terça-feira, 13 de março de 2012

IPEA disponibiliza estudo sobre vendas online

Análise feita mostra o perfil dos usuários e a oferta online para o comércio

Por: Camila Alencastro
Foto: Divulgação
Numa realidade cada vez mais virtual, torna-se impossível ignorar o comércio online. Segundo informações da TIC Domicílios, em 2009 havia 73 milhões de internautas no país. Isso prova que a capacidade do e-commerce cresce proporcionalmente às novas tecnologias e adeptos da internet. O medo e preconceito com compras online têm diminuído drasticamente. 

Baseado nessa realidade, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA – fez uma análise da demanda e da oferta do e-commerce no Brasil e a evolução no comércio. O resultado dessa análise está no estudo Vendas Online: Uma Análise do Perfil dos Usuários e da Oferta Pelo Setor de Comércio.

Quer saber mais sobre e-commerce, lojas virtuais? Então leia o roteiro de Loja Virtual disponibilizado no site do Comércio Varejista do Sebrae. Vale a pena ler também o artigo E-commerce: por onde começar para chegar lá  .


segunda-feira, 12 de março de 2012

Dono do China in Box aprendeu dicas do negócio lavando pratos

O sonho de ter o próprio negócio inspirou Shiba a buscar inovação para a época, o consumo de comida pronta
 
Foto: Divulgação
Robinson Shiba, idealizador do China in Box
Lavar pratos e entregar pizzas nos Estados Unidos deu ao empresário Robinson Shiba a visão do negócio que hoje, após 24 anos, se tornou a maior rede de fast food chinesa do Brasil. A China in Box possui mais de 150 lojas espalhadas por todo o território nacional.

Shiba morou durante um ano no exterior para estudar odontologia, mas foi no trabalho em restaurantes que ele percebeu uma tendência que logo chegaria ao Brasil: o consumo de comida pronta.

Além disso, as mulheres norte-americanas já estavam muito integradas no mercado de trabalho, algo que começava a acontecer no Brasil. “Fiz uma pesquisa informal com mulheres do meu círculo de amizades e notei que nenhuma delas queria ficar em casa e fazer serviços domésticos”, afirma.

Ao perceber o sucesso que as redes de fast food com entrega em domicílio faziam nos Estados Unidos, o empresário decidiu repetir o modelo por aqui. Enquanto esteve por lá, observou todos os processos. Desde a produção até a entrega, e idealizou como faria melhorias.

Um diferencial importante para que o negócio desse certo no Brasil foi o tipo de comida oferecida, a chinesa, mesmo Shiba sendo de origem japonesa. “Não havia delivery de comida chinesa no Brasil. Além disso, ela tem boa aceitação entre os brasileiros”, declara.

Quando voltou para o Brasil, em 1988, o empresário ainda passou mais quatro anos estudando e pesquisando a melhor forma de implantar o seu modelo de negócio.
Foi no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista, que Shiba abriu a primeira unidade do China in Box. “Escolhi a região por ser um bairro vertical. Como faria entregas em domicílio, tinha de atingir o maior número de pessoas no menor espaço.”

 

Modelo implantado com melhorias

Mesmo atuando em áreas operacionais nos Estados Unidos, o empreendedor nunca deixou de prestar atenção na rotina dos restaurantes, principalmente em questões que poderiam ser melhoradas.

A higiene da cozinha e dos alimentos, por exemplo, foi um dos problemas que Shiba identificou onde trabalhou nos EUA. “A forma que encontrei para solucionar foi deixar a cozinha à mostra para meus clientes."

As cozinhas das unidades China in Box ficam separadas da área de atendimentos por um vidro, mas os consumidores podem observar todo o processo de preparação de seus pedidos, a higiene do local e até dos próprios funcionários que manuseiam os alimentos.

