quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Tamanho do Comércio Eletrônico

O mundo das compras no e-commerce cresce desenfreadamente. Facilidade, praticidade, maior leque de opções, oferta de preços diferenciados. São diversos os motivos pelo qual esse método de compra tem cada vez mais ocupado espaço no varejo. 

Confira abaixo o infográfico da Ivesp (traduzido pelo Dr. Ecommerce) sobre o tamanho do e-commerce, desde seu surgimento.






















Fonte: Duplo D





quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Por que sua empresa deve investir em inovação

Especialista conta que uma das vantagens de se investir em inovação é que o negócio ganha relevância no mercado em que atua

Foto: Dreamstime.com

Quais são as vantagens de se investir em inovação?
Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação
 
Para muita gente, o conservadorismo ainda prevalece como sinônimo de comodidade. Outros já veem a inovação como um caminho natural e necessário. A grande questão é não cair na armadilha da “inovação pela inovação”. É o que definimos como “inovação consciente”, uma inovação qualificada que tem como base ser melhor para a vida das pessoas. E as vantagens de levá-la adiante são muitas:

1. Garantir a sobrevivência de seu negócio
É preciso se reinventar e se redescobrir sempre, caso contrário haverá um grande risco de você se tornar obsoleto e deixar de existir. Mais que isso, ao inovar e propor novas soluções capazes de repensar o próprio mundo em que vivemos, você estará mais perto de viver e deixar um legado.

2. Agregar relevância e significado
Processos inovadores que olhem para o todo e considerem as reais necessidades das pessoas darão vida a produtos, serviços e causas de marca mais relevantes no mercado e na sociedade como um todo. Com isso, relações mais sólidas serão estabelecidas entre corporações e cidadãos. Para migrar para esse modelo, é preciso enxergar o quão destrutivo pode ser conceber uma inovação tendo como único tópico regente a métrica financeira.

3. Permitir relações de longo prazo

É assustador pensar que quase 90% dos produtos que chegam ao mercado não se sustentam por mais de um ano. Através da inovação aberta, co-criada, é possível construir o novo junto daqueles que se beneficiarão da própria inovação. A vantagem? Antes de mais nada, resultados financeiros, que garantirão longevidade. Depois, a certeza de que sua atividade comercial faz parte de um círculo virtuoso cujos ganhos são divididos, distribuídos e compartilhados entre todos os agentes que interagem com o seu negócio.

* Lourenço Bustani é especialista em inovação e sócio-fundador da Mandalah

Fonte: Exame

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Conheça o Papo de Negócio

O Papo de Negócio é um evento totalmente gratuito e virtual que começou no dia 14 de novembro e segue até dia 23 do mesmo mês, e é parte da Semana Global do empreendedorismo. 

Nessa edição, um formato inovador que é bastante utilizado por diversas universidades norte-americanas para transmitir conhecimento está sendo utilizado: os MOOCs (em português significa Cursos Online Abertos e Massivos). 

São diversos temas discutidos e o evento conta a participação de três grandes nomes do empreendedorismo digital: Bel Pesce, Edson Mackeenzy e Felipe Matos. 

Para conhecer, basta acessar o link: http://www.sebrae.com.br/papodenegocio

9 perfis empreendedores: qual é o seu?

"O empreendedorismo é uma revolução silenciosa. Que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o século XX" (Jeffry Timmons, 1990) 

Foto: Shutterstock
O homem primitivo já tinha perfil empreendedor, pois para sobreviver naquela época era preciso construir suas próprias ferramentas. As civilizações antigas, como os egípcios, já detinham conhecimentos para as construções de suas pirâmides, o desenvolvimento da agricultura, entendimentos de matemática e engenharia.

