terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Layout comercial: Dicas para o cliente entrar na loja e não sair de mãos vazias

Especialista explica as vantagens de valorizar os detalhes externos e internos, que atraem os clientes

Foto: Divulgação
Em se tratando de loja física, a venda só ocorre após duas decisões do cliente: entrar no estabelecimento e não sair de mãos vazias. Nesse processo, é fundamental a tarefa do layout, que visa “pescar o cliente” através de suas percepções e sentimentos. O layout não restringe à fachada do estabelecimento, mas se estende ao espaço interno, conforme explica o consultor Mário Bestetti Costa, da Overbrand Design.

Como ninguém pode conduzir o consumidor à força para dentro da loja, é preciso buscar mecanismos para que ele se sinta estimulado a entrar. Segundo Costa, esse estímulo passa por um conjunto de atenções do lojista, entre as quais está a vitrine. E são os detalhes que fazem a diferença. “É preciso verificar, por exemplo, se há muito reflexo por causa do sol, o que dificulta a visibilidade dos produtos. Nesse caso, o lojista pode colocar um fundo branco, que funcionará como rebatedor da luz”, afirma.

Ele informa que a parte externa da loja tem importante função na atração do cliente. “O que está na vitrine deve ser lido do lado de fora, isto é, as pessoas precisam entender o que está sendo ofertado”, orienta. Excesso de produtos, nesse sentido, é, em geral, má estratégia. “Deve-se planejar a quantidade. Excesso não vende; ao contrário, confunde”, adverte.

Outro cuidado que o empresário precisa ter é com a visibilidade do nome da loja. Isso não significa, no entanto, que vale tudo para ser visto. “O lojista deve evitar os bloqueios na calçada. Na ânsia de chamar a atenção, alguns acabam colocando um manequim ou uma placa por onde passam as pessoas. Isso atrapalha o fluxo dos transeuntes”, diz ele. “Além disso, o cidadão deve ser respeitado”, enfatiza.

Do lado de dentro
Se a fachada cumpriu a tarefa de conquistar o consumidor que andava pela calçada, metade do problema foi resolvido. A outra parte é missão do layout  interno. Nessa etapa, o nível de sutileza é ainda maior para atingir os estímulos sensoriais (audição, tato, paladar, olfato e visão) e os sentimentos do cliente. De acordo com a Overbrand, 85% das decisões de compra ocorrem no interior da loja.

Entre os chamarizes, está o cheiro. Trata-se da aromaterapia, enfatizada pelo especialista como componente importante para a efetivação da venda.  “O cheiro é uma forma subliminar de atrair os clientes”, afirma o consultor. Ele explica que as pessoas têm memória olfativa e um determinado cheiro pode conduzi-las a boas lembranças, provocando uma sensação de bem-estar. De acordo com Costa, as lojas com aroma próprio, o chamado logolf (logotipo olfativo), tendem a aumentar as vendas.

O olhar também é alvo do layout.
Todo o visual da loja precisa ser planejado de forma a ser recebido bem pelos olhos dos consumidores. Segundo Costa, isso engloba das roupas dos atendentes à disposição das mercadorias.

Essa disposição deve levar em conta não só a estética, mas também o fluxo dos consumidores. “É preciso criar mecanismos para facilitar o fluxo. Os produtos não podem ser organizados no espaço de modo aleatório”, afirma. O fluxo planejado leva o cliente a circular pela loja, podendo aumentar a quantidade de itens a serem comprados.

Outros atrativos subliminares vão além dos sentidos e chegam aos sentimentos do consumidor. “O ambiente comercial, como um todo, deve fazer com que o cliente se sinta confortável para realizar a ação do consumo”, orienta. No entanto, conforme Costa, isso deve ser feito com atenção para que a tentativa de agradar não se transforme em perda do consumidor. “Se, por exemplo, o lojista deixa o café à disposição do cliente e se esse café for do período da manhã ou estiver requentado, o retorno não será positivo”, ilustra.

