quarta-feira, 4 de setembro de 2013

4 técnicas imbatíveis de negociação para empreendedores

Fonte: Exame (adaptado)


homens dando as mãos
Ser um bom negociador é útil em várias áreas da vida. Para empreendedores, pode ser crucial na hora de fechar um bom contrato ou conquistar novos clientes. Mais do que discutir e argumentar, os especialistas defendem que os donos de pequenas empresas entendam o processo de negociação antes de começar.
Entender a posição de quem está do outro lado da mesa é importante para conduzir melhor a conversa. “A primeira coisa é ter o desejo profundo de ajudar o cliente a fazer o melhor negócio. Se você pensar como vendedor sempre, só no resultado, pode realizar aquela venda, mas comprometer as futuras”, indica Maurício Seriacopi, consultor e gestor empresarial da M2R2. Veja a seguir as dicas  para não errar na hora de negociar.
1- Prepare-se antes de começar
Toda negociação depende do conhecimento das duas partes sobre o que está sendo negociado. Vale lembrar que este é sempre um momento de tensão e embate, por isso, confiar apenas na memória e deixar para decidir tudo na hora pode ser perigoso. Saiba até onde pode ir e entenda o seu limite na negociação. 
 2- Faça perguntas
O próximo passo é entender como o cliente pensa. Para isso, muitas vezes é preciso fazer perguntas. “O mais importante é conhecer rapidamente o cliente com quem está conversando, fazer perguntas sobre a finalidade daquele produto e o que ele quer alcançar fazendo aquela negociação. Isso vai ser importante para oferecer o melhor produto ou serviço de uma maneira que o comprador sinta-se muito mais atendido do que explorado”, diz Seriacopi. 
 3- Entenda a necessidade
Toda decisão acontece em função de uma necessidade. Por isso, com as perguntas feitas, é preciso entender a necessidade que levou o cliente até a negociação. 
 4- Sugira a solução
Um cuidado essencial é não querer antecipar a decisão e atropelar as outras etapas do processo. Muitas vezes, na ansiedade, o vendedor não deixa a negociação correr bem e perde a venda. 
O negociador mais habilidoso entende porque a pessoa está disposta a entrar no embate, trabalha em cima dos motivos, argumenta e só então convida para a decisão. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Supermercados Online: Nova Tendência




E se você pudesse evitar o engarrafamento para chegar ao supermercado, economizar o tempo que estaria perambulando entre os corredores, cortar as longas filas, e ainda assim, garantir o alimento fresquinho na sua mesa? Para facilitar a vida de solteiros e famílias modernas, algumas opções de supermercado online começam a mudar a clássica forma de fazer compras.

Segundo pesquisa da Nielsen, o Brasil é o país da América Latina com o maior número de compras em supermercados pela web, o que corresponde a cerca de 55% dos brasileiros.

Um dos supermercados brasileiros que atuam no segmento de mercado online é o Mercado VIP na Bahia. Segundo Mariana Gil, proprietária do estabelecimento, este tipo de negócio permite ao consumidor escolher os produtos, checar os preços, pagar as compras e recebê-las em casa. “A variedade de produtos oferecidos é grande. Os mais pedidos ficam nas sessões de hortifruti e carnes”, afirma.

Outro exemplo de negócio de alimentos online é o Nossa Feira, também na Bahia. O Nossa Feira é a alternativa para aqueles que querem ter frutas, verduras e legumes fresquinhos na mesa sem sair de casa. Os amigos Daniel Ribeiro, Laís Santana e Ana Paula Paixão, criadores da feira online, desenvolveram o projeto preocupados com o desperdício de alimentos proveniente da estocagem nas grandes redes varejistas. “Ao realizar compras online, o usuário reduz o desperdício de alimentos, pois elimina a possibilidade de armazenamento entre o centro de distribuição e o consumidor final, diminui o número de carros nas ruas e ainda ajuda na economia local”.