O comportamento empreendedor faz parte da humanidade há milhares de anos, mas a condição de observação e estudo deste "modus operandi" no homem, em ser e agir, só ganhou notoriedade com as transformações sofridas nestes dois últimos séculos. Indicando que é algo relativamente novo, os apontamentos e registros ocorridos no comportamento empreendedor devem-se muito à quantidade de invenções que apareceram e transitaram, revolucionando assim esses novos tempos.
A tão falada inovação ocorreu porque vários empreendedores, por necessidade ou visão futura, fizeram que novos métodos e adventos fossem testados e acompanhados com maior clareza de entendimento e adequação, causando assim sua operacionalidade e trazendo à tona a revolução de todo conhecimento.
O momento em que vivemos pode ser assinalado como a Era do Empreendedorismo. Isso porque são os empreendedores, em sua natureza mais simples ou técnica, que estão alavancando economias, quebrando paradigmas comerciais e culturais, diminuindo percursos, revitalizando conceitos e implementando diuturnamente a globalização em várias esferas. O mundo observa um movimento frenético, mas muito necessário à perpetuação de nossa espécie como seres pensantes, onde a economia e todo processo de negociação passa por transição através dos empreendedores e seus adventos, sejam tecnológicos ou sociais. No âmbito atual, há um favorecimento para o aparecimento de uma quantidade maior de empreendedores, e com isso a necessidade de distinguir e conceituar os perfis, tipologia e suas características.
Em citação correlata com Shumpeter (1949), Dornelas (2001) diz que "o empreendedor é aquele ser que tem a necessidade de destruir ou deixar de fazer uso da economia existente", para que sua conotação de posicionamento a negócios, produtos ou serviços através da inovação aconteça de modo organizado com a extração de novos recursos – seja este tangível ou intangível.
Para começarmos a entender o perfil e tipos de empreendedores existentes, registramos o que nos diz Peter Drucker, que salientou que talento não é necessário ao empreendedor diretamente. Mas sim que o desejo de aprender, de investir tempo, de ser disciplinado, de se adaptar e implementar diretrizes e práticas para o sucesso, seja ele empresarial ou pessoal, é o que o forma e impulsiona.
Aprendemos que empreendedor é todo aquele que cria um novo modelo de negócio, a partir da identificação de uma oportunidade. Seja ela uma oportunidade por crise, necessidade, visão, desejo ou condição. Ser um empreendedor é vestir a couraça de um agente de transformação, seja em sua vida pessoal ou de todo um grupo envolvido no processo.
Empreendedor é uma palavra que vem do latim imprendere que significa "decidir realizar tarefa difícil e laboriosa" (dicionário Houaiss da língua portuguesa, 2001), "colocar em execução" (dicionário Aurelio). A idéia de um espírito empreendedor está de fato associada a pessoas realizadoras, que mobilizam recursos e correm riscos para iniciar algo, pessoal, social ou de negócios.
Veja abaixo nove perfis de empreendedores:

EMPREENDEDOR NATO

Desde cedo por motivos próprios ou influência familiar, demonstra traços de personalidade comuns aos empreendedores, o desenvolvimento de tal vocação tem forte relação com o tipo de autoridade familiar e o ambiente motivacional, tais como escala de valores e percepção.

EMPREENDEDOR HERDEIRO

Possui ou não as características do empreendedor. Ser empreendedor por afinidade e vocação, dá continuidade do empreendimento em que se encontra desde cedo.

EMPREENDEDOR FUNCIONÁRIO

Possui características de empreendedor, sente ao longo de sua carreira na empresa que trabalha a necessidade de abrir o seu próprio negócio, pelas interferências burocráticas da empresa, não podendo colocar em prática suas idéias.

EMPREENDEDOR INESPERADO

É uma pessoa que vê a oportunidade, se apega a ela e muda seu modo de viver para se moldar ao negócio que ela deseja gerir.

EMPREENDEDOR SERIAL

É a pessoa que cria oportunidade frequentemente, não tende administrar todas as suas empreitadas, mas sim delega a alguém que tenha mais experiência em gestão. Seu foco é criar e desenvolver novos negócios.

