A interação com o cliente está em constante mudança, logo, as lojas perceberam que precisavam se adaptar a esta nova realidade. Foi assim que surgiu a iniciativa do Sebrae de criar “lojas modelos” que mostram boas práticas e novas tecnologias a serem aderidas pelos lojistas.
Em Alagoas, um exemplo desta loja está funcionando no Parque Shopping Maceió, entre 23 de setembro e 7 de novembro. A loja está aberta para uma visita guiada e indica boas práticas de exposição de marca, vitrine, circulação, iluminação, acessibilidade, compra por oportunidade, entre outras. Além do mais, a loja modelo faz interação com o e-commerce, abordando a loja virtual como um aliado da loja física, não um concorrente. Confira algumas dicas:
- O cuidado também deve ser constante com a vitrine, já que se trata do elemento mais importante para atração de consumidores. A vitrine deve ser uma amostra dos produtos que serão encontrados no interior da loja e precisa chamar a atenção em poucos segundos. O foco dos produtos deve estar na altura média dos olhos dos consumidores, mas é importante para a composição e dinamismo que se tenha elementos em outros planos e alturas.
- A iluminação deve destacar as mercadorias, decorar os espaços especiais e também acompanhar o estilo e a personalidade da loja. Uma boa forma para direcionar iluminação e destacar um objeto ou plano é com o uso de luz dirigida.
- Acessibilidade, climatização da loja e cuidados com provadores são itens essenciais para garantir conforto do cliente durante a visita à loja.
- A loja virtual complementa a loja física e vice-versa. Os pequenos também precisam ter atenção à integração e integração entre os dois canais. Estratégias como etiquetas com QR code nas peças físicas podem fazer interação com o mundo virtual, assim como a loja física ter disponível tablet ou computador para efetuar uma compra online junto com o consumidor, se for o caso.
A loja de Maceió é a 1ª loja modelo dentro de um shopping no nordeste. Outras estão disponíveis em eventos e feiras do Sebrae. Não deixe de conferir: em Maceió, a loja está aberta para uma visita guiada das 10h as 22h até o dia 7 de novembro.
Quer mais dicas de como melhorar o visual de loja? Acesse a publicação 10 dicas para melhorar o visual da sua loja aqui!
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Sebrae participa de evento de redes de materiais de construção
Nos últimos dias 8 e 9 de outubro, aconteceu o 21º ENARE – Encontro
Nacional das Redes Associativas de Materiais para Construção, em vitória/ES,
realizado pela Entidade Nacional de Redes Associativas de Materiais de
Construção. O Sebrae esteve presente no evento para apresentar a sua atuação no
segmento, além de buscar aproximação entre as duas entidades.
Atualmente, a ENARE conta com 22 redes, com 708 lojas em
distribuídas nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas
Gerais, Paraná, Rio Grande Do Sul, Rio Grande Do Norte, Rondônia e São Paulo.
O objetivo da entidade é compartilhar experiência das melhores práticas entre
associações.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Crise favorece o mercado de reposições de autopeças
Não é novidade que o país enfrenta um momento difícil na economia. Com o aumento da inflação, o preço dos produtos sobe e muitos setores do comércio não conseguem manter o ritmo das vendas. Em maio deste ano, por exemplo, as concessionárias apresentaram queda de 24,15% na venda de carros novos em comparação com o ano anterior.
Essa crise, porém, não é prejudicial para todos os setores. Com a queda da venda de veículos novos, a população evita investir em um carro novo, e se precisa trocar, dá preferência para veículos usados. Dessa forma, o mercado de reposição, que é composto por varejos de autopeças e oficinas reparadoras de veículos, é mais procurado, uma vez que a maioria dos veículos em circulação possui maior tempo de uso. De acordo com a Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae Nacional, baseado no Cadastro Sebrae de Empresas, o número de empresas de reparação veicular se aproxima de 270 mil e o número de empresas de reposição chega a quase 315 mil, sendo que os pequenos negócios do segmento de comércio varejista de autopeças representam 99%, sendo 55% microempresas.
“Com a projeção do aumento da demanda para os próximos anos, pode-se considerar que há espaço para crescimento do segmento. Porém, é fundamental que as empresas também apostem na qualidade dos serviços oferecidos” aconselha Frederico Lopes, responsável pela cadeia de Autopeças do Sebrae Nacional.
