quinta-feira, 27 de março de 2014

8 dicas para melhorar o desempenho da sua empresa nas mídias sociais

Fonte: Revista PEGN
mídias sociais_redes sociais_marketing_engajamento (Foto: Shutterstock)Quando se fala em redes sociais, é difícil se manter sempre atualizado. Com plataformas surgindo a todo momento e usuários curiosos por novos tipos de interação, as marcas precisam se esforçar para seguir tantas tendências.


Pequenas Empresas & Grandes Negócios consultou três especialistas no assunto para ajudar o empreendedor a posicionar seu negócio no mundo digital: Edney Souza, criador do blog Interney, Leslie Orsioli, da agência de mídia social We Are Social, e Marcelo Salgado, analista de mídias sociais do Bradesco. Eles deram dicas de estratégias de interação e marketing em diversas redes sociais.

1. Vai entrar numa rede nova? 
Antes de entrar em uma rede social, o empreendedor deve avaliar se o público de sua empresa está nela. E depois, se a presença da marca naquele ambiente vai atender às necessidades do público-alvo. Se a decisão for por entrar na mídia social, ele deve, então, manter-se ativo. Uma regra básica é tentar preservar a interação com o cliente na plataforma em que a discussão começou, a menos que seja necessário fornecer dados sigilosos.

2. Novas plataformas, novas estratégias.
Hoje, o empreendedor deve estar pronto para desenvolver estratégias de marketing que sejam mais abrangentes. Além de se preocupar com as mídias sociais – como Facebook, Twitter e Google + –, é importante estar atento a outras plataformas. Para diversificar o conteúdo, vale a pena investir no YouTube, em blogs, no Tumblr e em aplicativos, como WhatsApp e Snapchat (em que a interação pode ser feita por meio do disparo de mensagens para listas de clientes, por exemplo).


3.Sua empresa é de nicho? 
Se a sua marca trabalha com casamentos, moda, decoração e beleza, por exemplo, certamente sua estratégia não pode ignorar o Pinterest. Viagem e turismo? Instagram não pode faltar. Quando se tem um produto específico, é importante identificar onde seu público está e estreitar laços para investir em ações focadas.

4. De olho na qualidade. 
Criar materiais que transmitam credibilidade ao cliente da marca e saber otimizar buscas no Google devem ser prioridades do empreendedor. Além de investir em publicidade ou anúncios pagos, é importante adotar estratégias de SEO para melhor a presença em buscas orgânicas. Para isso, o bom conteúdo é a melhor estratégia.

5. Amplie o alcance de sua página no Facebook. 
No caso do Facebook, é importante criar conteúdos com potencial de viralização e compartilhamento. Muitas empresas não têm essa percepção e não investem em material que se aplica ao dia a dia das pessoas.

6. Vale a pena pagar? 
Investir em mídia sempre pode ser um ótimo recurso quando há conteúdo de qualidade a ser divulgado e com alta possibilidade de compartilhamento. Se você produziu uma excelente notícia, por que não fazê-la chegar a um número maior de pessoas? É em torno disso que o Facebook vem trabalhando sua estratégia. Desde que a decisão de comprar anúncios seja bem planejada (e posteriormente, justificada em relatórios de performance), a estratégia de promover conteúdo em mídias sociais pode ser um bom investimento.

7. Está lá? Interaja! 
Se sua marca está numa rede social, interaja com os usuários independentemente de sexo ou idade. Toda interação é humana e dos dois lados deve haver alguém disposto a conversar sem preconceitos. Quem define como o usuário vai ser, acaba errando. Não existe uma regra de comportamento. Quem tem mais de 50 anos não necessariamente escreve de maneira séria, não abrevia palavras ou deixa de usar emoticons. O importante é não ficar calado.

8. Comportamento nas redes. 
Mais do que uma questão de linguagem, o comportamento do público reflete sua faixa etária. Os jovens, por exemplo, interagem com mais frequência nas mídias sociais, mas com propósitos diferentes de seus pais ou avós. Acostumados a compartilhar mais conteúdo, em geral, eles usam as redes para manter contato com seus amigos. Enquanto isso, a audiência mais madura sente maior necessidade de se expressar quando o assunto envolve reclamações sobre produtos e serviços ou atenção na busca por informações. Identificar o comportamento do seu público é essencial para interagir da melhor forma.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Como preencher relatório mensal de receitas brutas do MEI

Fonte: Sebrae/PR


Juliana Schvenger, consultora do Sebrae Paraná, explica o passo a passo de como preencher o relatório mensal de receitas brutas do MEI - microempreendedor individual. A especialista no assunto dá dicas importantes para o seu negócio como:

- Prazos para fazer a declaração;
- Quais as suas obrigações como MEI;
- Limites de faturamento;
- Como preencher relatório mensal de receitas brutas.

