quinta-feira, 28 de março de 2013

APADi e Sebrae/SP lançam guia voltado para e-commerce



A Associação Paulista das Agências Digitais (APADi) lançou, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP), o Guia de e-Commerce, uma publicação gratuita para orientar o empreendedor a entrar em um negócio eletrônico de maneira profissional.
Para o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, o Guia chegou em um momento extremamente importante. “A internet tem sido uma opção muito procurada pelos empreendedores. Não basta só vontade, é preciso planejamento como todo e qualquer negócio. Para quem acha que é só fazer uma página e colocar no ar, já está começando errado”, explicou.
O Guia de e-Commerce APADi inclui modelos de referência para o empreendedor: um roteiro de planejamento digital, planilhas de controle de estoque e fluxograma de pedidos. Além disso, ensina como calcular o retorno sobre o investimento, dá dicas financeiras que ajudam a evitar fraudes, esclarece os termos técnicos e jargões do meio e apresenta todos os tipos de plataformas oferecidas pelo mercado e quais suas vantagens e desvantagens.
• O Guia foi feito por agências digitais e especialistas que implementam e gerenciam  e-commerce. Juntos,  já desenvolveram mais de 400 projetos
• APADi acredita que o Guia é um marco de maturidade do segmento e contribuirá para a diminuição da taxa de mortalidade de lojas vituais
• A Versão digital é gratuita  e pode ser lida na web, tablets e celulares.


O guia pode ser baixado aqui

quarta-feira, 27 de março de 2013

Veja 10 dicas para vender mais no varejo

Fonte:  Terra

Para vender mais, além do contar com serviços ou produtos de qualidade, conhecer estratégicas de gestão também ajuda. As recomendações vão desde como escolher o melhor ponto comercial até como investir em um pós-venda correto.

1. Ponto comercial

A recomendação número um é manter o ponto de venda em um local frequentado pelo público-alvo do negócio. Essa é uma das primeiras coisas a ser pensada pelo empreendedor que deseja atuar no varejo. Com a loja já consolidada, fica difícil mudar de endereço.


2. Conhecimento do cliente

A pequena empresa tem uma vantagem em relação à grande neste quesito porque geralmente o dono do negócio está atrás do balcão todos os dias. "É preciso tomar cuidado com o crescimento. Nesse período, é comum que o empreendedor deixe um pouco de lado a proximidade com os consumidores", alerta Mário. O professor recomenda que se mantenha computados alguns dados dos clientes, como o que eles compram e com que frequência. Sabendo o perfil dos clientes com exatidão, compra-se melhor dos fornecedores e as chances de venda aumentam.


3. Controle de estoque

Vale a pena investir em um sistema de tecnologia da informação, mesmo que simples. Por meio dele será possível, por exemplo, saber quais são os produtos mais vendidos e, a partir daí, ajustar melhor o sistema de compras. É preciso ainda cuidado para que não faltem itens - o consumidor que entra na loja e descobre que o produto acabou dificilmente volta ao local.


4. Promoções

"Os olhos dos consumidores brilham quando leem 'descontos'", diz Mário. No entanto, é preciso que a promoção seja mesmo verdadeira - algumas empresas, sabendo do chamariz que elas representam, apenas anunciam a baixa, sem de fato alterar os preços. Às vezes, as promoções não significam necessariamente aumento no faturamento, mas sim crescimento do volume das vendas.


5. Capacitação do vendedor

Nas pequenas empresas, é comum a contratação de parentes e amigos que não têm perfil de vendas. A prática é um erro, pois um profissional do ramo deve ser alguém capacitado para negociar e personalizar o atendimento. Recorrer a candidatos que já tenham experiência no varejo é uma boa saída.


6. Vitrine

Produto que não fica exposto não é vendido. A vitrine, mais do que bem organizada, precisa ser atraente. Isso se consegue com o mix certo de produtos ¿ que tenham apelo para o público-alvo em questão - e constante novidade.


7. Facilidade de pagamento

O estabelecimento que aceita diversas modalidades de pagamento, como cartões de crédito e débito e cheque, e também possibilita o parcelamento, ganha a preferência do consumidor.


8. Datas especiais

Ficar atento à sazonalidade. Garanta que sua empresa esteja preparada para o aumento de venda que datas como Natal e Dia das Mães trazem. Isso significa tanto possuir mais produtos como, se for o caso, contratar temporários. Quem não se prepara, perde para a concorrência.


9. Presença online

Se não for possível vender pela internet, é interessante que a empresa tenha pelo menos um site ou uma página no Facebook. É comum alguns consumidores saírem de casa depois de consultarem a página online das lojas em que desejam comprar. A empresa que não tiver presença online, fica de fora desse radar.


10. Pós-venda

"O pós-venda é a pré-venda da compra seguinte", opina Mário. Os clientes que reclamam do serviço ou do produto requerem atenção dobrada. Tanto para que se possa melhorar o produto em questão, quanto para que a imagem da empresa não fique maculada. 


terça-feira, 26 de março de 2013

Menos erros, mais vendas

Fonte: Portal No Varejo



Nova ferramenta gratuita do Sebrae-SP, ajuda, pela internet, pequenos varejistas a identificar problemas e oportunidades nas instalações do negócio, que possam impactar diretamente nos lucros.

