quinta-feira, 30 de junho de 2011

Varejo 3.0: novas estratégias para um novo varejo



O desenvolvimento socioeconômico em marcha no mercado brasileiro e as novas tecnologias representam desafios e oportunidades para as redes varejistas e seus fornecedores. Mas como atuar de forma competitiva nesse contexto? Com as mesmas decisões da era da informação, a geração 2.0? Certamente, não. Para obter sucesso nesse universo, é preciso conhecer as especificidades da era do conhecimento, a dimensão 3.0, a dimensão do Varejo 3.0. O Varejo 3.0 é uma referência ao Marketing 3.0, inspirado no mundo digital, e representa a evolução do modelo tradicional de varejo.

Considerando tais especificidades, a ESPM oferece o Curso Intensivo em Varejo 3.0: Novas Estratégias para um Novo Varejo, tendo em vista capacitar os profissionais que atuam nesse segmento para atender às novas demandas mercadológicas. As aulas são ministradas por professores com larga experiência na área, que privilegiam uma estreita relação entre teoria e prática, por meio de estudos de caso, atividades de pesquisa, debates e atividades em grupo. No final do Curso, os participantes deverão estruturar um modelo de planejamento estratégico, com base no modelo de Marketing 3.0 adaptado ao varejo.

Saiba mais AQUI


Como NÃO atender o seu cliente online

Escrito por Albert Deweik – No Varejo

Frequentemente é possível encontrar artigos explicando as melhores formas de atendimento a clientes na internet. Todos trazem dicas e formas maravilhosas para encantar e principalmente fidelizar o cliente. Mas e o contrário? Quais são os principais pontos que os players de e-commerce não podem pecar? Para isso, relacionamos os cinco principais erros cometidos pelas empresas na hora de realizar o atendimento online ao cliente.

1. Passar o atendimento do online para o offline - O cliente online quer ser atendido online. Parece trivial, mas muitas empresas ainda cometem este erro. O cliente entra em contato através de um canal online e recebe a resposta para entrar em contato por telefone. Nada mais frustrante do que iniciar um atendimento online, aguardar uma resposta e nela ser direcionado para um canal offline.

2. Canais de atendimento ociosos - Disponibilizou um canal? Use-o. Muitas empresas se vangloriam de disponibilizar os mais diversos canais de atendimento online, como: E-mail, Chat, Atendimento Inteligente, entre outros. Disponibilizam, mas não atendem. Há demora nas respostas de e-mail, deixam o cliente em filas intermináveis de chat e utilizam de forma errada o conteúdo de canais inteligentes. A partir do momento que um novo canal é disponibilizado ao cliente, ele deve ser usado de forma correta, caso contrário a frustração gerada será enorme

3. Falta de posicionamento de prazos - Estipule prazos de resposta. O usuário de internet está acostumado com respostas rápidas. Sendo assim, deixe claro ao cliente qual o prazo de resposta. Caso ele envie um e-mail, utilize ferramentas que estipulem e divulguem ao cliente o tempo médio para resposta. No caso do chat, informe a posição da fila e o tempo médio de espera. O cliente que não tem retorno sobre o prazo de resposta costuma recorrer aos métodos tradicionais - e mais caros - para sanar as dúvidas.

4. Demora nas respostas - O e-consumidor gosta de respostas rápidas. É imediatista. Utilize ferramentas de atendimento inteligente que consigam entender de forma automática as questões do cliente e responder. Este tipo de tecnologia costuma reter em média 70% do fluxo manual de interações online. Em grandes operações essa economia gerada é bastante expressiva.

5. Restrição de horário de atendimento - Um estudo realizado pela NeoAssist em 2011 aponta que cerca de 20% das dúvidas dos clientes em sites de compra ocorrem fora do horário comercial. Ter um atendimento disponível fora do horário comercial ou ferramentas inteligentes é importantíssimo. O cliente que não encontra resposta para sua dúvida na hora da compra, migra para o concorrente que disponibiliza essa informação.

Parecem cinco dicas fáceis de seguir. No entanto, mesmo nos dias de hoje, ainda encontramos muitas empresas que atendem dessa forma e deixam aberta a possibilidade de perder clientes de forma rápida para a concorrência.

O bom atendimento é uma ferramenta essencial para gerar uma relação de confiança com o cliente. Assim como há a opção de “apenas um clique” para efetuar uma compra, precisamos facilitar as resoluções de dúvidas e problemas, maximizando sua curva de conforto. Ou seja, as dicas e ferramentas estão em nossas mãos, só é preciso enxergar e investir além do carrinho de compras.

Albert Deweik é diretor de vendas da NeoAssist

terça-feira, 28 de junho de 2011

Tendências de comportamento e consumo


O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.


Empresário cria rede social para pequenos negócios

Uma ferramenta criada na internet poderá interligar os 5 milhões de pequenos negócios brasileiros com centenas de milhões de empresas em todo o mundo. O 'Yes, I Can Do B2B' é uma rede social que propõe a interação de empresas que desejam fazer negócios. “Ela pode conectar um chinês a um brasileiro e fazê-los fecharem negócios", diz Pierre Grossmann, 71 anos, criador do site.

Com cadastro gratuito e com uma plataforma amigável ao usuário da pequena empresa, a Yes Can Do B2B disponibiliza um banco de dados com 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais. “O segredo da ferramenta é a taxonomia. As palavras são colocadas em português e traduzidas imediatamente para o inglês técnico. A partir daí, você pode encontrar produtos em empresas localizadas no mundo todo”.

Na ferramenta on line desenvolvida por Grossmann há empresas, indústrias e prestadoras de serviços, que vão desde os setores financeiro e de commodities até os de mineração, telecomunicações e aeronáutica. De olho na Copa do Mundo de 2014, o empresário diz que até mesmo um motorista de táxi interessado em divulgar os seus serviços pode se cadastrar. “Se na Austrália uma empresa precisar de táxis para uma viagem de negócios ao Brasil, poderá entrar em contato com ele”.

Grossmann contraria as teorias de que pessoas mais velhas conhecem pouco as ferramentas digitais. Estudioso da tecnologia, ele diz ter sido uma das primeiras pessoas no Brasil a ter acesso à rede. ”No início da década de 80, somente as universidades tinham acesso à internet e eu trouxe para o Brasil o Dialog, um aglutinador de banco de dados. Em parceria com a Unicamp, eu usava a internet”.

Em 2006, o empresário criou o Webfinder, um site que permitia a empresas encontrar o termo exato para descrever seus produtos. Além de procurar produtos e empresas, o Yes I Can Do B2B permite que a empresa cadastre seu catálogo de produtos. Por este serviço, o site cobra US$ 200 por ano. “Não dá nem US$ 1 por dia para que o produto possa ser visto por centenas de outras empresas”, argumenta Grossmann.

