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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

6 aprendizados de quem visita a Feira do Empreendedor 2014

Fonte: Revista PEGN

Os estudantes Picchiotti, Pampuri e Martins: eles desejam descobrir as tendências na área de startups (Foto: Fabiano Candido)
Os estudantes Picchiotti, Pampuri e Martins: eles desejam descobrir as
endências na área de startups (Foto: Fabiano Candido)
Quase 50 mil pessoas já passaram pelos corredores da Feira do Empreendedor 2014, evento organizado pelo Sebrae-SP e que acontece na capital paulista. Com olhares atentos, essas pessoas – de todas as idades - não estão ali só para observar os estandes nem passear: elas estão em busca de aprendizado para melhorar os processos de sua empresa ou mesmo empreender.

A Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com dez visitantes, entre eles donos de negócios e pessoas que já dão o primeiro passo para criar a própria empresa. Eles listaram os principais aprendizados do evento, que termina nesta terça-feira.
Novas oportunidades e tendências – Os empreendedores (ou futuros) são unânimes: os corredores do evento, mais do que locais para obter apoio financeiro e administrativo, têm centenas de ideias de negócios para levar para todos os cantos do país. Os negócios mais atrativos, dizem os visitantes da feira, são os dos setores de alimento (como o quiosque da Salgados Mania), serviço e comércio. “Empresas desses ramos são mais fáceis de abrir e de funcionar em cidades pequenas”, diz Roberto Pedroso, 35 anos, de Aracaju, que está na feira em busca de ideias para a área de alimentação.
Controle financeiro – O Sebrae espalhou dezenas de quiosques pela feira. Em cada um, especialistas atendem empreendedores e dão consultoria sobre diversos assuntos. O paulistano Jair Rodrigues Souto, 48 anos, passou por um deles para tirar dúvidas sobre a saúde financeira de seu comércio de peças, que não vai muito bem. “Os consultores me mostraram que o descontrole é causado pela falta de organização das contas a pagar e do dinheiro a receber. E, também, pela ausência de um sistema que organize o estoque. Agora vou informatizar minha loja pra não falir”, afirma.
Inovação e tecnologia – A feira mostra, em diversos quiosques, soluções tecnológicas, como a impressora 3D nacional feita pela campineira Sethi 3D. Muitas pessoas se encantam com o produto e fazem fila para imprimir um objeto e sanar curiosidades – e, claro, conversar com o desenvolvedor para ver em qual modelo de negócio a tecnologia se encaixa. É esse espírito de inovação que levou Bento Billenteni, 68, e Benedito Goes, 70, à Feira do Empreendedor. “Nós temos uma certa idade, contudo, pensamos em abrir um negócio. E ele deve ser cheio de tecnologia e inovação. Por isso, viemos para nos inspirar nas pessoas que já estão estabelecidas”, diz Billenteni.
Gestão de processos – Logo na entrada da feira, o visitante se depara com dezenas de empresas de tecnologia. Não dá para passar sem reparar nos quiosques cheios de monitores, computadores e tablets. Sérgio Luis Inácio, 46 anos, é um dos empreendedores que visitaram o local. Dono de um comércio de exportação, ele diz que a Feira do Empreendedor é o lugar certo para descobrir ferramentas e tecnologias para melhorar os processos da empresa. “A gente fica tão imerso no nosso negócio que esquece, às vezes, de melhorá-lo. Aqui é um bom lugar para descobrir tecnologias que fazem isso para a gente por um custo baixo”, afirma.
Comércio eletrônico – A Feira do Empreendedor 2014 dá destaque para o e-commerce. Há uma razão: muitos empresários brasileiros, independente do tamanho de seu empreendimento, encontram no mundo virtual mais um lugar para efetuar vendas e, também, mostrar sua empresa. Os estudantes Kauê Martins, 22, Alexandre Pampuri, 21, e Giovanni Picchiotti, 16 anos, foram ao evento justamente para explorar isso. Eles querem criar uma startup na área de publicidade e desejam aprender como lidar com redes sociais, links patrocinados e vendas de serviços digitais. “Não é só porque somos de uma geração conectada que sabemos tudo. A gente veio escutar gente especialista no assunto para não errar”, diz Martins.
Os benefícios de estar em dia com a lei – Segundo os empreendedores, um dos grandes benefícios do evento é descobrir como tirar o negócio da informalidade ou de situações que podem levar a problemas com a Receita Federal – ou outros órgãos do governo. De acordo com Josefa Arruda, os consultores do Sebrae-SP não só ensinam como mostram o caminho para deixar a empresa de acordo com as leis. “A burocracia do país é ruim. Mas aprendi que há meios legais de acelerar o processo de formalização e para pagar menos impostos. É a minha prioridade agora”, diz a empreendedora, dona de um restaurante.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sebrae atende quase 800 empreendedores durante Feira da ABF

