Veja abaixo o infográfico feito pelo Sebrae/PR sobre o "Perfil do Empreendedor Brasileiro".
segunda-feira, 16 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Brechós ganham vida nova e fazem sucesso no e-commerce
Fonte: Mundo do Marketing
Os brechós, antes remetidos a locais com peças antigas e cheiro de naftalina, ganharam novo impulso com o comércio eletrônico. As lojas virtuais específicas para itens usados têm crescido em todo o Brasil, especialmente as voltadas para a moda. Os produtos deixaram o mofo para trás e hoje dividem espaço até com artigos novos. Os compradores são das classes A, B e C, que têm em comum a busca pela exclusividade e preços atrativos.
Ainda não há levantamentos específicos sobre a contribuição do segmento para o total faturado pelo e-commerce, que chegou a R$ 28,8 bilhões em 2013, no Brasil. Muitos dos dados apontados em pesquisas em lojas virtuais, no entanto, valem também para o mercado online de roupas usadas. As categorias de produtos mais procurados são moda e acessórios, segundo o Relatório Webshoppers da E-Bit. A estimativa é de que, em 2014, o volume de vendas do e-commerce aumente 20% em relação ao ano anterior, chegando a R$ 34,6 bilhões. Com o ambiente favorável, as pessoas observaram nesse meio uma oportunidade de renda.
O baixo custo para abrir uma página online e a boa visibilidade que a internet oferece são alguns dos motivos que levaram a um aumento da oferta de bazares. Isso porque, diferentemente de lojas físicas, quem trabalha no ambiente virtual tem que se preocupar menos com o local e mais com a divulgação. “A grande vantagem de um negócio como este é o investimento, que gira em torno de R$ 15 mil, um custo muito abaixo se comparado a outros negócios do varejo. Esse valor considera a criação de um bom site, gestão de estoque e pagamento, provedor e uma pessoa para fazer a comunicação com o público, já que, com o tempo, o dono vai ter dificuldade em responder de imediato”, analisa Roberto Kanter, Consultor de Varejo e Professor de MBA em Marketing e Gestão Financeira pela FGV, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Garantia transmite confiança
Quando o trabalho é feito com qualidade e de forma transparente, o índice de satisfação dos clientes é alto. O brechó online Ficou Pequeno conseguiu agradar aos compradores mesmo não vendendo diretamente as mercadorias. Como um portal de anúncios de roupas usadas de bebês e crianças, a empresa preza pelo bom estado do que é ofertado e oferece garantia total em caso de problemas com um item. O portal permite ainda aos clientes darem notas de avaliação aos serviços.
Com foco no segmento infantil, o desgaste é raramente visto nas vestimentas. Isso porque, na fase de crescimento, as peças deixam de ter serventia rapidamente, mesmo antes de terem sido úteis. “Após observar o desperdício, resolvi investir nesse ramo. O retorno do investimento foi rápido e o interesse das pessoas em vender e comprar é o melhor termômetro. Hoje o site se mantém com os próprios recursos”, conta Alexandre Fisher, criador e dono do Ficou Pequeno, em entrevista ao Mundo do Marketing.
A página possui 70 mil visitantes únicos por mês, 1.200 anunciantes, 13 mil produtos publicados e 7,5 mil já entregues. A estimativa do bazar é crescer 15% ao mês. A maior oferta e procura estão nos produtos importados. “Por causa do baixo preço, muitas pessoas montam enxoval fora do Brasil. Como algumas roupas nem chegam a ser usadas, elas estão em ótimo estado e possíveis de serem revendidas. O público gosta de ter algo diferente e de qualidade, é o tipo de item que mais tem saída”, avalia Fisher.
Busca por importados
Os brechós que registram mais crescimento no Brasil são aqueles que apresentam ofertas de grifes renomadas. O interesse no mercado de luxo, ainda que em peças usadas, é voltado à exclusividade e reinvenção que a moda tem. O Peguei Bode é um dos negócios que vende apenas marcas importadas, com clientes, em sua maioria, das classes A e B. O site conta com 15 mil visitantes únicos por dia e tem na discrição – em relação a quem são seus fornecedores e compradores – um de seus atributos.