Site ajuda atletas a escolher tênis ideal para corrida

Objetivo é aumentar satisfação dos consumidores com compras virtuais



Site ajuda atletas interessados em comprar tênis pela internet a não errar tamanho. (Foto: Reprodução Shoefitr)
O fato de não poder experimentar ainda afasta clientes da possibilidade de comprar, virtualmente, sapatos e tênis. A fim de quebrar esta barreira, um time de engenheiros e atletas americanos reuniu-se para desenvolver o Shoefitr.

O site permite que atletas descubram o tamanho correto do modelo de calçado que desejam comprar na internet. A plataforma analisa o tênis que o esportista costumava usar e procura em seu arquivo de marcas cadastradas o tamanho correspondente para o novo par.

Se o usuário não souber o nome exato do modelo que possuía, pode inserir o código do produto ou, simplesmente, especificar sua cor e marca. A partir destes dados, o Shoefitr exibe uma seleção de modelos possíveis para que o atleta identifique o que mais se parece com seu antigo calçado. Em seguida, o site gera uma imagem 3D do sapato que o usuário deseja comprar, recomendando um tamanho. O serviço está disponível para o site de artigos esportivos Running Warehouse.

Um estudo da equipe do Shoefitr apontou que, em 2008, um em cada três pares de sapatos comprados pela net foi devolvido, o que custou aos varejistas o equivalente a R$ 957 milhões em vendas perdidas.

Fonte: PEGN

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O varejo precisa acompanhar a Geração Touch

Escrito por Elaine Medeiros – No Varejo

“A Geração Touch quer ser tocada, por meio da mobilidade e de estratégias de mercado que envolvam sustentabilidade”. Foi com essa definição que Luciana Barreto, diretora-executiva do POPAI Brasil, deu início a sua apresentação, durante o Workshop Tendências & Novidades - Feiras Mundiais, voltada para o varejo mundial.

Mas quem é a Geração Touch e de que maneira o varejo pode atingi-la? De acordo com Barreto, as mudanças nos hábitos de vida criaram um novo shopper, também conhecido como geração X, Y ou Z, mas com características específicas como: um foco maior para as experiências de compra, falta de percepção quanto a variedade de canais (priorizando mais o online) e a procura constante por novidades. “Essa nova geração enxerga a tecnologia como um commodity e por conta disso, alguns varejistas precisam pensar em como levá-la para o seu PDV. Afinal, estamos falando mais de um comportamento de vida do que de compra ou de poder aquisitivo”, explica Barreto.

Mas de quem estamos falando mesmo? De uma geração que já representa 26,2% da população brasileira, nasceu entre 1980 e 1990, não sabe o que é viver sem internet e preocupa-se com sustentabilidade, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ou seja, um novo tipo de cliente que possui uma alta expectativa de consumo para os próximos dez anos e que precisa encontrar no varejo mais opções de mobile commerce, por exemplo. Até porque o varejo online brasileiro já faturou em 2010 cerca de R$ 13,6 bilhões, de acordo com a e-Bit.

Desafio para o varejo físico

Esta é uma das perguntas que Barreto levantou durante o evento promovido pelo POPAI Brasil, no primeiro trimestre deste ano. “Como atrair esse cliente online para a loja física? Traçando suas preferências, por exemplo”. De acordo com um levantamento realizado por ela, algumas características podem se resumir em:

1. não ter limites de horizontes;
2. entretenimento;
3. personificação;
4. estar engajado e conectado.

“O varejo físico precisa se autoavaliar e questionar quais as experiências que ele está propondo para que o seu cliente fique em sua loja”, explica a executiva. Em outras palavras: levar a tecnologia para dentro de seu estabelecimento.

Entrar, pegar, sair sem pagar. E o fabricante ainda agradece.

Por Lorena Vicini - PEGN

Com proposta inovadora e benchmark estrangeiro, loja oferece produtos de graça para o consumidor, que testa e se compromete a dar feedback.

O consumidor entra, passeia entre os corredores e escolhe até 5 produtos. Passa no caixa e, sem abrir a carteira, segue para casa com um grande sorriso de "obrigada!" dos vendedores.

É essa a proposta do Clube da Amostra Grátis. Inaugurada há cerca de um ano na Vila Madalena, a loja aposta no conceito de tryvertising (do inglês try, tentar, e advertising, propaganda), que funciona do seguinte modo: as empresas fabricantes pagam um preço para expor seus produtos no Clube da Amostra Grátis. O consumidor leva o produto para casa com o compromisso de testá-lo. Feito isso, preenche um questionário e o envia de volta para o Clube da Amostra Grátis, que encaminha para a empresa fabricante. Em uma interessante simbiose, todos saem ganhando: o consumidor leva o produto de graça para casa, o fabricante tem uma opinião relativamente espontânea e o Clube ganha como estabelecimento que centraliza e intermedia essa relação.

Hoje o Clube conta com 14 mil associados que já retiraram mais de 200 mil produtos desde o dia da inauguração, realizada no ano passado.

Os empresários Luiz Gaeta e Denis Shimada buscaram implementar essa ideia no Brasil ao notar casos de sucesso em outros países, como o SamplePlazza nos EUA, o SampleLab no Japão e o Esloúltimo na Espanha. Atualmente, de 60 a 100 empresas expõem seus produtos no loja, e, em princípio, não há restrições aos tipos de produtos que podem ser expostos. os valores pagos por cada empresa varia de acordo com o tipo de produto, a variedade que a empresa coloca, a quantidade de questionários retornados, que é em média 95% da quantidade de produtos exposta, e o tempo de permanência na loja.

Na opinião dos proprietários, o diferencial é que o associado realmente experimenta o produto antes de responder qualquer coisa, sendo que essa resposta ele dará diretamente para o sistema, sem a interferência de terceiros, o que, segundo eles, faz com que a resposta seja muito mais sincera e verdadeira.

No que concerne ao uso do Clube da Amostra Grátis, Gaeta e Shimada estimulam as pequenas empresas a se profissionalizarem e utilizarem o sistema como ferramenta para crescer. "Trocamos idaias constantes com o SEBRAE nesse sentido também e desenvolvemos propostas especiais para as pequenas e micros empresas. Viemos mesmo para democratizar o acesso as pesquisas de opinião", afirmam.


Para maiores informações sobre como se cadastrar, acesse o site www.clubeamostragratis.com.br .