O layout colabora para que as pessoas se sintam acolhidas pela loja e passem a gostar do estabelecimento. Isso tende a estimular o retorno do cliente, de acordo com o consultor. Além de voltar, o consumidor pode ser agente de uma publicidade espontânea: fala da loja a amigos e familiares. Resultado: melhoria das vendas.


Fonte: Jornal Conexão

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Os ladrões do tempo

Interrupções, reuniões, telefonemas, e-mails. Veja algumas sugestões sobre como agir diante destes e de outros desperdiçadores de tempo

Foto: Divulgação
No mundo corporativo, há uma legião de ladrões de tempo, os chamados desperdiçadores. Eles agem sorrateiramente, reduzindo sua eficácia, comprometendo suas metas, causando-lhe até mesmo estresse. Veja a seguir os principais fatores mapeados e se estão presentes em sua vida.

1) Interrupções. 
Indicam que você tem valor, amigos ou detém informações de interesse dos outros. As interrupções acontecem por telefone, e-mail ou visitam você pessoalmente. Para reduzi-las:
  • aprenda a dizer NÃO e seja firme;
  • atenda às pessoas em pé;mantenha a porta da sala fechada;
  • continue escrevendo enquanto atende alguém;
  • filtre telefonemas e e-mails;evite ser receptivo a visitantes inesperados;
  • retire ou desloque cadeiras da sala dificultando a acomodação de terceiros;
  • use as palavras mágicas: desculpe-me, por favor e por gentileza.
2. Comunicação deficiente. Ocorre quando responsabilidades e autoridade não estão definidas com clareza na empresa ou quando há subordinados em excesso. A posologia consiste em:
  • defina com clareza metas e objetivos;
  • determine responsabilidades e atribuições;
  • utilize linguagem simples, concisa e sem ambiguidades;
  • havendo dúvida, pergunte:
  • procure fazer certo na primeira vez;
  • forneça informações seguras para permitir tomada de decisão consistente e ação imediata;
  • lembre-se de que a regra de ouro chama-se delegar.

3) Reuniões. Muitas são desnecessárias e agendadas sem critério. Duram muito tempo, tornam-se evasivas e não geram resultados. Para torná-las produtivas:
  • agende as reuniões com antecedência;
  • convoque apenas as pessoas diretamente envolvidas com o tema;
  • defina a pauta e comunique a todos com antecedência;
  • determine horário de início e término;
  • mantenha a pauta e busque a objetividade;
  • não permita interrupções externas e mantenha celulares desligados;
  • promova debates, tire conclusões, tome decisões e determine como agir;
  • registre ata ou memorando com resumo da reunião contendo a assinatura dos participantes;
  • faça reuniões curtas em pé.

4) Telefone. 
 Imprescindível na vida moderna, constitui-se no maior vilão das interrupções e, por conseguinte, em uma das fontes mais significativas de desperdício de tempo. Algumas dicas:
  • reserve horários para fazer e receber ligações;
  • relacione os telefonemas a serem feitos em ordem de prioridade;
  • prepare-se para cada uma das ligações munindo-se previamente de informações;
  • identifique-se no início da ligação – as pessoas não são obrigadas a reconhecer sua voz;
  • deixe recados claros e concisos;concentre-se em ouvir a pessoa com quem estiver falando, evitando desviar a atenção;
  • nunca prometa retornar uma ligação se estiver despreparado para tal ou não desejar fazê-lo;
  • nada de desculpas ou mentiras: 
  • use da honestidade dizendo que não pode atender naquele momento;
  • encerre suas conversas com cortesia, porém com objetividade.
5) Celular. 
Na mesma proporção em que agiliza as comunicações, também atua como agente de interrupções, invadindo inclusive sua privacidade. Sugestões para otimizar seu uso:
  • desligue o aparelho quando estiver em reunião ou realizando tarefa que exija concentração;
  • mantenha-o em vibracall para atender urgências;
  • utilize o identificador de chamadas para selecionar as ligações que merecem ser atendidas;
  • recolha mensagens na caixa postal duas vezes por dia e retorne as ligações em horários predeterminados;
  • grave uma mensagem personalizada no correio de voz;
  • considere a possibilidade de habilitar um segundo aparelho apenas para emergências, mas divulgue o número com seletividade;
  • evite atendê-lo quando estiver em casa.