Isso porque, apesar de os clientes não demonstrarem preconceito ao comprarem roupas usadas, muitos deles preferem que seu círculo de amizades não saiba a origem das peças. “Apenas eu e minha irmã, que é minha sócia, sabemos quem é o vendedor que publica no nosso site e quem compra dele. É uma relação de confiança”, diz Daniela Carvalho, Sócia do Peguei Bode, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O endereço recebe clientes de todo o Brasil, que chegam a encomendar diretamente com as donas. O negócio trouxe lucro para as irmãs desde o primeiro mês de criação e já permite independência financeira. O sucesso nas vendas veio no relacionamento com os fornecedores. Inicialmente, a dupla procurou amigas e conhecidas próximas para ter estoque garantido. Após o início das vendas, divulgações feitas por blogueiras trouxeram mais notoriedade ao Peguei Bode. “Nunca pagamos anúncio e nem investimos em Marketing. Nossa melhor vitrine é o Instagram. Todos os produtos que postamos lá vendem rápido”, conta Daniela.
Ir além do carrinho de compras
Ter atuação nas mídias sociais e observar quais os produtos de maior interesse dos clientes é uma estratégia favorável ao empresário. “Pensar além da loja é fator importantíssimo. O empreendedor tem que ir onde as pessoas estão. Não usar integração de mídias é um erro. Hoje em dia, o Instagram é mais relevante. O empreendedor pode postar os itens com link para a peça e tornar a venda mais rápida. O ideal é que se desenvolva um bom site de venda com um bom blog”, analisa o consultor.
O conteúdo produzido precisa ser específico para o público-alvo que o brechó quer atingir. Essa ação agiliza as vendas e o processo de captação, uma vez que, sabendo para quem vender, identifica-se melhor como obter um material que gere interesse. Uma estratégia de comunicação bem feita envolve cliente e fornecedor. “No mercado de brechó não existe indústria de fornecedores, tudo é comprado de pessoas físicas. É importante ter contato com o público para adquirir mercadorias. O estoque tem que estar ativo, tem de haver procura das peças”, avalia Wilsa Sette, Coordenadora Nacional de Varejo da Moda, do Sebrae, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Networking é essencial
Os próprios amigos podem ajudar nessa rede de contatos e fornecedores, como aconteceu com o Recicla Luxo, que conseguiu captar as primeiras roupas para o bazar online em conversas com pessoas do círculo de convívio. Sem retenção de lucro, a loja doa todo o valor das vendas para instituições de caridade. A iniciativa convenceu os conhecidos das sócias a cederem itens de grife em prol de instituições carentes. Por serem vestimentas de alto valor, é preciso um bom diálogo para que os donos abram mão de objetos parados no armário.
O estoque dos produtos fica concentrado no escritório da empresa, que faz uma triagem dos produtos e fotos profissionais das mercadorias. Além das sócias, o brechó possui um estagiário que cuida da parte de envio dos produtos. “Apenas as sócias respondem ao Fale Conosco. Gostamos de estar à frente de todo o processo. Por ser beneficente, não vivemos deste trabalho e precisamos ter outras carreiras por fora. Mas o funcionamento do Recicla Luxo é igual a qualquer outro semelhante”, afirma Adely Hamoui, Sócia do Recicla Luxo, em entrevista ao Mundo do Marketing.
A página é abastecida com produtos nacionais e importados, mas a maioria das ofertas está com etiquetas estrangeiras, principalmente os acessórios. A justificativa para maior saída dessa categoria é que, ao contrário das roupas e calçados, são itens de tamanho único. Foi ao enviar uma bolsa pelos Correios para o comprador que o Recicla Luxo notou um grande desafio. “A peça foi extraviada e não tivemos como reenviar outra igual à cliente, porque não tínhamos. Lidamos com exclusividade. Na época ficamos em uma saia juta, mas hoje em dia já tiramos de letra, pois fazemos o rastreamento”, conta Adely.
Ambiente formal
O profissionalismo de assumir um erro e dar resposta ao consumidor, mais do que um desafio, é fator determinante para o negócio. Em um momento de falha de uma loja informal o cliente se sente inseguro, já que não há nada legal que a obrigue a devolver o valor ao freguês. Saber que o local da compra tem um cadastro formal, recolhe impostos e aceita pagamento direto com as operadoras de cartão crédito gera confiança.
Transformar o pequeno brechó em empresa requer dedicação. Não existe jornada de trabalho, uma vez que a internet funciona 24 horas todos os dias da semana. Montar um esquema rotativo com sócios ou outros funcionários é a solução. “O consumidor quer resposta imediata. O site pode dar algum problema e você tem que estar disponível para atender”, diz Daniela Carvalho, da Peguei Bode.