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Pesquisa avalia site do Comércio Varejista

Entre os sites setoriais disponíveis na página do Sebrae na Internet, o do Comércio Varejista é o segundo mais acessado. Somente no mês de maio, recebeu mais de 34.332 visitas, que resultaram em 83.353 visualizações. Para melhor atender as necessidades desse público, o Sebrae está realizando uma pesquisa de avaliação. O objetivo da enquete, com apenas seis perguntas, é conhecer o perfil do visitante, avaliar o conteúdo ofertado e quais aspectos podem ser aperfeiçoados.

“O resultado final irá subsidiar a introdução de melhorias para que as demandas dos nossos clientes possam ser atendidas de forma mais efetiva. Para tanto, conhecer o perfil desse público é de extrema importância, principalmente, para que os conteúdos disponibilizados estejam cada vez mais de acordo com suas necessidades e expectativas”, avalia a analista da Unidade de Atendimento Coletivo ao Comércio do Sebrae, Raissa Rossiter.

O site do Comércio Varejista do Sebrae reúne informações específicas do setor, organizadas de acordo com os segmentos mais representativos. Há também um espaço dedicado à gestão de varejo para apoiar os micro e pequenos empresários com informações sobre comunicação, finanças, fornecedores, legislação e tributação, recursos humanos, vendas e, mais recentemente, sobre sustentabilidade no comércio. Já no tópico O Setor, é possível obter informações gerais como acesso a serviços financeiros, cenário e tendências, eventos, inovação e tecnologia.

Além de inúmeros artigos de especialista na área, a página conta ainda com um Blog, mantido pela Unidade de Atendimento Coletivo ao Comércio do Sebrae com divulgação de novidades, tendências e curiosidades sobre o setor. “A meta é trazer informações atualizadas do ponto de vista estratégico, que possam contribuir com o aumento da competitividade no comércio varejista”, afirma Raissa.

As Razões do Cliente



Recentemente, o sociólogo Juarez de Paula, gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Comércio - UACC do Sebrae Nacional, escreveu um artigo intitulado "As Razões do Cliente" onde aborda temas relacionados com as mudanças no perfil do consumo, as oportunidades e ameaças para as MPEs e os desafios estratégicos da UACC. Leia o conteúdo clicando em ARTIGO.


FGV-EAESP / GVcev promove seminário sobre crédito e serviços financeiros no varejo

No dia 30 de junho, o GVcev - Centro de Excelência em Varejo da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) realiza o seminário “Crédito e Serviços Financeiros no Varejo”, com apoio do programa FGV in company. O evento acontece das 8h30 às 13h00, no Salão Nobre da FGV-EAESP (Rua Itapeva, 432 – 4º andar), em São Paulo.

Coordenado pelos professores da FGV-EAESP Jacques Gelman, Edgard Barki e Célia Barth, o seminário é direcionado aos diretores, gerentes e profissionais do segmento de varejo, fornecedores, alunos e demais interessados no tema. A iniciativa tem a finalidade de discutir a relevância e a operação de crédito e serviços financeiros no segmento, além da questão de crédito para o cadastro positivo, destinado aos consumidores que cumpriram seus compromissos.

“No evento, abordaremos também o impacto do crédito positivo para o varejo e as questões em torno da diminuição das taxas de juros. A intenção é apresentar como as empresas podem utilizar estes serviços para o varejo da maneira mais rentável”, conta Jacques Gelmam, coordenador do Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da FGV-EAESP.

O valor da inscrição é R$ 420,00 (até 23/06) e (R$ 490,00) após 23/06 para participantes. Alunos da FGV- EAESP pagam R$ 250,00 (até 26/03). Comunidade GV e parceiros pagam R$ 336,00 (até 23/06) e R$ 420,00 (após 23/06). Para mais informações e inscrições: www.fgv.br/cev.

Serviço:

“Crédito e Serviços Financeiros no Varejo”
Data: 30 de junho (quinta-feira)
Local: Salão Nobre da FGV-EAESP (Rua Itapeva, 432 – 4º andar), em São Paulo
Informações: www.fgv.br/cev

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Celular será meio de pagamento de pequenos valores

Fonte: Portal Abrasnet

Enquanto o segmento de mobile banking passa por um processo de consolidação e os bancos buscam aumentar sua fatia de clientes, os principais fabricantes de aparelhos celulares e desenvolvedores de softwares brasileiros já se preparam para um novo modelo
de negócio que promete envolver, além das instituições financeiras, bandeiras de cartão de crédito, operadoras de celular e, na última ponta da cadeia, o segmento varejista.

Chega ao mercado brasileiro até o fim deste ano, ainda em caráter experimental, uma
tecnologia que deve transformar o celular em importante meio de pagamento de valores. A
NFC, sigla para Near Field Communication, ou comunicação por proximidade, promete
popularizar o segmento de pagamentos móveis ao permitir que o consumidor pague
pequenos valores ao aproximar o celular ao aparelho de um estabelecimento que ofereça
essa tecnologia.

A tecnologia de transferência de dados sem fio é coordenada pelo NFC Fórum,
uma união de empresas criada há sete anos e que atualmente conta com mais de cem
membros, entre eles pesos-pesados como Microsoft, Samsung, Motorola e Visa. Já
funciona no Japão e na Coreia do Sul, por exemplo, para o pagamento de transporte
público. A ideia é que o consumidor, com o acesso a uma operadora de telefonia móvel,
um aparelho com essa tecnologia, uma conta no banco e um cartão de crédito consiga
substituir o dinheiro ou o plástico em pequenas compras do dia-a-dia.

A LG antecipou ao Valor o início da produção no Brasil, em setembro, do Dakota
NFC, primeiro aparelho da fabricante com essa tecnologia embarcada. "Já estamos em
negociação com as operadoras e o celular deve chegar às prateleiras no último trimestre
de 2011", diz o gerente geral de vendas da LG Electronics no Brasil, André Niggli. O
aparelho vem com um processador, uma antena e um sim card específico que permitem a
troca de informações com o aparelho NFC no varejo. "É a mesma lógica das máquinas de
POS nos pontos de venda para cartão de crédito, mas sem o contato físico."

De acordo com José Domingos Favoretto Júnior, arquiteto de soluções do CPqD,
instituição independente com foco na inovação em TI, alguns pilotos já são testados nos
Estados Unidos e na Europa e os grandes fabricantes do Brasil já se preparam para lançar
aparelhos este ano. "A Samsung já homologa um equipamento e a Nokia anunciou para
este ano um telefone com essa tecnologia", conta.