Para quem deseja empreender, mas ainda está dentro de uma empresa privada, o empresário recomenda buscar o máximo de informações sobre todas as áreas do seu local de trabalho. Estes dados podem dar ao futuro empreendedor uma boa noção de como funciona um negócio. “É importante conhecer a política de RH, plano de carreira, ter bom relacionamento pessoal e até saber o quanto a empresa investe”, diz.

 

Inspiração para negócio veio do pai

Shiba conta que sempre sonhou em ter o próprio negócio. O exemplo vinha do pai, que, além de atuar como dentista, administrava a loja de materiais de construção da família. “Ele conciliava as duas funções. Caso o consultório sofresse uma baixa, não ficaríamos sem renda. Queria o mesmo para mim”, diz.

Com um objetivo em mente, o empresário manteve-se atento às oportunidades que surgiam. Com o sucesso do negócio, apareceram vários pedidos para transformá-lo em franquia. Shiba contratou uma consultoria e, em 2000, aderiu ao modelo e expandiu a rede.

O empresário também tornou-se sócio de um restaurante japonês, o Gendai. Em 2007, a administração da marca foi incorporada a do China in Box, o que deu origem ao grupo Trendfoods, do qual Shiba é o presidente.


Fonte: UOL Economia

Conciliando os interesses de fabricantes e varejistas

Por Alberto Vallim

Como conciliar os interesses de marcas e fabricantes com os interesses dos varejistas?

Na Convenção da NRF 2012, que ocorreu em janeiro, em Nova York, executivos da Coca-Cola apresentaram uma estratégia que sua empresa tem colocado em prática nos últimos anos para atingir esse fim. A verdadeira colaboração, defende a empresa, só pode acontecer em uma relação em que haja vantagens reais para os dois lados.

Foram apresentados os interesses da empresa como fabricante (mais produtos e mais espaço nas lojas) e os interesses dos varejistas (mais clientes, mais produtos vendidos, vendas de maior valor). Segundo os palestrantes, uma das formas de conciliar os interesses de ambos é o fabricante apresentar ao varejista uma estratégia que responda “que tipo de produto vender” e “onde colocar os produtos” de modo a aumentar as vendas.

Para encontrar a resposta a essas perguntas, a empresa realizou uma pesquisa para entender seu consumidor, ou, mais especificamente, para entender o que foi chamado de “caminho para a compra”: o que o consumidor faz antes de comprar, durante a compra e após a compra. Foi com esse tipo de pesquisa que Coca-Cola constatou que quem compra seus produtos muitas vezes não é quem os consome; por exemplo, as mães que fazem a compra mensal para sua casa, comprando produtos Coca-Cola, mas que serão consumidos por outros membros da família.


Essa pesquisa ajudou a identificar os diferentes tipos de “missões” do consumidor nas lojas, respondendo quando e onde, dentro da loja, os diversos tipos de consumidor escolhem o produto. Além do exemplo da mãe que faz grandes compras mensais, a pesquisa traçou o comportamento do consumidor que busca descontos, do que faz compras urgentes, do que compra para consumo imediato, entre outros. Para cada um deles, identificou o caminho que geralmente percorre dentro da loja, informação estratégica de grande importância que auxilia o varejista no posicionamento dos produtos em seu estabelecimento.

Dessa forma, o sucesso na implementação da estratégia pode criar mais espaço para os produtos do fabricante e aumentar as vendas do estabelecimento, atendendo, assim, aos interesses dos dois lados envolvidos.

sábado, 10 de março de 2012

Sustentabilidade aumenta competitividade de pizzaria

Coleta seletiva de lixo e substituição da lenha tradicional por madeira de reflorestamento estão entre as ações implantadas na empresa.


Uma pizzaria preocupada com qualidade, inovação e meio ambiente. Essa é o lema da rede de restaurantes Rei da Pizza, do município de Camaçari, na Bahia. Há 18 anos no mercado, o empreendimento de Jamilton Pereira vem se destacando por práticas sustentáveis e pelo aumento da produção e competitividade.