Acreditar que o baixo investimento no setor pode ser comparado ao volume de trabalho é um equívoco. “Pensar que ter uma fanpage ou uma página na internet já caracteriza um negócio, faz com que o empreendedor não vá para frente. O investimento financeiro é baixo, mas os práticos são enormes e constantes. A grande vantagem do brechó online é a desvantagem dele: o controle do estoque. O dono não precisa se preocupar com grandes volumes de peças, mas precisa diariamente ir atrás de quem quer vendê-las”, analisa Roberto Kanter.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Estudo Setorial: Comércio Varejista de Acessórios
Este estudo tem por objetivo agregar e analisar informações secundárias
visando disponibilizar essa inteligência de mercado para os pequenos
negócios do comércio varejista de acessórios do segmento de moda,
compreendendo joias, gemas, folheados, bijuterias, óculos, meias,
cintos, luvas, lenços, gravatas, chapéus e bonés e outros acessórios de
vestuário e afins.
Para saber mais, acesse o estudo abaixo:
segunda-feira, 9 de junho de 2014
5 dicas para melhorar o atendimento ao cliente na Copa
Fonte: Revista PEGN
| Ainda dá tempo para aprender palavras-chaves em inglês e em espanhol (Foto: Divulgação) |
Faltando poucos dias para a Copa do
Mundo, é hora de fazer ajustes finais para garantir um bom atendimento ao longo
do evento. Algumas dicas de última hora podem ainda fazer diferença.
José
Worcman é sócio-diretor da OnYou, empresa especializada em qualidade de
serviços. O empreendedor apresentou cinco conselhos para não fazer feio
nas próximas semanas.
1. Público
exigente
Os turistas nacionais e internacionais que viajam o Brasil para assistirem aos
jogos costumam ser exigentes. “São pessoas que esperam um bom atendimento,”
diz. Por isso, o cuidado deve ser dobrado. A diversidade de pessoas exige
serviço personalizado e flexível, ajustado à origem do cliente.
2. Vocabulário
básico
Não é mais hora de se inscrever ou inscrever seus funcionários em cursos
elaborados e demorados de inglês e de espanhol. A solução é aprender
palavras-chaves, relacionadas ao negócio, e algumas expressões relevantes. “A
barreira do idioma não será completamente quebrada, mas é importante demonstrar
alguma preocupação,” afirma Worcman.
3.
Profissionalismo
O brasileiro é conhecido por sua receptividade calorosa. Apesar das
características marcante, durante a Copa será importante manter o
profissionalismo. “Alguns atendentes brasileiros encostam as mãos em clientes,
é um traço cultural. Enquanto a simpatia deve ser mantida, o contato físico
precisa ser evitado,” afirma o empreendedor. Em outros países, o ato não é bem
entendido.
4.
Conheça seu negócio
É importante entender
a capacidade de sua casa e o tamanho de sua equipe. “Pense em formas de
amenizar filas de espera, ou ainda de algo para ser consumido durante este
período,” diz.
5.
Diferenciais
Aproveite o momento para se destacar de outros negócios.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
6 dicas para quem deseja investir em startups
Fonte: Revista PEGN
Para conseguir tirar as ideias do papel, um dos melhores caminhos para as startups é buscar investimento. Por sorte, também há pessoas com vontade de injetar dinheiro nas empresas de tecnologia, segundo João Kepler, investidor-anjo e fundador da Show de Ingressos. Segundo ele, investir também é empreender. "É possível conseguir um valor cinco, 10, 20 vezes maior que o inicial do aporte", diz.
Kepler fez a apresentação de abertura do segundo dia da Demo Brasil 2014. O evento, que começou ontem e termina nesta quarta-feira (4/6), no Rio de Janeiro, tem painéis, apresentações de startups e depoimentos de empreendedores bem-sucedidos.
Em sua fala, o investidor deu dicas para executivos e empreendedores que não comandam mais empresas, mas têm capital em caixa e querem atuar como investidores-anjo:
1. Invista no que você já conhece
"Não há como fugir dos riscos quando você é um investidor. No entanto, quando você trabalha com o que sabe, a probabilidade de que algo ruim ocorra é minimizada", afirma Kepler.
