terça-feira, 28 de maio de 2013

Principais erros cometidos pelas franquias

Fonte: No Varejo


Falta de visão, de planejamento, imediatismo e cláusulas não específicas em contratos são alguns dos fatores que podem acabar com uma franquia

O segmento das franquias voltadas ao varejo de produtos e prestação de serviços cresce a cada ano no país – como mostram os índices apurados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), que revelam que o faturamento do setor foi superior a R$ 88 bilhões em 2011 e R$ 103 bilhões em 2012.
O crescimento da classe C no país, a facilidade do crédito para pequenos empresários e a diversificação dos tipos franquias são alguns dos principais fatores que atraem os brasileiros que têm o desejo de abrir o seu próprio negócio – sejam eles pessoas que já tenham experiência ou não. 
Confira os principais erros:

Falta de Visão
Uma das falhas cometidas por franqueados que não obtém sucesso é pensar que não precisam se dedicar ao negócio da mesma forma como fariam com uma empresa independente. “Essa mentalidade, que infelizmente ainda existe entre alguns franqueados, pode não levar uma empresa franqueada ao fracasso, mas certamente diminui bastante as perspectivas de êxito”, analisa o consultor. Apoiados na infraestrutura da franqueadora, os franqueados podem ter a falsa ideia de que não precisam reciclar funcionários e divulgar ou expandir os negócios, por exemplo.

Falta de planejamento financeiro
Outro equivoco cometido pelos franqueados é a falta de planejamento financeiro. Ter apenas o capital disponível para a abertura do negócio é algo extremamente ariscado, pois existir o prazo para retorno dos investimentos, diversos fatores, como a economia podem não favorecer o mercado. “O franqueado precisa ter recursos disponíveis, pois todo o negócio pode passar por cenários positivos e negativos”, alerta Fiorini.

Não conhecer bem a franqueadora
Mais um motivo que leva ao erro é não conhecer a fundo a empresa franqueadora. O consultor explica que avaliar a rede franqueadora é ir além de números atraentes fornecidos pela empresa, como conhecer o perfil das pessoas que farão o elo entre franqueado e franqueador – já que esses profissionais estarão em contato direto com o empreendedor da franquia. “Saber como o quadro funcional de uma franqueadora pensa, trabalha, age e se comunica é essencial para concluir se a franquia atenderá as necessidades e expectativas a médio e longo prazo”, ressalta Fiorini.

Imediatismo
O desejo de ganhar dinheiro rápido leva o franqueado à frustração. Para evitar esse engano comum entre os empreendedores que querem se tornar franqueados, cabe à franqueadora passar as orientações adequadas, como prazos para retorno financeiro. 

Falta de suporte - Contrato
Fiorini revela que muitas redes franqueadoras não especificam em contrato qual o tipo de suporte que oferecem aos franqueados. O consultor deixa uma importante dica para aqueles que pretendem investir em uma franquia: “Antes de fechar o negócio, o futuro franqueado deve se atentar e exigir que os detalhes estejam especificados no contrato – isso inclui desde os valores envolvidos nas transações até a periodicidade de treinamentos ou visitas”.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Comércio justo muda realidade de pequenos negócios

Fonte:  ASN/ Faces do Brasil

Entende-se por comércio justo e solidário “o fluxo comercial diferenciado, baseado no cumprimento de critérios de justiça e solidariedade nas relações comerciais que resulte no protagonismo dos Empreendimentos Econômicos e Solidários (EES) por meio da participação ativa e do reconhecimento da sua autonomia”.

Mais do que a venda de produtos, o comércio justo provoca uma transformação na qualidade de vida dos envolvidos. Respeito à legislação trabalhista, sustentabilidade, igualdade de gênero, combate ao trabalho infantil, redução de atravessadores, empreendedorismo com vínculos na comunidade, segurança no ambiente profissional e produção orgânica compõem o conjunto de práticas dessa nova forma de pensar as relações de mercado. Esse regime tem raízes fortes na cultura da cooperação e do associativismo, quando empresários se unem e se fortalecem para atuar de forma competitiva.

Apoio ao comércio justo

O Sebrae apoia esses empreendedores do agronegócio, artesanato, confecções e turismo, em projetos locais e setoriais. a  na atuação com comércio justo. Nos últimos anos, por conta do debate cada vez mais intenso em torno de questões como desenvolvimento sustentável, clientes de supermercados e outros estabelecimentos ficaram mais exigentes. Por isso, se informam sobre os processos que envolvem a origem dos produtos levados para casa. Atentas a isso, muitas empresas põem em suas prateleiras artigos produzidos de maneira mais justa.  “É importante promover a educação e conscientizar os consumidores a respeito dessas novas relações comerciais, que promovem a inclusão social, com geração de emprego e renda, respeito ao meio ambiente e ao ser humano. Com o comércio justo toda a sociedade lucra”, afirma  o gerente de Comércio e Serviços do Sebrae Nacional, Juarez de Paula.