6) E-mail.  
Substitui o telefone com objetividade. Entretanto, quando utilizado sem critério, torna-se fonte de interrupções, mal entendidos e até disputas judiciais. Formas de gerenciá-lo:
  • instale um serviço antispam;
  • baixe suas mensagens no máximo quatro vezes por dia em horários predefinidos;
  • responda de imediato as mensagens recebidas e determine um tempo para fazê-lo;
  • utilize o subject (assunto) para classificar as mensagens;
  • organize pastas diversas para arquivamento;
  • crie regras de mensagens;
  • tenha uma assinatura eletrônica;
  • utilize um corretor ortográfico.

7) Internet e intranet. 
São instrumentos importantes para acelerar a comunicação e busca de informações. Mas vale lembrar que, às vezes, pode ser mais eficiente caminhar até a estação de trabalho de seu colega. Além disso:
  • avalie de maneira criteriosa o uso da intranet e de comunicadores como Messenger e Skype;
  • tal qual o telefone e e-mail, seja seletivo e coerente no envio e recebimento de mensagens;
  • atenção com os sites navegados em virtude do risco de vírus e spywares (programas espiões);
  • solicite suporte ao responsável pela manutenção da rede caso note alguma irregularidade;
  • seja seletivo ao assinar boletins eletrônicos e não autorize a divulgação de dados seus ou da sua empresa.
Decerto há outros fatores de desperdício de tempo que poderíamos relacionar. Mas atentando para estes sete aspectos, é certo que sua produtividade pessoal aumentará.
Esteja sempre a postos para a ocorrência de imprevistos. Eles são imponderáveis, por isso, deixe espaço em sua agenda para contratempos. Planeje seu dia e sua vida tendo em mente: "e se...".


Fonte: Portal Administradores

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A empresária que apostou no brigadeiro antes dele virar febre

Juliana largou o jornalismo para ser empresária
Foto: Divulgação
Na cozinha do sítio da avó, em Franca, interior de São Paulo, Juliana Motter aprendeu as primeiras noções do que viria a ser sua profissão no futuro. Os cuidados de Dona Ignês com o preparo das encomendas ficaram gravados na memória da neta. De toda a produção que ajudava a complementar a renda da família, Juliana gostava mesmo era de ver o preparo dos brigadeiros.

A afinidade com o docinho genuinamente brasileiro ultrapassou a infância. Hoje, ela comanda a Maria Brigadeiro, o primeiro ateliêr do País especializado em versões gourmet da guloseima.

“Voltava do sítio com o leite condensado feito pela minha vó e fazia meus brigadeiros”, relembra a empresária. O resultado das incursões de Juliana à cozinha rendeu a ela o apelido que hoje dá nome à loja, localizada na Zona Oeste de São Paulo.  “Sempre que havia aniversário, dava de presente. Os meus pais eram meio hippies e incentivavam. Ficou como uma marca minha”, conta.

A ligação emocional que criou com o brigadeiro ao longo dos anos extrapolou quando Juliana, já adulta, decidiu abandonar o jornalismo para empreender. “As coisas aconteceram de forma muito orgânica. Foi como um quebra-cabeça que foi se encaixando”, relembra.Depois de ter cursado gastronomia e fazer cursos de capacitação na área de confeitaria, nasceu a Maria Brigadeiro.

O conceito original da loja, inédito ainda tratando-se de brigadeiro, um doce até então condenado às mesas de festas infantis, agradou. No local, é possível encontrar mais de 40 sabores do doce, além de louças e embalagens criativas, que transformam a guloseima em artigo para presentes.

Com o sucesso do empreendimento vieram também os concorrentes. Hoje, as lojas especializadas em brigadeiros já estão presentes em praticamente todas as capitais do País. No entanto, Juliana – precursora do movimento que abriu os olhos da alta gastronomia para o potencial do docinho -, não perdeu mercado. Em sua loja, aproximadamente 5 mil unidades são produzidas diariamente.