Sabia que a aplicação correta de técnicas de visual merchandising aumentam o faturamento em até 40%? “A percepção visual é o alicerce de qualquer esforço de marketing para atrair clientes. Em determinadas situações, mudamos um cenário sem a necessidade de investimentos”, explica o superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.
E agora ficou mais fácil para o pequeno varejista ter acesso a informações valiosas para tornar o PDV mais atrativo. O Sebrae-SP lançou uma ferramenta gratuita, Inova Loja Digital, para ajudar micro e pequenos varejistas, via internet, a identificar problemas e oportunidades nas instalações do negócio, que possam impactar diretamente nos lucros.
Para receber as orientações basta se cadastrar e responder sobre fachada, vitrine, acessibilidade, comunicação visual interna, iluminação, precificação e promoção de vendas. O empresário pode, inclusive, anexar, via upload, fotos da sua loja ao formulário, que também serão analisadas. “O foco são as micro e pequenas empresas dos mais diversos segmentos: lojas de roupas, calçados, móveis e decoração, farmácias, mercearias, autopeças, casas de material de construção e outras”, conta Caetano.
As observações são analisadas por consultores do Sebrae-SP. Em até dez dias úteis, o empresário recebe um diagnóstico para melhorar o ambiente da loja, corrigindo os erros apresentados. “Especialistas conseguem identificar detalhes simples que refletem nas vendas. Por exemplo, às vezes, o empreendedor acha que está com uma boa vitrine, mas peca na organização dos manequins”, continua o superintendente.
O Inova Loja Digital faz parte do Programa Comércio Varejista de São Paulo, que tem como objetivo melhorar o desempenho das empresas do setor varejista por meio de capacitações e consultorias individuais oferecidas aos micro e pequenos empresários do segmento. 

segunda-feira, 25 de março de 2013

12 dicas para se dar bem no comércio eletrônico

Fonte: Pequenas Empresas &  Grandes Negócios

Ganhar dinheiro com comércio eletrônico requer bem mais do que um site bonito. Planejamento, estrutura de atendimento ao cliente e divulgação são tão importantes quanto softwares e tecnologia. Confira as sugestões de especialistas para construir um site eficiente e bem frequentado:

1. Vitrine virtual - O visual do site de comércio eletrônico funciona como a vitrine em uma loja de rua. Prefira um layout limpo, evite a poluição visual e o uso de imagens em excesso. Se a página for cheia de firulas, pode demorar demais para carregar e levar o visitante, sempre apressadinho, a desistir de acessá-la. Evite as páginas com animações em flash, que dão um aspecto de pirotecnia ao site, demoram para carregar e aumentam a probabilidade de queda de conexão. Por último, não esqueça de colocar todos os contatos da empresa (endereço, telefone e e-mail) na página inicial para que o visitante possa procurá-lo, caso tenha alguma dúvida. Sites sem endereço geram desconfiança no internauta.

2. Endereço correto - Quando o endereço eletrônico é complicado, o internauta pode digitar errado. Neste caso, cabe solicitar ao administrador do site o registro de todas as possibilidades de grafia do domínio e pedir para que as variantes redirecionem o consumidor para o endereço correto. Assim, mesmo que o internauta digite errado casadapicina em vez de casadapiscina.com.br, ele chegará na sua loja.

3. Fácil de usar - Site de comércio eletrônico eficiente tem que ter usabilidade (produtos e serviços fáceis de serem encontrados pelo internauta). Numa loja virtual, é preciso que o consumidor encontre o produto separado por categoria, visualize descrições e fotos em várias posições. “É importante proporcionar parte da experiência que ele tem no mundo real”, afirma Alessandro Santiago, professor da faculdade IBTA.

4. Atendimento - Mesmo com textos explicativos e boas fotos, os consumidores podem se sentir inseguros para comprar. Por isso, de acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-Bit, é importante ter um sistema de atendimento, seja telefônico, por e-mail ou chat. Tenha uma seção “Fale conosco” no site, para que o internauta entre em contato. E tenha um funcionário sempre pronto para responder aos e-mails ou ligações telefônicas. Se o pronto-atendimento não for possível, providencie pelo menos uma mensagem padrão de resposta automática para avisar ao internauta de que a dúvida será sanada em breve. Mas o ideal é investir: uma equipe com quatro pessoas pode atender até 500 clientes por mês. “É preciso cuidar do cliente do começo ao fim da compra, pois algum descuido pode fazer com que ele desista da compra.”

