Dando continuidade à série de planejamento, hoje, o blog vai falar como esta atividade é importante para o gerenciamento do seu negócio. Depois de toda preparação para abrir uma empresa, a organização não pode parar. É preciso continuar se planejando para controlar as vendas, conseguir mais clientes e aumentar o lucro. Para exemplificar, vamos falar de uma metodologia muito importante para o ramo dos minimercados.
Um método muito utilizado no varejo que pode ajudar no aumento das vendas é o gerenciamento por categorias, que consiste em organizar grupos de produtos relacionados e complementares. Por exemplo, agrupar as bebidas em uma mesma sessão pode ajudar o cliente a achar o que precisa. Assim como reunir todos os itens de higiene próximos, incluindo shampoo, condicionador, sabonetes, hidratantes, entre outros. A estratégia facilita o processo de compra, ajuda no aumento das vendas e na satisfação do cliente. Que cliente não gosta de encontrar tudo que precisa?
O Sebrae criou a cartilha “Gerenciamento por Categorias”, que faz parte da “Série Minimercados”, lançada na Feira da APAS 2015. O documento traz informações necessárias, para o varejista, como metodologia do gerenciamento de categoria, classificações das categorias, sortimento, exposição do produto, dicas para implementação. Além de trazer exemplos práticos e um formulário de planejamento.
Para conferir todas as dicas, baixe a cartilha aqui.
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Pequenos negócios devem se planejar para participar da Black Friday
Fonte: ASN
Com planejamento e organização, as micro e pequenas empresas podem
participar da Black Friday 2014, nova data de promoções do comércio brasileiro,
e fazer bons negócios. Em sua quinta edição no Brasil, a iniciativa, que
acontece no próximo dia 28 de novembro, deve ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão
em pedidos feitos em 24 horas. Nesse contexto, os pequenos negócios têm uma
excelente oportunidade pela frente. Para isso, o Sebrae preparou dicas para os
empreendedores que pretendem faturar com a data.
O primeiro passo para
quem pretende aderir ao evento é selecionar cuidadosamente os produtos que
serão colocados em promoção. Na Black Friday, os consumidores buscam
oportunidades pontuais, mas também esperam realizar sonhos de consumo antigos.
Por isso, pesquisar os itens mais desejados em cada ramo de atividade pode ser
um bom ponto de partida. A BlackFriday teve início no ambiente virtual,
mas muitas lojas físicas também aderiram às promoções. O evento dá início à
temporada de compras de fim de ano, que culmina com o Natal. Para o presidente
do Sebrae, Luiz Barretto, é importante que os pequenos negócios aproveitem a
data para potencializarem seus empreendimentos. “O comércio é um setor
estratégico. Metade das micro e pequenas empresas atua nesse segmento e é
fundamental aproveitar todos os espaços que surgem.” Para isso, segundo
Barretto, é crucial que os empresários busquem se qualificar para enfrentar a
elevada concorrência.
O segundo passo é definir a porcentagem dos descontos que serão
oferecidos. Nesse momento, é importante estudar a margem de lucro de cada
produto e negociar parcerias com os fornecedores. Oferecer descontos
indiscriminadamente pode colocar em risco a saúde financeira da empresa. Ter um
bom controle de seus custos será importante para definir a viabilidade da
participação no evento. Os produtos mais procurados na
Black Friday estão nos segmentos de informática, eletrônicos, eletrodomésticos,
moda e acessórios, além de telefonia e celulares.
É fundamental que
haja transparência na definição dos descontos sem camuflar os preços antes da
promoção. Nesse sentido, o Sebrae estimula os empreendedores a buscarem o selo
Black Friday Legal, que é conferido pela Câmara Brasileira de Comércio
Eletrônico, parceira do site Busca Descontos (organizador da Black Friday no
Brasil). Para obterem o selo, as empresas não precisam pagar nada, apenas
concordarem com o código de ética proposto pela entidade e assinarem um termo
de compromisso de não “maquiarem” seus preços.
A pequena empresa Casa da Sogra Enxovais
(www.casadasograenxovais.com.br), com sede em São Paulo, por exemplo, conseguiu
bons resultados no ano passado vendendo roupa de cama, mesa e banho pela
internet. Desde que a Black Friday é realizada no Brasil, a loja virtual
oferece descontos em seus produtos na tentativa de pegar carona com o dia de
promoções do e-commerce. Mas foi somente em 2013, quando as irmãs
Simone e Roberta Saleh decidiram planejar a participação no evento, que a loja
conseguiu resultados efetivos nas vendas. Em um único dia, os pedidos
aumentaram mais de quatro vezes e o faturamento cresceu 40%. “Na Black Friday,
em 2012, recebemos 50 pedidos e, em 2013, foram mais de 200”, conta a
coordenadora de marketing da empresa e responsável pela ação, Ainá Paolillo.