Evento:

Começou ontem a Semana Mundial de Comércio Justo e Solidário que é promovida pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), pela Prefeitura do Rio de Janeiro, pela Plataforma Brasileira de Comércio Justo (Faces do Brasil), pela World Fair Trade Organization (WFTO) e conta com o apoio do Sebrae Nacional.

Durante a semana, haverá o Salão Mundial de Comércio Justo e Solidário, nos dias 30 e 31 de maio. Lá, cerca de 200 produtores de 30 países e de todas as regiões brasileiras venderão seus produtos ao varejo e participarão de uma rodada de negócios. Os interessados em conhecer de perto esse sistema poderão participar até o dia 31 na praia de Copacabana.

Para saber mais sobre a Semana Mundial de Comércio Justo e Solidário acesse: http://www.facesdobrasil.org.br/

sexta-feira, 24 de maio de 2013

4 clichês que os vendedores devem parar de usar

Fonte: Exame

Quais clichês os vendedores devem parar de usar?

Toda venda bem-sucedida nasce de uma relação de confiança entre um vendedor e o cliente. Por isso, o uso de jargões populares, mentiras ou falar demais podem ser erros fatais durante um processo de negociação. Consumidores gostam de ser ouvidos e sentir que estão fazendo a melhor escolha ao adquirir um produto ou serviço.

1. Foi feito para você
Uma situação comum, e que provavelmente muitos já passaram por ela, é o provador de loja. Existem vendedores que gostam de usar expressões como "essa roupa ficou perfeita, até deixou você mais magro" ou "parece que essa peça foi feita especialmente para você", essas frases podem demonstrar para o cliente que a verdadeira preocupação está apenas em fechar a venda de olho na comissão.

2. Só isso?
Cuidado também com expressões que desdenhem do poder de compra das pessoas. Quando um cliente ouve "tem certeza que é só isso?" ele pode entender que a compra dele é insignificante para a loja.

3. Você não vai encontrar oferta melhor
Dizer também que "não existe nada melhor no mercado" ou "pode pesquisar, tenho preços imbatíveis" podem ser erros graves. Subestimar a concorrência não é a melhor saída. Aliás, evite citar o trabalho concorrente, não dê motivos para que o cliente busque outras propostas e foque em provar por que o seu produto é melhor. Aposte nos diferenciais, nas vantagens e benefícios que ele proporcionará e sugira o fechamento da compra com base nesses argumentos.

4. “Querida...”
Intimidade em excesso com o cliente também pode ser uma atitude negativa. Expressões como "flor", "amiga" e "querida" podem incomodar, pois cada pessoa tem um perfil e um motivador de compras. Portanto, converse, mas saiba respeitar os limites. Não force uma aproximação, isso poderá ter um resultado contrário ao que se esperava. Já foi o tempo em que o "bom de papo" era considerado o melhor vendedor. Estabelecer um diálogo é importante, mas é necessário entender que cada atendimento terá características diferentes.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

5 dicas para vender mais no Dia dos Namorados





As datas comemorativas estão sempre entre as mais importantes para os comerciantes. Porém é válido lembrar que para acompanhar o otimismo do mercado é preciso buscar maneiras de se destacar. Além das tradicionais decorações especiais e promoções, os vendedores, figuras essenciais nesse contexto, precisam se preparar para esse aumento do consumo. O grande propósito é aproveitar os bons momentos para ganhar novos clientes e fidelizar os antigos.

Confira cinco dicas para vender mais no Dia dos Namorados:

Planejamento e estrutura
– Estoques abastecidos, um ambiente atrativo e equipes bem preparadas são essenciais. Esteja atento à situação do setor e trace estratégias de vendas de acordo com o cenário. Procure comercializar as melhores opções de presentes dentro da expectativa do mercado, adequando o mix de produtos e serviços a esse público.

Criatividade – Tente sair dos moldes engessados de vendas, se aproxime do cliente realizando perguntas para identificar necessidades e desejos, com bons argumentos, apresentando opções interessantes e personalizadas ao perfil de cada pessoa. Isso fará com que ele se sinta à vontade e tenha prazer em comprar.

Aumente o ticket médio
– Estimule a equipe de vendas, treinando-os para elevar o ticket médio, faça com que eles ofereçam mais produtos para compor o presente. Além disso, sugira opções com valor agregado maior. O ideal é fugir da venda simples, na qual o cliente sai com apenas uma camiseta da loja. Por que não instruir os profissionais a terem percepção do estilo do cliente para, assim, poderem oferecer também produtos complementares, por exemplo?