EMPREENDEDOR CORPORATIVO

É um profissional que há dentro das grandes e médias empresas, que busca sua autonomia de ação – pois não a detem integralmente, querem resultados substanciais e são pessoas bem comunicativas.

EMPREENDEDOR SOCIAL

É o profissional que tem como missão de vida própria a realização de projetos que beneficie a construção de um mundo melhor.

EMPREENDEDOR NORMAL

É uma pessoa que trabalha dentro das metas; não corre risco que não sejam calculados e planeja o futuro de forma clara e quase tangível aos que estão em seu lado.

EMPREENDEDOR POR NECESSIDADE

É uma pessoa que por necessidade de sobreviver e reter resultados de suas tarefas e ações, cria sua "tábua" de trabalho, sua plataforma de ação.


Fonte: Portal Administradores 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Lojistas se unem para vender mais e revitalizar rua comercial

Donos de empresas da Alameda Jardins, em Palmas, lançam projeto de adequação para implantação de shopping a céu aberto

Muita luz para este natal e uma estrutura renovada em 2013. Essas são as propostas dos lojistas da Alameda Jardins, centro comercial de Palmas, que irão apresentar as novidades aos consumidores nesta segunda-feira (19). As iniciativas são da Associação dos Lojistas da Alameda Jardins, do Sebrae em Tocantins e do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado, com apoio da Prefeitura de Palmas.

Um túnel iluminado com 30 mil metros de mangueiras de luz é o principal atrativo da decoração deste ano. Compõem o cenário 18 peças de estrutura metálica que dão forma a figuras natalinas. As árvores do canteiro central também ficarão iluminadas, com destaque para as copas que também serão adornadas por pisca-piscas. Figuras do Papai Noel e de anjos com seis metros de comprimento por mais de um metro de altura, estarão suspensos nos postes de todo o conjunto de lojas.

Já o projeto arquitetônico do centro comercial prevê área de convivência, lazer para crianças, espaço gastronômico e uma cobertura padronizada entre as lojas, de modo que as fachadas fiquem ainda mais valorizadas. “A ideia é trazer o conforto que as pessoas têm quando vão a um shopping center”, explica a superintendente do Sebrae em Tocantins, Márcia Rodrigues de Paula.

Há dois anos, 21 lojistas da quadra 104 Sul, em Palmas, vêm fortalecendo um conceito diferenciado no comércio de rua: os estabelecimentos oferecem serviços e produtos sofisticados e de marcas de qualidade. Por isso, sentiram a necessidade de criar um shopping a céu aberto.

Neste período, o Sebrae vem auxiliando os comerciantes a se capacitarem tecnicamente para a implantação efetiva da ideia. Primeiro veio o nome de Alameda Jardins, depois a novidade da primeira decoração natalina do espaço que contempla as lojas, bem como o acompanhamento por meio de consultorias, capacitações, planejamento de marketing, formação da associação e, enfim, a adequação da estrutura física das lojas com novo projeto arquitetônico, que será o primeiro da região Norte do Brasil. De acordo com o gestor do projeto de Comércio Varejista do Sebrae no estado, Thiago Milhomem, a previsão é de que já nos primeiros meses do próximo ano a construção seja iniciada.



Fonte: Agência Sebrae de Notícias

10 Leis do Marketing nas Mídias Sociais

Foto: Divulgação
Como trabalhar sua marca nas mídias sociais? Para os pequenos empresários pode parecer um desafio muito grande entrar neste universo e trabalhar com ferramentas tão dinâmicas e novas. Se por um lado tudo parece assustador, por outro a quantidade de informações e cases podem ajudá-lo a montar uma estratégia e começar a vislumbrar sua empresa nas redes sociais.

O guia divulgado no portal Entrepreneur pela especialista Susan Gunelius é um exemplo, ela é presidente da Creative KeySplash Inc.. Para ela, os empreendedores devem aproveitar as redes sociais para criar um buzz em torno de sua marca, para isso é preciso investir em conteúdo de qualidade.