Dinheiro e cheque já fazem parte do passado - Ir às compras e pagar com dinheiro
ou cheque fazem parte do passado. Novas tecnologias estão ampliando o volume de
serviços prestados pelas empresas de cartão de crédito, que atendem desde o pequeno e
médio empresário, até a pessoa física. Transformar o celular em uma "maquininha" capaz
de receber pagamentos com cartão de crédito, inclusive parcelados, é outra opção.
Na Copa do Mundo 2014, a torcida não terá de perder tempo em filas para adquirir
seu ingresso. Representantes da Visa Brasil estão negociando com a Fédération
Internationale de Football Association (Fifa) a ampliação do Visa Passfirst, que permitirá ao
usuário do cartão entrar nos estádios sem imprimir no papel o bilhete para assistir as
partidas. Hoje, em todo país, 11 estádios fazem uso da nova tecnologia, lançada em 2007.
A Redecard lançou há menos de um ano o piloto do Redecard Celular.

A tecnologia está em testes e será lançada comercialmente em breve. Com ela, o usuário
cadastra o número do celular junto ao banco emissor do cartão. Na hora da compra, o
portador informa ao lojista que o pagamento será feito via celular. O número do aparelho e
a senha do usuário são digitados na maquininha da Redecard. Em seguida, o consumidor
recebe no celular uma segunda senha dinâmica, que muda a cada transação, via
mensagem de texto (SMS), que também deve ser digitada. O próximo passo é imprimir o
comprovante do pagamento.

1ª Conferência Internacional sobre Automação e Logística

Padrões de identificação e comunicação para cadeia de valor são uma necessidade do mercado em todos os setores que buscam integração, rastreabilidade, eficiência e rentabilidade. Uma linguagem global, única e inequívoca, por meio do Código de Barras e EPC/RFID, possibilita uma gestão logística eficiente, otimizando processos, reduzindo os custos e erros. Apenas um sitema global e multissetorial é capaz de interligar o Brasil ao mundo numa velocidade jamais imaginada antes. Toda a nação ganha em resultados e, principalmente, em rentabilidade. Uma única linguagem, um padrão universal de comunicação, acompanhando as inovações que o mundo apresenta a todo momento.

Dia 29/06 em São Paulo - SAIBA MAIS

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Os 7 Pecados Capitais do Franchising

A ABF - Associação Brasileira de Franchising elaborou, em parceria com outras entidades, episódios que tratam dos 7 Pecados Capitais do Franchising. Abaixo constam perguntas relacionadas a cada tema e os vídeos podem assistidos clicando aqui.



Episódio 1: IRA

Como evitar que a emoção tome o lugar da razão e o pecado da Ira se instale na sua rede de franquias?

Episódio 2: GULA

Como evitar que a obsessão distorcida e o consumo impulsivo contagie uma rede de franquias, tornando seu crescimento desordenado e insustentável?

Episódio 3: SOBERBA

Franqueadores ou franqueados que se deixam levar pela Soberba deviam pensar se estão no modelo de negócio certo. Será que isso acontece na sua rede?

Episódio 4: AVAREZA

Para que uma rede de franquias tenha sucesso é preciso que os dois lados saiam ganhando mas como fazer para que esse equilíbrio sempre aconteça?

Episódio 5: INVEJA

O que fazer para evitar que os efeitos corrosivos da Inveja se manifestem na sua rede de franquias?

Episódio 6: LUXÚRIA

O limite entre uma vida confortável e uma vida de excessos é bastante tênue. Então, o que fazer para afastar a Luxúria do dia a dia da sua franquia?

Episódio 7: PREGUIÇA

Para evitar a Preguiça franqueadores e franqueados precisam afastar sempre a acomodação em uma zona de conforto. Mas como fazer isso?

Fonte: ABF Franchising

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Conecte Seu Negócio - Pequenos na internet

Pequenos na internet

Uma parceria entre o Google e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas empresas (Sebrae) promete facilitar que empreendimentos de menor porte cheguem à internet. Batizado de Conecte Seu Negócio, o programa oferecerá suporte gratuito para a criação e o design de um site empresarial e também para publicidade digital. Está prevista ainda a entrega de 5 mil domínios, livres da primeira anuidade, aos que se inscreverem no endereço eletrônico www.conecteseunegocio.com.br.

O Google oferecerá aos empresários R$ 150 de crédito na ferramenta de publicidade on-line AdWords. Já o Sebrae vai atuar na divulgação e no estímulo do empreendedorismo e do desenvolvimento das empresas no meio digital. “A ideia é ajudar empresários que não têm conhecimento no tema, nem recursos para investir no próprio site a expandirem suas empresas no meio digital, não só com a venda on-line de produtos e serviços, mas no uso dessa mídia para publicidade e relacionamento com os clientes”, disse Luiz Barretto, presidente nacional do Sebrae.

Alessandro Leal, diretor de Vendas On-line do Google, destaca que o objetivo é ir além de uma simples ferramenta. “É preciso conscientizar os empresários sobre as possibilidades desse canal de negócios”, disse. Ele lembra que os brasileiros têm maior aceitação às compras on-line do que a média dos países na América Latina. Enquanto as pessoas daqui fazem 8,2 compras no e-comerce por ano, a média na AL é de 7,2.

Domínio

Ao acessar o site do programa o empresário precisa checar se o domínio desejado está disponível. Feito isso, basta registrar a empresa e preencher um formulário. A partir daí, começa a fase da construção do website: com o uso da ferramenta da Yola, o usuário poderá escolher opções de design, formatação de página e inserir fotos e conteúdo.

CORREIO BRAZILIENSE - Gustavo Henrique Braga

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Você conhece os direitos do e-consumidor?



Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente, segundo a 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP. No caso de transações realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, o que representa 65,25%. E, apesar das boas perspectivas nos negócios pela internet, ainda há um número muito grande de empresas on-line que desrespeitam os direitos do consumidor. Segundo o site Reclame Aqui, o volume de reclamações cadastradas no mês de dezembro de 2010, referentes a quatorze lojas virtuais de maior operação no País, aumentou 320%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Uma das razões pelo grande volume de reclamações sobre os sites de venda, segundo a Dra. Gisele Friso, advogada e consultora jurídica na G.Friso Consultoria Jurídica, especializada em Direito do Consumidor e Direito Eletrônico, é a falta de preparo por parte do fornecedor.

“Se, por um lado, os custos em relação a ponto comercial físico, locais para estoque e funcionários são menores, por outro, a empresa deve investir em itens como atendimento e logística, principalmente, para o cumprimento dos prazos”, ressalta a advogada. E, para evitar situações problemáticas entre a empresa e o consumidor, a Dra. Gisele Friso cita os principais cuidados a serem tomados no ambiente virtual:

- Aja sempre de acordo com a lei: A legislação que protege o consumidor no Brasil é uma das mais modernas e completas do mundo. O Código de Defesa do Consumidor é um verdadeiro manual de procedimentos, estabelecendo todos os critérios que a empresa deve seguir para evitar a insatisfação do consumidor e até problemas jurídicos. Sendo assim, o Código torna-se uma ferramenta a seu favor, sendo um aliado às suas atividades.