Preparo
Os bons resultados só
foram alcançados graças ao planejamento feito pela empresa com meses de
antecedência. Os funcionários foram orientados sobre as políticas de vendas, de
trocas e de entregas durante a Black Friday e receberam treinamento para
atender da melhor forma possível o maior número de clientes. Além disso os
produtos com descontos foram cuidadosamente estudados e o site recebeu uma nova
identidade visual, com banners de publicidade indicando que a loja participava
da iniciativa.
A livraria carioca
Lei Nova, especializada em livros jurídicos, avalia que a Black Friday é uma
excelente oportunidade para conquistar novos clientes. Segundo Hugo Martins,
responsável pela gestão da tecnologia da informação da livraria, a exposição da
empresa durante o dia de promoções no ano passado resultou em um aumento de 70%
nas vendas do mês de novembro e trouxe novos clientes potenciais. “Mais da
metade das pessoas que visitaram o site durante a Black Friday de 2013 eram
novos consumidores”, afirma.
Os bons resultados
alcançados na edição passada animaram a empresa a investir ainda mais para
aproveitar o evento com o objetivo de fidelizar o cliente. Hugo conta que foi
desenvolvido um cadastro para que os visitantes se identifiquem. A partir dessa
base de dados, é possível conhecer o perfil do cliente e prestar a ele um
atendimento pessoal, próximo do que o consumidor procura.
Sete pontos de
reflexão sobre a Black Friday:
1-Quem compra meu
produto? E quem pode comprá-lo? Lembre-se de identificar o perfil dos
seus clientes
2-Meu produto é comprado esporadicamente ou é de compra regular? Para produtos de compra esporádica, o cliente pesquisará mais e fará comparações. Mas, uma garantia estendida, entrega mais rápida do que os concorrentes ou um brinde diferenciado podem determinar a escolha.
3-Tenho grandes margens ou são apertadas? Se você trabalha com margens apertadas, avalie os prós e contras de participar da Black Friday.
4-Quantos e quais produtos ofertar na Black Friday? Selecione bem alguns produtos e deixe claro quais são os que estão na Black Friday e quais não estão com descontos.
5-Conceda descontos honestos. Prometa e cumpra! Não faça maquiagem nos preços.
6-Dê segurança para quem quer comprar seu produto. Prepare seu site para não sair do ar. Se tiver uma quantidade de acessos muito grande disponibilize um número de telefone fixo na sua loja virtual e assegure que seu site está protegido. O cliente precisa se sentir seguro ao escolher comprar em sua loja. 7-Sua loja está atrativa? Organize sua loja. Lembre-se, na loja virtual, não há o apelo do contato com o produto e, portanto, uma boa apresentação dos produtos fará toda a diferença.
2-Meu produto é comprado esporadicamente ou é de compra regular? Para produtos de compra esporádica, o cliente pesquisará mais e fará comparações. Mas, uma garantia estendida, entrega mais rápida do que os concorrentes ou um brinde diferenciado podem determinar a escolha.
3-Tenho grandes margens ou são apertadas? Se você trabalha com margens apertadas, avalie os prós e contras de participar da Black Friday.
4-Quantos e quais produtos ofertar na Black Friday? Selecione bem alguns produtos e deixe claro quais são os que estão na Black Friday e quais não estão com descontos.
5-Conceda descontos honestos. Prometa e cumpra! Não faça maquiagem nos preços.
6-Dê segurança para quem quer comprar seu produto. Prepare seu site para não sair do ar. Se tiver uma quantidade de acessos muito grande disponibilize um número de telefone fixo na sua loja virtual e assegure que seu site está protegido. O cliente precisa se sentir seguro ao escolher comprar em sua loja. 7-Sua loja está atrativa? Organize sua loja. Lembre-se, na loja virtual, não há o apelo do contato com o produto e, portanto, uma boa apresentação dos produtos fará toda a diferença.
Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 3243-7851
(61) 3243-7852
(61) 2104-2768
(61) 2104-2770
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
10 passos para tirar sua ideia do papel
Fonte: Empreendedor Online
Para muitos empreendedores, o plano de negócios é quase um pesadelo. O documento exige dados e informações que quem está começando um negócio do zero normalmente não tem. Antes de mergulhar na elaboração do plano, porém, vale a pena parar de rabiscar anotações em guardanapos e fazer um projeto da empresa. Ainda não é suficiente, mas ajuda a organizar as ideias e até descobrir se o negócio é viável ou não. “É uma forma de se planejar e se preparar para o que pode dar errado”, explica Lucia Mazoni, coordenadora do MBA em Gerenciamento de Projetos da Universidade Estácio de Sá.
Esse planejamento mostra ainda quanto o projeto vai custar, quais os possíveis riscos e o que fazer em situações inesperadas. O passo a passo ajuda ainda quem tem um novo projeto para desenvolver. “Os empreendedores normalmente colocam prazos impossíveis. Um projeto mais profissional agrega mais valor e as chances de entregar dentro do tempo aumentam”, explica.