Susan preparou um guia com as 10 leis do marketing em mídias sociais, confira:

1) A Lei de Escutar

O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende mais de ouvir do que de falar. Leia o conteúdo do seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

2) A Lei do Foco

É se especializar do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.

3) A Lei da Qualidade

Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4) A Lei da Paciência

Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precisa comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.

5) A Lei da Composição

Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas

6) A Lei da Influência

Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

7) A Lei do Valor

Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Se concentrar menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente e desenvolver relacionamentos com pessoas influentes online.

8) A Lei de Reconhecimento

Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais, por isso sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.

9) A Lei de Acessibilidade

Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.

10) A Lei da Reciprocidade

Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.


Fonte:  Pensando Grande

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

5 estratégias para falarem bem do seu negócio

O boca a boca pode ajudar a sua pequena empresa a crescer e a clientela aumenta

Foto: Getty Images/Allison Joyce
 Quais são as estratégias para os clientes falarem do meu negócio?
Respondido por Frederico Mafra, especialista em marketing
 
A divulgação ‘boca a boca’ sempre foi uma das mais eficientes formas de comunicação é tem sua abrangência potencializada pelas redes sociais.

Pesquisas mostram que as opiniões das pessoas sobre uma empresa ou um produto têm muito mais relevância e influência no comportamento de potenciais clientes do que qualquer outra forma de comunicação, como anúncios e promoção de vendas. Para os clientes falarem bem da sua pequena empresa, através do ‘boca a boca’, algumas estratégias devem ser consideradas:

1) Busque excelência no produto ou serviço
Ter um excelente produto ou serviço é essencial. Sem produto bom, não há ‘boca a boca’ que funcione positivamente; pelo contrário, o ‘boca a boca’ será um potente divulgador negativo da empresa.

2) Tenha um programa de relacionamento eficiente
O segundo passo é ter um programa de relacionamento com os clientes. Uma empresa que surpreende é comentada; aquela que não faz mais do que o comum não se destaca, não é lembrada e nem comentada.

3) Defina o diferencial da empresa
Uma boa definição do diferencial de mercado da empresa é crucial. Boa reputação, boa imagem, alta satisfação dos clientes, bons produtos e uma marca conhecida são alguns dos ingredientes para fazer com que o ‘boca a boca’ funcione de forma positiva.

4) Monitore as opiniões dos clientes
A empresa não deve se esquecer de acompanhar a opinião que o cliente tem de seus produtos e ações no mercado. Monitorar as opiniões e garantir a satisfação é importante para que o ‘boca a boca’ ajude na divulgação.

5) Use bem as mídias digitais
Por último, deve-se pensar, também, em uma estratégia de utilização das mídias digitais. Hoje, a utilização das mídias digitais tem potencializado o impacto da comunicação ‘boca a boca’. Estar na rede não basta; é importante ter estratégia e saber como usar a rede a favor da divulgação da empresa e de seus produtos.


Fonte: Exame

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

6 dicas para empreendedores ganharem tempo no dia a dia

Especialistas recomendam sempre planejar a agenda do dia seguinte e aproveitar os momentos entre um compromisso e outro

Foto: Marcin Wichary/Flickr/Creative Commons

Para quem tem uma agenda apertada e imprevisível, aproveitar bem o tempo é a única solução para dar conta de todas as tarefas do dia. A primeira coisa que os empreendedores devem considerar é que não é a quantidade de coisas que você faz durante o dia que elevará sua produtividade. “As pessoas acabam fazendo mais, só que parece que não fizeram nada”, afirma Fernando Serra, diretor acadêmico da HSM Educação e especialista em organização profissional.
Para Homero Reis, coach organizacional e presidente da Homero Reis Consultores, empresários que têm problemas com a falta de tempo, na verdade, têm outras dificuldades clássicas. “Não delega, não capacita, não prioriza e não confia”, conta. Com a ajuda de Serra e Reis, confira seis recomendações para ganhar tempo durante um dia na sua pequena empresa ou startup.