Assista o vídeo abaixo:

video




Caso você tenha alguma dúvida sobre como fazer a declaração, acesse: www.sebraepr.com.br/PortalInternet/Gener­ica/Declaração-Anual-do-MEI 

terça-feira, 25 de março de 2014

VitrinaPRO cria app de loja virtual em poucas horas

Fonte: MDIC


Um novo serviço, lançado na quinta-feira, 19 de março, quer criar aplicativos para lojas virtuaisem poucas horas. O VitrinaPRO é a nova investida dos criadores do aplicativo Vitrina, um marketplace para vendas de artigos de moda.

A nova ferramenta, no entanto, quer atingir um público mais amplo. "O foco do nosso primeiro aplicativo era para que uma pessoa física pudesse vender artigos de moda para outra. O VitrinaPRO é focado em lojistas de qualquer áres. Queremos democratizar o mercado digital com uma ferramenta simples e permitir que o lojista foque no que é seu interesse: vender", contou Saulo Martí, CEO e co-fundador.

Criar um aplicativo de comércio eletrônico não é o processo mais simples do mundo. É preciso pensar nodesign, fazer a programação e integrar todo o sistema com alguma forma de pagamento. São necessários, em média, alguns milhares de reais, além de semanas de trabalho para ter, finalmente, um app para uma loja virtual.

O VitrinaPRO nasceu exatamente da observação dos criadores nesse mercado. De acordo com Martí, muitos dos usuários do Vitrina diziam que eram lojistas, mas que não usavam o aplicativo para poder vender virtualmente já que não tinham um programa próprio.
"Encontramos uma brecha no mercado. Alguns serviços existentes criam lojas virtuais, mas nenhum tem foco em aplicativos. Nós sempre fomos e seremos mobile first. Vendemos pacotes do VitrinaPRO sem versão para desktop, mas nenhum deles é sem um aplicativo para smartphones", explica Martí.

Os planos custam a partir de 79 reais por mês. Toda a manutenção do aplicativo, hospedagem e processo de inclusão nas lojas do Google ou da Apple são por conta da equipe do VitrinaPRO. Após escolher as cores do layout, mandar o nome e o logo, o aplicativo deve ficar disponível na Google Play (loja de apps do Android) em apenas três horas. No caso da App Store (loja de apps de iPhone e iPad) pode demorar até sete dias--o processo de inclusão na loja da Apple é mais burocrático e lento).

Por enquanto, o VitrinaPRO oferece apenas uma opção de layout para o app. A equipe já trabalha em mais quatro opções, disse Martí. Somando as opções à customização de cores, será possível criar centenas de designs que podem ser usados.

Monetização

O VitrinaPRO não cobrará nenhuma comissão sobre as vendas. Após o pagamento da mensalidade, o vendedor não terá de pagar mais nada ao serviço (os descontos ficam apenas por conta do PagSeguro ou do PayPal, que farão as transferências de dinheiro).

Disponível apenas no Brasil, a equipe já planeja uma expansão internacional. "O mercado latino-americano é muito parecido com o brasileiro. Esperamos expandir para a América do Sul até o final deste ano", diz Martí. A expansão para a Europa deve ser o próximo passo, mas ainda é motivo de estudos.

Apenas dois dias depois do lançamento, a meta de cadastros já havia sido 70% atingida. "Não sei bem o que isso pode dizer. Talvez tenhamos sido conservadores nas nossas metas", afirma Martí. Resta ver até o final do ano se todas as metas, como a expansão internacional, também serão atingidas com facilidade. Afinal, elas não parecem nada conservadoras.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Sebrae traça o perfil da consumidora brasileira


Cada vez mais seguras financeiramente, as consumidoras sabem o que querem e são atraídas por diferentes motivos na hora da compra, podendo, de acordo com o SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às micro e Pequenas Empresas, ser qualificadas em:

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Consumidoras sabem o que querem e
 são atraídas por diferentes motivos
• Dedicadas - buscam bens de consumo ligados à saúde e ao bem-estar. Têm entre 25 e 40 anos e escolaridade de nível médio ou superior. Trabalham fora e usam cartão de crédito como forma de pagamento.

