quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dia dos pais: cartilha ajuda lojista vender mais


O Sebrae-SP lança a cartilha “Venda Melhor-Dia dos Pais” para auxiliar os empresários a aumentarem suas vendas na data, considerada pelo comércio varejista como uma das mais importantes do calendário. Para obter a cartilha, disponível na internet no endereço http://sebr.ae/sp/vendamelhor_pais , o empreendedor deve se cadastrar no site ou ir pessoalmente a um escritório do Sebrae-SP e retirar. 
A cartilha ensina detalhadamente como montar kits temáticos para variados tipos de pai – do clássico ao fanático por futebol –, além de passar dicas, ensinando ao comerciante como as práticas cotidianas podem refletir positivamente no seu faturamento. 
“Eventos sazonais são ótimos momentos para o empreendedor divulgar seus produtos e serviços de forma mais incisiva. Assim como as outras datas, o Dia dos Pais traz desafios e oportunidades para o varejo, com a demanda levando o faturamento a uma variação positiva”, afirma o diretor  superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano. 
Para atingir esse objetivo, a cartilha orienta o lojista sobre alguns cuidados essenciais: não estocar muitos itens apenas para aproveitar descontos de fornecedores; não comprar pouco e, com isso, perder oportunidades de venda. Fazer um mix de produto e serviços, promover promoções, criar motivos e oferecer sugestões por faixa de preços também estão entre as instruções de apoio ao comerciante. 
No quesito equipe, o material desenvolvido pelos especialistas do Sebrae-SP lembra a importância de se investir no aperfeiçoamento constante do pessoal de atendimento. Já com relação ao ponto de venda, ações como exposição correta dos produtos na vitrine, visando facilitar a escolha do cliente, e bom gosto na decoração e no visual interno da loja figuram entre as orientações.  
Oito dicas para acertar nesta data 
1 – Defina seu público-alvo: em datas comemorativas, o público que vai frequentar sua loja pode não ser o seu público-alvo atual.
2 – Atenção aos cuidados essenciais: consulte sempre seus vendedores antes de realizar pedidos de compra.
3 – Faça um mix de produtos/serviços: pense em pacotes de serviços, cheques-presente e explique as condições de troca.
4 – Treine seus funcionários: o vendedor deverá utilizar argumentos de vendas diferentes e saber passar informações detalhadas.
5 – Faça promoções e crie motivos: promoção é vender algo e não somente baixar preço. Inove, invente, você é quem define o que promover.
6 – Adapte o ponto de venda: crie uma rotina de vendas para que o caixa seja rápido no fechamento da venda.
7 – Divulgue sua loja: faça propaganda em jornal, revista, rádio, TV, faixas, carro de som, banner, etc.
8 – Atenda bem seu cliente – conheça bem seu cliente e mantenha com ele diálogo constante., além de ter domínio da informação.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Prêmio reconhece trabalho do Sebrae no setor de varejo


Luiz Prado/Luz
Diretor José Claudio dos Santos recebe prêmio em São Paulo
Diretor José Claudio dos Santos recebe prêmio em São Paulo
O Sebrae recebeu nesta quarta-feira (31) durante a terceira edição do Brazilian Retail Week (BR Week), o maior evento do setor, o Prêmio Os Mais Importantes no Varejo 2013. A instituição conquistou o primeiro lugar na categoria Apoio e Capacitação do Pequeno e Médio Varejo. O diretor de Administração e Finanças, José Claudio dos Santos, representou o Sebrae na cerimônia de premiação em São Paulo. "Esse prêmio reconhece nosso trabalho de apoio às pequenas empresas do setor, desde a inovação e revitalização do comércio nas ruas à capacitação de fornecedores da cadeia". 
Concorreram com o Sebrae a Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Martins Comércio e Serviço de Distribuição. Ao todo, 39 finalistas disputaram em 17 categorias. As empresas participantes do prêmio foram submetidas a uma avaliação, com duas metodologias distintas, realizada entre abril e maio pela consultoria Accenture, a pedido da revista NOVAREJO.
O primeiro estudo, dividido em cinco categorias, analisou a performance de empresas varejistas do setor de super e hipermercados, atacarejo, magazines, lojas e departamento, shoppings e farmácias. Foram verificados os critérios de Eficiência, Crescimento e Consistência.
Já a segunda pesquisa avaliou dados qualitativos levantados a partir da percepção e experiência dos membros da Banca Examinadora, formada por especialistas das entidades e representantes de classe do varejo brasileiro. Um grande número de empresas foi pré-selecionada e, após uma avaliação baseada em indicadores, três finalistas por categoria foram escolhidas. Todos as instituições que chegaram à final receberão um relatório informativo com os dados do estudo.
Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 2107-9300
(61) 2104-2770/2769/2766
(61) 3243-7851

segunda-feira, 29 de julho de 2013

3º Encontro de Legislação e Tributação


Em continuidade aos encontros que põem em debate leis e tributos que impactam o comércio eletrônico, acontece amanhã (30/07), em Belo Horizonte - Minas Gerais, o 3º Encontro de Legislação e Tributação promovido pelo SEBRAE. 