- Forneça sempre informação adequada e precisa: A elaboração de manuais de compras, com todos os procedimentos descritos de forma clara e precisa, contendo informações como prazo de entrega e política de devolução, é essencial nesta relação. A linguagem deve ser simples e objetiva. O cumprimento dessas medidas também é essencial, ou seja, o fornecedor deve cumprir exatamente aquilo que descreve. Do contrário, irá gerar descredibilidade.

- Garanta que os prazos sejam cumpridos: Há vários casos de sites que dispõem dos produtos, têm um marketing adequado e vendem muito bem, porém, na hora da entrega, a falha é evidente. Por isso, uma boa logística é essencial. Os prazos de entrega devem ser cumpridos à risca para que o consumidor não tenha a sensação de insegurança em relação ao fornecedor. Da mesma forma, quando houver uma devolução, o ressarcimento do valor ao consumidor deve ser imediato. Prazos longos para o ressarcimento geram desconfiança e desconforto ao consumidor, além de violar a legislação.

- Atente-se ao crescimento ordenado: Muitas vezes, os empresários têm ideias criativas e até chegam a implementá-las, porém, sem a exata dimensão do que é necessário para colocá-las em prática. O resultado é um crescimento maior do que a empresa comporta, o que gera, na maioria das vezes, um resultado desastroso.

- Aposte na responsabilidade social: O consumidor de hoje valoriza as empresas que investem nas questões sociais, entendendo esta postura como um sinal de ética e cidadania. E, para as empresas, atuar em prol de causas sociais é uma forma de aliar a sua imagem a questões politicamente corretas, proporcionando uma importante vantagem competitiva.

- Encare um problema como oportunidade: Por mais que a empresa trabalhe com ética, transparência e de acordo com a lei, determinados problemas são inevitáveis. Nestes casos, reverta o problema a favor da sua empresa. Lidar com a situação de forma adequada, justa e atenciosa é a melhor maneira de minimizar o problema, além de evitar maiores constrangimentos, como reclamações em órgãos de proteção ao consumidor ou até mesmo processos judiciais. O consumidor se encanta com a empresa que reconhece seu erro e não poupa esforços para se redimir!

Fonte: B2B Magazine


terça-feira, 14 de junho de 2011

Loja colaborativa reúne mercadorias de 100 expositores

Aluguel de espaço custa entre R$ 90 e R$ 450

Por Juliana Bacci - PEGN

Interior da loja Cada Qual, localizada no bairro de Pinheiros, em SP. (Foto: Divulgação)

A loja chama a atenção de quem passa pelo bairro de Pinheiros, em São Paulo. Há um ano instalada na região, a Cada Qual oferece ao consumidor um sistema diferenciado de compra. Caixas em dez tamanhos diferentes ocupam todas as paredes do estabelecimento, compondo uma imensa vitrine formada por roupas, sapatos, bijuterias, objetos decorativos e acessórios. As mercadorias provêm de cerca de 100 expositores.

A ideia do modelo de negócio foi importada das andanças por Amsterdam e Barcelona. De volta ao Brasil, os amigos Aline Aleixo Quintão, de 29 anos, e Ramiro Aires Melo, 31, perceberam a ausência de lojas colaborativas no país e decidiram apostar no sistema. “Muitos estudantes de moda procuram nossas caixas para expor seus produtos. É uma forma de mostrar sua produção ao mercado”, explica Aline, que divide seu tempo entre a administração da Cada Qual e seus compromissos com o Direito, sua área de formação.

As caixas da loja são alugadas mensalmente. O valor do aluguel varia entre R$ 90 e R$ 450, conforme o tamanho da caixa desejada. A menor delas mede 30X40 e a maior, 180X60. A Cada Qual emprega também três vendedoras, que conhecem os produtos de todas as caixas. À loja é pago um valor de 10% sobre cada produto vendido, o que inclui todas as despesas fiscais. O estabelecimento é responsável pela encomenda e entrega do produto ao consumidor. Devido à falta de espaço e o grande número de mercadorias acumulada, a loja não possui estoque, apenas as peças do mostruário.

O sistema chamou a atenção da administradora de empresas Ana Thereza Combat. A mineira de 33 anos, que já trabalhou com lojas tradicionais e também expôs seus produtos em galerias nacionais e feiras, encontrou na Cada Qual uma alternativa eficiente de mostrar seu trabalho. Ela trabalha com a empresa desde a sua inauguração, em abril de 2010. Roupas, lenços, casacos e utensílios domésticos estão espalhados por cinco caixas de propriedade de Ana. Ela classifica o serviço como “sensacional”. “A localização da loja é ideal para aproveitar os gringos que circulam de fim de semana pela Praça Benedito Calixto. Eles adoram as Havaianas personalizadas que eu produzo”, conta.

Divulgados os ganhadores do prêmio As Melhores Franquias do Brasil

A grande ganhadora do ano foi a Multicoisas, que cresceu 36% em 2010

Da Redação do PEGN

Aconteceu na terça-feira, 7 de junho, a cerimônia de entrega do prêmio As Melhores Franquias do Brasil 2011, promovido pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. O evento foi realizado no Citibank Hall, em São Paulo.

Empresas de 14 setores foram premiadas, incluindo a categoria Melhor Franquia Emergente. A premiação também reconheceu a Melhor Franquia do Ano. Confira os vencedores abaixo para conhecer os planos de expansão destas redes:

Melhor Franquia do Ano
Multicoisas
Especializada em utensílios para casa, decoração e presentes, a Multicoisas apostou na tendência das lojas de conveniência, de tirar os produtos de trás do balcão e deixá-los nas prateleiras, ao alcance dos clientes, e foi eleita a Melhor Franquia do Ano de 2011.

Alimentação
Patroni Pizza
Bicampeã na categoria, a rede Patroni Pizza apostou na autonomia ao franqueado, com livre fixação de preços, e no compromisso com a sustentabilidade para crescer. Em 2010, a marca faturou R$ 137,07 milhões e expandiu em 39,5% o número de franquias em relação a 2009.

Cafeteria e confeitaria
MegaMatte
A marca que apostou em um portfólio com produtos mais saudáveis, como a erva-mate orgânica, aumentou em 44% seu faturamento e expandiu em 43% seu número de franquias, ambos resultados de 2010 em relação a 2009.

Cosméticos, Perfumaria e Farmácia
O Boticário
A rede leva pela segunda vez consecutiva o título do setor. Em 2010, a marca faturou R$ 4,6 bilhões com a venda de produtos de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. Com 70 lojas próprias e 2.950 franquias, a marca gera 16 mil empregos diretos.