Melhor relação custo-benefício

Para quem pensa que qualidade é sinônimo de alto custo, Mariana Gil, do Mercado VIP, garante: “Os preços são acessíveis. A diferença em relação aos mercados tradicionais, quando existe, é pequena e compensada pela comodidade, pela qualidade e pelo que o cliente economiza sem ter que se deslocar para comprar”.

Fonte/Base: Época Negócios e Revista B+

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Franquia que oferece cursos de moda requer baixo investimento

Fonte: G1

Uma rede de franquia oferece cursos de moda e já formou mais de 60 mil alunos. A escola virou franquia em 2011 e hoje tem 17 unidades, que ensinam o passo a passo da confecção. O curso mais procurado é o de corte e costura. Além do curso básico, o aluno também aprende conceitos de moda, desenho e estilo. A mensalidade dos cursos é a partir de R$ 280 por mês. O investimento para abrir uma franquia é de 50 mil. O negócio fatura R$ 18 mil por mês. Desse valor, 30% são de lucro líquido, ou seja, R$ 5.400,00 por mês.
Entre os alunos, 97% são mulheres, e a maioria é da classe C e tem de 19 a 40 anos.

Segundo o franqueador, o mercado tem pouca concorrência para atender a uma das maiores carências do segmento: a falta de costureiras. E a estrutura do negócio é enxuta: uma sala de aula, de 60 m², com sete máquinas de costura.
Como cada aula dura duas horas, uma única sala comporta até quatro turmas com 40 alunos por dia. Reynaldo Mello foi um dos primeiros franqueados da rede. Ele montou a unidade em 2011, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
Franqueador e franqueado procuraram juntos o ponto comercial por três meses. Os planos da rede são abrir 230 novas franquias da escola nos próximos cinco anos no país. O foco são cidades a partir de 150 mil habitantes ou que estejam em polos de confecção. “De acordo com franqueadora, teríamos de escolher local de fácil acesso e grande movimentação, então foi o que escolhemos, estar numa das avenidas mais importantes de São Bernardo e na frente de um dos terminais de ônibus mais importantes”, diz Mello. A unidade de Mello tem 70 alunos.  A maioria vai para aprender o “beabá”.


“Nossa escola ela tem 30 anos de experiência no mercado, nós trabalhamos com a formação profissional específica para confecção e moda, então o que nós proporcionamos para o nosso franqueado é justamente um formato de gerenciamento, operação e formação do profissional que vai sair de nossas salas de aula”, diz o franqueador Aloízio de Freitas. “O franqueado consegue iniciar seu negócio com trabalho dele, que faz o papel de gerente da unidade, um atendente e um professor, essa é a equipe mínima para se iniciar o processo.”

“Eu não tinha noção de costura então o método é bem legal, gostei. Com o livro que eles apresentam o molde, fica fácil”, diz a aluna Eliana Santos.

“A pessoa que desenha vai vender a roupa para o cliente. Então tem que demonstrar a estampa e todos os detalhes. A importância do caimento também, porque tem roupa que você vai fazer que não é o tecido adequado. Então no desenho ela consegue passar tudo isso, todos esses detalhes”, diz a professora Patricia Marx.

“As nossas escolas têm uma grande procura por mão de obra por parte das confecções, elas procuram muitos profissionais conosco, tanto que nós nem conseguimos atender a essa demanda”, diz Freitas.

A franqueadora ensina a cuidar de cada detalhe do negócio. “Você já vem com toda bagagem do dono da franquia e você traz pra você, você simplesmente adapta o seu modo de gerenciar a esse modelo já pronto”, diz Mello.

“Não existem escolas formando esses profissionais e nosso modelo de negócio consegue adequar essa demanda, essa formação profissional para oferecer para o mercado de confecção”, diz Freitas.