Todas elas passam por um rígido controle de qualidade feito por 40 funcionários para assegurar produtos frescos. “Eu fico muito triste quando vejo a desconstrução do conceito do brigadeiro gourmet. Isso não é um benefício. Fazer brigadeiro faz parte da vida de muitas pessoas. Faz parte da minha vida e eu vou honrar o doce. Vou fazer tudo o que eu puder e vou continuar a inovar”, finaliza.
Fonte: Estadão PME - Blog do Empreendedor

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Tendências da comercialização de frutas, verduras e legumes (FLV)

Um dos temas que mais se discute na atualidade é a sustentabilidade em seus três vieses: econômico, social e ambiental. Os desafios são enormes e os conflitos de interesses entre as nações do mundo inteiro também. Muitas são as preocupações que tomam conta dos fóruns de sustentabilidade, tais como a escassez dos recursos naturais, a necessidade de controle sobre a emissão de gases poluentes, de preservação de florestas, de criação de fontes de energia não poluentes, da reciclagem de lixo, entre tantas outras.

Entre os temas críticos que surgiram com força nos últimos anos está a produção de alimentos, em especial, os chamados produtos frescos, como frutas, legumes e verduras (FLV´s). Sabe-se que a capacidade produtiva de alimentos já não atende toda a população mundial e a tendência é de agravamento dessa situação. Em decorrência disso, a demanda reprimida puxa a alta dos preços, cujo cenário parece a esta altura ser irreversível.

Confira abaixo o boletim Boletim Oportunidades & Negócios - Tendências da comercialização de frutas, verduras e legumes (FLV), feito pela Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros (UAMSF) do Sebrae Nacional:


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

"É preciso gostar muito de gente", diz Robinson Shiba, fundador do delivery China in Box

Durante encontro com empreendedores, ele conta que relacionamento é a base para quem quer crescer

Foto: André Lessa/Estadão
Dentista por formação, Robinson Shiba administra
grupo de quatro empresas que faturam R$ 239,8 mi
O sucesso do grupo TrendFoods, administrador de marcas como China in Box, Gendai, entre outras, deve-se muito ao fato de Robinson Shiba dar atenção ao conselho do pai, que sempre exaltou o empreendedorismo como forma de garantir a sobrevivência da família.

Formado em odontologia – assim como o filho –, o pai de Shiba mantinha em São Paulo uma loja especializada em vender materiais para construção.

Durante muito tempo, o negócio foi administrado paralelamente à clínica da família na zona sul da capital – mais tarde, o empreendimento seria vendido para uma grande rede varejista.
“Meu pai sempre dizia que ter um segundo negócio é um seguro. Ainda mais para o dentista. Se acontecer de machucarmos a mão, a gente para de trabalhar e, com isso, não temos receita. O dentista tem de ter outra fonte de rendimento”, lembra o empresário.

O ‘seguro’ de Shiba foi no setor de alimentação e ele compriu a contento a lição doméstica. Afinal, seus negócios faturaram R$ 239,8 milhões no ano passado. “Acabou que não deu para conciliar a carreira de dentista, como meu pai. Fiquei com os negócios”, diz Shiba.

O empresário participou do Encontro PME com pequenos empresários. Confira agora os principais trechos.

Relacionamento.
O grupo TrendFoods é formado por 234 unidades da marca China in Box, Gendai, Brevità e Owan. Questionado sobre o sucesso do negócio, Shiba destacou o relacionamento com os franqueados como ponto de destaque. “Eu gosto de gente”, diz ele. “Faço reunião com a rede pelo menos quatro vezes por ano. Meu celular todo mundo tem o número e pode me ligar no final de semana ou feriado. Quando o franqueador parar de atender seu franqueado, ele não pode mais estar à frente do negócio. Tem de virar presidente do conselho, fazer alguma outra coisa”, afirma o empreendedor de êxito. 

Shiba também foi questionado sobre o baixo índice de desligamento de franqueados da rede (5% ao ano). “O negócio tem de ser bom. Se ele ganhar dinheiro, pagar a escola do filho, comprar apartamento, montar a segunda loja, não vai sair.”   