5. Detector de problemas - Há softwares que monitoram o tráfego no site. As versões básicas deles registram de onde vem o internauta (se ele encontrou sua loja porque clicou num banner de propaganda ou porque usou um site de buscas, tipo Google) e montam mapas que mostram os itens mais clicados em seu site (um produto muito clicado, mas pouco comprado, talvez esteja com preço acima da concorrência). Versões avançadas desses softwares mostram em que ponto o consumidor demora mais tempo (e provavelmente tem mais dificuldade) ou o que o fez desistir de adquirir o produto. Os obstáculos podem estar na demora do envio dos produtos ao carrinho de compras, formulários gigantescos ou na escolha da forma de pagamento, por exemplo. “Com o monitoramento, o lojista conseguirá melhorar a visita do internauta e vender mais”, afirma Alessandro Gil, diretor de marketing da Ikeda, consultoria especializada em comércio eletrônico.

Link para a matéria:  http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80826-17202,00-DICAS+PARA+SE+DAR+BEM+NO+COMERCIO+ELETRONICO.html

sexta-feira, 22 de março de 2013

Ambientação que pode ajudar na decisão de compra

Fonte: Portal no Varejo

Em função da concorrência acirrada, os lojistas precisam pensar em outros tipos de estratégia para atrair seus clientes.

Geralmente as promoções costumam atrair um maior número de clientes para um estabelecimento, mas nem sempre essa iniciativa os convence de permanecer na loja para concretizar a compra.

Pensando nisso, algumas técnicas como a de a ambientação da loja (visual merchandising) podem ajudar. “Primeiro é preciso ter claro para quem eu quero vender e qual a minha argumentação. Em seguida vêm as ações específicas”, explica Marcos Hiller, coordenador do MBA em Marketing, Consumo e Mídia Online da Trevisan Escola de Negócios, ressaltando que é preciso construir ações que não restrinjam o público. “Por isso, o mais indicado é se basear no conceito ‘produto, preço e promoção’, utilizando uma linguagem específica para os diversos públicos”.


Outra ação interessante, na sua opinião, é criar pequenos ambientes para diferentes estilos (skate, fashion, esportes), mas sem carregar no volume de informações no ponto de venda. Na época escolar, por exemplo, onde o foco são os estudantes, é preciso pensar também no atendimento e em especial, na diferenciação entre os públicos infantis e juvenis. “Os adolescentes não querem estar no mesmo espaço dos pequenos ou ter a oferta para os mesmos produtos. Cuidados como estes, focados no público e atenção à ordem, arrumação e limpeza criam o conforto necessário para o consumidor tomar a decisão no ponto de venda”, esclarece.


Link da matéria: http://www.portalnovarejo.com.br/design/noticias/design-no-varejo/ambientac-o-que-pode-ajudar-na-decis-o-de-compra

quinta-feira, 21 de março de 2013

10 mitos sobre franquias


Pouco a pouco, alguns dos principais mitos sobre o sistema de franquias estão sendo derrubados. Saber quais são esses mitos e conhecer a realidade do mercado é imprescindível para optar com segurança por uma franquia como investimento, já que muitas ideias preconcebidas sobre o setor não refletem a realidade do mercado. Ter conhecimento pleno do que é realidade e o que é fantasia é a melhor maneira de se evitar as armadilhas na aquisição de uma franquia. (..) A consultora Ana Paula Bravim de Araújo revela quais são eles, para que futuros emprendedores não cometam os erros mais comuns dos novos franqueados.

Mito 1 – Qualquer pessoa pode ter uma franquia

Ser um franqueado não é como ser um empregado e nem é como ser o proprietário de um negócio, mas uma mistura das duas coisas. Por isso, não é todo mundo que se adapta ao sistema. O franqueado gerencia uma loja franqueada, mas segue os padrões do franqueador que os criou. Você conta com o suporte do franqueador e paga uma percentagem do seu faturamento. É a chamada relação ganha-ganha, mas é preciso trabalhar duro e saber se adaptar bem a regras e padrões pré-estabelecidos.

Mito 2 – Franquia é um negócio de baixo risco

Segurança e garantia são as primeiras vantagens apontadas quando o assunto é franquias, mas essas metas só poderão ser alcançadas com muita dedicação, esforço pessoal e entusiasmo por parte do franqueado. A concessão de uma franquia engloba a transferência de know-how e a prestação de serviços, mas o sucesso do negócio franqueado vai depender também da operação adequada da franquia. Se comparado ao risco de um negócio que irá partir do zero, quando não há muita experiência, o risco de uma franquia pode ser menor, mas isso não significa que ele não exista.

Mito 3 – Basta uma marca forte para garantir o sucesso da franquia

Se o dono de uma marca não souber divulgá-la com eficiência no mercado ou não fizer inovações, como novos produtos e serviços, ela pode se tornar obsoleta. Confiar exclusivamente na força da marca, tomando-a como permanente, pode ser um erro fatal. A manutenção da marca é obrigação constante do franqueador, pois esse é o seu patrimônio mais importante.  Ser franqueador de uma marca famosa pode oferecer uma boa vantagem, pois o nome já é conhecido pelo público, mas não é tudo. O franqueado deve verificar qual a experiência da empresa dona da marca em ser franqueadora, pois ela pode ter muita experiência no seu ramo de atuação, mas não ter muita prática com o sistema de franquias, o que poderá trazer dificuldades ao franqueado.