Contato:
Sigbol Fashion
Franqueador: Aloízio de Freitas
Rua Domingos De Morais, 1621 – Vila Mariana
São Paulo/SP – CEP: 04009-003
Telefone: (11) 5904-6461
www.sigbol.com.br

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

3 dicas para começar bem uma conversa com o cliente



A abordagem de um cliente é uma preocupação recorrente das pequenas empresas. Como se aproximar sem ser inconveniente? O comportamento do vendedor não corresponde ao do comprador. Às vezes, a maneira com que gostaria de ser tratado não é a maneira que o cliente gosta de ser tratado. 

As boas estratégias podem se transformar em ruins se não houver limites. É importante perguntar, oferecer soluções adequadas, conversar e agregar valor. Mas há uma linha tênue que divide o bom atendimento do exagero, que leva ao desagrado.

1. Saiba observar: O bom vendedor sempre observa as reações do comprador, antes mesmo de abordá-lo. Comumente, as expressões corporais e faciais dizem muito. É preciso ficar atento aos detalhes e saber que cada cliente tem uma característica, uma necessidade e uma preocupação e foco.
2. Crie uma aproximação: Evite um atendimento impessoal e reativo, busque criar uma identificação com o cliente em algo que é importante para ele. Mais importante que a quantidade de pessoas atendidas por dia é o valor de cada venda e a quantidade de oportunidades convertidas em negócios.
3. Esteja preparado: Com conhecimento técnico e um bom networking, o vendedor tem condições de mapear o perfil dos consumidores e realizar um atendimento personalizado, começando bem uma conversa que o direcione às verdadeiras necessidades do cliente.
Fonte: Exame

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Dicas para o empreendedor que quer atuar no segmento de informática


No mundo moderno em que nos encontramos hoje, a grande maioria da população ativa economicamente possui um computador em casa. Montar uma loja de informática é um dos negócios de varejo  que podem ser promissores atualmente. Para começar  é preciso verificar a concorrência e fornecedores para o segmento, pois, o cliente em algum momento precisará de  acessórios ou peças de reposição como fones de ouvido, mouse, teclado, memórias, HD, entre outras, além do computador.

Confira cinco dicas  para montar uma loja de suprimentos de informática:

- Licenças para montar uma loja de informática
Como em todo estabelecimento comercial, é preciso ter empresa jurídica registrada para assim poder funcionar e emitir nota fiscal aos clientes. O processo deve ser feito com a ajuda de um contador, pois terá que entrar em contato com a Receita Federal e a Prefeitura da Cidade para as taxas de estabelecimento comercial local. É preciso ainda registrar o estabelecimento na junta comercial da cidade.

- Loja Virtual
Além do espaço físico é possível montar também uma loja virtual de informática. As lojas virtuais de informática continuam sendo uma ótima opção de criação de um comércio eletrônico e com um modelo de negócio bem ajustado, podem trazer resultados surpreendentes. É importante se atentar para o nicho de mercado já que, em qualquer e-commerce, a participação dentro de um nicho de mercado faz muita diferença. Seja um referencial dentro de um determinado segmento como, por exemplo, armazenamento de dados, memórias, monitores. As lojas virtuais de informática de maior sucesso são justamente as que trabalham explorando um ou dois segmentos específicos. Isso as torna um referencial neste tipo de produto em termos de vendas pela Internet.

- Onde comprar produtos para loja de informática
Para montar uma loja de informática pequena, muitas vezes você terá que comprar dos distribuidores, pois os fabricantes preferem vender em grande quantidade. Existem distribuidores de produtos de informática no Brasil inteiro e que enviam para todos os estados, assim você poderá pesquisar com diversos fornecedores com o objetivo de conseguir produtos e peças de reposição com o menor preço possível. Lembre se que uma boa venda começa com uma boa compra.