Erros. O empresário explicou ainda que não prevê novos aportes em duas marcas administradas pela TrendFoods: Brevità, de culinária italiana, e Owan, voltada à cozinha oriental. Resultados financeiros abaixo do esperado motivaram a decisão. “Não é a primeira vez que isso acontece. Cheguei a ter 13 negócios simultâneos. Hoje são basicamente dois. Então, errei em onze. Tentaria de novo? Sim, em todos eles. Eu erro por fazer.”
 
Mídias Sociais.
O investimento em marketing e publicidade sempre foi visto pelo fundador do China in Box como um dos pilares para a expansão do grupo. No início da operação, quando Shiba trabalhou por dois anos apenas com lojas próprias, 25% do faturamento era revertido para ações de comunicação. Hoje, 7% do dinheiro vai para campanhas de divulgação. 

A novidade nesse processo, conta ele, é o interesse da empresa nas mídias sociais, que começam a pautar, inclusive, o lançamentos de produtos. 

“Temos uma agência que monitora as redes social e isso alimenta muito o nosso departamento de marketing. É uma coisa em que todo mundo tem de investir. É barato e certo. A cada ano cresce a parcela destina às redes sociais do dinheiro reservado para o marketing. Com R$ 1 mil você hoje faz (redes sociais)”, concluiu.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

10 filmes a que todo empreendedor deve assistir

Divirta-se e veja lições de empreendedorismo em filmes consagrados

Foto: Divulgação
Brad Pitt interpretou o treinador de beisebol Billy Beane,
no filme O homem que mudou o jogo
Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú. 


 

1. O homem que mudou o jogo (2011)
Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.

2.
A rede social (2010)
A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.

3.
Quem quer ser um milionário (2008)
Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.

4.
À procura da felicidade (2006)
Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.

5.
Piratas da informática (1999)
Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.

6.
Jerry Maguire – A grande virada (1996)
Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.

7.
Tucker – Um homem e um sonho (1988)
Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana.

8.
O segredo do meu sucesso (1987)
O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.

9.
Wall Street – Poder e cobiça (1987)
Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso.

10.
O Poderoso Chefão (1972)
A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.



Fonte: PE&GN

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Estratégia de criar marcas próprias também pode fazer parte dos planos dos pequenos negócios

Pizzaria Speranza vende seu "próprio" vinho desde 1998 e também investe em azeite e geleias

Foto: JF Diorio
Novidade. Celso Cassas negocia com italianos o
lançamento de novos vinhos da pizzaria
Ter seu logotipo estampado no rótulo de diversos produtos não é estratégia usada apenas por grandes companhias. Pequenos e médios estabelecimentos também seguem a tendência de valorizar a própria marca. É o caso, por exemplo, da Pizzaria Speranza. O restaurante, localizado em São Paulo, vende seu ‘próprio’ vinho desde 1998 e também investe no azeite e geleias Speranza.

A pizzaria é uma das mais tradicionais de São Paulo – foi fundada em 1958 por Dona Speranza e Francesco Tarallo. Quando a casa completou 40 anos, surgiu a ideia de lançar um produto próprio. “Pizza combina com vinho e acabamos criando uma marca de bebida com quatro tipos de uva”, conta o diretor do restaurante, Celso Cassas. “Fizemos uma pesquisa em diversas vinícolas e a que mais chamou a nossa atenção foi a Salton”, relata o executivo, revelando um pouco sobre como foi a escolha do fornecedor do vinho.

No aniversário de 50 anos, foi lançada uma série comemorativa com 6 mil garrafas e, neste ano, foi a vez do Speranza Patrimônio – mais uma opção da bebida para o cliente. “Para o ano que vem, estamos negociando uma parceria com dois produtores italianos. Os nossos vinhos são os mais vendidos e tem gente que compra de caixa”, diz Cassas. 

A pizzaria vende em média entre 4,5 mil e 5 mil garrafas todos os anos. O sucesso da linha fez a pizzaria lançar, em 2004, dois tipos de azeite e seis tipos de geleia. “A ideia surgiu porque os clientes sempre perguntavam sobre os produtos que usamos, quem são nossos fornecedores. Aí resolvemos lançar o azeite e a geleia. É uma forma de fortalecer a marca da pizzaria”, afirma o administrador do local.