• Hedonistas - consomem por prazer, desejo, marca e status. Trabalham por conta própria e preferem pagar suas compras em dinheiro.

• Pressionadas - reclamam da falta de valorização de seu trabalho. Têm entre 36 e 45 anos e se identificam tanto com as lojas de rua quanto com as lojas de shoppings.

• Resolvidas - valorizam a marca de suas roupas. Amam o trabalho, mas prezam a qualidade de vida. Têm acima de 46 anos e gostam de atenção permanente dos vendedores.

• Sobreviventes - adeptas da compra racional e prática. Com menos de 25 anos, são universitárias ou têm ensino médio completo.


Fonte: New Trade

quarta-feira, 19 de março de 2014

3 coisas que você precisa saber sobre franquias de quiosque

Fonte: Exame



De acordo com dados do último levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), as redes de franquias de quiosques faturaram 2,4 bilhões de reais no ano passado. São 100 redes e 3.931 unidades em operação.

Hoje, 61% atuam no segmento de alimentação, mas é possível encontrar franquias de quiosques de cosméticos, acessórios, presentes, entre outros. Para interessados em ser donos do próprio negócio, esse modelo costuma ter preços mais baixos para abertura e fica em locais privilegiados de shopping centers, aeroportos e galerias de lojas.




Para Batista Gigliotti, presidente da Fran Systems, consultoria em desenvolvimento de negócios e de franquias, uma das principais vantagens para o franqueado é que o investimento inicial de uma franquia de quiosque é mais baixo que o de uma loja física. “Mas, o custo de aluguel por metro quadrado é mais caro do que o aluguel de uma loja”, completa Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto.

Algumas redes têm bastante experiência neste segmento, trabalhando praticamente só com quiosques. É o caso da Nutty Bavarian. “Desde o começo da empresa a gente sempre trabalhou com quiosques por trabalharmos com um produto que o cliente compra por impulso”, explica Adriana Auriemo Miglorancia, diretora executiva da Nutty Bavarian, uma rede de franquias especializada em nuts glaceadas.

A marca foi trazida para o Brasil em 1996 pela empresária e o primeiro quiosque foi instalado em Campos do Jordão, em São Paulo. Hoje, rede tem seis unidades próprias e 88 franquias e o plano de expansão da marca para esse ano é a região sul e centro-oeste do país. O investimento inicial para abrir uma franquia é de 90 mil reais. Veja algumas recomendações para quem deseja investir nesse tipo de negócio.

1. Acompanhe tudo de perto
Por ser uma operação menor e com menos controles e funcionários, o franqueado precisa estar presente e acompanhar de perto o negócio. “Além disso, tem o risco da facilidade maior do furto de produtos, pois o produto fica exposto e o controle é mais difícil”, afirma Cherto.
Para Adriana, o empreendedor precisa assumir o cargo de gerente, pois como a equipe é reduzida, às vezes, ele vai precisar fazer esse papel. “Você fica muito vulnerável se falta uma pessoa”, conta.

2. Coloque tudo no papel
O custo de ocupação pode encarecer bastante o investimento inicial de uma franquia de quiosque, pois a maioria dos contratos de locação é de curto prazo. A lucratividade do negócio pode ficar prejudicada se o empreendedor não calcular quanto precisa vender mensalmente.

“É preciso analisar caso a caso e fazer muita conta para saber realmente quanto de faturamento vai gerar e se vai compensar”, afirma Cherto.

3. Seja criativo
Por ter um espaço limitado, uma das principais dificuldades do franqueado é gerar uma boa experiência de consumo no seu quiosque para os seus clientes. Para não ter problema os lojistas da região, é preciso pensar em ações para promover o negócio que não atrapalhem o fluxo do local.