Mito 4 – Posso avaliar o contrato sozinho. Não preciso de um advogado

Os contratos podem ser tendenciosos e beneficiar mais o franqueador que o franqueado. Geralmente, o futuro franqueado não tem muito a fazer contra os “exageros” do contrato após tê-lo assinado. Por isso, antes de assinar o documento ou fazer qualquer espécie de pagamento, todo candidato a franqueado deve pedir no mínimo uma opinião a um profissional, de preferência um advogado ou consultor especializado no assunto. Um advogado pode esclarecer as questões mais importantes do contrato, mas não poderá alterá-lo, já que em franquia os contratos são de adesão (você concorda com o que está escrito, ou não será um franqueado da rede). Geralmente não há negociações, pois esse mesmo contrato é aplicado em toda a rede.

Mito 5 – Conheço bem todas as taxas cobradas pelo franqueador

A Circular de Oferta de Franquia e o contrato de Franquia devem conter, ambos, todas as taxas que deverão ser pagas, assim como a sua base e forma de cálculo, permitindo ao franqueado fazer simulações. Esses dois documentos têm que ser cuidadosamente avaliados, preferencialmente com a ajuda de um advogado. Preste especial atenção ao volume de cobranças originadas por taxas adicionais, não somenta a Taxa de Franquia e/ou multas. É uma boa idéia solicitar ao seu consultor financeiro que inclua o custo dessas taxas no fluxo de caixa de sua unidade franqueada, para verificar o seu peso na lucratividade do negócio.

Mito 6 – Gerenciar uma franquia dá pouco trabalho

Um dos mitos mais comuns sobre franquias é que a pessoa trabalha menos do que trabalhava antes de se tornar um franqueado, como empregado ou dono de outro negócio. Principalmente no início da franquia, será preciso trabalhar muito, e muitas vezes colocar literalmente as mãos na massa. A estrutura operacional de uma franquia geralmente é enxuta, mas o franqueado exerce papéis importantes que tomam muito tempo e exigem bastante dedicação. Antes da decisão final sobre adquirir ou não uma franquia, é preciso obter a aprovação e o compromisso de sua família com o empreendimento. Isso porque a carga de trabalho será bem grande e provavelmente o tirará de casa por mais tempo, e às vezes, uma mudança temporária nos padrões de vida também é necessária.
Mito 7 – A Consultoria de Campo é só uma forma de o franqueador controlar as atividades do franqueado
Confiança e transparência são fundamentais para um bom relacionamento entre franqueador e franqueado. As regras e procedimentos foram criados exatamente para garantir a eficiência do negócio. Portanto, é importante entender que a obediência às normas não é um assunto que possa ser discutido ou negociado. A equipe de supervisão da empresa franqueadora existe para identificar possíveis desvios na padronização e orientar sua correção. Por isso, os franqueados devem ter humildade para ouvir as orientações do franqueador, quer seja através da figura do próprio presidente da franqueadora, quer seja através dos seus representantes de campo.

Mito 8 – Os investimentos em franquias têm retorno rápido e garantido

A primeira pergunta de um candidato a franqueado deve ser qual o prazo de retorno do investimento. Esse prazo deve ser avaliado no estudo de viabilidade da franquia, e deve constar de qualquer documento jurídico, já que não está previsto na lei.  Juridicamente, desde a apresentação da Circular de Oferta de Franquia, fica claro que o franqueador não garante a rentabilidade, faturamento ou lucratividade para o franqueado, devendo tal expectativa ser muito bem analisada no Estudo de Viabilidade Econômico-Financeira apresentada pelo franqueador. O retorno do investimento não pode ser estimado sem parâmetros.

Mito 9 – Não é necessário manter contato com outros pontos da rede

É muito importante conversar com outros franqueados da mesma rede, uma vez que essas pessoas estão na posição que o candidato irá se encontrar em curto prazo. Conversar com ex-franqueados da rede também é interessante, já que aqueles que saíram nos últimos doze meses devem ser relacionados na Circular de Oferta de Franquia. Entrevistar os franqueados da rede é praticamente uma obrigatoriedade para os interessados em adquirir uma franquia. O interessado deverá preparar um questionário e entrevistar alguns franqueados para identificar os pontos fortes e os fracos da empresa franqueadora antes de tomar sua decisão de investir na empresa.

Mito 10 – Um manual de operações é suficiente para orientar o franqueado

É fundamental que a franquia disponibilize manuais ao franqueado, pois ainda hoje muitas delas não fazem isso.  Esses manuais devem cobrir tudo o que o franqueado tem que saber para operar o negócio. 