Não basta conhecer quem é o seu cliente. Essa é apenas uma das partes. “É preciso fazer um levantamento de todas as pessoas que vão ser impactadas pelo projeto. Se alguma parte envolvida não for listada, o projeto corre o risco de ficar parado”, diz Lucia. Isso inclui pesquisar como seu negócio vai ser afetado pelo governo estadual, municipal, concorrentes, órgãos de fomento e a comunidade onde vai estar.
Conheça os requisitos
Já com uma lista de como seu negócio afeta e é afetado por diversas partes, é hora de levantar os requisitos para funcionar. Descreva com detalhes o que cada parte interessada vai exigir. “Já com todas as partes impactadas conhecidas, o empreendedor pode começar a pesquisar que tipo de autorização vai precisar para o negócios”, explica.
Tenha datas de controle
Seguindo o passo a passo, é hora de analisar o que as partes afetadas pediram e o que você pode fazer para atender os requisitos. O mais importante nessa etapa é planejar quanto tempo deve levar para conseguir as autorizações e quanto isso pode custar. “Assuma premissas de coisas que não estão sob o seu controle e estabeleça datas para colocar em prática”, ensina a coordenadora.
Planeje as atividades
É comum que os empreendedores se atrapalhem quando percebem o longo caminho até tirar uma ideia do papel. A dica é detalhar as atividades, definir duração e indicar um responsável por cada uma delas. “Nessa fase, é importante quebrar em pedaços menores cada etapa, assim, fica mais fácil enxergar as estimativas de tempo”, explica. No começo pode parecer um chute, mas com o tempo as estimativas passam a ser mais detalhadas.
Faça um planejamento financeiro
O dinheiro é ponto crucial para colocar um projeto em prática, seja uma nova empresa ou um novo produto. Por isso, detalhar o orçamento e como ele será gasto no tempo ajuda a evitar gastos desnecessários. “Com as datas estabelecidas, é possível olhar o cronograma de cima e definir o orçamento que cada etapa vai precisar”, diz Lucia.
Tenha um plano B
Para cada etapa, o empreendedor precisa listar tudo que pode dar errado e o que faria para solucionar sem ter custos adicionais. “Essa fase é essencial. Analisar o risco e calcular quais etapas vão precisar de mais dinheiro e o que pode dar errado. Você vai para a chuva com guarda-chuva. Se você tiver um plano de contingência, sua taxa de sucesso aumenta”, afirma.
Fique de olho na qualidade
Tanto um novo produto quanto uma empresa inteira precisam entregar o que prometem. O consumidor vai cobrar por qualidade e isso pode até prejudicar a marca. Neste item, defina como será garantida a qualidade do que está sendo oferecido. “Coloque-se no lugar de quem vai receber o produto. Assim, você consegue pensar no cliente como um todo, na experiência que vai proporcionar”, diz.
Marque reuniões
Se você vai ter um sócio ou já tem uma equipe envolvida no projeto, tenha um cronograma de atividades que serão feitas para manter todos informados sobre o passo a passo. “Faça reuniões com sua equipe ou sócios periodicamente. Não deixe que as ocupações do dia a dia atrapalhem isso”, ensina Lucia. Quando estão muito ocupadas, as pessoas se comunicam menos e, é nesse momento, que elas mais precisam se comunicar. Elas podem se ajudar, dar sugestões e acompanhar o projeto mais de perto.
Reserve um tempo para o happy hour
Manter as boas relações com o sócio ou a equipe ajudam a ter um time unido e envolvido no projeto. Se estiver nessa sozinho, reserve um tempo para os amigos e a família. “Até um chope no final do dia é bem vindo se isso contribui para o que time se sinta contribuindo com o andamento do projeto e isso se consolide em mais qualidade de vida”, explica a coordenadora.
Busque ajuda, se precisar
Antes de botar a mão na massa, avalie a necessidade de obter ajuda externa. Pergunte-se se tem todo o conhecimento que o projeto vai precisar. “Verifique se vai precisar terceirizar alguma parte do processo e como isso será feito”, conta.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Copa das Confederações: aprendizados para o comércio utilizar em 2014
A Copa das Confederações FIFA 2013 serviu como teste para avaliar a infraestrutura e a preparação do Brasil para a realização da Copa do Mundo FIFA 2014. Mas, além disso, o evento foi muito importante também para auxiliar os pequenos negócios a entenderem como podem aproveitar as oportunidades no próximo ano.
Com base em pesquisas sobre o evento de 2013, o documento Resposta Técnica: Copa das Confederações FIFA 2013 mostra ao empreendedor do comércio varejista as oportunidades e pontos de melhoria para que a empresa esteja preparada para a Mundial de 2014.
Clique aqui e confira!