Para Gigliotti, o empreendedor tem que se adaptar de acordo com o local e observar quais outros pontos têm mais potencial dentro do mesmo shopping, por exemplo.


terça-feira, 18 de março de 2014

As franquias com menor investimento do Brasil, segundo a ABF

Fonte: Exame


As microfranquias, com investimento de até 80 mil reais, cresceram 30% no ano passado, tanto em unidades quanto em faturamento. Hoje, esse tipo de negócio é responsável por 5,11% do faturamento do setor, ou cerca de 6 bilhões de reais. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising, são 384 empresas oferecendo franquias de baixo investimento no Brasil. Dentre essas, 30 se destacam pelos valores de investimento ainda mais baixos, de 5 mil a 30 mil reais.

De acordo com o ranking da ABF, elaborado a pedido de EXAME.com, a franquia Braziliannail é hoje a mais barata do país, com investimento inicial de 5 mil reais. O negócio de máquinas para decorar unhas já tem 170 unidades.

Esse tipo de negócio é indicado para empreendedores que têm excelente capacidade de trabalhar sozinho, disciplina e pouco capital para investir. O valor divulgado pelas marcas não inclui ponto comercial, materiais específicos e taxas adicionais. Por isso, o investimento inicial fica, sem dúvida, acima deste preço e depende de negociação entre o empreendedor e a rede. As microfranquias exigem cuidados, como checar a área de atuação, e muito trabalho para dar retorno. As informações foram fornecidas pela ABF, com base no seu banco de dados de quase mil redes associadas.

Braziliannail

A empresa do Rio Grande do Sul comercializa máquinas para decorar unhas, com desenhos e apliques. Criada em 2008, a rede atrai empreendedores de beleza e manicures que querem aprimorar a atividade. Uma franquia tem investimento inicial de 5 mil reais. 

Auto Brasil

A franquia Auto Brasil oferece serviços automotivos, assistência, bloqueadores veiculares e seguros. Com investimento inicial de 5,2 mil reais, a franquia pode ser montada em casa. Hoje, tem 15 unidades em operação e estima que o prazo de retorno seja de seis meses.

Dr. Marido

A franquia oferece serviços domésticos, como reparos e pequenas reformas. Criada no Distrito Federal, a rede tem 26 unidades em operação. Para virar um franqueado, é preciso investir a partir de 8 mil reais. 

Trata Igui Bem

A rede, do mesmo dono da marca Igui, oferece serviços de limpeza para piscinas. O investimento inicial é de 8 mil reais. Hoje, são 23 franqueados operando este tipo de negócio. O retorno do capital é calculado para seis meses de operação. 

Zets

A Zets é uma franquia de e-commerce em que os franqueados definem o layout e nome que querem para sua loja virtual. O retorno vem de comissões sobre vendas. O franqueado deve conquistar clientes e a franqueadora fica com a parte de estoque e finanças. O investimento inicial é de 9,7 mil reais. 

Auto Spa Express

A empresa presta serviços de lavagem de carros em domicílio. Geralmente, o próprio franqueado assume todas as atividades do negócio ou tem apenas um funcionário. Hoje, a rede, criada em São Paulo, tem 48 franqueados. O investimento é de 9,9 mil reais. 

Light Depil

Inaugurada em 2010, a rede é especializada em fotodepilação, um método baseado na tecnologia de luz pulsada. No formato delivery, em que o franqueado atende os clientes a domicílio, a franquia tem investimento inicial de 9,9 mil reais. Hoje, são 34 unidades da marca em operação. 

Gigatron

A Gigatron é especializada em softwares e serviços para empresa. A microfranquia do negócio tem investimento inicial de 10 mil reais e depende totalmente da participação do franqueado no dia a dia. A rede tem 41 unidades em funcionamento. 

Pão Natureza

A franquia oferece publicidade em embalagens de pão. O franqueado é responsável pela captação e venda de anúncios. Para operar, deve investir 11,5 mil reais e precisa ter um computador e uma impressora com scanner. Hoje, são 30 unidades em operação.

Seu Professor

A rede de Santa Catarina oferece aulas de reforço escolar online para alunos do ensino médio ou cursos preparatórios. O investimento inicial é de 12 mil reais. Atualmente, são 68 franqueados em operação. 