Para Roberto Nascimento, diretor da agência Target e especialista em marcas próprias, qualquer empresa – não importa o porte – pode ter produtos que levem sua marca. Mas antes é preciso elaborar uma estratégia que contemple todas as etapas do processo. “É simples, mas não é só colocar o nome no rótulo”, alerta Nascimento.

Planejamento
Por isso mesmo, Roberto Nascimento aconselha o pequeno empresário a estudar sobre o que é necessário fazer para agregar valor a sua marca e torná-la ao mesmo tempo sustentável e perene. “Nos últimos cinco anos, aumentou muito o número de pequenas e médias empresas investindo nessa estratégia como forma de aumentar a rentabilidade, fidelizar o consumidor e se diferenciar da concorrência”, pontua o especialista no segmento.

Além de formular um plano para criar uma marca própria confiável, o pequeno empreendedor precisa pensar sempre na qualidade. Por isso, é importante estipular critérios rígidos de seleção dos fornecedores. É importante ainda pensar muito a respeito da embalagem e até mesmo sobre como será o atendimento do consumidor no ponto de venda.

Variedade 
A Fazenda Dona Carolina, localizada entre Itatiba e Bragança Paulista, no interior de São Paulo, também investe em produtos com o nome do local. “O nosso hotel tem uma loja de objetos personalizados. Os hóspedes têm interesse em levar lembranças do local”, relata a assistente de direção da empresa, Juliana Stefani Siqueira.

Na lista de objetos personalizados estão difusores, aromatizadores de ambiente, chinelos, camisetas, boné, bichinhos de pelúcia, cafés, cachaças e doces. “É uma forma dos visitantes lembrarem da nossa marca”, completa Juliana Siqueira. Para 2013, a executiva planeja o lançamento de novos produtos e mais modelos de roupas.

A Aromas e Cia, da empresária Rosana Hollo, fornece produtos tanto para grandes quanto para pequenas empresas. “Ter opções com marca própria não é coisa só para grande lojistas”, conta Rosana, que vende os aromatizadores para hotel, loja de bijuterias e móveis. Como dica, Rosana aconselha o pequeno lojista a testar antes a aceitação dos consumidores em relação ao produto para depois investir no rótulo próprio. “É uma tendência mesmo as pequenas investirem nesse mercado”, afirma a empreendedora.

O ramo de atuação de quem coloca dinheiro no segmento é bem variado. Prova disso é o exemplo do Grupo Wood´s, que administra sete baladas sertanejas. O produto escolhido para levar a marca do grupo foi a água mineral. “Percebemos que o pessoal pedia muita água na saída, na hora de pagar a conta, e resolvemos lançar para fortalecer a nossa marca”, diz o sócio-diretor do grupo, Rafael Setrak.

A água é produzida pela empresa Ouro Fino e envasada em embalagem Tetra Pak, que conserva melhor o líquido. Antes de colocar o produto à disposição em todas as unidades, porém, a empresa preferiu realizar um teste. O projeto-piloto começou na unidade de Curitiba, no Paraná, mas deve chegar nas demais unidades mantidas pela empresa até fevereiro do próximo ano. Em média, cada casa do Grupo Wood´s vende entre 4 mil e 6 mil garrafinhas de água todos os meses. O valor do produto oscila entre R$ 4 e R$ 5 cada. 


Fonte: Estadão PME

terça-feira, 27 de novembro de 2012

4 tipos de funcionários indispensáveis para sua empresa

Para contratar a equipe ideal, especialistas afirmam que é importante definir o perfil compatível com cada cargo

Foto: Getty Images
Uma das principais dificuldades que um empreendedor tem é de gerir as pessoas da sua pequena empresa. E, para que a sua equipe trabalhe de forma eficiente e produtiva, primeiramente é preciso que os perfis profissionais e comportamentais dos funcionários sejam compatíveis para que exista essa harmonia no ambiente de trabalho. 