- Plano de marketing para  a loja de informática
Além de montar a loja de informática , elabore um bom plano de marketing. Segundo lojistas do segmento,  uma boa dica é divulgar as promoções da loja, colocando alguns produtos com margens pequenas para atrair consumidores, que com o bom atendimento e produtos poderão se tornar clientes fiéis e ainda indicar para amigos e parentes. Por ser um setor altamente competitivo, use a criatividade em suas promoções. Se tiver loja virtual, participe de comparadores de preços segmentados e outros do setor para ter um tráfego mais qualificado e com maior retorno do seu investimento no marketing digital.





terça-feira, 27 de agosto de 2013

Como abrir um mercadinho


Supermercados, fruterias e armazéns são negócios que demonstram grande rentabilidade em bairros ou pequenas cidades devido ao público garantido. Nesses estabelecimentos há a possibilidade de vender produtos diversos que sejam de interesse geral e a vantagem de estar muito próximo das pessoas.
Caso você tenha interesse em abrir um mercadinho, saiba que está fazendo uma grande escolha. Primeiro porque o lucro pode ser alto quando bem administrado. Segundo porque produtos vendidos em um mercadinho fazem parte da necessidade do lar e sempre terão saída, mesmo em pequena quantidade. E terceiro que com uma boa administração é possível crescer e virar até um grande empreendimento.
- Localização para abrir um mercadinho
Você precisará de um espaço amplo, que tenha mais de uma porta para entrada e saída constante. Antes de escolher o local para alugar ou comprar, observe se ele oferece os seguintes pontos: segurança de estar aberto de segunda a domingo até o meio dia, visibilidade para que os clientes e futuro clientes possam ver o seu ponto e local para estoque, para que não tenha apenas os produtos da prateleira.
Vale lembrar que o cliente de supermercado pode acabar virando um cliente fiel se sentir atraído pelo espaço.
- Licenças necessárias para abrir um mercadinho
Um minimercado, ou mercadinho como é popularmente chamado, é um estabelecimento comercial, semelhante a lojas de comércio tradicional. Para ser considerado um minimercado ele precisa ter até 300 metros quadrados.
O proprietário precisa fazer o registro como pessoa jurídica e também na junta comercial da cidade. Esta parte é necessária para se conseguir um CNPJ, número da empresa diante da Receita Federal do Brasil, como um CPF para pessoa jurídica.
O mercadinho só pode entrar em funcionamento mediante alvará expedido pela Vigilância Sanitária da cidade. Para obter tal licença, é preciso estar cadastrado no Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária, o CMVS, do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária, o SEVISA. Agentes irão visitar o estabelecimento e em seguida verificar se o espaço merece ou não uma autorização para funcionamento, que é sempre atualizada ao menos anualmente. Tal procedimento é necessário porque o espaço irá manipular e vender alimentos, podendo causar danos à saúde da população.

- Equipamentos para abrir um mercadinho
O investimento maior deve ser em produtos, mas é preciso de uma estrutura base para iniciar o funcionamento de um mercadinho. O primeiro a se pensar é na exposição dos produtos, que podem ser feitos em prateleiras encomendadas de vidro, madeira ou gôndolas.
Caso venda congelados e produtos que necessitem de uma refrigeração como carnes, iogurtes e afins irá precisar de um ou mais freezers. Há ainda o expositor vertical com refrigeração, semelhante a uma geladeira onde geralmente os estabelecimentos comerciais colocam garrafas, manteigas, entre outros.

Independente do tipo de negócio que você deseja montar é muito importante fazer um planejamento. 


Base/Fonte: Novo Negócio


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Os cuidados ao adquirir uma franquia virtual de baixo custo


Baixo custo de investimento, possibilidade de retorno rápido e um mercado que fatura bilhões de reais anualmente. Falando assim, esse modelo de negócio se torna tentador aos olhos de novos empreendedores. No entanto, tornar-se um franqueado desse tipo requer cuidados. É imprescindível que os interessados pesquisem e questionem o tipo de suporte oferecido pelos franqueadores. “Os cuidados e os riscos para se tornar um franqueado virtual são os mesmos que em qualquer outro tipo de franquia, por isso é essencial que o interessado tenha todos os detalhes necessários que os auxiliem em sua tomada de decisão”, diz a advogada Melitha Novoa Prado.
Os franqueados virtuais precisam estar atentos a como se dará a transferência de know-how para que os novos empreendedores não comecem a trabalhar “no escuro”.