Nacional apoiou caravanas de Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás
O Sebrae marcou presença importante na 22ª Feira Internacional de Negócios de Franquias. O estande da instituição de apoio aos pequenos negócios levou informações e orientações a 783 empreendedores, 331 nas mesas de atendimento e 452 no auditório. O evento foi realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), de 12 a 15 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Também houve entrega de aproximadamente 3,5 mil folders com o tema de franquia e 700 sobre o programa Sebrae Mais. "Ainda apoiamos caravanas do Sebrae em Minas Gerais, no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás", informa João Augusto Pérsico, analista da Unidade de Atendimento Coletivo - Comércio (UACC) do Nacional. "Tudo ocorreu dentro do esperado e planejado", conclui o gerente da UACC, Juarez de Paula.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Está no ar o site da 29ª APAS- Congresso e Feira de Negócios em Supermercados

Fonte: APAS (com adaptações)

O hotsite da 29ª APAS - Congresso e Feira de Negócios em Supermercados está no ar. O evento acontecerá do dia 06 a 09 de maio no Expo Center Norte - São Paulo, e  tem como tema “Capitalismo Consciente – Prosperar construindo relações de valor”.
Nesta edição, são aguardados mais de 70 mil visitantes e ao todo, serão mais de 550 empresas expositoras.
O Congresso de Gestão organizará 80 palestras com grandes nomes do varejo nacional e internacional. O evento conta com o apoio do Sebrae, AmBev, Nestlé e Valor Econômico e tem uma programação ampla para trazer muita informação e oportunidades de negócios até você.


Confira o vídeo:



Acesse e saiba mais: http://www.feiraapas.com.br/




sexta-feira, 12 de abril de 2013

Sebrae leva empresários gaúchos à feira de autopeças

Fonte: ASN

Evento em São Paulo é o maior do mercado de equipamentos e serviços da América Latina.

Porto Alegre - Sessenta e seis empresários gaúchos participarão da 11ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços (Automec) – com o apoio do Sebrae no do Rio Grande do Sul. O evento, considerado o maior do mercado de autopeças da América do Sul, ocorrerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, de 16 a 20 de abril. As empresas que integrarão a missão participam dos projetos coletivos de Reparação Veicular nas regiões Metropolitana, Centro, Serra, Campanha e Vales do Taquari e Sinos.
A Automec reúne o mercado de reposição automotiva da linha pesada, inovações e soluções nas áreas de peças e sistemas, acessórios, reparação e manutenção, Tecnologia da Informação (TI) e gestão. A expectativa da organização é de que 70 mil visitantes, entre empresários, compradores da indústria automobilística, distribuidores de autopeças e acessórios, visitem a feira neste ano, onde 1,2 mil marcas de 72 países vão expor seus produtos e serviços.
Por tudo isso, avalia o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no estado, Vitor Augusto Koch, a feira torna-se um importante polo gerador de negócios. "A missão é uma ótima oportunidade para que os empresários conheçam as tendências de mercado, analisem a concorrência, conquistem clientes e estreitem o relacionamento com o público comprador". Os empresários gaúchos que integram a missão participarão de dois dias do evento – 17 e 18 de abril.
Para a técnica do Sebrae no Rio Grande do Sul Ana Paula Rezende, que acompanhará o grupo na viagem a São Paulo, por meio do contato com os empresários de todo o mundo, os gaúchos poderão consolidar e qualificar seus negócios. "Esperamos que essa experiência ofereça ferramentas para que os empreendedores encontrem novos mercados e obtenham conhecimento técnico para qualificar seus negócios", projeta.