As expectativas de entidades, como o Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos (Sincopeças) e Sindicato da Industria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa), o cenário para a reposição automotiva também é muito positivo. “O aftermarket [reposição] vai revigorar sua força com a expansão da frota brasileira, que hoje já atinge 45 milhões de veículos. Se não vamos comprar carros novos, vamos ter de consertar o que temos e isso aquece o segmento”, afirmou Paulo Butori, presidente do Sindipeças, entidade que agrega cerca de 500 fabricantes de autopeças no País.
Com o aumento de demanda, as empresas de reposição e reparação precisam estar preparadas para atender a população da melhor forma. Investir em capacitações e na melhoria dos serviços gera muitos benefícios para um negócio, como o aumento da receita e maior reconhecimento. Se você é um micro ou pequeno empresário e está buscando melhorar o seu atendimento, entre em contato com o Sebrae!
Essa crise, porém, não é prejudicial para todos os setores. Com a queda da venda de veículos novos, a população evita investir em um carro novo, e se precisa trocar, dá preferência para veículos usados. Dessa forma, o mercado de reposição, que é composto por varejos de autopeças e oficinas reparadoras de veículos, é mais procurado, uma vez que a maioria dos veículos em circulação possui maior tempo de uso. De acordo com a Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae Nacional, baseado no Cadastro Sebrae de Empresas, o número de empresas de reparação veicular se aproxima de 270 mil e o número de empresas de reposição chega a quase 315 mil, sendo que os pequenos negócios do segmento de comércio varejista de autopeças representam 99%, sendo 55% microempresas.
“Com a projeção do aumento da demanda para os próximos anos, pode-se considerar que há espaço para crescimento do segmento. Porém, é fundamental que as empresas também apostem na qualidade dos serviços oferecidos” aconselha Frederico Lopes, responsável pela cadeia de Autopeças do Sebrae Nacional.
As expectativas de entidades, como o Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos (Sincopeças) e Sindicato da Industria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa), o cenário para a reposição automotiva também é muito positivo. “O aftermarket [reposição] vai revigorar sua força com a expansão da frota brasileira, que hoje já atinge 45 milhões de veículos. Se não vamos comprar carros novos, vamos ter de consertar o que temos e isso aquece o segmento”, afirmou Paulo Butori, presidente do Sindipeças, entidade que agrega cerca de 500 fabricantes de autopeças no País.
Com o aumento de demanda, as empresas de reposição e reparação precisam estar preparadas para atender a população da melhor forma. Investir em capacitações e na melhoria dos serviços gera muitos benefícios para um negócio, como o aumento da receita e maior reconhecimento. Se você é um micro ou pequeno empresário e está buscando melhorar o seu atendimento, entre em contato com o Sebrae!
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Você conhece o conceito de Fast Fashion?
O mundo da moda é muito dinâmico e o varejista que atua no
setor precisa estar sempre atento às novidades e tendências. Para ajuda-lo
nessa tarefa, o Sebrae lançou uma série no YouTube com 10 dicas para o Varejo
da Moda. O primeiro vídeo fala sobre o conceito de Fast Fashion, lojas que
seguem as tendências e oferecem preços acessíveis para atrair os clientes.
Assista ao vídeo e fique por dentro desta novidade:
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
6 dicas para montar uma loja virtual de franquias
Fonte: GS&MD
O setor de franquias no Brasil não para de crescer e atrai cada vez mais adeptos. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) apurou crescimento nominal de 11,2% no primeiro semestre de 2015. Na primeira metade deste ano foram movimentados R$ 63,885 bilhões ante R$ 57,464 bilhões registrados nos seis primeiros meses de 2014.
E para chamar cada vez mais os consumidores, as franquias buscam romper as fronteiras do mundo físico e expandir seus produtos também para o ambiente virtual. Alguns cuidados, porém, devem ser tomados para que a sua franquia obtenha sucesso no comércio eletrônico. Veja seis dicas que especialistas dão a franqueados e franqueadores ao montar uma loja virtual.
1. Evite o conflito de canais
Os franqueados veem no e-commerce um concorrente que tira vendas das lojas físicas, avalia Mauricio Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). “Há sim uma parte de consumidores que deixam de comprar na loja física pra comprar no e-commerce, mas há uma parte muito maior que não compraria se não fosse por Internet”, afirma. Salvador diz que ao oferecer um canal de vendas pela Internet, a franquia aumenta o alcance da marca. “Suas vendas atingem consumidores que você jamais conseguiria somente com lojas físicas.”