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
6 dicas para empreendedores ganharem tempo no dia a dia
Especialistas recomendam sempre planejar a agenda do dia seguinte e aproveitar os momentos entre um compromisso e outro
Foto: Marcin Wichary/Flickr/Creative Commons
Para quem tem uma agenda apertada e imprevisível, aproveitar bem o
tempo é a única solução para dar conta de todas as tarefas do dia. A
primeira coisa que os empreendedores devem considerar é que não é a quantidade de coisas que você faz durante o dia que elevará sua produtividade.
“As pessoas acabam fazendo mais, só que parece que não fizeram nada”,
afirma Fernando Serra, diretor acadêmico da HSM Educação e especialista
em organização profissional.
Para Homero Reis, coach organizacional e presidente da Homero Reis
Consultores, empresários que têm problemas com a falta de tempo, na
verdade, têm outras dificuldades clássicas. “Não delega, não capacita,
não prioriza e não confia”, conta. Com a ajuda de Serra e Reis, confira
seis recomendações para ganhar tempo durante um dia na sua pequena empresa ou startup.
1) Faça um planejamento
Não gosta de anotar tudo em uma agenda? Resuma suas tarefas em
lembretes no celular ou, se preferir anote em pequenos papeis. Mas, para
os especialistas, listar as tarefas é importante para que o empresário
se lembre do que é fundamental ser feito.
A revisão é essencial para que o planejamento funcione. Serra explica
que ao avaliar o que foi feito e o que ainda faltou, as prioridades para
o dia seguinte ficam mais claras. “Programe suas atividades e veja qual
a duração delas”, explica. Com a lista mais completa possível, Reis
recomenda marcar as atividades que somente você pode resolver. Isso
ajudará a enxergar quais funções você pode delegar.
2) Liste também os compromissos pessoais
Ao listar os compromissos com a família e amigos, você se prepara
melhor durante o dia para aquele evento importante. “Isso pode ajudar
durante o dia. Regularmente, eu coloco que tenho que ir ao cinema às 21
horas com a minha mulher e isso me obriga a chegar em casa às 20 horas”,
explica Serra.
Dessa maneira, o pequeno empresário pode organizar grande parte dos
outros compromissos da melhor maneira. Vale lembrar que a produtividade é
um aspecto que alia a vida profissional e pessoal.
3) Prepare-se para cada compromisso
Tem um encontro com um cliente ou fornecedor? Tenha em mente qual é o
seu objetivo, o que você precisa levar para esse encontro e o que irá
falar. Esse exercício de organização mental ajudará na realização das
atividades ao longo de um dia. “As pessoas acabam listando atividades
demais e não se preparam”, afirma Serra.
Priorizar o que é fundamental para cada reunião, seja com clientes ou
funcionários, ajudará o empreendedor a realizar as tarefas com
qualidade, economizando tempo no futuro.
4) Delegue mais
Pensar que não existe ninguém para fazer as coisas por você é uma
desculpa que toma muito tempo do empresário. “Se você tem pessoas
capacitadas, elas não fazem porque você não manda”, resume Reis. Reúna
profissionais que você confie e que possam colaborar.
“Se você é um empreendedor, você usualmente é um centralizador e acaba
fazendo coisas que deveria delegar”, afirma Serra. Por isso, ao fazer o
planejamento de suas tarefas diárias, não se esqueça de marcar aquelas
que podem ser feitas por outras pessoas.
5) Aproveite cada minuto
O momento em trânsito é ideal para que empreendedores que andam de táxi
ou transporte público coloquem em dia tarefas como retornar ligações,
responder e-mails e se atualizar com notícias. “Nesse momento, relaxe,
escute uma música, pratique o inglês ou coloque sua agenda em ordem”,
ensina Serra.
Durante viagens, faça da espera em aeroportos um momento para realizar
uma tarefa que irá economizar tempo posteriormente. Ler jornais,
revistas ou revisar relatórios de sua empresa são atividades produtivas.
6) Desapegue do celular
Hoje, o celular é um dos principais elos que o empreendedor tem com o
seu negócio. Entretanto, para que seu dia renda mais, essa ferramenta
tem que ser bem utilizada. “Se estou em uma reunião com o cliente, não
posso deixar o celular ligado e vibrando o tempo todo”, diz Serra.
A concentração é indispensável para um dia produtivo e a recomendação
dos especialistas é que há momentos que o celular precisa ser desligado,
para evitar a tentação de checar e-mails, ver quem ligou ou receber
notificações de redes sociais.
Fonte: Exame
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
3 dicas para planejar o orçamento de sua empresa em 2013
Especialista fala sobre como determinar o orçamento anual de uma empresa
Foto: Pawel Kryj
Como planejar o orçamento de sua empresa em 2013?Respondido por Rodrigo Zeidan, especialista em finanças
Faltam poucos meses para o final do ano e chegou a hora de começar a
pensar em 2013. Este é o melhor momento para rever seus objetivos e
começar um planejamento para o próximo ano.
A primeira regra para um orçamento
anual eficiente é que ele deve contemplar diferentes cenários para a
administração do negócio. Uma solução simples é criar três cenários: uma
previsão normal, um cenário de crescimento acima do previsto e um
cenário pessimista. Desta forma, é possível que o empreendedor possa
ajustar suas políticas internas conforme os cenários.