1) Faça um planejamento
Não gosta de anotar tudo em uma agenda? Resuma suas tarefas em lembretes no celular ou, se preferir anote em pequenos papeis. Mas, para os especialistas, listar as tarefas é importante para que o empresário se lembre do que é fundamental ser feito.

A revisão é essencial para que o planejamento funcione. Serra explica que ao avaliar o que foi feito e o que ainda faltou, as prioridades para o dia seguinte ficam mais claras. “Programe suas atividades e veja qual a duração delas”, explica. Com a lista mais completa possível, Reis recomenda marcar as atividades que somente você pode resolver. Isso ajudará a enxergar quais funções você pode delegar.

2) Liste também os compromissos pessoais
Ao listar os compromissos com a família e amigos, você se prepara melhor durante o dia para aquele evento importante. “Isso pode ajudar durante o dia. Regularmente, eu coloco que tenho que ir ao cinema às 21 horas com a minha mulher e isso me obriga a chegar em casa às 20 horas”, explica Serra.

Dessa maneira, o pequeno empresário pode organizar grande parte dos outros compromissos da melhor maneira. Vale lembrar que a produtividade é um aspecto que alia a vida profissional e pessoal. 

3) Prepare-se para cada compromisso
Tem um encontro com um cliente ou fornecedor? Tenha em mente qual é o seu objetivo, o que você precisa levar para esse encontro e o que irá falar. Esse exercício de organização mental ajudará na realização das atividades ao longo de um dia. “As pessoas acabam listando atividades demais e não se preparam”, afirma Serra.

Priorizar o que é fundamental para cada reunião, seja com clientes ou funcionários, ajudará o empreendedor a realizar as tarefas com qualidade, economizando tempo no futuro.

4) Delegue mais
Pensar que não existe ninguém para fazer as coisas por você é uma desculpa que toma muito tempo do empresário. “Se você tem pessoas capacitadas, elas não fazem porque você não manda”, resume Reis. Reúna profissionais que você confie e que possam colaborar. 

“Se você é um empreendedor, você usualmente é um centralizador e acaba fazendo coisas que deveria delegar”, afirma Serra. Por isso, ao fazer o planejamento de suas tarefas diárias, não se esqueça de marcar aquelas que podem ser feitas por outras pessoas. 

5) Aproveite cada minuto 
O momento em trânsito é ideal para que empreendedores que andam de táxi ou transporte público coloquem em dia tarefas como retornar ligações, responder e-mails e se atualizar com notícias. “Nesse momento, relaxe, escute uma música, pratique o inglês ou coloque sua agenda em ordem”, ensina Serra.

Durante viagens, faça da espera em aeroportos um momento para realizar uma tarefa que irá economizar tempo posteriormente. Ler jornais, revistas ou revisar relatórios de sua empresa são atividades produtivas.

6) Desapegue do celular 
Hoje, o celular é um dos principais elos que o empreendedor tem com o seu negócio. Entretanto, para que seu dia renda mais, essa ferramenta tem que ser bem utilizada. “Se estou em uma reunião com o cliente, não posso deixar o celular ligado e vibrando o tempo todo”, diz Serra.

A concentração é indispensável para um dia produtivo e a recomendação dos especialistas é que há momentos que o celular precisa ser desligado, para evitar a tentação de checar e-mails, ver quem ligou ou receber notificações de redes sociais. 



Fonte: Exame

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Ex-sacoleira de sapatos femininos cria mais de 20 lojas em 30 anos

Fotos: UOL
Telma Maia Polo passou de sacoleira de sapatos a
empresária, e é dona da rede de franquias Lessô
Há cerca de 30 anos, a enfermeira Telma Maia Polo já fazia sucesso vendendo calçados no hospital em que trabalhava como chefe do centro cirúrgico em São José do Rio Preto (438 km a noroeste de São Paulo). Ela incrementava sua renda revendendo sapatos comprados na capital.