2. Aposte no presente, não no futuro
Segundo Kepler, há uma frase dita com bastante frequência no mundo das empresas de tecnologia. "Todo mundo fala que as startups anteveem problemas do futuro e propõem soluções para eles. Pode até ser que a frase faça sentido, mas os investidores têm de pensar de uma maneira diferente." Os melhores negócios para investir são os que resolvem problemas do presente. "Quando vemos uma empresa lutando contra algo que prejudica a nossa vida neste momento, é mais fácil confiar que a ideia vai dar certo", afirma.
3. O empreendedor também é importante
Kepler diz que não costuma focar exclusivamente nas empresas quando analisa um projeto. A imagem do empreendedor também é importantíssima. "Já aconteceu de eu olhar para uma ideia e não gostar muito, mas apoiar as pessoas por trás do negócio." Segundo o "anjo", qualidades como comprometimento e resiliência sempre devem ser avaliadas na iminência de um aporte. "Os melhores empreendedores são aqueles que matam um leão por dia", diz.
4. Procure quem já quebrou
Apesar da falha ainda ser considerada como algo ruim no Brasil, já começamos a ver um movimento de valorização do erro. "Gosto de fazer negócios com quem já faliu. A chance de o empreendedor cometer o mesmo erro de novo é muito pequena", afirma Kepler.
5. O pitch foi incrível. Ok, mas vá com calma
Saber vender é essencial para um negócio. Mas tem gente que vende tão bem que pode iludir um investidor menos experiente. "Não feche um investimento após uma apresentação de três minutos. Você precisa saber mais sobre a empresa. Investir é como casamento: as coisas acontecem bem devagar até o momento de definição."
6. Não é só grana
O investidor também precisa lembrar que o dinheiro, provavelmente, é só mais um dos apoios ao empreendedor. Normalmente, o "anjo" tem experiência no mundo corporativo e pode ser o conselheiro dos donos do projeto. "Não somos só patrocinadores. Temos que ser 'ombros amigos' para eles", diz Kepler.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Copa do Mundo: 7 dicas para pequenas lojas virtuais
Fonte: Portal Administradores
| Nos próximos 40 dias, a Copa do Mundo e a seleção brasileira serão os assuntos mais frequentes no Brasil: da política à economia, tudo será relacionado com o evento. Para o comércio eletrônico nacional, pode ser uma oportunidade de alavancar as vendas, mesmo para pequenas lojas virtuais que não são especializadas em artigos esportivos ou em produtos nacionalistas. De acordo com Adriano Caetano, diretor da Loja Integrada, plataforma de criação de loja virtual grátis – o comércio eletrônico deve levar comodidade ao cliente que não quer sair de casa em período de grande movimento, assim como aproveitar a competição e a comoção nacional para fazer promoções especiais e oferecer produtos exclusivos. “Pesquisas mostram que o comércio é o terceiro segmento que mais irá lucrar com a Copa, atrás de hotelaria e alimentação. O e-commerce também deve abocanhar grande parte deste movimento”, explica. Para a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o crescimento no período deve ser de 30%. Caetano indica abaixo alguns passos para pequenas lojas virtuais ampliarem as vendas durante a Copa do Mundo: 1. Lançar promoções especiais ao longo da Copa do Mundo. Levar a temática para dentro da loja virtual é uma forma do consumidor se interessar ainda mais pelos produtos. Além de investir em artigos das cores verde e amarelo, você pode personalizar o layout da loja para o evento. 2. Interagir com a competição oferecendo, por exemplo, descontos se o Brasil ganhar uma partida ou se fizer um gol. Na dúvida, coloque na promoção os produtos que estão no estoque há bastante tempo, afinal mercadoria parada é dinheiro perdido. 3. Ampliar estoque e variedade de produtos. Invista em artigos personalizados, mas não apenas nas camisetas e bandeiras. Produtos para escritório e casa também são procurados. 4. Pensar em mercadorias de outras nacionalidades, embora os artigos de maior destaque são do Brasil. Muitos brasileiros irão assistir a jogos de outras seleções e podem querer comprar um item dos times estrangeiros. 5. Não se iludir em cobrar caro para lucrar mais. O ideal é que você construa uma reputação com seus clientes, que traga boa relação custo benefício e faça ele voltar mais vezes para sua loja virtual. 6. Definir seu público e mãos à obra. Se você não se comunicar, o cliente não chegará até você. Redes sociais, Google, blogs, banner em outros blogs relacionados aos seus produtos, comparadores de preços, marketplaces, como o Mercado Livre e e-mail marketing são algumas formas de divulgação que funcionam bem para lojas virtuais. 7. Tomar cuidado na hora de fazer publicidade. A Fifa tem uma lista de palavras que são apenas de uso dela, como Copa do Mundo, Fifa e Copa. Se você for investir em links patrocinados, use a imaginação. |
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Procon-SP lança Guia de Comércio Eletrônico
| A Fundação Procon-SP lança o Guia de Comércio Eletrônico, material com dicas e orientações para o consumidor fazer uma compra mais consciente, com informações que ajudam analisar e decidir pela opção mais segura e que atenda a sua expectativa. Para saber quais os cuidados necessários e o que fazer em caso de problema com a transação comercial, acesse o guia abaixo: |
segunda-feira, 2 de junho de 2014
10 dicas para aproveitar a ABF Franchising Expo
Fonte: Revista PEGN
Começa quarta-feira, em São Paulo, a 23ª edição da ABF Franchising Expo, um dos maiores eventos do setor de franquias no mundo.