1) Encontre o preço médio
O orçamento anual de uma empresa deve se concentrar na previsão de três variáveis: preço, quantidade e custo. A pequena empresa, muitas vezes, não controla o preço dos produtos que cobra e tem de seguir o mercado. Faça uma análise do comportamento dos concorrentes e das tendências do mercado no qual a empresa atua. Os preços são sazonais ou influenciados pela taxa de câmbio? Costumam apresentar muita volatilidade? Uma vez respondidas essas e outras perguntas, é possível chegar a um preço médio de referência para criação do orçamento.
O orçamento anual de uma empresa deve se concentrar na previsão de três variáveis: preço, quantidade e custo. A pequena empresa, muitas vezes, não controla o preço dos produtos que cobra e tem de seguir o mercado. Faça uma análise do comportamento dos concorrentes e das tendências do mercado no qual a empresa atua. Os preços são sazonais ou influenciados pela taxa de câmbio? Costumam apresentar muita volatilidade? Uma vez respondidas essas e outras perguntas, é possível chegar a um preço médio de referência para criação do orçamento.
2) Faça uma previsão de vendas
A previsão de vendas, por sua vez, depende de variáveis internas à empresa (capacidade de produção ou distribuição, número de empregados etc) e fatores de mercado. Dados históricos são importantes para esse tipo de previsão, assim como a taxa esperada de crescimento. O empreendedor deve responder a algumas questões: é possível que haja uma demanda maior ou menor do que a esperada para os produtos? A empresa é capaz de suprir um surto de demanda? Os dados históricos apresentam sazonalidade?
A previsão de vendas, por sua vez, depende de variáveis internas à empresa (capacidade de produção ou distribuição, número de empregados etc) e fatores de mercado. Dados históricos são importantes para esse tipo de previsão, assim como a taxa esperada de crescimento. O empreendedor deve responder a algumas questões: é possível que haja uma demanda maior ou menor do que a esperada para os produtos? A empresa é capaz de suprir um surto de demanda? Os dados históricos apresentam sazonalidade?
3) Reveja os custos
Já a previsão de custos resulta, em parte, da previsão de vendas, e deve, portanto, estar alinhada aos cenários construídos para essa etapa. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados: dentro de um orçamento anual, o orçamento de investimentos e financeiro representam custos que não estão ligados às vendas presentes e, portanto, estarão separados da previsão de custos diretos de produção. O orçamento de investimentos é particularmente importante, pois nele estarão descritos os caminhos para o crescimento da empresa a médio e longo prazo.
Já a previsão de custos resulta, em parte, da previsão de vendas, e deve, portanto, estar alinhada aos cenários construídos para essa etapa. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados: dentro de um orçamento anual, o orçamento de investimentos e financeiro representam custos que não estão ligados às vendas presentes e, portanto, estarão separados da previsão de custos diretos de produção. O orçamento de investimentos é particularmente importante, pois nele estarão descritos os caminhos para o crescimento da empresa a médio e longo prazo.
Fonte: Exame
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Como vender mais gastando pouco
Especialista fala sobre quais atitudes baratas podem ajudar a alavancar as vendas
Foto: Getty Images
Como vender mais gastando pouco?Respondido por Mário Rodrigues, especialista em vendas
Em um mercado cada vez mais concorrido, é preciso buscar maneiras de se
destacar. Ao contrário do que alguns pensam, para alavancar as vendas
não é preciso investir dinheiro em grandes estratégias. Há artifícios
simples e eficientes que não exigem gasto financeiro exagerado e podem
trazer retornos significativos.
O importante é aproveitar os bons momentos e as ferramentas que há em
mãos para ganhar novos clientes e fidelizar os que já existem.
1) Planeje-se
Planejamento e estrutura são essenciais. Além de equipes compostas de profissionais bem preparados e treinados, é bom que os estoques estejam abastecidos e o ambiente seja atrativo e organizado.
2) Inove
A criatividade é outro elemento fundamental para aumentar o faturamento. Aposte em um repertório com bons argumentos e saia dos moldes pré-estabelecidos. Nem sempre eles têm êxito e ainda podem ser vistos como chatos.
A criatividade é outro elemento fundamental para aumentar o faturamento. Aposte em um repertório com bons argumentos e saia dos moldes pré-estabelecidos. Nem sempre eles têm êxito e ainda podem ser vistos como chatos.
3) Conheça o cliente
Evite uma venda reativa, crie uma aproximação com o consumidor para conhecê-lo melhor, mas não seja muito invasivo. Deixe-o à vontade. O segredo da boa argumentação está em falar de coisas relacionadas à satisfação do que o cliente traz como necessidade e, só então, conectá-las ao produto que oferecemos.