Ensino de Idiomas
Wizard
Em 2010, a rede de escolas de línguas abriu 48 unidades, atendendo meio milhão de alunos e faturando R$ 1,7 bilhão. O número representa 15% de crescimento em relação a 2009. Para 2011, a Wizard quer expandir seus negócios com a abertura de unidades em 11 países.

Lazer
Flytour Franchising
Com faturamento de R$ 482,04 milhões em 2010, a Flytour cresceu 34% em relação a 2009. Suas 82 unidades, 72 delas franqueadas, empregam dois mil colaboradores.

Saúde e Bem-Estar
Óticas Carol
Com 301 unidades em sete estados brasileiros, a rede cresceu 29% em 2010, faturando R$ 198 milhões. Nascida no interior de São Paulo, a marca reduziu o número de unidades próprias para centrar-se na oferta de produtos e na prestação de serviços aos franqueados.

Serviços de Limpeza e Conservação
5àSec
Campeã pelo terceiro ano consecutivo, a rede de lavanderias francesa abriu 27 novas lojas e faturou R$ 118 milhões em 2010. O número representa 18,58% de crescimento em relação a 2009.

Serviços Financeiros e Consultoria
Federal Invest
Em 2010, a empresa de factoring, que já está presente em 20 estados, faturou R$ 190 milhões e fechou o ano com 51 unidades. A expansão da rede em relação a 2009 foi de 41,7%.

Treinamento e Cursos
Prepara Cursos
Apoiada em um modelo de ensino que privilegia a tecnologia, a rede de treinamentos e cursos é bicampeã do Guia de Franquias no setor. Com a abertura de 77 novas unidades, a rede obteve faturamento de R$ 116 milhões em 2010.

Veículos
Localiza Rent a Car
Em 2010, a Localiza cresceu 31% em relação a 2009 e obteve faturamento de quase R$ 1 bilhão. Com um total de 415 lojas, 181 delas franqueadas, é líder do setor de aluguel de carros no Brasil e cresce apoiada em uma comunicação frequente com seus franqueados.

Vestuário, Calçados e Acessórios
Arezzo
Com 280 lojas, a Arezzo faturou R$ 712 milhões em 2010, ano em que a tradicional varejista de calçados femininos abriu o capital com a mais bem-sucedida oferta inicial de ações dos primeiros meses de 2011.

Serviços Gerais
iGUi
A rede que nasceu no Brasil e ganhou o exterior aposta no modelo máster franquia para crescer. Com 352 lojas espalhadas pelo mundo, a rede faturou R$ 250 milhões e é especialista na fabricação de piscinas de fibra.

Emergente
Minds English School
No modelo pedagógico da Minds English School tem destaque a inovação constante. Em 2010, com 34 unidades, a rede faturou R$ 108 milhões e já atende mais de 16 mil alunos.

Ampliação e fortalecimento da sua imagem

Como criar diferencial competitivo? Como se destacar na multidão que exige cada vez mais agilidade? São perguntas frequentes feitas pelos empreendedores. Dessa forma, listamos os dez passos que podem ajudar a ampliar e a fortalecer a imagem deles no mercado.

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1 - Investir em marketing online: de que adianta ter uma empresa altamente qualificada se os seus possíveis clientes não sabem que ela existe? Por isso é importante investir em ferramentas de divulgação de sua empresa na internet constantemente, o que é possível com inúmeras ferramentas desenvolvidas especialmente para este público;

2 – Ter uma assessoria contábil: contrate uma assessoria idônea, pois é ela quem ajudará a planejar os mínimos detalhes da estrutura contábil, evitando assim problemas futuros;

3 – Alcançar o domínio pleno do negócio: empresários de sucesso não permitem que o processo operacional dependa da sua atuação e o mais cedo possível relegam essas tarefas a terceiros;

4 – Planejamento constante: em períodos de bonança, é natural que a motivação seja grande e a vontade de expandir os negócios, maior. No entanto, é preciso ter muita cautela para “não dar um passo maior que a perna”. Todos os riscos devem ser calculados e o planejamento deve ser constante;

5 – Ter metas claras: todas as operações da empresa devem estar subordinadas ao objetivo de atingir metas que estejam claras a todos os seus funcionários. Se as metas não estiverem claras, qualquer resultado é satisfatório e a empresa acaba fadada ao fracasso;

6 – Conhecer bem seu público-alvo: é preciso conhecer muito bem os desejos do seu público, que é seu melhor termômetro. Hoje, na era da interatividade e das redes sociais, é possível ter um retorno quase que instantâneo para, então, otimizar seus negócios;

7 – Cuidar da imagem da empresa: que imagem você acha que está passando se o seu site é desatualizado e contém erros de português? A internet é a porta de entrada da sua empresa para o mundo. Portanto, fique sempre atento a seu cartão de visitas. Detalhes e informações atualizadas indicam que a empresa é moderna e está crescendo;

8 – Estabelecer parcerias com fornecedores e concorrentes: é preciso conhecer bem quem são seus concorrentes e seu potencial, para, no momento certo, firmar alianças;

9 – Participar de feiras: estar presente em eventos da sua área é essencial para atualizar o “networking” e explorar novos negócios;

10 – Saber identificar oportunidades: empreendedores de sucesso estão sempre atentos às oportunidades que surgem. Ser curioso e antenado é essencial para saber aproveitar as novas possibilidades quando elas surgirem.

Fonte: Apontador e Grupo Prolink.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ambev cria modelo popular de franquia

Investidores do Nosso Bar contarão com estrutura da marca para gerir negócio.


A Ambev criou o Nosso Bar, um modelo de franquia destinado a micro e pequenos empreendedores. O negócio demanda um investimento inicial a partir de R$ 28 mil e pretende incentivar a classe média a apostar neste segmento. As operações serão iniciadas em São Paulo e a previsão é que o retorno do investimento seja alcançado em até 20 meses.
O projeto Nosso Bar é uma opção popular para regiões urbanas, periferias e centros de grandes cidades e permitirá ao proprietário a escolha do nome e o tipo de cardápio que será servido. O investidor contará ainda com a estrutura da Ambev, incluindo a padronização visual dos materiais de divulgação, programa de capacitação para gerir o negócio e atendimento periódico dos consultores da rede.
Fonte: Mundo do Marketing

Software Empresário


A Intelecta Tecnologia, desenvolvedora e distribuidora do Software Empresário, liberou a mais recente versão do módulo Loja Virtual para o tradicional sistema de gestão de negócios para micros e pequenas empresas, objetivando entregar às empresas deste segmento a capacidade de realizar negócios pela Internet, ambiente que, cada vez mais, permite que as empresas possam construir seu comércio eletrônico e aumentar suas receitas.