quarta-feira, 20 de março de 2013

Seis erros de projeto para evitar no comércio

Fonte: Du Universo

Os varejistas sabem que devem fornecer produtos de qualidade e bons serviços para prosperarem, mas muitas vezes, negligenciam a importância do design da loja para o seu sucesso.
Lojistas às vezes tentam cortar custos ou simplesmente não planejam o seu espaço comercial.
“Há uma quantidade enorme de falhas no varejo”, diz Jerry Birnbach consultor em planejamento de lojas de Nova York.
Leia a seguir os seis erros mais comuns que devem ser evitados ao projetar a sua loja
1. Deixar de fazer uma inspeção completa das instalações, principalmente no espaço para armazenamento de mercadorias onde poderiam haver muitos problemas ocultos que custariam uma fortuna para consertar se não forem descobertos antes de assinar um contrato de longo prazo. Birnbach aconselha levar um arquiteto ou um empreiteiro de confiança para inspecionar antes de qualquer coisa;
2. Em matéria de giro de estoque muitos não se preocupam com o design da loja e a entopem de produtos. Antes de considerar as opções de projeto, você deve fazer algumas contas para estimar a quantidade de mercadoria que você vai vender e quanto de estoque será necessário manter na loja. Muitas vezes, os empresários não têm tempo para determinar a quantidade de produto que ele precisa vender para cobrir o custo de funcionamento.
3. Muitos optam por uma iluminação errada (normalmente mais em conta). Definir a iluminação adequada, a temperatura, colocação e posicionamento é extremamente importante para o seu produto ter o apelo certo ao cliente. Desde vestidos de noite até cortadores de grama, tem suas particularidades no quesito iluminação.
4. Negligenciar o design de sua área de saída pode ser fatal. Muitos varejistas não dão muita importância para a área de “checkout” (pagamento e saída). Tome cuidado, certificando-se de que há espaço suficiente para o cliente não se sentir incomodado ou confuso, pois este momento é muito importante para ele.
5. Exibir seus produtos de forma desordenada. A maneira como você exibe suas mercadorias pode afetar significativamente as vendas. A pergunta é simples: Quando um cliente está pedindo as coisas, você tem que ziguezaguear através da loja para ajudá-lo a satisfazer as suas necessidades? Se a resposta for sim, com certeza há um problema.
6. Opte por projetos flexíveis e esteja sempre aberto a mudanças. Tendências de compra do consumidor estão sempre mudando, daí, a necessidade da flexibilidade dos projetos. Por exemplo, enquanto displays flexíveis podem requerer mais investimento inicial, irão tornar sua vida muito mais fácil quando chegar a hora de modificar suas ofertas da loja.

Para finalizar, consulte sempre um especialista e fique atento às direções que o mercado toma. Caso contrário você pode estar jogando fora grandes chances de faturar alto e solidificar o nome de sua empresa.
Pense e pesquise bem antes de tomar qualquer decisão ou investir seu suado dinheirinho.
E tenha certeza de uma coisa, se um negócio não tem nenhum risco, muito provavelmente não será um bom negócio.

terça-feira, 19 de março de 2013

Estudo aponta o verdadeiro potencial do e-commerce.

Fonte: Artigos e E-commerce

No primeiro semestre de 2012, segundo dados do e-bit, foram realizadas aproximadamente 30 milhões de encomendas nas lojas virtuais brasileiras, com um tíquete médio de R$ 346. No mesmo período do ano anterior, 25 milhões de pedidos registrados.

Esse crescimento de cerca de 20% apresentado nas compras online é o mesmo apontado na evolução ano a ano do e-commerce nacional, o que gabarita o segmento como um dos de maiores potenciais do país. Ainda de acordo com o e-bit, o setor deve faturar R$ 22,5 bilhões nesse ano, frente aos R$ 18,7 bilhões de 2011. Além disso, no primeiro semestre de 2012, 5,6 milhões de pessoas fizeram a primeira compra online, o que significa que o país já soma o número de 37,6 milhões de e-consumidores.

Para se ter uma ideia da força do comércio eletrônico brasileiro, o país já representa 59,1% de todas as transações da América Latina, de acordo com um estudo realizado pela America Economia Intelligence e encomendado pela Visa. Enquanto isso, o México representa 14,2%, seguido por Caribe (6,4%), Argentina (6,2%), Chile (3,5%), Venezuela (3,3%), América Central (2,4%), Colômbia (2%) e Peru (1,4%).

Agora, some todos esses números e terá um verdadeiro mar de oportunidades e verá o imenso potencial queo e-commerce nacional propicia.No entanto, esse cenário que poderia ser extremamente positivo para novos entrantes, principalmente micro epequenas empresas, não se mostra tão empolgante. Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico(Camara-e.net), essas empresas representam 20% de toda a movimentação do setor.

A grande dificuldade das micro e pequenas empresas, que representam 98% dos negócios formais do país, se deve à deficiência de know how tecnológico e o conhecimento das especificidades do comércio eletrônico.

Então agora, imagine aqueles números do potencial econômico do setor somado a um espaço online, como se fosse um shopping, onde as micro e pequenas empresas, de forma simples e rápida, criassem uma pequena lojinha virtual. Porém, esse shopping viria de forma moderna e diferenciada das convencionais grandes galerias que vemos por aí.

Esse shopping traria facilidades de serviços, segurança nas transações e, o principal, interação com o público.Seria um verdadeiro espaço de relacionamento e venda, com experiência social. Algo além dos tradicionais marketplaces que já existem na internet mundial. Esse espaço, sim, seria ideal para que essas empresas de tamanha representatividade no mundo físico brasileiro possam entrar e fazer a diferença também no virtual.