Gilberto Guimarães, professor da Business School São Paulo, afirma que o recrutamento das pessoas certas é crucial para montar o seu time ideal. “O primeiro passo é definir qual o perfil ideal para o cargo que você está buscando”, diz.

As competências técnicas são as mais fáceis de serem avaliadas, com documentos e certificados, mas não devem ser os únicos aspectos considerados na hora da contratação. “A competência comportamental é mais difícil de medir, mas é possível traçar como a pessoa é com uma avaliação psicológica”, explica Osmar Bueno de Carvalho Junior, consultor de recursos humanos do Sebrae-SP. Com a ajuda dos especialistas, EXAME.com listou os principais tipos de funcionários para o time da sua empresa.

1) O comunicativo
A capacidade de interagir com pessoas é um traço comportamental essencial para profissionais da área de vendas, por exemplo. “Ele se abre, ouve e tem paciência. É aquela pessoa que gosta de se relacionar”, afirma Guimarães. 

A maneira como as vendas de um serviço ou produto são feitas interfere na percepção que os clientes têm da sua marca e da empresa. “Se vai trabalhar com o público, não pode ser uma pessoa mais séria porque não vai atrair os clientes”, explica Junior.

2) O executor
No caso de startups, por exemplo, colocar a mão na massa faz parte do caminho para se ter sucesso. De nada adianta ter ótima visão do mercado e uma ideia de produto ou serviço se não tem uma pessoa do time que se dedica a executar essas ideias.

No caso de pequenas empresas, Guimarães explica que em uma equipe é importante ter aquele profissional que gosta de fazer e é proativo. Esta é uma competência daqueles profissionais que sabem quais são as medidas e ações necessárias para solucionar cada problema.

3) O comprometido
O engajamento do profissional com a empresa é indispensável para que as metas sejam atingidas. Além disso, Junior ressalta que o comprometimento deve ser estendido para as pessoas com quem ele trabalha. “Tem que ter um espírito de trabalho em equipe, já que ninguém trabalha sozinho”, afirma.

Além da contratação de profissionais com esse espírito, faz parte do papel do empreendedor saber como levar o conhecimento sobre a missão, os valores e os objetivos da empresa aos funcionários. Dessa maneira, ele conseguirá ter um time mais unido e com a percepção do que precisa ser feito para alcançar os objetivos da empresa.

4) O criativo
Para que a sua empresa consiga implantar ações inovadoras, profissionais que são mais flexíveis e impulsivos tendem a ser mais criativos. “São aquelas pessoas que gostam do processo de criação”, conta Guimarães. Para ele, o líder não pode ser o único da empresa a ter essa competência.

Independente da área de atuação do seu negócio, a criatividade é necessária tanto para promover o seu produto quanto na maneira de se relacionar com o público-alvo.
Fonte: Exame

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

5 dicas para elogiar os funcionários e aumentar a produção

Foto: Divulgação
Não é novidade que elogios vindos do chefe incentivam os empregados. Mesmo assim, há gestores que não conseguem dominar a arte do tapinha nas costas. “Há uma luta de alguns patrões para não dar os créditos merecidos à equipe”, diz Bill Flint, fundador da empresa de consultoria Flint Strategic Partners, em Indiana, Estados Unidos. O empreendedor dá cinco dicas de como conseguir louvar os funcionários. Confira os conselhos que foram publicados no site da Entrepeneur:

1) Pare e converse
Tente interromper os afazeres para dialogar com os membros da equipe. Agradeça-os por se esforçarem tanto. Esse tipo de elogio inesperado estimula a maioria dos empregados, de acordo com Flint.

2) Identifique os destaques 
Peça aos gestores e aos funcionários que apontem colegas que estão se sobressaindo. Em seguida, escreva um bilhete ou fale pessoalmente com os que foram aplaudidos. “Tente ser específico, dizendo, por exemplo: fiquei impressionado com a sua capacidade de organização da agenda. Aprecio a eficiência”, aconselha Flint. Dessa forma, além de incentivar um funcionário, destacará também os valores primordiais da empresa.