Realizada entre os dias 4 e 7 de junho, no Expo Center Norte, a feira terá 270 redes expositoras, além de consultorias especializadas em expansão – que apresentarão outras marcas nacionais e internacionais. O empreendedor encontrará franquias de alimentação, construção, decoração, consultorias, educação, idiomas, serviço de limpeza, vestuário, acessórios, estética e produtos naturais.
Com tantas opções, fica difícil saber como aproveitar o máximo do evento. Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF, para saber o que fazer antes, durante e depois da feira. Confiram as dicas.
1. Vá preparado
Escolha em qual setor você gostaria de abrir uma franquia, pesquise as redes nas quais você tem maior interesse e os valores de investimento.
2. Seja realista
Só selecione aquelas marcas que estejam dentro dos recursos que você pode investir. Números como esses são fáceis de achar na internet.
3. Faça um roteiro
A feira acontece em um grande espaço, o Expo Center Norte, portanto crie um roteiro organizado para não perder tempo. Na entrada, você receberá um mapa e também pode usar o aplicativo feito para smartphones e tablets para não se perder.
4. Reserve pelo menos dois dias
E passe a maior parte do tempo nos estandes das empresas que realmente te interessam.
5. Nada de contrato
Não adianta: é contra lei fechar contrato durante o evento. Isso porque são necessários pelo menos 10 dias para organizar toda a papelada. Camargo também afirma que o objetivo da feira é justamente oferecer o maior número de informações para os visitantes não fazerem contratos por impulso.
6. Vá atrás de conhecimento
A feira oferecerá cursos rápidos e baratos sobre o mercado. Aproveite para visitar o site do evento e encontrar aqueles que podem te preparar melhor para abrir uma unidade.
7. Já procure um ponto
Nessa edição haverá muitos representantes de shoppings, o que permite que visitantes também já estudem a possibilidade de abrir suas unidades em um deles.
8. Não tenha medo de perguntar
Tire todas as suas dúvidas: procure saber se a rede delimita territórios de atuação, quanto tempo dura o contrato, o que ela oferece de consultoria, como é o dia a dia do negócio e mais. Não se esqueça de ler com atenção o contrato.
9. Converse com outros franqueados
Peça contatos de outros franqueados para os representantes de cada rede e converse com eles depois do evento. E não deixe de tirar mais dúvidas sobre a qualidade da marca.
10. Use o tempo extra para conferir outros mercados
Com o tempo restante, não deixe de analisar redes de outros setores fora dos que você previamente selecionou. É sempre bom ficar atento como andam os mercados.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
5 lições para os empreendedores
Fonte: Revista PEGN (adaptado)
1. Aprender a executar
O empreendedorismo não é uma ciência exata. “Por mais que você faça planilhas e projeções que no papel são perfeitas, é preciso que a ideia seja validada na prática. E, para isso ocorrer, intuição, força de vontade e execução podem valer muito mais do que o que o Excel fala”, acredita Rafael Guandalini, 29 anos, sócio-fundador do Roupas S.A.
2. Falhar rápido
Para Ofli Guimarães, 28 anos, fundador do Meliuz, é importante que empreendedores saibam se o seu produto ou serviço será bem aceito no mercado antes de investir tempo e capital no projeto. “Essa filosofia de que se se deve falhar rápido era pouco conhecida e passou a ser mais difundida após a publicação do livro Lean Startup”, explica.