2. Busque harmonia entre franqueado e franqueador
Para o franqueador que pretende investir no e-commerce como estratégia para alavancar o faturamento, é essencial criar um modelo de negócios que harmonize os interesses do franqueador e do franqueado, aconselha Luan Gabellini, sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em gestão de comércio eletrônico. “Em um cenário, a administração do e-commerce pode ser realizada pela franqueadora e os franqueados participam de acordo com a região onde atuam”, diz Gabellini. “Em algumas situações específicas, os franqueados podem não participar do processo e nesse caso é importante que o franqueador busque evitar políticas de promoções e preços que concorram de forma desleal com as lojas físicas”, completa.
3. Defina a estratégia dos franqueados
Ao abrir o e-commerce, a franquia deve se preocupar com todos os aspectos do negócio e definir claramente qual é a sua estratégia com relação aos seus franqueados, ressalta Leandro Marques, sócio-fundador da Tray, empresa especializada em criação de lojas virtuais. “É preciso definir se a franqueadora vai considerar o e-commerce como uma operação da master, se vai considerar como mais uma unidade de negócios ou se vai criar uma loja virtual para cada um dos seus franqueados”, avalia Marques. O especialista considera ainda que os aspectos geofísicos – onde se encontra a franquia e onde se encontram os clientes – é de vital importância. “O fornecedor escolhido deve ter competência para atender à especificação da franquia”, ressalta.
4 Aumente a satisfação dos franqueados
Buscar estratégias que atraiam os consumidores que visitam a loja online da franquia para o ambiente físico também deve ser pensado, avalia Mauricio Salvador, da ABComm. “Há várias estratégias que podem ser seguidas para levar consumidores da Internet para as lojas físicas, aumentando a satisfação dos franqueados”, diz. “Outro ponto importante é buscar um modelo de comissionamento para os franqueados pelas vendas geradas pela Internet. Os franqueadores são contra isso, mas se não houver comissão, os franqueados não entram no jogo”, ressalta o especialista.
5. Conheça a mudança de hábito dos consumidores
O planejamento e a busca por informações ao abrir um e-commerce são fundamentais para alguém que possua uma franquia e que tenha a intenção de explorar as oportunidades que o mundo digital oferece, avalia Guilherme Pizzini, diretor comercial da Mundipagg, empresa especializada em pagamentos online. “Ainda vivemos uma fase de mudança de hábito dos consumidores em relação à maneira como eles consomem ou compram produtos de uma maneira geral”, afirma Pizzini. “Por se tratar de algo diferente, é importante que os empreendedores procurem conhecer detalhes desse ambiente. Esse conhecimento pode ser adquirido por meio da participação de eventos especializados na área ou de literatura especializada”, complementa o executivo.
6. Escolha as ferramentas corretas
Ao iniciar no e-commerce, a franquia deve procurar uma plataforma que atenda os requisitos da região de atuação e de entrega onde pode atuar, afirma Leandro Marques, da Tray. “Comece pequeno, com uma plataforma escalável para que você não tenha custos que inviabilizem o projeto”, avalia. Além disso, é necessário escolher a ferramenta adequada para viabilizar as transações de venda via internet, de acordo com Guilherme Pizzini, da MundiPagg. “Em média apenas 70% das transações feitas pela internet são aprovadas, o que impacta diretamente na performance das empresas. Para corrigir essa ineficiência, a sugestão é contratar um gateway adequado de pagamento.”
O setor de franquias no Brasil não para de crescer e atrai cada vez mais adeptos. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) apurou crescimento nominal de 11,2% no primeiro semestre de 2015. Na primeira metade deste ano foram movimentados R$ 63,885 bilhões ante R$ 57,464 bilhões registrados nos seis primeiros meses de 2014.
E para chamar cada vez mais os consumidores, as franquias buscam romper as fronteiras do mundo físico e expandir seus produtos também para o ambiente virtual. Alguns cuidados, porém, devem ser tomados para que a sua franquia obtenha sucesso no comércio eletrônico. Veja seis dicas que especialistas dão a franqueados e franqueadores ao montar uma loja virtual.
1. Evite o conflito de canais
Os franqueados veem no e-commerce um concorrente que tira vendas das lojas físicas, avalia Mauricio Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). “Há sim uma parte de consumidores que deixam de comprar na loja física pra comprar no e-commerce, mas há uma parte muito maior que não compraria se não fosse por Internet”, afirma. Salvador diz que ao oferecer um canal de vendas pela Internet, a franquia aumenta o alcance da marca. “Suas vendas atingem consumidores que você jamais conseguiria somente com lojas físicas.”