3) Premie boas ideias 
Aqueles que encontrarem maneiras de economizar dinheiro, por exemplo, merecerão reconhecimento. Pode ser um agradecimento público, como um e-mail geral ou um discurso em frente a todos. Dessa forma, o restante da equipe aprenderá que inovações são valorizadas na empresa.

4) Elogie fracassos produtivos 
Mesmo quando o projeto não tem êxito, é importante ressaltar quem foram os funcionários que mais se esforçaram para que ele desse certo. “Eles provavelmente vão se sentir derrotados. Mas é trabalho do proprietário da empresa dizer que o trabalho foi apreciado e que eles não devem desanimar”, diz o empreendedor.

5) Reconheça marcos 
Dê presentes ou marque um evento para comemorar datas relativas aos funcionários. Por exemplo, quando alguém completar dez anos de trabalho na empresa, não deixe que o marco passe em branco. É essencial demonstrar apreço pela lealdade do time.


Fonte: Papo de Empreendedor/PE&GN

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

4 ações para sua empresa bater a concorrência

Investir na qualidade do produto ou serviço e focar no relacionamento com os clientes são recomendações de especialistas

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Lidar com um concorrente que anuncia promoções com preços baixíssimos não é uma tarefa fácil para um pequeno ou médio empresário. Apesar de ser fácil, oferecer desconto e baixar seu preço não é a melhor solução a longo prazo. Neste caso, fazer diferente é uma alternativa para quem não quer reduzir sua margem de lucro e, ainda assim, se destacar no mercado.
 
A raiva do concorrente grande e que oferece preço baixo pode levar o empresário a associar a concorrência com o termo inimigo, o que não é recomendável. Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas, conta que, às vezes, os esforços de empreendedores para anular o concorrente acabam resultando na perda do foco com os consumidores e com o negócio. “As pessoas acabam lembrando o cliente do concorrente de tanto que falam sobre outras marcas”, afirma.

1) Saiba tudo sobre sua empresa
É importante analisar as ações dos players no mercado, sem deixar de lado o seu negócio. É recomendável que o empresário faça uma revisão estratégica de seus objetivos periodicamente, de preferência a cada seis meses. “Ao tornar isso um hábito, ele saberá se está no caminho certo”, afirma Luis Henrique Stockler, sócio-diretor da consultoria ba}Stockler.

Para evitar que as vendas de sua pequena empresa sejam afetadas por promoções dos concorrentes, o ideal é se prevenir. Dependendo do tipo de negócio, em datas comemorativas, por exemplo, é possível se programar e investir.

2) Invista em qualidade
Liste os diferenciais do seu produto ou serviço em relação aos outros concorrentes: ressalte a matéria-prima utilizada, destaque a durabilidade do que você está oferecendo ou enfatize o design do seu produto.
Stockler recomenda que o empreendedor reserve um tempo para pensar em que pontos o que seu negócio se sobressai em relação ao concorrente. “A agenda do empreendedor fica muito focada no operacional e não sobra tempo para ter insights estratégicos”, afirma.

3) Evite comparações
Ressaltar o quanto você é melhor que as outras empresas pode ser um tiro no pé para quem está vendendo. “Evite ao máximo falar dos seus concorrentes na frente dos clientes”, afirma Rodrigues.

O cliente quer soluções para os seus problemas. Por isso, para evitar que ele vá literalmente bater na porta de outra empresa, invista no treinamento de sua equipe. Dessa maneira, o bom atendimento se transformará em uma qualidade do seu negócio.

4) Conheça as razões dos clientes
O cliente escolheu a sua empresa por algum motivo. Para especialistas, descobrir quais são as razões pelas quais o consumidor opta pelo seu produto ou serviço é importante. Se o caixa da empresa não permite o pagamento de uma pesquisa de mercado personalizada, busque alternativas baratas. Para Stockler, focar nas mídias sociais ou participar de grupos de discussão são atitudes de baixo custo para quem quer saber qual é o posicionamento do consumidor em relação à sua empresa.

Tente comprar ou criar uma metodologia para monitorar o concorrente. Vale, inclusive, acompanhar as promoções e alterações de preço que as outras empresas estão oferecendo.


Fonte: Exame