segunda-feira, 17 de março de 2014

Sebrae-SP inaugura primeira escola gratuita de empreendedorismo do Brasil

Fonte: Sebrae SP


Para promover a disseminação da cultura empreendedora, o Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) realiza a cerimônia de inauguração hoje, 17, da  primeira escola gratuita de empreendedorismo do Brasil. O projeto é uma parceria da entidade com o Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo, responsável pelas escolas técnicas (ETECs) e faculdades de tecnologia (FATECs). O evento contará com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e da diretora do Centro Paula Souza, Laura Laganá.
A Escola de Negócios Sebrae-SP é uma iniciativa inédita e irá formar e capacitar gratuitamente futuros e atuais empreendedores por meio do ensino técnico e tecnológico, nas áreas de Administração, Gestão, Logística e Marketing. O projeto prevê, além da escola sede na capital, a implementação de uma rede profissionalizante em todo o Estado e um sistema de ensino a distância.
“Estamos felizes por promover a cultura empreendedora. A procura pelos cursos mostra que os jovens ansiavam por um curso focado para quem desde cedo sonha em ter seu próprio negócio”, comemora Alencar Burti, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP. “Demos um grande passo para que as próximas gerações de empresários estejam altamente capacitadas para enfrentar os desafios do mercado.”  
Localizada nos Campos Elíseos, região central de São Paulo, a Escola de Negócios Sebrae-SP vai integrar práticas de trabalho, educação e pesquisa em um único ambiente, o que permitirá ao aluno vivenciar situações reais que ele poderá enfrentar no mercado de trabalho e no comando da própria empresa. Ela integra a rede de ensino Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo, responsável pelas escolas técnicas (ETECs) e faculdades de tecnologia (FATECs).
“Este é um projeto marco para os jovens que sonham em ter seu próprio negócio. Vem suprir a demanda do empresariado brasileiro por um ensino formal que integre teoria e prática e contribua para o fortalecimento das micro e pequenas empresas”, apontou o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.
Ao todo, 245 alunos iniciaram as aulas nas turmas de janeiro de 2014. No ensino técnico são 145 alunos distribuídos entre os cursos de Administração; Administração – integrado ao Ensino Médio; Logística - integrada ao Ensino Médio; e Marketing integrado ao Ensino Médio. Já a Fatec inicia 2014 com 70 alunos em Gestão de Negócios e Inovação. O curso foi o de maior procura em toda a rede Paula Souza. Ao todo, foram 18,63 inscritos por vaga.
O projeto prevê, além da escola sede na capital, a implementação de um sistema de ensino a distância ainda em 2014.
Vestibular segundo semestre
As inscrições para o vestibulinho da ETEC Sebrae-SP para o segundo semestre de 2014 vão de 10 de abril até o dia 07 de maio. E para o vestibular da FATEC as inscrições serão de 14 de abril a 14 de maio.
Mais informações sobre cursos, inscrições, vestibulares e requisitos estão disponíveis em:

sexta-feira, 14 de março de 2014

Cinco dicas para aumentar a produtividade

Fonte: PEGN


Uma pesquisa recente da FNQ com micro e pequenas empresas mostrou que a maioria dos empreendedores tem dificuldade para atender o critério Resultados, do Modelo de Excelência da Gestão (MEG). Segundo esse critério, as empresas deveriam ter um conjunto de indicadores que permitisse avaliar seu desempenho. Dessa maneira, seria possível avaliar a eficiência das estratégias e dos planos adotados. Os indicadores possibilitam ainda estabelecer metas e compará-las com informações internas, para verificar em quais itens a empresa está melhorando ou piorando. Também é possível comparar com os seus resultados com os de outras empresas e descobrir como anda a sua competitividade no mercado. A seguir, cinco dicas para criar indicadores, medir resultados e estabelecer metas consistentes.
1. Defina indicadores de desempenho com base em cada uma das partes interessadas do negócio: clientes, mercado, sociedade, colaboradores, fornecedores e indicadores econômico-financeiros.
2. Estabeleça métricas que sejam adequadas ao perfil da sua empresa e forneçam informações que sirvam para medir a eficácia das estratégias. O indicador produtividade, por exemplo, pode adquirir diferentes significados: para um comércio, será a quantidade de itens vendidos, o tíquete médio ou as receitas por funcionário no mês; para uma indústria, podem ser os itens produzidos por uma máquina ou funcionário; para um laboratório, o número de exames realizados ou de pessoas atendidas. 
3. Atribua metas para cada indicador e acompanhe os resultados. Avalie se a empresa está atendendo às necessidades e expectativas de todas as partes interessadas. Esse acompanhamento faz com que o negócio atinja um sucesso sustentável, assegurando o valor para todas as partes.
4. Escolha indicadores que possam ser acompanhados de acordo com a sua evolução no tempo. Essas métricas criam uma ligação entre as estratégias e os resultados das atividades. Bons exemplos: lucratividade, inadimplência, índice de satisfação de clientes, de reclamações recebidas, de acidentes, entre outros.
5. Mantenha seus indicadores acessívei a todos que os que fazem uso deles. Estes devem estar claramente definidos e ser facilmente entendidos nos diversos níveis em que são utilizados.