2. Busque harmonia entre franqueado e franqueador
Para o franqueador que pretende investir no e-commerce como estratégia para alavancar o faturamento, é essencial criar um modelo de negócios que harmonize os interesses do franqueador e do franqueado, aconselha Luan Gabellini, sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em gestão de comércio eletrônico. “Em um cenário, a administração do e-commerce pode ser realizada pela franqueadora e os franqueados participam de acordo com a região onde atuam”, diz Gabellini. “Em algumas situações específicas, os franqueados podem não participar do processo e nesse caso é importante que o franqueador busque evitar políticas de promoções e preços que concorram de forma desleal com as lojas físicas”, completa.
3. Defina a estratégia dos franqueados
Ao abrir o e-commerce, a franquia deve se preocupar com todos os aspectos do negócio e definir claramente qual é a sua estratégia com relação aos seus franqueados, ressalta Leandro Marques, sócio-fundador da Tray, empresa especializada em criação de lojas virtuais. “É preciso definir se a franqueadora vai considerar o e-commerce como uma operação da master, se vai considerar como mais uma unidade de negócios ou se vai criar uma loja virtual para cada um dos seus franqueados”, avalia Marques. O especialista considera ainda que os aspectos geofísicos – onde se encontra a franquia e onde se encontram os clientes – é de vital importância. “O fornecedor escolhido deve ter competência para atender à especificação da franquia”, ressalta.
4 Aumente a satisfação dos franqueados
Buscar estratégias que atraiam os consumidores que visitam a loja online da franquia para o ambiente físico também deve ser pensado, avalia Mauricio Salvador, da ABComm. “Há várias estratégias que podem ser seguidas para levar consumidores da Internet para as lojas físicas, aumentando a satisfação dos franqueados”, diz. “Outro ponto importante é buscar um modelo de comissionamento para os franqueados pelas vendas geradas pela Internet. Os franqueadores são contra isso, mas se não houver comissão, os franqueados não entram no jogo”, ressalta o especialista.
5. Conheça a mudança de hábito dos consumidores
O planejamento e a busca por informações ao abrir um e-commerce são fundamentais para alguém que possua uma franquia e que tenha a intenção de explorar as oportunidades que o mundo digital oferece, avalia Guilherme Pizzini, diretor comercial da Mundipagg, empresa especializada em pagamentos online. “Ainda vivemos uma fase de mudança de hábito dos consumidores em relação à maneira como eles consomem ou compram produtos de uma maneira geral”, afirma Pizzini. “Por se tratar de algo diferente, é importante que os empreendedores procurem conhecer detalhes desse ambiente. Esse conhecimento pode ser adquirido por meio da participação de eventos especializados na área ou de literatura especializada”, complementa o executivo.
6. Escolha as ferramentas corretas
Ao iniciar no e-commerce, a franquia deve procurar uma plataforma que atenda os requisitos da região de atuação e de entrega onde pode atuar, afirma Leandro Marques, da Tray. “Comece pequeno, com uma plataforma escalável para que você não tenha custos que inviabilizem o projeto”, avalia. Além disso, é necessário escolher a ferramenta adequada para viabilizar as transações de venda via internet, de acordo com Guilherme Pizzini, da MundiPagg. “Em média apenas 70% das transações feitas pela internet são aprovadas, o que impacta diretamente na performance das empresas. Para corrigir essa ineficiência, a sugestão é contratar um gateway adequado de pagamento.”
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
10 fatores chave para um e-commerce do sucesso
O sucesso vem com muito esforço e dedicação. É preciso
conhecer o mercado, saber suas forças e fraquezas para então conquistar
excelentes resultados. Para ajudar os empresários a alcançar o sucesso, o
Sebrae criou uma ferramenta para analisar o desempenho de uma loja virtual
seguindo 10 fatores:
1 - SEGMENTAÇÃO EM NICHO;
2 - MARKETING PROMOCIONAL;
3 - MARKETING DE RELACIONAMENTO;
4 - MOBILIDADE DO SITE;
5 - TEMPO DE CARREGAMENTO DO SITE;
6 - OTIMIZAÇÃO DE BUSCA;
7 - PREÇO;
8 - PRAZO DE ENTREGA;
9 - GESTÃO POR MÉTRICAS;
10 - COMUNICAÇÃO VISUAL
2 - MARKETING PROMOCIONAL;
3 - MARKETING DE RELACIONAMENTO;
4 - MOBILIDADE DO SITE;
5 - TEMPO DE CARREGAMENTO DO SITE;
6 - OTIMIZAÇÃO DE BUSCA;
7 - PREÇO;
8 - PRAZO DE ENTREGA;
9 - GESTÃO POR MÉTRICAS;
10 - COMUNICAÇÃO VISUAL
A ferramenta consiste em um questionário de 10 perguntas de
múltipla escolha, que analisa os fatores e recomenda planos de ação
específicos, de acordo com a resposta, para ajudar o empresário a desenvolver melhor.