Por fim, então some os números do e-commerce brasileiro, a representatividade das micro e pequenas empresas, mais a interação social, e teremos um número inimaginável de oportunidades. Esse é o verdadeiro e grande potencial do comércio eletrônico.

Link da matéria: http://artigosecommerce.com.br/estudo-aponta-verdadeiro-potencial-do-e-commerce/


segunda-feira, 18 de março de 2013

Prêmio SEBRAE mulher de negócios

Fonte: Mulher de Negócios

 Sua trajetória pode abrir caminho
para milhares de outras mulheres.

O Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios tem como objetivo identificar, selecionar e premiar os relatos de vida de mulheres empreendedoras de todo o país, as quais transformaram seus sonhos em realidade e cuja história de vida hoje é exemplo para outras que possuem o mesmo sonho.
Para concorrer ao prêmio, é necessário ter mais de 18 anos.
O prêmio é dividido em três categorias:
Pequenos Negócios: microempresas e empresas de pequeno porte, e que estejam estabelecidas formalmente há pelo menos um ano (data de abertura anterior a 01/03/2012, conforme consta no CNPJ);
Produtor Rural: mulheres que explorem atividades agrícolas, pecuárias e/ou pesqueiras nas quais não sejam alteradas a composição e as características do produto in natura, e que estejam estabelecidas formalmente á, no mínimo, um ano. (data de abertura anterior a 01/03/2012, conforme documento de registro legal pertinente: Inscrição Estadual de Produtor, ou Declaração de Aptidão ao PRONAF, (DAP) ou CNPJ, ou Registro no Ministério da Pesca);
Micro Empreendedor Individual: mulheres que trabalhem por conta própria que tenha seu empreendimento legalizado, com faturamento máximo anual de até R$ 60.000,00 por ano, e não tenham participação em outra empresa como sócias ou titulares, e tenham até um (a) empregado(a) contratado(a) que receba o salário mínimo, ou o piso da categoria. (data de abertura anterior a 01/03/ 2012, conforme consta no CNPJ).

Inscreva-se
 

 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Sebrae lança projeto para farmácias e drogarias



Objetivo é promover a competitividade das micro e pequenas empresas desse segmento

Misael Martins
Teresina - O Sebrae no Piauí lança nesta quinta-feira (14), às 15h, na capital, o projeto Desenvolvimento das Farmácias de Teresina. Serão apresentadas as diretrizes e os focos estratégicos do projeto para as micro e pequenas empresas do segmento varejista de drogarias e farmácias. O objetivo é promover a competitividade das empresas do segmento, por meio de melhorias e inovações nas práticas de gestão, comercialização e marketing, o que deverá contribuir para o aumento do faturamento desses estabelecimentos.

De acordo com a gestora do projeto Desenvolvimento das Farmácias de Teresina do Sebrae no Piauí, Maria Alreni Lima, o crescimento do número de farmácias em Teresina provocou o aumento da disputa por consumidores em áreas restritas, dificultando a sobrevivência de pequenos estabelecimentos. “Para superar essas dificuldades, iremos apresentar como alternativa o fortalecimento das entidades representativas e a criação de uma central de compras. Trabalharemos também a questão da profissionalização da gestão desses empreendimentos”, afirma Alreni.

Entre os resultados esperados com a execução do projeto estão o aumento em 30% do número de farmácias e drogarias com novos processos gerenciais, além do crescimento do volume de vendas em 15% até 2015. Mais informações na Unidade de Atendimento Coletivo Comércio e Serviços do Sebrae no Piauí, pelo telefone (86) 3216-1385.


Serviço:
Unidade de Marketing e Comunicação do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1356
Agência Sebrae de Notícias Piauí: (86) 3216-1325
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.twitter.com/pi_sebrae
www.facebook.com/sebraepiaui

quinta-feira, 14 de março de 2013

54 mil lojistas devem visitar a Feicon Batimat 2013

 

Número de visitantes do varejo vai bater o recorde em 2013 Como entidade apoiadora da Feicon Batimat, a Anamaco traz excelente expectativa para o evento em 2013, principalmente pelo número de visitantes do varejo, que deve bater o recorde. Cerca de 54 mil lojistas do setor devem participar da feira, que começou nesta terça-feira, no Anhembi, em São Paulo, gerando mais de R$ 350 milhões em negócios.


“A Feicon Batimat é o momento mais importante do ano para o setor da Construção. São mais de 2 mil lançamentos, que antecipam as tendências e novidades em termos e tecnologia e inovação para o setor. Além disso, há uma movimentação significativa de negócios. O ano só começa para nós após a Feicon Batimat”, declara Cláudio Conz, presidente da Anamaco. 