O caso do empresário é um dos destaques da série Super Ideias, realizada pelo Canal Futura em parceria com o Sebrae. São interprogramas, exibidos nos intervalos da programação da emissora, que mostram iniciativas como a de Jamilton, que alavancou os negócios com a implantação de ações de responsabilidade ambiental em sua empresa.

Uma das ações implantadas pelo Rei da Pizza é a substituição da lenha tradicional pelo eucalipto, madeira de reflorestamento autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Na empresa, todas as pizzas são assadas no forno com essa madeira. Também faz parte da rotina dos restaurantes a coleta seletiva de lixo. O processo inclui um fluxo de estoque, separação, acondicionamento e encaminhamento para cooperativas de reciclagem da região.

O próximo passo do empresário é fazer a compostagem do lixo orgânico, para transformar os resíduos em adubo que posteriormente será utilizado na horta da empresa. “Os alimentos extraídos da horta serão utilizados na produção das pizzas”, diz Jamilton.

Para o empresário, o maior ganho dessas transformações é a mudança de hábitos. “Quanto menos lixo você gera, mais você está sendo consciente. E, na prática, isso surte efeito não só no restaurante, mas no dia a dia e em casa. É uma educação para toda a vida. Precisamos ter consciência da necessidade de preservar”, afirma.

Fonte: Exame
Tatiana Alarcon - Agência Sebrae de Notícias

sexta-feira, 9 de março de 2012

A maneira correta de comercializar pescados

Por Fabianni Melo

Os quarenta dias, que antecedem a Páscoa, guardam muitas tradições entre os cristãos, como por exemplo, a penitência e a abstinência do consumo de carne vermelha. É neste período que os comerciantes aproveitam o aumento das vendas de pescados.

Seguindo a tendência, as peixarias reforçam o estoque de peixes, de água doce ou salgada, esperando o crescimento da demanda. Mas não basta estocar, saber manusear este produto tão perecível requer atenção e cuidados especiais.

Com o propósito de orientar sobre os procedimentos higiênicos a serem adotados durante a comercialização do pescado no varejo, a Abras com o apoio técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, elaboraram duas cartilhas sobre a Comercialização de Pescado Fresco e a Comercialização de Pescado Salgado e Pescado Salgado Seco.

Quer saber mais? Então acesse a seção de Carnes e Pescados do Site de Comércio Varejista e bons negócios!

quinta-feira, 8 de março de 2012

9 dicas para garantir o correto uso de cartazes

Não há dúvidas de que os cartazes continuam eficientes na comunicação com o cliente e no estímulo às compras. Mas nem todas as lojas trabalham essa ferramenta adequadamente. O pior é que alguns erros acabam revertendo sua função. O excesso de informações, por exemplo, mais atrapalha do que ajuda. Sem entender a mensagem que está sendo transmitida, o cliente não tem sua atenção despertada. Se o objetivo é estimular a compra por impulso, isso não vai acontecer.


Veja a seguir, algumas dicas que vão ajudar você e sua equipe a utilizar corretamente essa ferramenta tão simples:

1 O excesso de cartazes ou informação tira o impacto da mensagem. O cliente perde o ímpeto de buscar alguma oportunidade nos cartazes. A dica é espalhar poucos cartazes pela loja. Evite que eles fiquem amontoados. Na hora de transmitir a informação é importante ser o mais direto e objetivo possível. E não se esqueça: essa ferramenta se presta a sugerir ou lembrar o consumidor de uma necessidade.

2 Usar material desgastado, como pincel atômico sem tinta, ou cartolina rasgada, dá ao consumidor a sensação de descaso.

3 Letras com muitos rococós fazem o consumidor perder a paciência em tentar decifrar o que o cartaz quer dizer.

4 Procure não posicionar os cartazes em locais de difícil acesso aos olhos.


5 Cartazes de lançamento ou promoção têm perenidade de sete a 15 dias, dependendo do fluxo de clientes e do giro do produto. Devem comunicar informações como marca, categoria, características do produto e preço.