Serviço:
Assessoria de Comunicação do Sebrae/RS
Telefones: (51) 3216.5165, (51) 3216.5182 ou (51) 9955.8192
Central de Relacionamento ao Cliente do Sebrae: 0800 570 0800
Twitter: @sebraers
Facebook: Sebrae RS (Oficial)     

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Tecnologia no varejo


Quando olhamos para o maior varejista do mundo com um faturamento de mais 400 bilhões de dólares nos perguntamos: “As lojas deles não tem nada demais, o que faz com que eles vendam tanto e sejam tão grandes?”.
É simples. Usam a tecnologia e a logística intensivamente na sua retaguarda, essa é a grande diferença. Ainda na década de 90 seu fundador percebeu que o que faria a diferença seria a informática e investiu pesadamente, quando muitos nem sequer sabiam o que era ou não davam a menor importância e investiam em estoque. Desde essa época usam radiofreqüência e comunicação de todos os PDV’s, de todas as lojas, com um super computador que armazena todas as vendas, e seu pessoal de marketing estratégico passam os dias analisando os passos e hábitos de seus consumidores. Essa é a grande diferença que os tornou os maiores.
Isso agora está muito claro, não adianta apenas ter uma loja bonita, bem arrumada e em um bom ponto, é preciso ter também toda a retaguarda no mesmo nível. Com o perfil de competição dos dias de hoje, o custo da operação e a logística de abastecimento fazem a diferença.Ter tecnologia de ponta significa elevar a produtividade, reduzir custos e melhorar o atendimento.
A melhoria nos processos de compra, a redução de estoques, a eliminação de perdas por furto, a diminuição de mercadorias encalhadas por uma administração mais exata do perfil dos clientes, aliados a recursos tecnológicos na hora de atendê-los e de se comunicar com eles, viabilizam qualquer investimento em tecnologia.
Na última NRF (National Retail Federation), que aconteceu no inicio do ano em Nova York, com a presença de uma delegação brasileira de cerca de 1.400 pessoas (a maior delegação do evento), chamou atenção o interesse por soluções que evitem furtos, como câmeras de monitoramento e etiquetas antifurto e RFID, que são integradas a softwares para analisar o comportamento do consumidor na loja.
Tanto nos estoques como nos corredores das lojas, as tecnologias pós-código de barras estão avançando. As etiquetas com micro transmissores de rádio (RFID) são as que mais chamam atenção, mas mesmo com o apoio do maior varejista do mundo, seu avanço ainda é muito aquém do previsto na década passada. Tudo por causa da falta de um padrão único, pois os existentes não conversam entre si e acabam causando problemas com os equipamentos de leitura.
Seu preço unitário também é um obstáculo, porque continua alto, mas se ele cair drasticamente nos próximos meses, isso causará uma grande transformação nas operações do varejo. Para quem, como eu, que teve a oportunidade de ver e trazer essa tecnologia no inicio dos anos 90, posso dizer que a tecnologia está madura e o mercado está prestes a adotá-la.
Sem dúvida nenhuma, poder fazer um levantamento de itens de estoque na loja com essas etiquetas, de uma forma rápida e precisa, sem ter que modificar a disposição das mercadorias com equipamentos que permitem a leitura por código de barras e também por RFID, é muito atrativo. Além disso, é possível, com recursos disponíveis nessa tecnologia, localizar um item perdido. Essa função pode ser aplicada, por exemplo, para encontrar produtos deixados por clientes fora das gôndolas ou araras. A comunicação de dados pode ser feita de varias formas como radiofreqüência, Bluetooth, batch e voip.
E o que dizer dos softwares de frente de loja e de controle de retaguarda? Hoje existem no mercado mundial softwares especializados para cada segmento, especialmente desenvolvidos para atender a necessidade do varejista, seja uma cadeia própria ou uma rede de franquias.
Com as exigências fiscais se tornando cada vez mais rigorosas e complexas no Brasil e o Governo se aparelhando tecnologicamente, o varejista tem que se atualizar em termos de software para fazer frente a todas as exigências legais, dentro dos prazos exigidos, e também poder fazer frente à concorrência internacional que está desembarcando no Brasil e que já vem com esses softwares sofisticados a tira colo.
Com a introdução da NFe (Nota Fiscal Eletrônica), ST (Substituição Tributária), SPED e outras exigências, o varejista tem hoje um motivo a mais para investir em tecnologia.
O trinômio ponto de venda, retaguarda e obrigações fiscais fazem com que o varejista abra os olhos para investir em hardware, software e serviços de tecnologia, podendo assim, continuar crescendo. Se não fizer isso estará morrendo.
Eduardo Santos é fundador, administrador e presidente da ADDMARK
Fonte: No Varejo