quinta-feira, 13 de março de 2014

4 dicas rápidas para sua empresa vender mais

Fonte: Exame



Cuidar do marketing da sua pequena empresa ou startup pode ajudar a alavancar as vendas do negócio. Muitos empreendedores acreditam que é preciso gastar muito para divulgar sua marca no mercado, mas é possível conquistar mais consumidores sem gastar tanto.
Veja algumas recomendações da Paula Calil, professora de Planejamento Estratégico de Marketing e coordenadora da Incubadora de Negócios da ESPM/SP, e de Juliano Seabra, diretor geral da Endeavor Brasil.
1. Invista para ter um bom atendimento
Os clientes reclamam quando não são bem atendidos e isso prejudica a imagem de qualquer empresa. Por isso, os funcionários do seu negócio precisam ser orientados quando acontece algum problema e nunca ignorar o ocorrido. O retorno do cliente depende do atendimento e do pós-venda do vendededor.
2. Contrate uma equipe de peso
Empreendedores que desejam fazer a sua empresa crescer nas vendas e no mercado precisam focar nas pessoas. De acordo com Seabra, profissionais com experiência anterior podem fazer a diferença para quem pretende desenvolver a empresa.
3. Inspire-se em outras empresas
Aprender com a experiência dos outros é uma maneira de melhorar seu negócio e apostar em práticas que já foram testadas por outros. Primeiro, o pequeno empresário precisa ter noção de quais são as necessidades para depois adotar novas práticas. Caso contrário, ele poderá perder tempo e capital.
4. Faça um planejamento
Um planejamento de marketing ajuda o empreendedor a entender como o consumidor compra o seu produto ou serviço e quais ações são necessárias para a sua empresa. Além disso, o documento ajuda o empresário a alcançar as metas de outras áreas do negócio.




quarta-feira, 12 de março de 2014

4 dicas para deixar a vitrine da loja atraente para o cliente

Fonte: Revista PEGN

Shoppings cresceram impulsionados pelas vendas de smartphones (Foto: Photopin)

A vitrine é o cartão de visitas de qualquer loja. Por isso, nenhum lojista deve desperdiçar o potencial que ela tem para atrair novos clientes.

De acordo com Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas, a vitrine deve ter a mesma atenção que as outras rotinas importantes da loja têm. Há uma razão: uma vitrine bonita, bem organizada e “pensada”, desperta o desejo pela compra nos consumidores. Para isso, o especialista recomenda manter a vitrine organizada, montada estrategicamente, condizente com o que a loja oferece e de acordo com as tendências do mercado.

Confira, abaixo, quatro dicas para deixar sua vitrine atraente:

Organização: Uma vitrine desorganizada não desperta interesse e não atrai o cliente em potencial. Por isso, a organização é fundamental. Com o papel de representar uma amostra do interior da loja, a vitrine precisa estar sempre em ordem e visar atingir o desejo de consumo do público-alvo da sua loja.

Estratégia de montagem: O tempo que as pessoas têm para fazer compras está cada vez mais reduzido, o que limita um olhar mais atento aos detalhes da vitrine. Utilizar esse espaço para transmitir mensagens relacionadas à marca é, então, uma forma de se aproximar do consumidor de maneira mais efetiva. Além disso, foque na escolha do que há de mais atrativo entre os produtos da empresa e otimize o uso do espaço disponível.

Propaganda enganosa: A vitrine deve expor produtos condizentes tanto com o que existe no interior da loja quanto com o que o que seu público-alvo procura. Evite expor na vitrine itens que não acompanhem a variedade de produtos disponíveis na loja ou que não sejam acessíveis aos seus consumidores em potencial. Isto gera uma frustração no comprador e pode ocasionar um efeito inverso ao desejado.