Evite uma venda reativa, crie uma aproximação com o consumidor para conhecê-lo melhor, mas não seja muito invasivo. Deixe-o à vontade. O segredo da boa argumentação está em falar de coisas relacionadas à satisfação do que o cliente traz como necessidade e, só então, conectá-las ao produto que oferecemos.
4) Faça promoções
Invista em promoções, essa é uma boa ferramenta para atrair novas pessoas que nunca entraram na loja e também para a fidelização dos clientes já acostumados com o estabelecimento. Quando bem feita e planejada, a iniciativa pode dar bons lucros. As redes sociais também se tornam grandes aliadas na divulgação das ofertas e servem como meio de exposição das ideias e produtos da loja em geral.
Invista em promoções, essa é uma boa ferramenta para atrair novas pessoas que nunca entraram na loja e também para a fidelização dos clientes já acostumados com o estabelecimento. Quando bem feita e planejada, a iniciativa pode dar bons lucros. As redes sociais também se tornam grandes aliadas na divulgação das ofertas e servem como meio de exposição das ideias e produtos da loja em geral.
5) Aumente o ticket médio
Por fim, aumente o ticket médio de suas vendas. Estimule os funcionários a oferecerem mais produtos em uma negociação e ir além do óbvio. Quando o vendedor busca conhecer o estilo e perfil do consumidor, consegue detectar outras coisas que podem satisfazê-lo.
Por fim, aumente o ticket médio de suas vendas. Estimule os funcionários a oferecerem mais produtos em uma negociação e ir além do óbvio. Quando o vendedor busca conhecer o estilo e perfil do consumidor, consegue detectar outras coisas que podem satisfazê-lo.
Fonte: Exame
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Como calcular o retorno que sua empresa terá no longo prazo
O cálculo do ROI depende dos investimentos atualmente realizados, da taxa de crescimento do lucro esperado e da taxa de retorno utilizada para o cálculo
Foto: Dreamstime
Como calcular o retorno que sua empresa terá no longo prazo?
Respondido por Rodrigo Zeidan, especialista em finanças
O maior problema de quem começa uma pequena empresa
é se envolver muito no cotidiano dela e se esquecer de planejar o
crescimento de médio e longo prazo. Um dos pilares para o crescimento é o
planejamento, mas o ato de planejar é normalmente deixado de lado pela
avalanche de problemas diários de uma empresa.
Para um planejamento eficaz, uma das variáveis mais importantes é o
retorno sobre o investimento, ou seja, o quanto a empresa vai receber
por executar um projeto de investimentos. O retorno sobre o investimento
é fundamentalmente uma relação entre lucro e investimento, ou seja, a
equação é ROI = Lucro/Investimento.
O problema em mensurar isso na prática é o descasamento de prazos:
primeiro se investe e só depois o investimento retorna para a empresa em
forma de lucro. Para se medir o ROI de longo prazo, é necessário levar
em consideração o valor do dinheiro no tempo.
Para saber quanto o empresário receberá no médio e longo prazo por seus
investimentos, são necessários dados sobre três parâmetros: os
investimentos atualmente realizados, a taxa de crescimento do lucro
esperado e a taxa de retorno utilizada para o cálculo.
Somente a perspectiva de crescimento da empresa pode informar ao
empresário sobre a rentabilidade de médio prazo. Para isso, algumas
perguntas precisam ser respondidas: quanto a empresa deve crescer nos
próximos anos? Quanto está sendo investido? A margem de lucro vai se
manter no médio prazo? A empresa entrará em novos mercados?
O empreendedor precisa reservar um tempo no dia-a-dia para planejar
estrategicamente o crescimento da empresa, responder a essas perguntas,
pois só assim será capaz de determinar as variáveis para o cálculo do
retorno de médio e longo prazo.
* Rodrigo Zeidan é especialista em finanças e professor da Fundação Dom Cabral
Fonte: Exame
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
A centralização nas PMEs
O perigo da centralização nas pequenas e médias empresas
Foto: Getty Images
Quando olho para um polvo, lembro-me frequentemente da típica e
sofrível estrutura de uma pequena ou média empresa: uma única e
auto-proclamada cabeça pensante que absorve para si simultaneamente o
comando dos variados tentáculos operacionais desse organismo vivo,
composto pela equipa de colaboradores e tarefas dependentes.
Naturalmente, a multiplicidade das extensões e variedade de funções,
esgota compreensivelmente a capacidade de coordenação, comando e
verificação analítica do funcionamento correto e ótimo de cada uma
delas, otimizando o todo.
Dado o constante e imponderável movimento diversificado das operações
conjuntas, paralelas e cooperantes dos membros provenientes desse motor
central coordenador, torna-se fácil perder a perspectiva e derrapar em
rotinas de atraso regular, ineficiência operacional e incapacidade de
orientar o movimento futuro do octópode, fazendo-o progredir de forma
pouco ou nada graciosa: a tarefa imediata cai rapidamente no limbo do
tropeço constante, a tarefa vital enrola-se metodicamente em nós
acumulados e fazem o polvo cambalear, equilibrando-o “ad eternum” numa quase queda perpétua e sempre timidamente adiada.
