sexta-feira, 28 de junho de 2013

Como construir uma marca sólida para sua startup

Fonte: PEGN (adaptado)

Um dos grandes desafios de uma startup é criar uma marca identificável por seus consumidores e reconhecida pelo mercado. A marca não se refere somente ao produto. É um emblema de toda a empresa e carrega em si outros elementos, como sintonia com as tendências, gestão profissional e valores. As startups não têm condições de realizar campanhas caras para comunicar isso ao mercado, mas podem construir sua marca utilizando mão de obra própria e ferramentas de baixo ou nenhum custo.

O desenvolvedor, designer e produtor musical Willie Peña elenca quatro passos para construir a marca de uma startup com poucos recursos.

1. Faça pesquisa de mercado
Ao identificar as tendências e as preferências dos consumidores, a startup pode gerenciar sua imagem de forma ativa. Por exemplo, em eventuais mudanças no mercado, quem estiver atualizado em relação às novidades estará um passo à frente da concorrência. Essa pesquisa deve ser feita pela própria startup, que pode utilizar redes sociais, aplicativos específicos, grupos de discussão com consumidores, estudos prévios e até a lista de e-mail. O importante é dialogar com pessoas para as quais o produto ou serviço seja relevante.

2. Alinhe a voz do seu negócio com a do mercado
Sabendo das movimentações do mercado, a empresa se posiciona como pioneira e autoridade no setor em que atua, antevendo as tendências e saindo na frente da concorrência. Segundo Peña, para ter essa vantagem, o empreendedor deve se perguntar:
- O que é valor para a minha audiência?
- Que valores extras a empresa oferece em relação à concorrência?
- Que problemas meu produto pode solucionar?
- O que meu público considera como qualidade?

3. Institua valores para todos os aspectos do negócio
Todos os processos e ações da empresa devem transparecer o compromisso com seus valores, incluindo a atuação em redes sociais, sites e outras formas de comunicação com parceiros, fornecedores e consumidores. Por causa da internet e das redes sociais, as empresas que não têm valores sólidos acabam sendo denunciadas e denegridas em algum momento.

4. Aproveite as possibilidades baratas de marketing
Blogs: são uma forma de o público interagir com a startup e uma ótima plataforma para a empresa disseminar seus valores e anunciar seus diferenciais.
Publicações locais: Peña sugere a contratação de jornalistas freelancers ou de uma assessoria de imprensa para chegar a veículos de comunicação que cubram a localidade onde a startup está baseada.
Fidelidade e depoimentos: como o boca a boca é gratuito e será sempre uma das ferramentas mais poderosas de marketing, a startup pode criar programas de fidelidade e publicar o depoimento dos clientes satisfeitos em sua comunicação.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Encontros põem em debate leis e tributos que impactam o comércio eletrônico



Diante do crescimento das vendas online e das peculiaridades decorrentes de tal relação, tramitam no Congresso diversos projetos de lei sobre o tema. Entender o funcionamento das leis e seus encargos nem sempre representa tarefa fácil para o empresário, ainda mais em uma área recente, como o das vendas pela internet.

Visando contribuir na construção de um cenário cada vez mais favorável aos pequenos negócios virtuais,  o SEBRAE promove Encontros de Legislação e Tributação no Comércio Eletrônico em cinco capitais, com o apoio das entidades do setor. 

Os encontros vão acontecer nas sedes do SEBRAE no Rio de Janeiro (2 de julho), São Paulo (23 de julho), Belo Horizonte (30 de julho), Fortaleza (10 de setembro) e Brasília (24 de setembro). Os eventos têm o objetivo de apresentar o cenário e debater a regulamentação, leis e tributos do comércio eletrônico com os varejistas virtuais. Além disso, o SEBRAE quer ouvir os empresários, conhecer dificuldades com relação à temática  e identificar oportunidades de ações para a melhoria do ambiente legal do e-commerce.

Para mais informações sobre as inscrições do 1º encontro que acontece no Rio de Janeiro (02/07), acesse:

http://www.radiola.com.br/mailmkt/sebrae-ecommerce/sebrae-ecommerce.jpg




quarta-feira, 26 de junho de 2013

Empreendedores capacitados tornam suas lojas mais competitivas

No varejo, a capacitação é o diferencial competitivo que possibilitará o empreendedor a se destacar no mercado e aproveitar as oportunidades com a Copa do Mundo da FIFA 2014.