O módulo Loja Virtual permite criar um ambiente inteligente de comércio eletrônico, com mais de 20 formas de pagamento e é totalmente integrado ao módulo central do Software Empresário, para garantir a gestão do estoque, cadastramento de produtos, controle de parceiros. Na loja virtual, o sistema permite montar o catálogo de produtos, ferramentas de buscas de itens, cesta de compras, acompanhamento de pedidos, pagamentos realizados, entregas, cálculo de frete, entre outras funcionalidades. Também oferece ferramentas de marketing, enquetes, gerenciamento e publicação de banners e de estatísticas de acessos de visitantes (Google Analytics).

“O módulo foi criado para garantir a comodidade ao consumidor na hora da compra pela Internet, a partir de um sistema de comércio eletrônico que garante às micros e pequenas empresas a presença no mundo do comercio eletrônico”, comenta Carlos Mariano, diretor da Intelecta.

“Verificamos que, anualmente, milhares de empresas são criadas no Brasil e cada vez mais a concorrência fica acirrada. Diante deste cenário, os pequenos empreendedores devem ficar atentos e se adequarem a cada nova oportunidade que se apresenta, pois, segundo estimativa da Câmara e-Net, este mercado deve gerar mais de R$ 20 bilhões em 2011, 30% a mais que em 2010. Tanto que o SEBRAE tem convidado a Intelecta a participar de workshops como fonte de informação direcionada a este segmento de mercado, justamente pela nossa experiência em atender às MPEs há quase 20 anos , informando o público que tem interesse em dar seus primeiros passos para vender pela internet”, conta o executivo.

Francisco Fernandes, diretor de relacionamento e novos negócios da Intelecta e palestrante nestes eventos do SEBRAE, destaca que estes workshops apresentam caminhos que podem ser seguidos pelos micros e pequenos empresários rumo ao comércio eletrônico. “Nestas atividades, abordamos a importância da Internet e mostramos como é possível construir um site de negócios totalmente integrado a um sistema de gestão, dando oportunidade ao transferir conhecimento, e não apenas colocar a loja virtual na internet, mas também mostramos o que é preciso fazer a gestão do negócio” afirma o executivo.

“O público é sempre muito interessado em como melhorar suas vendas de forma rápida, mas percebemos que falta informação e experiência para que se tenha uma resposta positiva que viabilize a participação das empresas no ambiente virtual usando a tecnologia como ferramenta para impulsionar as vendas. Nossa proposta contempla isto e o SEBRAE está colaborando efetivamente na multiplicação deste conhecimento”, finaliza Fernandes.

O módulo Loja Virtual do Software Empresário tem um investimento inicial de integração de R$ 799,00 mais uma mensalidade relativa ao plano escolhido no provedor.

Mais informações http://www.intelecta.com.br/2nd/empresario-loja-virtual.asp

Fonte: B2B Magazine

Varejo brasileiro acelera crescimento em abril

As vendas do varejo brasileiro tiveram no mês de abril um crescimento de 10% na comparação com o mesmo período de 2010, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE em sua Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).O desempenho bastante acima da alta de 4% apresentada em março. Nos primeiros quatro meses de 2011, o varejo apresenta uma expansão de 7,6%, enquanto nos últimos 12 meses o crescimento é de 9,5% (mesmo índice de março).

“As vendas do varejo voltaram a crescer em abril, impulsionadas pelo aumento da confiança dos consumidores e pela Páscoa, que puxou principalmente o setor de alimentos”, analisa Luiz Goes, sócio-sênior e diretor da GS&MD – Gouvêa de Souza, empresa de consultoria especializada em varejo.

O desempenho do varejo brasileiro continua bem acima das principais economias mundiais. Na Zona do Euro, por exemplo, o crescimento em abril foi de 1,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já nos Estados Unidos o avanço foi de 14,4% em abril, mas sobre uma base de comparação extremamente deprimida, uma vez que o mercado americano sofreu fortemente os efeitos da crise financeira global.

Considerando o Varejo Ampliado (que também envolve automóveis e materiais de construção), as vendas subiram 11,8%, contra uma queda de 2,7% em março. “Vale destacar o crescimento consistente do setor de materiais de construção, que avançou 9,5%, contra 6,2% em março. As vendas de automóveis foram impactadas pelo efeito calendário: abril de 2010 foi o primeiro mês sem a isenção de IPI para o setor, o que derrubou as vendas e fez com que a base de comparação fosse mais fraca”, analisa Goes.

Nos setores de bens semiduráveis, a expansão da massa salarial, decorrente do crescimento econômico, garantiu uma alta moderada das vendas. Em artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, por exemplo, houve alta de 10% em abril, contra 5,5% em março, interrompendo um processo de desaceleração do setor. Já tecidos, vestuário e calçados fecharam abril com avanço de apenas 1,7%, contra 5,6%, 14,2% e 9,8% nos três meses anteriores; e acumulam nos últimos 12 meses um crescimento de 9,5%. “Este ano começou mais forte que 2010 para o setor de vestuário, alavancado pelas promoções realizadas pelos varejistas. Aos poucos, o setor vem reduzindo seu ritmo. Em abril, o atraso do frio no Sudeste e as chuvas no Nordeste ainda prejudicaram as vendas”, afirma.

O segmento de supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo retomou sua posição como carro-chefe do varejo, apresentando uma expansão de 10,4% na comparação anual e interrompendo um ciclo de desaceleração que vinha desde o início de 2011. “A Páscoa em abril foi importante para impulsionar os números do mês. Como esperávamos, os números foram bem mais fortes que nos últimos meses”, projeta Goes.

Entre os setores de bens duráveis, as medidas macroprudenciais implementadas pelo governo no final do ano passado vêm reduzindo o ritmo de expansão das vendas, mas ainda assim tem havido uma forte demanda do mercado. “Em relação a março, as vendas subiram 1,7%, em uma espécie de ‘efeito inercial’, por conta dos incessantes lançamentos da indústria”, comenta o consultor.

As expectativas do varejo para este ano são otimistas. “As vendas fecharão o ano com um crescimento acima do PIB, pelo nono ano seguido. Ainda que a expansão não seja tão intensa quanto em 2010, e o governo esteja se empenhando em controlar a inflação, a renda das famílias deverá continuar em expansão e o desemprego ficará estável. Isso trará um bom desempenho para o setor ao longo do ano“, conclui.

Fonte: NewTrade

Brasil é o melhor lugar para o varejo, aponta estudo

Estudo realizado pela Global Retail Development Index (GRDI) - da consultoria A.T. Kearney, apontou o Brasil como o melhor lugar no mundo para o mercado do varejo.

Para compor o resultado é analisado 25 quesitos em quatro categorias: risco econômico e político; atratividade do mercado; saturação do mercado; e pressão do tempo.