Delegue tarefas e concentre-se no planejamento estratégico
Esse polvo operacional, dotado de extensões de si próprio, cada uma
delas com a sua particularidade e autonomia operacional, deve delegar o
controle da micro-tarefa para o maquinista dessa extremidade, ficando o
macrocéfalo órgão mais ligado ao planejamento estratégico.
Porque não combinar e coordenar momentos específicos para relatórios e
pontos de situação que apenas quem toca no terreno e sente as
dificuldades diárias da progressão no terreno pode sentir? Os membros
operacionais, também eles pensantes no seu cosmos mais centrado na
execução, podem agir estrategicamente sobre a sua própria natureza,
constituindo assim um organismo pluricelular de gestão
diferenciada: um que olha a longo alcance e delineia a estratégia de
progressão e angariação de metas a longo prazo: outro, mais centrado e
preso nos obstáculos diários, que se concentra em contornar as pedras do
dia-a-dia, traçando a estratégia de locomoção em paralelo.
De forma coesa, articulada, paralela e contribuinte para o mesmo
objetivo, divide-se assim a estratégia corrente diária da estratégia
setorial e de longo alcance: a que verdadeiramente pode fazer o octópode
caminhar mais alto entre iguais, agarrando oportunidades que apenas de
cima se podem visualizar. Esta é a mentalidade que urge mudar: o
açambarcamento constante de todas as tarefas de naturezas múltiplas em
estruturas pensantes de um indivíduo só que concentra em si o papel de
estratégia, decisor, diretor de recursos humanos, diretor de
comunicação, marketing
e também gestor financeiro. Naturalmente, sendo o tempo escasso e as
tarefas infinitas e sucessivas, resvala-se rapidamente para o caos
orgânico.
É importante que cada gestor se rodeie de pessoas (os seus tentáculos
operacionais e dinamizadores) com liberdade de atuação,
responsabilidade de gestão e competências, assentes em pensamento
diferenciado. É sabido que as equipas multidisciplinares são mais
produtivas do que conjuntos movidos apenas a uma voz sonante e sem
variações, contradições ou pensamentos distintos: a diversidade é amiga e
fomenta a progressão.
Por isso, se sente que a sua empresa é um polvo, converse mais com os
seus tentáculos. Eles terão bastantes mais soluções para alimentar o
cérebro global da empresa.
Fonte: Empreendedor Online
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Como ter Sucesso no Ecommerce
Foto: Divulgação
Quando o assunto e-commerce, várias dúvidas aparecem. Vão desde a definição do projeto, nome e domínio da loja, pesquisas de concorrência e público alvo, como fazer o acompanhamento de visitas e taxas de rejeição. São tantas coisas que é provável que se não for feito um esquema para abranger tudo que tem que ser feito, talvez a loja virtual não tenha o sucesso esperado.
Uma boa solução para organizar tudo que deve ser feito são os mind maps (mapas mentais), pois eles ajudam a organizar o pensamento. Os mind maps nos ajudam a ter uma visão geral do projeto, orientando
assim o processo de estruturação, e em uma área tão cheia de detalhes
como o comércio eletrônico, dispor de uma ferramenta dessas é uma verdadeira mão na roda.
Confira abaixo o infográfico em formato de mind map, que enumera todos os detalhes para organizar e administrar todas as etapas necessárias para ter sucesso no e-commerce.
Fonte: Blog do Ecommerce
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
4 dicas para não faltar dinheiro no caixa
Especialista fala sobre como se organizar para ter capital de giro no seu negócio
Foto: Getty Images
Quanto capital de giro minha empresa deve ter?
Respondido por Maurício Galhardo, especialista em finanças
Respondido por Maurício Galhardo, especialista em finanças
O capital de giro, também conhecido como ativo recorrente, é aquela
reserva financeira especialmente guardada para suprir as necessidades da
empresa nos momentos mais apertados. Praticamente toda pequena empresa tem sua sazonalidade, seja ela em decorrência de datas comemorativas (picos e vales de vendas), ou do clima (produtos que vendem mais em dias quentes ou frios), e isso afeta o faturamento de cada mês.
Para determinar o valor de capital de giro necessário e o momento em que este será utilizado, há alguns caminhos a seguir.
1) Crie uma planilha de fluxo de caixa e lance os recebimentos
previstos. Se uma venda de R$ 1.000 é feita hoje, com previsões de
pagamentos em quatro parcelas, lance na planilha o primeiro recebimento
de R$ 250 para daqui um mês, outro para sessenta dias, e assim por
diante. Assim, com todos estes recebimentos lançados, teremos uma visão
melhor de quanto dinheiro a empresa terá em datas futuras. Para as
semanas seguintes, preveja faturamentos.