“Eu era sacoleira, viajava e voltava com malas e malas cheias de pares. Vendia para as amigas dos hospitais da cidade”, conta. Hoje, ela está à frente da rede de lojas de sapatos e acessórios femininos Lessô, fundada por ela há 28 anos e que possui duas lojas próprias e 16 franquias nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Fora isso, tem lojas de outras marcas.

Polo enfrentou as dificuldades típicas das sacoleiras – fazer longas viagens e carregar sacolas pesadas. “Quando meu pai viu o que eu passava, pagou meu irmão para me acompanhar e me ajudar a carregar o peso”, diz.

Já naquela época, a vocação comercial de Polo era tão grande que não demorou para que ela trocasse de profissão e apostasse suas fichas numa loja de calçados. Alugou a garagem de uma amiga e montou o estabelecimento com apenas algumas prateleiras e poltronas para que as clientes pudessem experimentar os sapatos.

A sorte é que a garagem da amiga ficava ao lado de uma famosa butique da cidade. Então, o movimento de mulheres era grande. Segundo ela, mesmo as clientes chiques da butique entravam por "curiosidade" na sua garagem e encontravam sapatos diferentes dos que havia na cidade.

“Fui criando relacionamento, conquistando clientes. Cuidava de todas as atividades da loja e, quando ia ao banco, levava a sacola de sapatos para vender. Até hoje tenho clientes daquela época e continuo levando os produtos até elas, mas agora são motoboys que levam os sapatos na casa das clientes para elas experimentarem”, diz.

Relacionamento garantiu clientes e parcerias comerciais 

A marca própria Lessô está se
expandindo por meio de franquias
O relacionamento sempre foi o forte da empreendedora, tanto com clientes, quanto com fornecedores. Segundo Polo, isso garantiu parcerias e exclusividade de modelos por parte dos fabricantes.

Durante a transição de sacoleira a empresária, ela foi sofisticando seus produtos e adaptando o negócio. Polo foi uma das primeiras a vender as marcas Arezzo e Victor Hugo no interior. Ela mantém duas lojas multimarcas e uma da Victor Hugo, de sapatos, bolsas e carteiras, além da marca Lessô.

A expansão por cidades do interior inicialmente foi um processo natural, segundo a empreendedora, mas a Lessô já está em capitais como Rio de Janeiro e Brasília.

Hoje em dia, em vez de viajar para São Paulo para comprar por atacado, ela visita a Europa e os Estados Unidos em busca de inovação para seus produtos, que são fabricados por parceiros no Brasil. Alguns dos modelos são exclusivos para sua marca.

“Junto com meus fornecedores, invisto em pesquisa e desenvolvimento”, declara. A rede apresentou crescimento de 10% no faturamento em 2011 e possui duas linhas diferenciadas de produtos -a Mezzo Punto, de sapatos sofisticados e que é de uma empresa desvinculada da Lessô, e a Lessôzinha, de tamanhos infantis.

Polo já foi conselheira do Conselho da Mulher Empresária e Empreendedora, da qual foi fundadora, e diretora da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto.

Por seu empreendedorismo, Telma ficou entre as 10 finalistas do prêmio Mulher de Negócios do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em 2010.


Fonte: UOL

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Veja 7 dicas para sua loja vender mais no Natal