Segundo ele, 2013 deve ser o ano chave para o setor. A entidade espera que o varejo de material de construção cresça 6,5% sobre 2012, quando bateu recorde de faturamento – 55 bilhões de reais. “As expectativas de desempenho para o ano são as melhores possíveis. Apesar de termos iniciado o ano com queda, as vendas em março sempre são as mais otimistas do ano. Agora que o Carnaval já passou e o período de chuvas já deixou seu rastro, as coisas tendem a melhorar para o setor. Janeiro e fevereiro são meses em que as pessoas ainda estão viajando, março já é mês de retomada de obras e deve ser assim no restante no ano”, afirma.

De acordo com o presidente da Anamaco outros fatores tendem a manter a tendência de aquecimento do setor, como a continuidade de programas como o PAC – Plano de Aceleração do Crescimento e Minha Casa Minha Vida (1 e 2), bem como as obras para a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, além da manutenção da isenção do IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados até o final do ano. “Além disso, o consumo das famílias brasileiras vai continuar alavancando a atividade econômica do País. O resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do quarto trimestre de 2012 revela que o consumo interno continua sendo o pilar da economia, puxado por uma conjunção de fatores como a renda do trabalhador, que está em alta, e a taxa de desemprego que está em um dos seus menores níveis históricos”, completa.

Fonte: Anamaco

quarta-feira, 13 de março de 2013

Como escolher um ponto comercial para sua franquia.


A escolha correta de um ponto comercial muitas vezes é determinante no sucesso ou insucesso de uma franquia, portanto contar com a ajuda da franqueadora é sempre vital. A intenção principal é minimizar os riscos e ampliar o potencial de resultados, além de acelerar o prazo de retorno de investimento do negócio.
O ponto certo é aquele que conseguirá atrair a quantidade de pessoas e a visibilidade da marca e produtos suficientes para o negócio ser bem sucedido. Há aspectos que precisam ser avaliados criteriosamente. Veja alguns abaixo:

Perfil do público ideal
Qual o tipo de público, os hábitos de consumo, os horários de movimento e as principais razões que levam as pessoas ao local.

Aspectos legais
Avaliar os documentos e as condições da região, se não há impedimento para o estabelecimento comercial do tipo pretendido, bem como certificar-se das aprovações necessárias.

Viabilidade financeira
Veja se os custos de locação e o valor do ponto comercial são adequados ao retorno do investimento projetado.

Uso de ferramentas de busca e geoprocessamento
As franqueadoras estão cada vez mais estruturadas no processo de escolha do ponto e usado ferramentas de contagem de fluxo ou mesmo geoprocessamento (alguns chamam de geomarketing, semelhante aos mapas da internet, como Google Maps, etc).

Vizinhança

Veja quem são os principais vizinhos, os negócios que predominam na região, esse tipo de vizinhança coerente com a proposta de marca e se há muitos concorrentes com tradição no local. Esse aspecto pode ser determinante se o potencial de consumo já estiver saturado, porém em alguns locais a grande presença de concorrentes do mesmo segmento serve para ampliar o potencial.

Apoio da franqueadora
Geralmente, a franqueadora detém know-how suficiente e experiência na escolha. Porém, é preciso que o candidato faça pesquisas, sempre alinhadas aos pedidos e necessidades da franqueadora.

Visibilidade e acesso ao local
Cheque a capacidade de exposição do local, bem como distância em que o ponto comercial é visto e percebido, como esquinas. O acesso ao local e estacionamentos ampliam significativamente o potencial do negócio.

Portadores de necessidades especiais
Poder proporcionar aos clientes portadores desse tipo de necessidade um acolhimento adequado pode ser um excelente diferencial do negócio.
Conseguir atender a todos esses requisitos não é tarefa das mais fáceis, mas também não se deve deixar de fazer uma boa pesquisa de locais, acompanhar o dia a dia dos negócios presentes e conversar com outros empresários ou até moradores.
A escolha do ponto comercial certro para sua franquia é fundamental para o sucesso do seu empreendimento, portanto muita atenção nessa etapa do projeto e boa sorte.

terça-feira, 12 de março de 2013

Loja de roupas de malha catarinense vira franquia após 5 anos



Empresários tiveram ajuda do Sebrae no negocio de roupas sem estampa.
Faturamento deve chegar a R$ 2,5 milhões este ano, com cinco franquias.