O evento é gratuito. Para quem for de Belo Horizonte a participação pode ser feita de forma presencial e para aqueles que forem de outros estados, é possível assistir a transmissão online. 

Inscrições evento presencial: http://migre.me/fCqDQ
Mais informações: 0800 570 0800 ou  www.ecommercelegal.com.br



sexta-feira, 26 de julho de 2013

Como driblar a falta de padronização nas medidas do vestuário nacional

Fonte: SEBRAE 2014

A padronização de medidas do vestuário facilita a compra do consumidor nacional e internacional e torna o processo produtivo mais econômico e sustentável, por evitar ponta de estoque. Além disso, garante melhor qualidade de caimento e conforto do consumidor. É o que aponta o Boletim Sebrae 2014, que trata sobre o padrão de medidas brasileiro. 

Há outras vantagens na padronização, principalmente para a comercialização das peças. Por exemplo, unifica as regras de medidas de uma confecção para outra e facilita identificação de tamanhos na hora da compra e também contribui para a venda via loja virtual. O mais importante de tudo é que estas iniciativas evitam que o consumidor perca tempo e dinheiro. 

O empresário de moda nacional que busca atender a clientes internacionais deve atentar para a padronização de medidas, que contribui para a ampliação da abrangência de seus produtos. Para isso, antes de mais nada, deve revisar suas tabelas de medidas, verificando qual padrão tem sido praticado. A seguir, deve definir quais padrões internacionais serão incluídos junto a numeração nacional nos produtos (EUA, Inglaterra, Europa). 

 Acesse abaixo o boletim sobre moda e confira estas iniciativas:

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O grande mercado das pequenas empresas

De acordo com a terceira edição do Estudo Mercado de Vizinhança, elaborado pela GfK Brasil, as vendas do pequeno varejo cresceram novamente no ano passado. Estudo completo traz o perfil das lojas e dos supermercadistas e mapeia aspectos vitais como gestão e relação com fornecedores.

Acesse o estudo abaixo:


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como montar uma loja de auto peças

Fonte: Franquia Empresa (adaptado)

 O empreendedor interessado em montar uma loja de autopeças, deve conhecer bem o ramo de negócio em que está se envolvendo. Entre os principais  fatores a serem adotados pela empresa, para o sucesso do negócio estão,  a localização, a qualidade de atendimento, conhecimento de administração de controle do estoque, planejamento das compras e estrito controle de inventários, receitas e despesas.

Estoque: As lojas de auto peças exigem um bom estoque e controle de entrada e saída das peças. Crie um planejamento de negócios para decidir as peças do estoque. Ter algum conhecimento sobre o mercado de auto peças poderá ser de grande ajuda no momento da criação do projeto.

Produtos: O empresário dono de uma loja de auto peças tem como prioridade,  saber quais produtos oferecer para o cliente.Caso não haja qualquer experiência na área,  uma pesquisa de mercado deverá ser administrada por um profissional.

Localização:O local ideal para se montar uma loja de auto peças deve se localizar próximo à oficinas mecânicas, funilarias e borracharias.

Estrutura: Dependendo do planejamento do negócio a ser montado, é indicado que a área de uma loja de auto peças não seja menor que 80m².O estabelecimento deverá ser divido entre escritório, copa e banheiro para funcionários, estoque e loja.

Equipamentos: Você irá precisar de,  um computador, telefone e fax, um emissor de Cupom Fiscal, vitrine para produtos de luxo, balcão e prateleiras para estoque de produtos. 

