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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Como estabelecer o preço certo



Quanto vale o que você tem a oferecer ao cliente e quanto ele estaria disposto a pagar pelo que você está oferecendo estão entre as principais dúvidas de quem está começando um negócio.

Para acertar na precificação o empreendedor precisa, antes de tudo, entender a diferença entre preço e valor. A soma dos esforços (custos) para obter algo representa o preço que se paga, enquanto a soma dos benefícios recebidos ao obter aquilo que desejamos representa o valor. Dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas terem valores diferentes, assim como também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes.


A princípio, o preço de venda é a quantia que deverá cobrir o custo direto da mercadoria, as despesas variáveis (impostos e comissões), as despesas fixas (aluguel, água, luz, telefone, internet, salários), além de permitir a obtenção de lucro. Além das contas básicas, deve ser considerado qual o real objetivo do empreendedor: penetração no mercado, pronta recuperação de caixa, promoção de linha de produtos, maximização do lucro ou diferenciação no mercado.

O preço deve ser encarado como fator estratégico de posicionamento. O montante a ser cobrado dos clientes vai depender de diversos fatores além dos custos de produção, como o perfil dos consumidores, a quantia pedida pelos concorrentes e o valor agregado.

A famosa expressão “agregar valor”, neste caso, significa tornar as coisas especiais para o público, trabalhar a percepção do cliente para valorizar mais a oferta e o benefício que está sendo oferecido a ele. O consumidor irá julgar se algo é caro ou barato dependendo da percepção dos benefícios recebidos na aquisição. Se a percepção é de que o produto ou serviço custa mais do que vale, será considerado caro. Assim como barato é aquilo que traz a percepção de que vale mais do que realmente custa.

Avaliar a importância da qualidade do que sendo oferecido é fundamental. Em um posicionamento voltado à diferenciação no mercado, nem sempre o preço mais baixo é o item mais importante. Muitas melhorias na produção podem não diminuir custos de comercialização, mas se acrescentam valor ao produto ou serviço, podem contribuir para aumentar faturamento.

Na percepção do valor podem ser levados em conta os seguintes aspectos: status da marca, qualidade do produto, necessidade, tendência, inovação e exclusividade. Quanto menores forem os esforços gastos e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação das necessidades, maior será o valor que o cliente irá atribuir ao produto ou serviço.

O valor agregado garante um bom posicionamento no mercado, possibilita a sustentação de preços mais elevados e margens de lucro mais significativas.

terça-feira, 23 de julho de 2013

3 dicas para lidar com preços no e-commerce


Um dos fatores mais atrativos para o seu negócio virtual é, sem dúvidas, o preço. O consumidor busca relacionamento, qualidade e segurança, mas também está de olhos abertos para os preços e está informado por meio dos comparadores. Por isso, é importante trabalhar bem o custo de cada item e ser transparente na hora de informá-los. Veja algumas dicas:

Exposição
O preço do que você está oferecendo deve estar sempre bem visível e junto à imagem de seu produto. É importante mostrar, ainda, os valores com possíveis descontos e preços de parcelamento com destaque. Nunca engane seu cliente, mostrando um valor em um momento e outro no fechamento da compra, pois este tipo de “estratégia” irá detonar sua credibilidade.

No carrinho
Opte sempre pelo cálculo imediato do valor gasto. Facilite, mostrando os itens, os valores, os descontos e o frete durante todo o processo de navegação. Usando este recurso, seu cliente pode acompanhar com clareza seus gastos e o impacto de cada item adicionado, podendo, inclusive, comprar mais em sua loja.

Classificação por preço
Classificar os produtos pelo preço também ajuda a aumentar a conversão. Além de o cliente perceber que tem poder de compra neste ambiente, a ferramenta incentiva a compra e melhora a experiência do cliente. Com a classificação, fica fácil comparar os produtos de acordo com seu valor e as chances de o cliente sair satisfeito são maiores.

Não se esqueça de definir bem os seus preços e pensar no custo x benefício do lojista, sem prejudicar os clientes, visando sempre aumentar o ROI.