas de TI e publicidade digital têm previsão de aumento de 7,5% e 15%, respectivamente, para este ano. Isso sem mencionar os negócios relacionados à social media, produção de conteúdo e desenvolvimento de web e mobile, mais específicos, que apresentam maior preocupação estratégica sobre usabilidade e boa experiência do usuário. Outro setor que também ganha visibilidade em 2015 são as startups, muito procuradas por investidores “anjo”, dispostos a apostar em ideias inovadoras.
Segundo Andréa Migliori, Diretora de Planejamento e Comunicação da Agência Badaró, especializada em plataformas digitais com o conceito UX, o crescimento do mercado digital acontece, justamente, porque as empresas passaram a entender sua importância para o negócio. “Diante de um mercado cada vez mais acirrado, saber lidar com o cliente ou usuário e oferecer novas possibilidades, utilizando a tecnologia, são primordiais para conquistar mais sucesso e espaço. Exemplo disso é a quantidade de sites de e-commerce que cada vez mais ganham novos adeptos. A Badaró tem, inclusive, um dos clientes que utiliza esta forma para comercializar, de forma direta, nada mais que diamantes. Além disso, o investimento nas intranets e redes sociais corporativas, também pensando no público interno é uma alternativa para alinhar a comunicação da empresa, caso venha a enfrentar uma crise ou necessite de um reposicionamento no mercado”, explica Andréa.
De acordo com dados do Sebrae, além da alta demanda por serviços e produtos digitais, algumas vantagens foram listadas por empreendedores digitais entre os fatores fundamentais para sua dedicação ao segmento, como familiaridade com o meio virtual, custo reduzido de investimento inicial e menor necessidade de infraestrutura. Atualmente no Brasil, 83% desses empreendedores são homens, com idade média entre 25 e 40 anos, e na maioria das vezes (52%) trabalhando a maior parte do tempo em seus projetos.
Fonte: Portal Segs
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
7 dicas para abrir uma empresa com pouco dinheiro
Fonte: Revista PEGN
Quem vai abrir uma empresa usando apenas recursos próprios, sem contar com empréstimos ou investidores, precisa saber muito bem o que fazer com esse dinheiro. Nesse cenário, qualquer erro pode ameaçar não só o caixa mas também os planos de crescimento.
Esse caminho não é nada fácil, alerta o empreendedor Ilya Pozin, fundador da Ciplex, agência digital norte-americana voltada a startups e pequenas empresas. Em um artigo publicado no site da revista Inc, ele indica os sete passos para dar a largada gastando o mínimo possível e minimizar os riscos dessa estratégia.
1.
Valide sua ideia
Como
você sabe que sua ideia de negócio é boa? Não adianta perguntar a amigos e
parentes, pois eles nem sempre terão uma resposta verdadeira. A melhor maneira
de validar sua proposta é pedir a opinião de quem não vai ganhar nem perder com
sua empresa: potenciais clientes ou empresários mais experientes.
2. Procure um mentor
Não
peça conselhos a quem só vai reafirmar suas ideias, e sim a pessoas que o
desafiem e façam com que você defenda melhor seus argumentos e decisões. Melhor
ainda se for um profissional que atue na mesma área de sua futura empresa. O
empreendedor pode até não gostar do que vai ouvir, mas deve levar essas
ponderações a sério e continuar escutando os feedbacks.
3. Seja obcecado por clientes
Quem é
meu cliente? Onde ele está e como posso chegar até ele? Essas são as primeiras
perguntas que o empreendedor precisa responder. Para isso, deve reservar metade
de seu tempo – a outra metade deve ser dedicada a criar um produto ou serviço
que supere a expectativa das pessoas. Assim, os primeiros clientes serão sua
referência, seu estudo de caso e, melhor de tudo, vão gerar mais negócios.
4. Reinvista tudo no negócio
Quando
Pozin fundou sua empresa, gastou mais dinheiro do que recebeu – tudo em nome de
criar algo que superasse a expectativa dos clientes. “Não ficava com nenhum
dinheiro para mim”, recorda. “Quem foca em lucratividade muito cedo acaba
desenvolvendo um produto medíocre, e isso não vai gerar novos negócios. Daí, o
empresário vai precisar gastar todo o lucro que recebeu para prospectar outras
oportunidades.”
5. Otimize a busca de pessoas
Em vez de
adotar uma cara estratégia de marketing, busque maneiras mais econômicas de
prospectar clientes. Será necessário gastar mais tempo nessa atividade para
separar o joio do trigo, mas é melhor do que arriscar comprometer uma grande
soma com ações que não se sabe se serão efetivas.
O mesmo
se aplica às contratações. Não se apresse para contratar funcionários em tempo
integral. Trabalhe com temporários e terceirize algumas funções, desde que os
termos de pagamento sejam compatíveis com os prazos para receber dos clientes.
6. Comece o marketing cedo
Muitos
empreendedores iniciantes gastam todo o tempo e o dinheiro na concepção e no
lançamento de seu produto, mas, quando chega a hora de anunciar a novidade, se
veem sem recursos. Logo no começo, pesquise meios efetivos e baratos para
chegar ao consumidor e reinvista os lucros em marketing – quanto mais, melhor.
Vale a pena começar a fazer ações mesmo antes de o produto estar pronto.
7. Encontre um sócio
Começar
uma empresa por conta própria é difícil. E é muito pior quando não se dispõe de
muito dinheiro. Por isso, encontre um bom sócio que compartilhe de sua paixão
pelo produto ou serviço – mas não necessariamente uma pessoa que seja
igualzinha a você.
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