Dica: Empresas de lojas de Auto Peças estão aumentando o seu faturamento mensal, investindo em lojas virtuais, ou e-commerce.

terça-feira, 23 de julho de 2013

3 dicas para lidar com preços no e-commerce


Um dos fatores mais atrativos para o seu negócio virtual é, sem dúvidas, o preço. O consumidor busca relacionamento, qualidade e segurança, mas também está de olhos abertos para os preços e está informado por meio dos comparadores. Por isso, é importante trabalhar bem o custo de cada item e ser transparente na hora de informá-los. Veja algumas dicas:

Exposição
O preço do que você está oferecendo deve estar sempre bem visível e junto à imagem de seu produto. É importante mostrar, ainda, os valores com possíveis descontos e preços de parcelamento com destaque. Nunca engane seu cliente, mostrando um valor em um momento e outro no fechamento da compra, pois este tipo de “estratégia” irá detonar sua credibilidade.

No carrinho
Opte sempre pelo cálculo imediato do valor gasto. Facilite, mostrando os itens, os valores, os descontos e o frete durante todo o processo de navegação. Usando este recurso, seu cliente pode acompanhar com clareza seus gastos e o impacto de cada item adicionado, podendo, inclusive, comprar mais em sua loja.

Classificação por preço
Classificar os produtos pelo preço também ajuda a aumentar a conversão. Além de o cliente perceber que tem poder de compra neste ambiente, a ferramenta incentiva a compra e melhora a experiência do cliente. Com a classificação, fica fácil comparar os produtos de acordo com seu valor e as chances de o cliente sair satisfeito são maiores.

Não se esqueça de definir bem os seus preços e pensar no custo x benefício do lojista, sem prejudicar os clientes, visando sempre aumentar o ROI.



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Alto da Julio vai desenvolver ações culturais com apoio da Lei Rouanet


O Programa de Revitalização de Espaços Comerciais, que em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, desenvolve ações há quatro anos com lojistas estabelecidos na Avenida Julio Assis Cavalheiro, entre a Travessa Frei Deodato até a Rua Luis Antonio Faedo, região conhecida como Alto da Julio, comemora mais uma conquista. O projeto realizado em Francisco Beltrão foi o primeiro da modalidade no Paraná a ser selecionado e ter recursos aprovados por meio da Lei Rouanet, a Lei de Incentivo à Cultura.

O grupo de 34 empresas que integram o projeto completou a fase de planejamento para investir em ações culturais, utilizando recursos da legislação para fortalecer os micro e pequenos negócios estabelecidos no trecho do Alto da Julio.  A Lei de Incentivo à Cultura permite o aporte de recursos por meio de incentivos fiscais.

A legislação possibilita que cidadãos e empresas apliquem parte do Imposto de Renda (IR) devido em ações culturais, como planejam os empresários e parceiros do Programa de Revitalização de Espaços Comerciais em Francisco Beltrão.

Guy Mauro Berhorst, empresário e presidente da Associação de Potencialização de Espaços Comerciais de Francisco Beltrão (APEC), conta que atração de recursos através da Lei Rouanet tem como objetivo incentivar a arte e cultura local e regional, estabelecendo também uma nova dimensão para as empresas de comércio e serviços do Alto da Julio. 

“Dentro do projeto do Alto da Julio, temos a missão de transformar o setor no espaço comercial mais atrativo da cidade e da região sudoeste. Assim, com o foco em projetos culturais podemos apoiar os valores da cultura local e regional, estimular a participação das pessoas e fortalecer o comércio”, pondera.

As ações culturais que serão desenvolvidas até o final de 2014 acontecerão paralelamente a datas comemorativas, como os dias dos Pais, Mães, Namorados e épocas de Páscoa e Natal com a identidade “Alto da Julio com Arte”. Danças típicas, teatro, artesanato, música com orquestras de viola e corais serão algumas das atrações que serão apresentadas ao público.

“Estadualmente, o grupo realizou uma inovação dentro do programa, que vai estimular a cultura e fomentar negócios no Alto da Julio. As empresas participantes contribuirão para o crescimento cultural da cidade e região, agregando reconhecimento social, exposição e aumento do valor percebido das suas marcas”, detalha a consultora do Sebrae/PR, Jocelei Fiorentin.

O Programa desenvolvido pelo Sebrae/PR e Sistema Fecomércio Sesc Senac PR revitaliza e organiza comércio de rua dentro do conceito de um centro comercial ou shopping a céu aberto.