Crie uma aproximação
- Fuja de uma venda fria, quando o cliente entra e sai da loja em poucos minutos. Mais importante que a quantidade de pessoas atendidas por dia é o valor de cada venda e a quantidade de oportunidades convertidas em negócios.

Fidelize o cliente – Quando o cliente fica satisfeito com o atendimento, ele cria uma imagem positiva da empresa e do processo de compra. Isso faz com que ele retorne sempre que necessário. Cliente bem atendido faz boas recomendações, que por sua vez, resultam em novos clientes.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Com programa da ONU e do Sebrae, lojas do ES se destacam no varejo

Fonte: G1

Fidelização de clientes ajuda loja de roupas infantis a vender mais.
Faturamento de loja de acessórios femininos subiu 80% após programa.

video

Programa especial de capacitação orientado pela Organização das Nações Unidas (ONU) faz empresas de Vitória, no Espírito Santo, se destacarem no setor de varejo. Com as mudanças adotadas, as empresas melhoraram a gestão dos negócios e aumentaram o faturamento.
Os pais de pequenos consumidores estão cada vez mais exigentes e querem um produto sofisticado, seguro e de alta qualidade para os filhos.
De olho neste mercado, o empresário Volmer Sathler abriu uma rede de lojas especializada em artigos infantis. A empresa começou em 1992, vendendo roupas e hoje comercializa mais de sete mil itens como enxovais, brinquedos e até móveis.
A empresa tem cinco lojas na região de Vitória, emprega 33 pessoas e fatura cerca de R$ 450 mil por mês.
Em 2005, o empresário fez o Empretec, um programa que aumenta a capacidade empreendedora do participante. Por meio dele, aprendeu a fazer o planejamento estratégico, calcular riscos e estabelecer o foco do negócio.
“Toda essa mudança comportamental, possibilitou ao empresário que ele pudesse agir, que ele pudesse praticar aquilo que foi trabalhado, e com segurança, com a certeza de que ele estava fazendo aquilo de maneira focada e não de maneira aleatória ou de empolgação”, diz Marcely Bridi, do Sebrae de Vitória.

A empresária Lourdes Ferolla, proprietária de uma rede de lojas de bijuterias e acessórios femininos também fez o Empretec. Com o negócio iniciado há quase 30 anos, ela participou de uma das primeiras turma do curso na capital capixaba, em 1995.
“O Empretec foi fundamental para que nós nos auto conhecêssemos, nos conhecêssemos como pessoas, (as nossas) características pessoais, empreendedoras, e o negócio em si, a necessidade de conhecer o negócio”, diz a empresária Lourdes Ferolla.
Após a capacitação, Lourdes melhorou o desempenho da empresa e hoje tem cinco lojas na região de Vitória.
O negócio faz sucesso entre as mulheres capixabas cada ponto de venda comercializa 15 mil peças por ano, em média. Há artigos para todos os bolsos, desde os mais simples até os mais sofisticados, como uma carteira de festa que custa R$ 2 mil.
O faturamento anual de cada loja é de cerca de R$ 300 mil. E este resultado subiu cerca de 80% depois do Empretec.
Buscando transformar funcionários em colaboradores, a empresária investiu em treinamento e criou um manual que diz como os novos empregados devem se comportar, realizar as tarefas e até que desafios têm pela frente. Com isso, ela conseguiu reduzir a rotatividade de pessoal em 20%.
A empresária também estabeleceu metas de vendas e aumentou o cuidado com o manuseio do produto para evitar estragos e prejuízos.
“O Empretec, no caso da Lourdes, fez com que ela pudesse potencializar aquilo que já tinha e trazia com ela, e de forma que ela pudesse aplicar esse comportamento na gestão da empresa”, diz Marcely Bridi, do Sebrae de Vitória.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Supermercados adotam tecnologia para agilizar atendimento

Fonte: Varejo ESPM

Os supermercados brasileiros pretendem agilizar o atendimento a seus consumidores e reduzir os custos trabalhistas com a introdução de máquinas que poderão ser operadas pelos próprios clientes na hora de pagar pelas compras, a exemplo do que já acontece nos Estados Unidos e na Europa. O aparelho, batizado de “self checkout”, foi apresentado durante a APAS 2013 – 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados, realizado de 6 a 9 de maio, em São Paulo.