Tendência: Lojas que não se preocupam em acompanhar as tendências do mercado podem ser consideradas desatualizadas ou antiquadas. Se você atende a um nicho específico, fique atento às mudanças de estilo do seu público. Garantir que o olhar do consumidor passe pela sua vitrine pode ser a chave para incrementar ainda mais as vendas.




segunda-feira, 10 de março de 2014

Cinco dicas para se preparar para a Copa nos próximos 100 dias


Cinco dicas para se preparar para a Copa nos próximos 100 dias


Usar a Copa do Mundo para fomentar o lucro e os negócios ainda é possível, mas existem mais formas do que simplesmente aumentar o preço devido à demanda
Ainda dá tempo para se preparar para a Copa e aproveitar o movimento que os jogos vão provocar nas 12 cidades-sede e nos locais que servirão de base para as seleções internacionais.
Estamos a 100 dias da Copa do Mundo de Futebol e quem tem comércio ou presta serviços precisa ficar alerta e se adequar ao público que circulará na cidade. Quem acha que será fácil atender brasileiros e estrangeiros, falando diversos idiomas e utilizando outras moedas está bem enganado.
“O momento, agora, é de se planejar e usar a Copa do Mundo para apresentar e mostrar para o máximo de pessoas o que se oferece ao mercado. Você tende a criar um cliente insatisfeito se aumentar o valor do produto por causa da demanda”, destaca Christiano Gomes, sócio do Instituto Aquila, consultoria em gestão avançada.
A consultoria listou cinco dicas para os pequenos empresários se preparem e ajustarem os negócios para a Copa do Mundo:
1. Identificar o quanto o negócio está adequado à oportunidade: com uma análise prática do negócio, o empresário visualiza a capacidade de atuar durante o evento;
2. Definir estratégia de atuação: determinar as ações que serão executadas para manter o negócio, ou seja, aproveitar o apelo regional ou adaptar os produtos para todos os públicos;
3. Criar condições para executar a estratégia definida: viabilizar as condições, como garantir produtos com os fornecedores, contratar mais funcionários, adaptar o espaço, garantir a infraestrutura e aceitar outras bandeiras de cartão de crédito para pagamento;
4. Determinar a estratégia de marketing, a fim de garantir que a divulgação atinja o público-alvo: é importante reconhecer que para atrair o consumidor, o empresário precisa aparecer, de maneira planejada e convincente;
5. Checar o bom desempenho e cumprimento dos prazos: para qualquer negócio é essencial que o gestor acompanhe se as metas serão cumpridas e o prazo atingido. Após os eventos, quantificar os resultados e absorver as lições aprendidas.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Páscoa: cinco dicas para motivar e vender mais

Fonte: Sebrae/SP



A Páscoa está chegando e este é o momento em que muitas micro e pequenas empresas (MPEs) lucram mais. A data é o terceiro melhor período para conseguir um trabalho temporário, só perdendo para o Natal e o Dia das Mães. Isso se reflete em maior oportunidade de vendas para o comércio.

Mas para aproveitar bem essa data, é preciso planejar. Pesquisas de mercado analisam desejos de consumo da clientela e ajudam a identificar que tipo de produto tem mais adesão com seu público-alvo. Isso pode evitar desperdícios e gastos desnecessários.

“O empresário deve calcular bem as compras, porque a Páscoa é um evento sazonal e se houver sobra pode haver encalhe de produto no estoque”, explica Bruno Caetano, diretor superintendente do Sebrae-SP.
Confira dicas do Sebrae-SP para você vender mais na Páscoa:

1) Conquiste o cliente pelo olhar: Uma vitrine atraente pode ser meio caminho para o cliente fazer uma compra. Decoração com enfeites que façam menção a Páscoa pode mexer no estado de espírito das pessoas e nessa época é a emoção que faz a compra.
2) Bons produtos: Variedade e boa exposição são essenciais para despertar o desejo de comprar. Mas tome cuidado para não entupir a loja com produtos semelhantes.
3) Motivação: Ter uma equipe em harmonia e empenhada em vender mais é fundamental. Motive o time com premiações, aumento de comissões e bônus.
4) Entre no clima: Mesmo que seu estabelecimento não tenha ligação direta com a Páscoa, vale investir em uma decoração temática. Isso mostra que o empreendedor está sintonizado com momento e gera percepção positiva. Pense em como relacionar seu carro-chefe com a data.
5) Alma do negócio: A propaganda continua sendo uma boa dica para o varejo. Reserve uma verba para essa finalidade, principalmente para divulgar as ofertas.