Do PEGN TV
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Um pequeno empresário do setor de confecções, em Florianópolis, espera faturar R$ 2,5 milhões neste ano com a produção de roupas de malha sem estampa e a abertura de franquias da marca.
O casal argentino Raúl Bernardo e Maria Alejandra encontrou em Santa Catarina a chance de realizar o sonho de ter o próprio negócio. Desde 2006, eles vivem em Florianópolis, onde abriram uma loja de roupas femininas que vende principalmente blusas, vestidos e regatas. O diferencial é que as roupas não têm estampas e estão sempre na moda.
A produção das peças é terceirizada em malharias com que os empresários têm parceria e a produção mensal chega a cinco mil peças. Em cinco anos de vida, a loja já rende até R$ 40 mil por mês.
“Aprendemos um pouco do varejo, aprendemos de malha, a partir daí decidimos conhecer mais sobre a produção”, diz o empresário Raúl Bernardo.
A capacitação foi decisiva para o sucesso do estabelecimento. A empresa participou do programa “Negócio Certo” do Sebrae, que ajuda o interessado a definir e gerenciar o empreendimento.
“É um programa que contém mais de 600 ideias de negócio, como o primeiro passo. Depois a pessoa também pode, nesse programa, fazer o seu plano de negócio, onde ele tem todo um modelo formulado, onde a gente recomenda que o próprio cliente faça esse plano. E depois, o Sebrae assessora, dá consultoria, para ver a consistência do plano”, diz Joel Fernandes, do Sebrae de Florianópolis.
Depois de formalizar o negócio, os empresários receberam consultorias do Sebrae para elaborar o plano de ação. “Foi ele que nos organizou, nos deu orientações para fazer certo e para juntar aquele sonho com o planejamento, com a ação e com o foco, porque sem foco a gente não chega a lugar nenhum”, diz a empresária Maria Alejandra.
A empresa também participou de um projeto que deu nova cara ao estabelecimento e atraiu consumidores. Eles e comerciantes vizinhos investiram em transformar a rua Vidal Ramos, um ponto tradicional de Florianópolis, em um shopping a céu aberto. O local foi totalmente revitalizado, o que fez uma grande diferença no fluxo de clientes e no faturamento.
As fachadas das lojas foram padronizadas e o calçamento e iluminação, reformados. Para descanso dos pedestres, também foram colocados bancos ao longo das três quadras. De acordo com os empresários, os ganhos na rua Vidal Ramos cresceram 40% depois da renovação. A iniciativa de transformar o ponto comercial em um shopping a céu aberto foi do Sebrae em parceria com a prefeitura e empresários da região.
“Criou-se uma referência, uma rua de referência comercial boa, agradável para as pessoas virem. E isso naturalmente atrai clientes e melhora o resultado das empresas que estão participando”, diz Joel Fernandes, do Sebrae de Florianópolis.
O negócio de vender roupas sem estampa deu tão certo que virou franquia. Cristina Martins era cliente da loja e foi a primeira franqueada da marca.
“Quando eu pensei em abrir um negocio próprio pensei que seria perfeito casar uma coisa que gostava, que acredito que dê muito lucro, porque básico não sai de moda nunca”, diz a franqueada Cristina Martins.
A expectativa dos donos da franquia é dobrar o faturamento até o fim do ano.
Eles esperam ter aproximadamente cinco franquias em 2013 e superar R$ 2,5 milhões de faturamento
Contatos:
SEBRAE
Central de Relacionamento: 0800-570-0800
Site: www.sebrae.com.br
MAIS Q BÁSICA – MODA FEMININA
Contato: Empresários Raul Bernardo Pomba Rhó e Maria Alejandra Rizzo Pomba
Rua Vidal Ramos, 153 loja 04 – Centro
Florianópolis/SC – CEP: 88010-320
Telefone: (48) 3333-6767/ (48) 3282-9668
www.maisqbasica.com.br

segunda-feira, 11 de março de 2013

Sebrae lança site de Comércio Eletrônico


Sebrae lança site de Comércio Eletrônico com informações relevantes para donos de pequenos negócios que pretendem atuar no e-commerce (comércio eletrônico) ou melhorar a gestão de uma loja virtual que já existe.

Essa é a finalidade da página dedicada ao Comércio Eletrônico, que está disponível no Portal Sebrae no menu Setores 

Os visitantes encontrarão nesse ambiente conteúdos para abrir, planejar e gerir um negócio de comércio eletrônico. O espaço também trata de dados de mercado, planejamento, marketing, design, tecnologia, meios de pagamento e mais.

Navegue e confira! http://www.sebrae.com.br/setor/comercio-eletronico 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Franquias apostam em quiosques e há opções que custam menos de R$ 100 mil.

Fonte: Estadão PME


Apesar de ainda ter pouca representatividade no franchising, os quiosques seguem em expansão no País. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), os quiosques ainda representam 0,1% do faturamento do setor. Mas é fácil encontrar uma unidade em shoppings, faculdades, centros comerciais e hipermercados.
Entre as redes que trabalham com quiosques, 62,1% atuam no segmento de alimentação. Esporte, saúde, beleza e lazer estão empatados com acessórios pessoais e calçados, com 14,6%. A vantagem de uma franquia de quiosque está no investimento inicial, menor do que se comparado a uma loja convencional. Já o alerta é para o valor do aluguel e contratos de curto prazo.
O McDonald´s lidera o ranking com o maior número de quiosques, com 692 unidades. Em segundo lugar aparece a rede Bob´s, com 447, seguida do O Boticário (293), Ambev (263) e Chilli Beans (194). As dicas para quem pretende abrir uma unidade envolvem pelo menos quatro pontos.
O primeiro é a análise da experiência da rede em operações com quiosques. O segundo é a escolha do ponto. É importante avaliar o fluxo de pessoas em horários diferentes. Outro fator importante é o suporte dado pela rede em caso de ordem de mudança do ponto de venda. A quarta dica é manter um bom relacionamento com as administradoras dos centros comerciais para se antecipar a eventuais problemas.