Clique aqui para acessar e responder ao formulário!
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Evento fala de inovação em minimercados
O Sebrae/AL vai realizar, no próximo dia 15, o Seminário de
Minimercados. O evento faz parte da
Feira do Empreendedor de Alagoas e acontecerá no Auditório do Centro de
Convenções de Maceió. Confira a programação abaixo:
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
É hoje
Hoje é comemorado o dia da Micro e Pequena Empresa, além de
ser o dia oficial do Movimento Compre do Pequeno. Por isso, o dia foi de festa
em várias cidades do país.
No Acre, aconteceu uma ação cultural nos semáforos do parque
da maternidade e Parque do Tucumã, caminhada orientada no Parque da Maternidade
e do Tucumã e aulão de dança na concha acústica do Parque da Maternidade. No Alagoas, aconteceu uma palestra para 500 empresários, em
evento de comemoração do Dia da Micro e Pequena Empresa.Já em São Paulo está acontecendo a Semana do Empreendedor,
com atendimento em tendas ao micro empreendedor individual (MEI). E no Rio
Grande do Sul, carreta com os principais parceiros, para divulgação do
movimento. Na ação, foram distribuídos adesivos, folders e balões do movimento
para os clientes
Em Brasília, colaboradores do Sebrae Nacional e do Sebrae/DF
se reuniram para uma solenidade na hora do almoço que contou com a participação
do presidente do Sebrae, Luiz Barretto, do diretor superintendente do
Sebrae/DF, Valdir Oliveira, do governador do DF, Rodrigo Rollemberg, além de
outras autoridades.
Durante o almoço, o presidente Luiz Barretto agradeceu aos
colaboradores do Sebrae, por fazerem esse movimento ser possível. O governador
também agradeceu ao Sebrae e destacou que outubro representa o mês da virada.
O dia também foi marcado pelo lançamento do Guia Empresarial
Eletrônico do DF, um portal eletrônico em que os empresários podem cadastras
suas empresas gratuitamente e que será um espaço para o consumidor procurar
produtos e serviços com mais facilidade. Acesse o guia aqui!
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Esse negócio também é seu
O grande dia está chegando. O dia 5 de outubro, dia da Micro
e Pequena Empresa, vai ser o dia oficial do Movimento Compre do Pequeno. A
iniciativa foi criada pelo Sebrae para estimular que a sociedade compre das
micro e pequenas empresa e, assim, fortalecer a economia do país.
Os empresários Paula e Carlos Adriano, de Pernambuco, são
sócios do MOPE – Móveis Pernambuco, uma das 150 mil empresas que estão
cadastradas no site do Movimento. A MOPE
é um e-commerce de venda de imóveis e, para apoiar o movimento, eles se
cadastraram e publicaram fotos do movimento no site.
A aproximação da empresa
com o Sebrae surgiu na Feira do Empreendedor do ano passado, que aconteceu em
Recife. Segundo Thiago Suruagy, do Sebrae/PE, os empreendedores buscaram ajuda
do Sebrae e sempre se mostraram muito comprometidos e participativos, pois
tinham que se deslocar do interior para a capital para participar das
capacitações. Mas todo o esforço valeu a pena: “Para nossa felicidade, a loja deu certo e logo eles
perceberam que o ticket médio do site era maior do que as lojas físicas e foram
fazendo melhorias para determinar o mix de produtos de acordo com esse novo
perfil de cliente, que eles não conheciam”, conta Thiago.