Com as máquinas, o cliente passaria seus produtos por um leitor de código de barras, pesaria seus alimentos frescos e pagaria com cartões de crédito ou débito sem a ajuda de um funcionário do supermercado. No Brasil, essa tecnologia só existe na rede de supermercados Muffato, no Paraná, desde novembro passado, mas a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) prevê sua implantação no restante do país.

A empresa RMS demonstrou o funcionamento da máquina durante a Feira APAS 2013. No caixa, o próprio cliente passa os produtos à frente do leitor de código de barras e os coloca em uma bolsa situada sobre uma balança. Se forem postas duas sacolas, a máquina detecta o maior peso e emite uma mensagem de erro, o que evita tentativas de roubo. Pelo esquema, um funcionário do supermercado ficaria em um posto colocado entre quatro desses caixas para vigiar o funcionamento deles e suas mensagens de erro.
A RMS prevê vender no Brasil 400 unidades da máquina já em 2013.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

9 Dicas para um checkout eficiente em lojas virtuais

Fonte: Ipagare / Ciashop (adaptado)

Para muitos lojistas, o abandono de carrinhos e a baixa taxa de conversão do checkout parecem fazer parte do ciclo de vida do e-commerce. Mas você pode reduzir os carrinhos abandonados e aumentar suas vendas significativamente  otimizando o checkout da sua loja, muitas vezes com ajustes simples.
Confira 09 dicas que podem ajudá-lo nesse processo:

Dica #1 – Dê a opção de continuar comprando a partir da página de checkout
Seu cliente, às vezes, pode esquecer-se de algo. Dê a possibilidade de acrescentar  ou remover produtos na própria página de checkout. Quanto mais trabalho o cliente tiver para continuar comprando ou retirar produtos, maiores as chances de abandono do carrinho.

Dica #2 – Diferencie os botões de “finalizar compra” e “continue comprando” por cor
Se você exibe estes dois botões lado a lado ou muito próximos, considere trocar a cor de um deles para que seu cliente perceba a diferença visual. O ideal é colocar cada um de uma cor, assim você evita que seus clientes cliquem no botão errado por engano.
Dica #3 – Inclua classificações de produtos e depoimentos de seus clientes
O seu cliente se sente seguro quando vê na prática comentários e classificações sobre um determinado produto que já foi usado por outras pessoas. Os compradores querem saber se a propaganda é enganosa ou se funciona exatamente como anunciado.

Dica #4 – Inclua o número do pedido e as informações de contato também na página de checkout
Registre as etapas e o número do pedido. Deixe em local de fácil visualização as formas que seus clientes  podem entrar em contato com você, exemplo via e-mail, telefone, chat.. Com isso, você evita que seus clientes desistam da compra por causa de uma dúvida sem esclarecimento e atende às novas regras do ecommerce.

Dica #5 – Dê aos visitantes a opção de criar uma conta DEPOIS da página de checkout
o botão “registre-se para criar uma conta”, antes mesmo de concluir o seu pedido pode ser um obstáculo ao início da compra. Solicite somente as informações necessárias para o usuário fechar a compra. Formulários longos aumentam a desistência, diminuindo o número de pedidos na loja virtual.
Os clientes com certeza vão dar suas informações de contato para acompanhar sua compra depois de finalizado o pedido.

Dica #6 – Evite janelas popups
As janelas popups podem atrapalhar o processo de compra do cliente. Evite-as. Um dos pontos mais críticos é o fato de que alguns navegadores bloqueiam automaticamente janelas popups deixando o cliente confuso e levando-o a desistir da compra, abandonando o carrinho de compras.

Dica #7 – Inclua um resumo detalhado do pedido
Exibir apenas o nome do produto e um número de pedido poderia ser suficiente, mas permita que seu cliente confira quais as demais opções (modelo, cor, tamanho, etc.) que ele escolheu para o produto. Isso lhe dará mais e evitará que ele saia do checkout para confirmar novamente algum detalhe do produto, dando chance de gerar um abandono do carrinho.

Dica #8 – Seja claro na página de checkout quanto à entrega
Não espere seu cliente digitar o endereço de entrega para informar que determinada região não é atendida. Seja claro quanto às regiões atendidas, os prazos para processamento de pedidos e de entrega das mercadorias.

Dica #9 – Forneça múltiplas opções de pagamento online
Dê maior liberdade e comodidade ao seu cliente para decidir a sua opção de pagamento preferida. Forneça múltiplas opções de pagamento online, permitindo ele pagar com cartão de crédito, boleto bancário, débito online ou mesmo facilitadores de pagamento e carteiras eletrônicas. Mostre quais são os métodos de pagamento aceitos na loja virtual desde o início, desta maneira evita que um cliente desista no final do processo por não aceitar o pagamento que deseja.