2) Coloque nesta planilha de fluxo de caixa os pagamentos (contas a
pagar) futuros que a empresa terá. Para contas fixas como aluguel,
salários de funcionários, entre outras, basta lançar os valores com base
nos números atuais. Para gastos variáveis – impostos, compras de
mercadorias, embalagens, comissões, entre outros - inclua os valores com
base nas vendas previstas. Se historicamente sua empresa paga 10% de
impostos sobre as vendas, podemos prever que nos meses seguintes este
percentual permanecerá próximo disso.
3) Calcule a diferença entre os recebimentos e os pagamentos para ter o
saldo previsto da empresa no futuro. Com esta previsão, o gestor saberá
quando terá saldos positivos e negativos e qual o valor destes saldos.
Com essa dinâmica estabelecida, você poderá tomar decisões hoje para
evitar entrar no vermelho no futuro.
4) Outra estratégia interessante para diminuir a necessidade de capital
de giro é fazer provisões de caixa para determinadas contas, como
férias, 13º salário, IPVA de veículos, seguros, etc. Quando a conta
chegar haverá dinheiro já reservado para seu pagamento, sem causar susto
e necessidade de buscar dinheiro fora da empresa.
Vale frisar que uma empresa que apresente saldo negativo em alguns
meses do ano pode ser uma empresa sadia e lucrativa, desde que o gestor
se prepare para os momentos difíceis de caixa, poupando nos meses bons.
Para aqueles que são novos em seus negócios e ainda não possuem
histórico para fazer uma boa previsão de vendas e de pagamentos, talvez
uma boa forma de determinar o capital de giro de sua empresa seja
estimar aproximadamente três vezes a somatória dos gastos fixos como
reserva. Ou seja, se tudo correr muito mal, haverá saldo para a empresa
se sustentar por aproximadamente três meses, desde que os prazos
negociados para recebimentos com os clientes não sejam tão longos.
Maurício Galhardo é especialista em administração financeira e sócio–diretor da Praxis Education.
Fonte: Exame
sexta-feira, 16 de março de 2012
Aluguel de roupas para bebês: a ideia de uma empresa inovadora que deu errado
Negócio inovador criado nos Estados Unidos fracassou em janeiro deste ano
Foto: Divulgação
A ideia era simples, inovadora e com tremendo potencial para prosperar.
Uma empresa norte-americana, com sede em São Francisco, oferecia aos
potenciais clientes a seguinte oferta: mediante o pagamento de uma
quantia mensal - a partir de US$ 33 -, recebiam alguns conjuntos de
roupas para os bebês.
Os pais vestiam seus bebês durante um tempo e, quando os conjuntos não
serviam mais, os devolviam para a empresa. A Plum (ameixa em inglês),
nome dado ao negócio iniciado em 2011, então emprestava os conjuntinhos
para outras mães interessadas em economizar na compra desses itens.
Em 24 de janeiro deste ano, no Facebook, a empresa anunciou que
encerraria suas atividades. O comunicado era claro quanto ao motivo do
fracasso da empreitada. Tratava-se de uma ideia nova, mas que
infelizmente não se sustentava financeiramente."Foi uma decisão muito
difícil e vamos sentir falta de todos os nossos queridos fãs e
consumidores".
A lamentação desses fãs/consumidores foi imediata. "Acredito que vocês estavam à frente do tempo. Sorte na próxima aventura", afirmou uma fã. "Uma grande ideia. Pena que não deu certo", escreveu outra.
Mas o que deu errado?
Pode-se especular que houve falta de planejamento inicial. Mas talvez a resposta seja outra. Um negócio bastante famoso nos Estados Unidos é o baby planner - uma espécie de consultoria que ajuda a gestante a escolher todo tipo de produto e serviço de que a criança pode precisar. Do berço até a creche.
Esse tipo de personalização começa a ganhar espaço no País e uma consulta de duas horas com uma dessas empresas que oferece o serviço no Brasil não sai por menos de R$ 380. Talvez o comentário na página do Facebook da Plum tenha acertado em cheio: os consumidores buscam exclusividade, não compartilhar produtos.
A lamentação desses fãs/consumidores foi imediata. "Acredito que vocês estavam à frente do tempo. Sorte na próxima aventura", afirmou uma fã. "Uma grande ideia. Pena que não deu certo", escreveu outra.
Mas o que deu errado?
Pode-se especular que houve falta de planejamento inicial. Mas talvez a resposta seja outra. Um negócio bastante famoso nos Estados Unidos é o baby planner - uma espécie de consultoria que ajuda a gestante a escolher todo tipo de produto e serviço de que a criança pode precisar. Do berço até a creche.
Esse tipo de personalização começa a ganhar espaço no País e uma consulta de duas horas com uma dessas empresas que oferece o serviço no Brasil não sai por menos de R$ 380. Talvez o comentário na página do Facebook da Plum tenha acertado em cheio: os consumidores buscam exclusividade, não compartilhar produtos.
Fonte: Estadão PME
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