O comércio varejista teve um acréscimo no movimento de 7% através do encadeamento de compras e vendas entre os setores, o que comprova a necessidade do gestor dos pequenos negócios de estar preparado para atender um crescimento durante o período do evento.
Para essa preparação, o programa SEBRAE 2014 lançou o boletim “Inteligência Competitiva Varejo: Capacitação dos Empreendedores”, com ações para ajudar as empresas durante grandes eventos.

Quer saber mais? Acesse o boletim completo abaixo:


terça-feira, 25 de junho de 2013

3 soluções para melhorar os seus negócios

O comércio de bens, serviços e turismo não para de crescer no Brasil. O setor gera muitos empregos e tem potencial para se desenvolver ainda mais. Sendo assim, o SEBRAE/PR em parceria com a Fecomércio/PR lançaram 3 soluções para melhorar os negócios das empresas da região.
Confira o vídeo abaixo:


Quer saber mais? Acesse: www.sebraepr.com.br

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vitrines virtuais que permitem compra pelo celular chegam ao Brasil

Fonte: ESPM

Vitrines virtuais que simulam gôndolas de supermercado estão chegando ao Brasil. Colocadas em locais públicos de grande circulação, os painéis mostram as imagens dos produtos com um código de barras. Ao posicionar o celular em frente ao código, o consumidor adiciona o item a sua compra, que é entregue em casa horas depois.
No início de julho, o supermercado Pão de Açúcar lançou uma vitrine com mais de 300 itens no Shopping Cidade Jardim, na capital paulista. Em setembro de 2011, no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o Submarino colocou painéis virtuais na sala de embarque com produtos como livros e eletrônicos.
A tecnologia usada não é novidade. As imagens dos produtos carregam um código de barras chamado QR code, que pode ser identificado pela maioria dos celulares com câmera fotográfica para redirecionar o acesso ao site da loja. A inovação das vitrines está na aplicação desses códigos.

Presente há 15 anos no e-commerce, o Pão de Açúcar lançou os aplicativos de venda on-line em 2010, para Android e iPhone. Para fazer as compras na vitrine, o usuário deve baixar o programa no celular e posicionar a câmera do aparelho em frente ao código do produto escolhido. No caso do Submarino, o usuário deve ter apenas um celular com acesso à internet e um aplicativo leitor de QR code.

Leia a matéria completa aqui

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sebrae atende quase 800 empreendedores durante Feira da ABF

Nacional apoiou caravanas de Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás
O Sebrae marcou presença importante na 22ª Feira Internacional de Negócios de Franquias. O estande da instituição de apoio aos pequenos negócios levou informações e orientações a 783 empreendedores, 331 nas mesas de atendimento e 452 no auditório. O evento foi realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), de 12 a 15 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Também houve entrega de aproximadamente 3,5 mil folders com o tema de franquia e 700 sobre o programa Sebrae Mais. "Ainda apoiamos caravanas do Sebrae em Minas Gerais, no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás", informa João Augusto Pérsico, analista da Unidade de Atendimento Coletivo - Comércio (UACC) do Nacional. "Tudo ocorreu dentro do esperado e planejado", conclui o gerente da UACC, Juarez de Paula.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Empresária aposta no serviço de delivery de sapatos

Fonte: G1  (adaptado)

Pequenos empresários  investem na fabricação própria de sapatos e têm conseguido atrair clientes com diferenciais como atendimento delivery e vendas pela internet. 

 

Adriana Pedroso é designer de sapatos e, há 3 anos, montou um ateliê em São Paulo, com investimento de R$ 220 mil. Além das vendas na pequena loja, a empresária apostou no delivery, que já é responsável por 15% das vendas. O faturamento anual da empresa é de R$ 1,2 milhão.
Para fazer o pedido, a cliente escolhe o modelo no site e liga para a loja. A empresária separa o sapato escolhido e envia também outras opções, num total de 10 pares, para que a cliente possa experimentar à vontade e fazer as combinações dos sapatos com as peças que tem no guarda-roupa.
A designer é quem cria os modelos. Todos exclusivos. A fabricação é terceirizada. 
Agora, Adriana quer investir mais no serviço de delivery e aumentar o número de clientes cadastradas.

Mercado de  sapatilhas
No Brasil, só no ano passado, a produção de calçados chegou a 790 milhões de pares e movimentou mais de R$ 2 bilhões. Segundo a associação brasileira das indústrias de calçados, hoje, o país é o terceiro maior produtor mundial e o oitavo maior exportador do produto. O empresário Azad Gananian é outro que lucra com a produção e venda sapatos. O negócio é bem antigo, uma herança de família. A empresa fica na Zona Norte de São Paulo, numa área de 700 metros quadrados. Na parte da frente fica a loja e nos fundos, a fábrica. Lá trabalham 12 funcionários.