Foto: Divulgação

Com a proximidade do Natal, a melhor data para o comércio, as lojas já começam a se preparar para atrair os clientes e vender mais. Segundo pesquisa da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), 60% dos consumidores ouvidos na capital pretendem dar presentes neste Natal, contra 66% em dezembro do ano passado.
A diminuição na intenção de compra faz com que os lojistas tenham que se empenhar mais para se destacar da concorrência e conquistar os consumidores. Especialistas em varejo dizem que é importante investir no ponto de venda e atendimento ampliar as vendas na data comemorativa.
Ana Claudia Costa, diretora-executiva do Popai Brasil, associação internacional de estudo do comportamento do consumidor e valorização da comunicação no ponto de venda, diz que fazer a decoração natalina com antecedência é uma maneira de lembrar o consumidor de que a data está próxima.
“As pessoas começam a entrar no clima, geralmente, com o pagamento da primeira parcela do 13º salário no início de novembro, então, nesta época, é importante já estar com a loja decorada. No começo de dezembro, acontecem muitas confraternizações, então as pessoas já estão comprando. As vitrines e a decoração são mais complexas e mais caras, então, é bom que fiquem expostas por mais tempo”, afirma.
Ela diz que, como a data favorece a troca de presentes, as pessoas costumam comprar mais itens, no entanto, por preços menores do que em ocasiões como o dia dos pais ou das mães. Por isso, oferecer produtos de diversos tipos e variadas faixas de preços é uma maneira de reter clientes.
“Como a data é para presentear outras pessoas, é normal que o comprador tenha dúvidas sobre o gosto do presenteado. Investir em treinamento da equipe para ajudar na escolha do presente e possibilitar trocas são diferenciais”, declara Costa.
Heloísa Omine, professora da pós-graduação em gestão estratégica de mercados da ESPM, diz que oferecer condições de pagamento atrativas como parcelamento sem juros, combos de produtos com desconto, embalagens para presente temáticas, conforto na hora de fazer as compras, promoções que acumulem pontos ou sorteio de prêmios são outras formas de conquistar mais clientes.
No entanto, ações fora do ponto de venda também podem alavancar as vendas. Redes sociais, e-mail marketing e outras formas de contato com clientes já cadastrados pode levá-los até sua loja. “Vale a pena investir em outros canais além do ponto de venda, mas a loja tem que entregar ao cliente o que ele espera. A pessoa tem que chegar na loja e ver o que foi comunicado nos outros meios”, diz Omine.

Confira as dicas para aumentar as vendas de Natal:

Decoração 

A decoração natalina ajuda a lembrar o consumidor de que a data está próxima e o faz entrar no clima de comemoração. Para o comércio de rua, a decoração é importante, pois pode se tornar referência na vizinhança.

“As lojas de rua têm mais possibilidade de chamar a atenção do que as de shopping, pois a decoração do shopping, geralmente, é mais sofisticada”, diz Heloísa Omine, professora da pós-graduação em gestão estratégica de mercados da ESPM.

Formas de pagamento

Condições de pagamento atrativas, como parcelamento sem juros e início do pagamento no ano seguinte podem influenciar na decisão do consumidor pelo seu produto.

Kits e vale-presentes

Como as pessoas compram mais presentes no Natal do que em datas como o dia das mães, é importante ter um mix de produtos de diversos segmentos e preços variados, segundo Ana Claudia Costa, diretora-executiva do Popai Brasil.

"Oferecer itens aleatórios e embalagens bonitas, com possibilidade de o consumidor montar kits personalizados, é uma boa estratégia", diz.

Da mesma forma, os vale-presentes -- cartões com valores pré-estipulados para que o presenteado vá à loja para escolher o que quer -- são uma alternativa para quem não sabe o gosto de quem receberá o presente. Para o lojista, aumenta as possibilidades de venda.

Embalagem

Oferecer embalagens temáticas e bonitas é uma maneira de fisgar o cliente que não quer ter outro gasto além do presente. Se não tiver espaço na própria loja para fazer o embrulho, ofereça a embalagem para que ele monte o presente em casa.

Trocas

Como as compras geralmente são para outras pessoas, é importante dar a possibilidade de trocar produtos e informar claramente as condições.

Promoções

Aposte em concursos culturais, sorteios, programas de acúmulo de pontos para troca por produtos para fidelizar o cliente.
"Não precisa inventar muita coisa. Promoções do tipo "pague 2 e leve 3" podem aumentar a experiência do cliente com a marca e o produto", diz Ana Claudia Costa.

Divulgação

Invista na comunicação em canais diversos para divulgar sua loja. Redes sociais, e-mail marketing e envio de correspondência para clientes cadastrados são formas de levar mais consumidores para a loja.


Fonte: UOL