Na 10ª edição, a pesquisa revela um crescimento constante do País. Entre os emergentes, a expectativa é que o Brasil se destaque ainda mais graças ao PIB previsto de 5% para os próximos anos, e o aquecimento ocasionado pelos investimentos em infra-estrutura para grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

País Classificação 2011 Classificação 2010

Brasil 1 5

Uruguai 2 8

Chile 3 6

Índia 4 3

Kuwait 5 2


Fonte: No Varejo


terça-feira, 7 de junho de 2011

Grande ideia garante pão fresquinho para clientes do Rio de Janeiro

O pão é um alimento que acompanha o homem desde a antiguidade e é a principal pedida para o café da manhã do brasileiro. Quanto mais fresco o pãozinho, mais saborosa é a refeição. E foi pensando nisso que um grupo de amigos do Rio de Janeiro teve uma grande ideia. Eles fabricam pães de vários tipos e sabores. Pré assados, os pães são entregues na casa do cliente, que mediante a sua vontade coloca, no forno e saboreia o produto fresquinho.

JORNAL DO SBT (SP) • REPORTAGEM • 6/6/2011 • Repórter: Léo Sant'anna

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Road Show - Mutirão de Marcas e Patentes

Para orientar os empresários sobre como cuidar da suas marcas, patentes e direitos autorais, a Vilage, com patrocínio do SEBRAE, realiza o evento"Road Show - Mutirão de Marcas e Patentes". O projeto acontece simultaneamente em 26 cidades brasileiras, no período de 1 de junho à 5 de julho de 2011. As inscrições são gratuitas.

Uma equipe de profissionais especializados em registro de marcas e patentes da Vilage receberá os participantes para esclarecer as principais dúvidas e, por meio de palestras, compartilhamento de experiências e exposição de casos de sucesso, serão abordados assuntos relacionados à Lei que regula o registro das marcas e patentes no Brasil e a sua utilização nas empresas. Também haverá, gratuitamente, consultoria técnica e jurídica, pesquisa e levantamento de marca.

Durante a consultoria, os participantes poderão fazer o depósito de marca, basta levar as cópias do CNPJ, contrato social e logotipo, se houver. Somente será cobrada a taxa federal.

O evento tem o objetivo de divulgar a importância de proteger o capital intangível de uma empresa, munindo os empresários de uma ferramenta capaz de destacá-los no mercado.

INSCRIÇÕES GRATUITAS: 0800 703 9009 ou no site http://vilage.com.br/pt/mutirao

ECOM 2011 - I Seminário NACIONAL de Comércio Eletrônico, Negócios na Web & Meios de Pagamentos

A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE DIRIGENTES LOJISTAS – CNDL , realizará, no período de agosto a outubro de 2011, o ECOM 2011 - I Seminário NACIONAL de Comércio Eletrônico, Negócios na Web & Meios de Pagamentos, evento nacional que tem o objetivo preparar o comércio e o varejo brasileiro para vender através dos meios eletrônicos e de usar as tecnologias digitais, em particular o comércio eletrônico, para expor mais seus produtos e serviços para os comerciantes, varejistas e empreendedores.

O ECOM 2011 será realizado nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo em 2014, em função das oportunidades a serem aproveitadas por meio de um comércio, varejo e rede hoteleira conectada na Internet e mais presente na Web.

O Seminário e Workshop de Comércio, Negócios Eletrônicos e Meios de Pagamentos vai ser realizado no formato "Road Show" em 12 Capitais Brasileiras, levando os maiores Especialistas e Autoridades para compartilhar conhecimentos e experiências profissionais, orientar e prover suporte técnico aos interessados.

Trata-se de uma iniciativa INÉDITA no Brasil e que trará aos participantes e a Sociedade Empresarial Brasileira uma oportunidade imperdível de entrar para o Comércio Eletrônico e habitar o ambiente mundial de negócios da Web, com segurança, eficiência e de maneira sustentável.

Dentre outros temas e assuntos, serão realizadas:

a) Palestras com Especialistas e Autoridades em Tecnologia, Segurança, Lojistica, Marketing e Economia Digital
b) Atendimento individual para os Comerciantes que queiram ingressar ou evoluir no comércio eletrônico
c) Se inscrever e participar no projeto E-Lojista


As inscrições são gratuitas a partir do dia 15/06.

Maiores informações no site: http://www.e-comercio2011.com.br/index.asp

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A receita do sucesso da Cacau Show

Na empresa, a oferta para consumo próprio e para presente se baseia em um modelo de negócio que inclui a trufa de R$ 1 como produto de entrada

Por HSM Management, do Mundo do Marketing | 02/06/2011

Se você, leitor, fizer uma degustação cega de chocolates, confundirá um produto Cacau Show com um suíço como o da Lindt? A resposta correta é sim – por exemplo, se o produto Cacau Show for o Mais Leite. É que as diferenças básicas entre chocolates europeus e brasileiros estão no uso, no Velho Mundo, de açúcar de beterraba e leite mais gordo e o Mais Leite se faz com leite importado de lá.

Por conta do nome, a Cacau Show até pode ter sido confundida com empresa de shows de samba com mulatas, mas o fato é que essa organização fundada em 1988, que hoje tem mais de mil funcionários e mil lojas, receita de R$ 400 milhões em 2010 (ou R$ 1 bilhão, se contabilizado o movimento das lojas), 96% de reconhecimento de marca e produtos sofisticados como o Mais Leite, tem uma gestão empreendedora respeitável.

A entrevista em que o fundador e presidente Alexandre Tadeu da Costa detalha isso, concedida com exclusividade à editora-executiva Adriana Salles Gomes, foi realizada com a fábrica trabalhando a toda em função da Páscoa – a empresa detém 10% do mercado de ovos de chocolate. No prédio-sede, que combina com bom gosto madeiras claras e escuras como se fossem chocolates, Tadeu da Costa detalhou seu modelo de negócio do “luxo democrático e feliz”, nos moldes do posicionamento das sandálias Havaianas, os desafios que isso impõe e seus planos de expansão, que incluem uma fazenda de cacau e uma fábrica de chocolates na Bélgica, além de outra novidade guardada a sete chaves.

Às vezes, ficamos procurando nossos Steve Jobs, Bill Gates e Mark Zuckerberg na tecnologia, mas talve

z, no Brasil, eles se encontrem em outros ramos. Alexandre Tadeu da Costa fundou sua empresa aos 17 anos de idade.

Leia a entrevista acessando http://www.mundodomarketing.com.br/7,19050,a-receita-do-sucesso-da-cacau-show.htm


Reportagem publicada pela Revista HSM Management (br.hsmglobal.com) e Mundo do Marketing por meio de parceria que os dois veículos mantêm.