Ouça quem já tem uma franquia virtual

Outra dica para fazer uma boa escolha em termos de franquia virtual de baixo custo é conversar com membros da mesma rede. “O novo franqueado virtual tem liberdade de conversar com os outros franqueados da rede e acesso a todo know-how e tecnologia estabelecido pelo franqueador, através de processos e ferramentas desenvolvidos pela rede”, afirma Melitha.
Para a advogada, os franqueadores têm a responsabilidade de escolher bons parceiros.

Qual o perfil esperado de um franqueado virtual
Afinidade com ferramentas de marketing online para ajudar na divulgação de seu novo empreendimento é uma das principais qualidades que os interessados devem ter. “O negócio tem mais chances de emplacar nas mãos de pessoas que possuem um conhecimento mais técnico e profissional dos recursos tecnológicos. A capacitação é essencial.”, diz Camargo. As qualificações ainda incluem o perfil de um empreendedor arrojado, que não tenha medo de enfrentar novos desafios e esteja capacitado para trabalhar em um segmento dinâmico, que se renova e inova a todo o momento. É por isso que a maioria dos interessados em se tornar um franqueado virtual é formada por jovens universitários já familiarizados com as novas tecnologias.
O mercado oferece muitas opções de franquias virtuais de baixo custo. Basta você escolher o segmento que mais se adapta ao seu perfil e colocar a mão na massa. 

Fonte: Empreendedor Online

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Boletim: Fast Fashion como estratégia de mercado

Fonte: SEBRAE 2014


A alta movimentação de pessoas entre as cidades que sediarão a Copa do Mundo da Fifa 2014 cria oportunidades para o comércio de moda estruturado no padrão Fast Fashion. A previsão é de que os turistas gastem mais de R$ 800 milhões em compras.

Quer saber mais sobre como atuar no mercado da moda? Acesse o boletim "Fast Fashion como estratégia de mercado" do programa SEBRAE 2014 e saiba mais:



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro

Fonte: ABComm

Um dos fatores mais importantes a ser levado em conta pelos lojistas virtuais é sem dúvida a questão da logística e do frete. Uma pesquisa recente da ABComm apontou que 93% dos varejistas online utilizam os Correios como transportadora e apenas 13% fazem a entrega por conta própria. O estudo entrevistou mais de 250 e-commerces e teve apoio da Brazil Panels e Ecommerce School. Três fatores foram levados em conta: a armazenagem, o frete e o manuseio.


Armazenagem
82% das lojas virtuais possuem armazenagem própria, enquanto 10% trabalham com um misto própria e terceirizada, e apenas 7% usa exclusivamente um ambiente de terceiros para estocar os produtos.
Transporte
Na questão do tipo de frota utilizado, 93% dos varejistas on-line utilizam os Correios e 35% utilizam outras transportadoras privadas. Apenas 13% contam com sistema próprio de entrega. Alguns fatores como a entrega no mesmo dia e a entrega de produtos especiais/perecíveis (joias, flores, alimentos) estão relacionados ao uso de frota própria.
O estudo ainda mostrou que 23% das lojas virtuais contratam transportadoras de acordo com a região da entrega. Além disso, o sistema rodoviário é o mais escolhido pelos e-commerces com 64%, seguido de longe pelo aéreo com 26% e o courier, com 10%.
Custos e Frete
Com relação à distribuição dos custos nas operações logísticas, o frete representa a maior parte, com 58%. Os gastos com armazenagem representam 23% e com manuseio 19%.
No intuito de solucionar essa questão, 55% das lojas virtuais entrevistadas repassam o valor do frete para os clientes e 30% adotam um modelo híbrido, repassando apenas parte deste valor. Apenas 15% assumem totalmente o custo do frete.
Outro ponto importante é que 69% das lojas virtuais entrevistadas já oferecem frete grátis. Quando bem organizada e planejada é um motivador de compras e fator decisivo para o consumidor, pelo menos na visão de 66% dos varejistas que propõe o bônus em busca de aumento de vendas; outros 34%, no entanto, ofertam o frete grátis somente porque os concorrentes também o fazem.
Entregas
Quando falamos em dificuldades na entrega, 61% das lojas virtuais disseram que o principal problema enfrentado é o atraso nas entregas. A falta de segurança é um problema nacional e não deixa de impactar também o comércio eletrônico. Extravios, furtos e roubos são os principais problemas para 39% dos entrevistados.
Veja a versão completa da pesquisa Logística no Ecommerce Brasileiro abaixo:

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Saiba como escolher o ponto certo para sua loja de rua


Se escolher um ponto comercial é difícil, imagine quando o mesmo se encontra localizado em via pública. Existem alguns pontos de atenção que são muito importantes para o sucesso na escolha da loja, confira abaixo: 

1-      Localização:
Antes de iniciar a busca, é importante saber por onde o seu cliente passa. Para entender a questão, um mapeamento dos concorrentes pode ser feito. É importante também ter muito claro o momento de compra do seu cliente:
  - Compra por impulso;
  - Compra por conveniência;
  - Destino (quando o cliente se desloca exclusivamente para ir à sua loja);
  - Passagem (quando o cliente passa – a pé ou de carro – para e compra)

 2- Conhecer a região:  
Depois de escolhida a região para a instalação do ponto comercial, é preciso explorá-la para identificar as principais ruas comerciais, locais de grande fluxo de veículo e locais de grande fluxo de pedestres, definindo assim os melhores locais para a instalação do ponto comercial.
Importante: Nesta etapa é preciso ter clara a Lei de Zoneamento da região e, principalmente, se é permitida a instalação de sua atividade comercial nas ruas e avenidas escolhidas. Lembre-se que cada cidade tem uma Lei de Zoneamento que deve ser observada com muita atenção.

 3- Iniciar a busca:  
Esta é a etapa mais difícil e mais trabalhosa. A primeira regra consiste na ideia de que os melhores pontos comerciais não possuem placa de aluga-se e sendo assim é preciso um bom conhecimento da região para acessar os proprietários dos imóveis e iniciar a negociação.
Apelar para corretores locais é uma opção, porém não se esqueça de que para o corretor de imóveis, todo ponto é excelente.

4- Avaliar o ponto comercial:    
A avaliação do ponto comercial deve ser feita com calma. O ponto escolhido deve ser visitado várias vezes em dias e horários diferentes, verificando inclusive a existência de feiras livres. Algumas avaliações devem ser feitas:
  - Visibilidade (livre de interferências como árvores, bancas de jornal e outras); 

  - Acessibilidade (poder chegar à sua loja com facilidade);
  - Contagem de fluxo de veículos;
  - Contagem de fluxo de pedestres;
  - Verificar se possui estacionamento próprio ou rotativo onde se possa fazer um convênio;


 5 – Não encerre as buscas precipitadamente:

O fato de ter encontrado um ponto comercial que parece adequado ao seu negócio, não significa que você deva interromper as buscas, pois existe uma chance de você não conseguir assinar o contrato de locação do ponto já encontrado. Muitas coisas podem acontecer:   
- O proprietário do imóvel pode não concordar com o prazo de locação pedido;
- O imóvel pode estar irregular perante os órgãos públicos;
- O tamanho do imóvel pode ser diferente do informado pelo corretor ou proprietário;

Se você encerrar as buscas antes de tudo isso estar resolvido, corre o risco de ter que começar do zero novamente e gerar um atraso significativo na abertura da loja.
O melhor é que você tenha mais de um ponto comercial para decidir a localização do seu negócio, isso vai evitar decisões tomadas com emoção ou pressão de tempo, aumentando assim as chances de sucesso.
Lembre-se que muitos empreendedores atribuem a escolha errada do ponto comercial, o insucesso do seu negócio.


Fonte: BG&H (adaptado)