São parceiros da iniciativa em Francisco Beltrão a Prefeitura Municipal, Câmara da Mulher Empreendedora, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial e Empresarial (ACEFB), Associação de Moradores e Comerciantes do Centro (AMOCCEN), Associação de Potencialização de espaços Comerciai (APEC),     NUBeTEC - Núcleo de Imobiliárias, Sindicato do Comércio de Francisco Beltrão (Sindicom), Unimed, UTFPR, UNIPAR,  UNIOESTE e imprensa local.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Como escolher a franquia ideal

Fonte: PEGN

Com 2.426 redes e um faturamento bilionário, o setor de franquias atrai cada vez mais empreendedores. Investir no mercado de franquias é seguro, mas é importante identificar a franquia ideal para o seu perfil, bem como fazer a lição de casa e pesquisar e entender a estrutura operacional do negócio e a necessidade de investimento.

Assim como em outros aspectos de nossa vida, para ter sucesso no franchising é preciso compromisso, responsabilidade e dedicação.
Alguns pontos importantes precisam ser observados por todos aqueles que pretendem ingressar no mundo do franchising:

- valor do investimento;
- prazo de retorno;
- rentabilidade;
- afinidade com o segmento;
- empatia com a marca;
- atração pelo modelo de negócio;
- resiliência frente às dificuldades iniciais que possam surgir;
- análise detalhada da circular de oferta de franquia e do contrato de franquia;
- análise dos demonstrativos de resultados e balanços da empresa
- conversas com os franqueados da rede;
- conversas para tirar as dúvidas com o responsável pela rede.

O franchising brasileiro conquista adeptos diariamente. Se for seu desejo ingressar nesse mercado, a sugestão é fazer muita pesquisa e uma análise apurada para pautar sua escolha.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

5 mitos sobre dinheiro que os empreendedores ainda seguem

Fonte: Exame

Hoje, três em cada dez pequenas empresas brasileiras não sobrevivem aos dois primeiros anos do negócio, segundo dados recentes do Sebrae. Em parte, a falta de capacidade de gestão é responsável pelo fim de muitos negócios.

Cuidar bem das finanças é essencial para pequenas empresas. Muitas vezes sem uma equipe, o próprio empreendedor assume o papel de gerir e administrar todo o negócio. O problema é que empresas de pequeno porte podem não ter capacitação adequada e os erros recorrentes levam o negócio à falência. Com amadorismo, os empreendedores ainda acreditam em mitos sobre finanças que podem ser fatais ao negócio.

1. Vender mais dará mais lucro

É verdade que aumentar as vendas pode também aumentar os lucros, mas nem sempre isso é verdade. Segundo Maurício Galhardo, da Práxis Business, o lucro acontece quando há controle financeiro e dos gastos. “Se não tem uma margem boa, vender mais significa jogar a empresa no buraco”, diz Galhardo.

2. Falta de lucro é o fim do negócio

O professor de finanças do Insper Angelo Corsetti diz que muitos empresários acreditam que o lucro é o indicador mais importante da saúde do negócio. Mas nem sempre funciona assim. “Uma empresa quebra não é por falta de lucro, é por falta de caixa. Às vezes, o sujeito que é amador imagina que uma empresa não vai quebrar por que tem lucro. Mas quem determinará isso é o fluxo de caixa”, explica Corsetti.

3. Dono deve ter uma retirada mensal

Muitos chamam de pró-labore, outros de participação nos lucros. O importante para muitos empreendedores é fazer uma retirada mensal de dinheiro da empresa.
Ele tem o direito de tirar o dinheiro todo mês, mas uma pequena empresa nem sempre dá essa condição. Ela pode ter sazonalidade e não fechar no azul. Se o dono não tiver esse controle, ele tira dinheiro e afunda ainda mais o negócio”, afirma Galhardo.

O ideal, segundo ele, é ter um planejamento para saber em quais meses é possível fazer a retirada sem prejudicar o negócio. “Há meses que ele pode tirar duas vezes e outros não. Ele precisa entender o fluxo de caixa da empresa e o pessoal”, diz o consultor.

4. Não há diferença entre contas pessoais e jurídicas


Muitas pessoas ainda acreditam que não há problema em misturar finanças de empresa e pessoais. “Como saber se o negócio está indo bem ou não se tem contas pessoais ali no meio”, questiona Galhardo. Se usar o dinheiro do negócio nas contas pessoais, é preciso registrar o valor, para saber como está o resultado real da empresa.

5. Planejamento é perda de tempo


Um planejamento financeiro bem feito pode exigir tempo e informações do empresário. Por falta de um ou outro, muitos não fazem um planejamento adequado e acabam instalando uma gestão amadora na empresa. A margem de lucratividade, o giro de ativos e a geração operacional de caixa devem ser dados conhecidos do empreendedor que quer expandir. “A empresa precisa crescer, mas tem que crescer de maneira sustentável e lucrativa”, diz Corsetti.