3. Investir no networking
Construir relacionamentos é uma habilidade essencial para quem deseja fechar acordos em eventos. “Tivemos que rever nosso orçamento de marketing de maneira a incluir gastos em eventos sociais e conhecer melhor as pessoas que representam nossos clientes”, conta Pettersom Paiva, 38 anos, CEO do Voopter.
4. Saber contratar e demitir
Para uma empresa ter sucesso é preciso ter uma boa gestão de pessoas. “Seus funcionários são a alma do negócio e ninguém constrói uma empresa sozinho. Para mim, o MBA foi super importante para ter uma visão diferente de negócios, mas nenhuma aula é capaz de te ensinar como gerir sua equipe”, afirma Juliana Duarte, co-CEO da Tricae, loja online de artigos infantis.
5. Motivar a equipe
Alex Tabor, 33 anos, cofundador e CTO do Peixe Urbano, explica que incentivar o trabalho de equipe é essencial para que seus funcionários atinjam objetivos e superem desafios. “Um ambiente de trabalho agradável, uma forte cultura corporativa e uma excelente dinâmica e entrosamento entre os membros do time são fatores essenciais para o sucesso de uma empresa”, conta.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
3 dicas para ter amplo controle dos processos da empresa
Fonte: PEGN
No Brasil, os altos impostos aliados
à burocracia representam um grande entrave para novos negócios se
desenvolverem. Por essa razão, as pequenas empresas devem estudar, o
tempo todo, novos processos para aumentar a competitividade no mercado.
Durante o Congresso da Micro e
Pequena Indústria, realizado nesta segunda-feira (26/5), em São Paulo, questões
como controle, gestão e produtividade das empresas estiveram em debate. O
evento, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
(Fiesp), teve a participação de diversos especialistas e empreendedores. Em
diversos debates, eles apontaram soluções para lidar com esses desafios.
Conheça agora algumas delas:
Invista no controle do negócio. “Ninguém controla o
passado, mas pode controlar o que vai acontecer”, disse Roy Martelanc,
professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), durante o congresso.
Para ele, o empreendedor deve acompanhar e ter domínio das finanças da empresa.
“Mas medir não é o bastante, é preciso comparar”. Martelanc afirma que o
empreendedor deve traçar metas coerentes com os seus objetivos e ter um
parâmetro sempre em mente. Essas metas podem levar em consideração o desempenho
da empresa no ano interior, o crescimento do concorrente ou um número absoluto.
Isso ajuda a definir problemas contábeis e a se preparar para momentos de
crise.
Integre seus sistemas de gestão. Manter diversos
segmentos da empresa isolados também pode ser preocupante, tanto na hora de
prestar contas como na busca por crédito. Para estar a par do que acontece em
diferentes áreas da empresa, vale a pena contar com a ajuda de um Sistema
Integrado de Gestão. Fernando José Gonzalez, especialista no assunto e
professor do Instituto Mauá de Tecnologia, explica que com o uso desse tipo de
sistema o negócio passa a ter um banco de dados centralizado.
Assim, é possível manter a segurança da informação, aumentar a
produtividade e relacionar dados. Em empresas que precisam otimizar processos
produtivos porque são mais enxutas, esse tipo de sistema garante ainda uma
redução de custos operacionais, porque diminui o retrabalho com cadastro de
dados.
Seja produtivo. Para José Ricardo Roriz, diretor do Departamento de Competitividade e
Tecnologia da Fiesp, o cenário atual é desestimulador para quem investe capital
próprio na indústria em busca de retorno financeiro. Segundo dados levantados
pela Fiesp em 2013, o “custo Brasil” chegou a ser 38% maior do que aquele
praticado em outras economias emergentes. Neste ambiente desfavorável, Roriz
afirma que o fortalecimento interno da indústria é ainda mais importante, sendo
a produtividade um grande diferencial.
Como caminho para tornar uma indústria produtiva, ele ressalta a
importância de dois fatores: produção de mercadorias com valor agregado e
capacitação profissional. Isso porque, uma base sólida nessas duas esferas
permite que o empresário invista em gestão, compra de máquinas e equipamentos e
pesquisa e desenvolvimento.
Apesar do conselho, Roriz é realista: “Estamos passando por uma fase de
desindustrialização. A margem de faturamento bruto das empresas tem se mantido
estável e isso compromete investimentos em competitividade”.
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