O Movimento
O Compre do Pequeno foi lançado no dia 5 de agosto e terá
seu auge no dia 5 de outubro, segunda feira, quando é comemorado o dia da Micro
e Pequena Empresa. O objetivo do movimento é fazer com que a população
perceba que, quando compram de uma pequena empresa, elas estão melhorando a sua
cidade, gerando empregos e ajudando a economia, que passa por um momento
difícil. Durante os dias 3 e 5 de outubro, vão acontecer várias
ações em todo o país, por conta do movimento, confira a agenda completa aqui.
Fique ligado no comércio do seu bairro e não deixa de comprar do pequeno!
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Potencial do micro e pequeno varejo aquece mercado de tecnologia
A desaceleração na economia fez com que muitos brasileiros diminuíssem seu consumo em grandes e pequenos varejos. Segundo estudo divulgado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, no ano de 2014, o segmento registrou um crescimento de 2,4%, obrigando muitos empresários a repensarem seus negócios de forma que os custos fossem reduzidos e a eficiência potencializada.
Durante esse período onde o cinto aperta, é essencial a diminuição nos custos em todas as etapas do negócio, tendo como aliada a tecnologia. Empresas como a Gigatron Tecnologia Franchising, rede de serviços e tecnologia, oferecem para esse empreendedor novas soluções para otimizar desde gestão de estoque até a confiança dos clientes. “Hoje dentro da Gigatron temos a modalidade Software, onde os produtos são voltados para micro, pequenos e médios varejistas. A maior vantagem destes produtos é, sem dúvida, o aumento da eficiência da empresa por meio dos controles promovidos. Existem também outros ganhos como menor custo nas operações, maior velocidade no atendimento, maior integração com os clientes, melhor administração da empresa e maior lucratividade”, salientou Marcelo Salomão, diretor executivo da franquia.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2013 o mercado varejista movimentou R$3.033,649 milhões, o que representa 55,71% do Produto Interno Bruto (PIB). Com números crescentes o setor de tecnologia se interessa cada vez mais pelo varejo, o que permite uma competição saudável entre empresas que oferecem softwares voltados para o setor. “A Gigatron está no mercado há muitos anos, e já possui uma clientela formada que conhece a simplicidade e eficiência dos nossos produtos. Competições são saudáveis, graças a ela estamos sempre oferecendo produtos diferenciados para nossos clientes”, disse Salomão
Atuando no mercado de tecnologia desde 1998, a Gigatron Tecnologia entrou para o franchising em 2012 e atualmente possui 84 unidades franqueadas, 54 delas atuando na modalidade Software. “A franquia de software foi a segunda empresa que fundei, trabalhava com emissão de cupom fiscal eletrônico, tudo começou a partir de uma demanda, e hoje é uma das modalidades de maior sucesso da franqueadora”, contou o diretor.
Fonte: Agência IN
Durante esse período onde o cinto aperta, é essencial a diminuição nos custos em todas as etapas do negócio, tendo como aliada a tecnologia. Empresas como a Gigatron Tecnologia Franchising, rede de serviços e tecnologia, oferecem para esse empreendedor novas soluções para otimizar desde gestão de estoque até a confiança dos clientes. “Hoje dentro da Gigatron temos a modalidade Software, onde os produtos são voltados para micro, pequenos e médios varejistas. A maior vantagem destes produtos é, sem dúvida, o aumento da eficiência da empresa por meio dos controles promovidos. Existem também outros ganhos como menor custo nas operações, maior velocidade no atendimento, maior integração com os clientes, melhor administração da empresa e maior lucratividade”, salientou Marcelo Salomão, diretor executivo da franquia.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2013 o mercado varejista movimentou R$3.033,649 milhões, o que representa 55,71% do Produto Interno Bruto (PIB). Com números crescentes o setor de tecnologia se interessa cada vez mais pelo varejo, o que permite uma competição saudável entre empresas que oferecem softwares voltados para o setor. “A Gigatron está no mercado há muitos anos, e já possui uma clientela formada que conhece a simplicidade e eficiência dos nossos produtos. Competições são saudáveis, graças a ela estamos sempre oferecendo produtos diferenciados para nossos clientes”, disse Salomão
Atuando no mercado de tecnologia desde 1998, a Gigatron Tecnologia entrou para o franchising em 2012 e atualmente possui 84 unidades franqueadas, 54 delas atuando na modalidade Software. “A franquia de software foi a segunda empresa que fundei, trabalhava com emissão de cupom fiscal eletrônico, tudo começou a partir de uma demanda, e hoje é uma das modalidades de maior sucesso da franqueadora”, contou o diretor.
Fonte: Agência IN
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