Rapidez na entrega tem representando um diferencial importante na hora de fechar negócio.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

5 dicas de marketing com baixo custo para PMEs

Fonte: D Loja Virtual  (adaptado)




Toda empresa vive de lucro, mas para isso, é necessário vender. De acordo com Guilherme Evangelista, empreendedor e especialista em Marketing de Varejo, para as PMEs o cenário é mais crítico, pois, muitas vezes, existem verbas muito pequenas para estas aplicações e errar pode ser fatal devido ao pequeno fluxo de caixa.
Confira cinco dicas fundamentais de como começar a organizar o marketing da sua empresa, gastando pouco.

1) Pesquise. Descubra quem é seu cliente, onde ele está e porque ele precisa do seu produto. Sabendo disso não perderá tempo e dinheiro tentando vender algo pra alguém que não precisa.

2) Divulgue. Hoje em dia existem dezenas de meios de divulgação, alguns inclusive têm menores custos, como panfletos e jornais de bairro. Você também pode utilizar jornais de grande circulação, rádio ou até mesmo televisão. Estes últimos demandam maior investimento, mas quando bem produzidos e direcionados ao seu público corretamente, trarão alto retorno.

3) Atenda bem. Esse é um ponto controverso da maioria das empresas. Muitas investem quase todos os recursos em produtos, pesquisa e divulgação, mas quando um novo cliente ou até mesmo consumidor fiel precisa da sua empresa eles são atendidos por pessoas de baixa qualificação ou remuneração. Qualifique, remunere bem e exija alto desempenho do seu atendimento, mesmo que seja da sua telefonista ou secretária.

4) Transforme seus produtos em serviços. Hoje não basta mais ter um bom produto, é necessário que se entregue ao cliente algo a mais. Surpreenda! Existem diversas formas de ser feito. São várias opções, como: instalações gratuitas, manutenções preventivas, melhorias gratuitas e tudo que fará seu cliente ser surpreendido de tempos em tempos e nem imaginar em trocar de fornecedor.

5) Tenha presença digital. O Brasil talvez não tenha o maior número de internautas do mundo em relação a sua população, mas com certeza é o um dos países mais apaixonados por internet. Esqueça o preconceito! Ainda engatinhamos neste meio e quem já inseriu sua empresa no mundo digital já começa a colher os frutos. Mídias tradicionais e catálogos já estão migrando. A lista telefônica vai diminuindo enquanto buscadores como o Bing crescem.
Mas um detalhe: sites como conhecemos estão com os dias contados. Atualmente, as plataformas sociais oferecem espaços para manter a marca da sua empresa fazendo sua divulgação e o melhor, promovendo o relacionamento com o cliente.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Decreto que regulamenta o comércio on-line entra em vigor

Fonte: ABComm (adaptado)


A partir desta amanhã (17), consumidores de sites de compras coletivas ganharão regras específicas para comprar produtos e contratar serviços. Estas lojas on-line ficam obrigadas a detalhar a oferta com informações sobre a quantidade mínima de vendas para efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta e a identificação do fornecedor do produto à venda, entre outras questões. 

Para entidades de defesa do consumidor, estas normas são a maior contribuição do decreto nº 7.962/2013. O documento regulamenta as regras de contratação para todo o comércio on-line, detalhando direitos básicos já contemplados pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), de 1990. A regulamentação faz parte do Plano Nacional de Consumo e Cidadania (Plandec), lançado pela presidente Dilma Rousseff em 15 de março para melhorar a qualidade de produtos e serviços e incentivar as relações de consumo. 


O diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Amaury Oliva, explica que o decreto tomou forma ao identificarem que muitas das reclamações que chegavam ao órgão diziam respeito à falta de informações de clientes de sites de compras sobre quem vende, sobre o produto e problemas com prazo de entrega. 


- O decreto vem para aperfeiçoar os direitos dos consumidores e reduzir os conflitos de consumo, ampliando o acesso à informação, especificando regras para as compras coletivas e obrigando os sites a dar informações sobre quem vende e as condições de compra. 


Outra ganho do consumidor com as novas regras é que, ao ter uma compra cancelada, o fornecedor de qualquer site de compra terá de comunicar imediatamente a instituição financeira responsável pela cobrança ou administradora do cartão de crédito para que a transação não seja lançada na fatura do consumidor ou seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento já tenha sido feito. 
 
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