6 Os cartazes também podem divulgar serviços especiais como oferecer carne grelhada na hora. Além de estimular o consumo, mostra que a loja está preocupada em garantir o melhor atendimento. Vale a pena também divulgar ações sociais e sustentáveis, como de reciclagem seletiva e apoio a instituições de caridade.


7 Usar pequenos cartazes para divulgar os benefícios de certos alimentos para a saúde, é outro recurso interessante. Tente algo como “Salmão oferece ômega 3” ou ainda “Uma taça de vinho por dia faz bem para a saúde” Outro recurso é oferecer opções de consumo. Exemplo: Brócolis enriquece a macarronada. Manga vai bem em saladas.

8 Nas lojas para as classes D e E, a linguagem tem de ser simples e a oferta precisa criar a percepção de oportunidade. “Se o consumidor não lembra quanto paga por determinado produto, não consegue mensurar a vantagem do negócio. Por isso, em vez de comunicar 30% de desconto, opte por “preço cai de R$ 100 para R$ 70”explica Renato Meirelles, do Data Popular, instituto de pesquisa especializado em baixa renda. As palavras que ajudam a passar essas ideias são: “preço”, “imperdível”, “oportunidade” e “promoção”.

9 Para o público de alto poder aquisitivo use e abuse de palavras como “lançamento”, “único”, “novidade”, “marcas Premium”, “gourmet”, “delicatesse” e “sushi”. Elas chamam a atenção, pois criam a sensação de exclusividade.

Fonte: Supermercado Moderno

quarta-feira, 7 de março de 2012

Lojas dentro de lojas

O consumo vai crescer acima da capacidade dos shopping centers a serem inaugurados nos próximos anos; logo, a tendência é de expansão de formatos de lojas diferentes.


Diante da escassez de espaços comerciais, aliada ao aumento do consumo por parte dos brasileiros, que deve demandar uma maior quantidade e otimização de serviços nos próximos anos, executivos acreditam que o mercado será forçado a buscar diferentes formatos e áreas de atuação para suprir a demanda.

Com isso, uma alternativa para investidores que deverá gerar tendência mais forte nos próximos anos é o segmento de lojas dentro de lojas (store in store), já bastante encontrado dentro de supermercados e redes de materiais de construção.

Outro termômetro de tal cenário, conforme Maria Cristina Franco, vice-presidente da Associação Brasileira de Franquias (ABF), vem do número de shopping centers previstos para os próximos anos, que também não deve corresponder às expectativas do consumidor.

Logo, a perspectiva é dos negócios store in store - que começou com perfumarias e redes de alimentação dentro dos supermercados, deve chamar ainda mais a atenção.

Segundo Maria Cristina, há um forte movimento do consumo na direção de lojas conglomeradas, que ofereçam mais de um serviço para o público. A instalação de lojas dentro de lojas favorece um ciclo de consumo, no qual o consumidor permanece mais tempo dentro das lojas ao encontrar dentro delas um novo serviço. "É um segmento que vale a pena para redes que fornecem alimentação com operação enxuta, que não demanda muitos funcionários ou espaço de cozinha muito amplo", afirma. "Além disso, mediante a escassez de pontos comerciais, o modelo é uma boa alternativa".

Fonte: Portal Abras

terça-feira, 6 de março de 2012

15 dicas para fazer seu negócio home-based funcionar

Como montar um ambiente profissional e funcional para a sua empresa 

Foto: Divulgação 
1) Antes de abrir um negócio em casa, avalie se você tem os requisitos necessários para esse tipo de empreendimento. Abrir uma empresa em casa requer disciplina, planejamento, iniciativa, independência profissional, persistência e disposição para enfrentar horas de solidão. 

2) Na hora de escolher o melhor cômodo para instalar o escritório, prefira um que esteja o mais separado possível da agitação da casa – de preferência, com uma entrada independente. 

3) Se você tem funcionários trabalhando em casa, torna-se ainda mais importante ter uma entrada independente para sua equipe. É a maneira mais adequada para preservar a privacidade e a segurança da família. 

4) Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Prepare esse local (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio, usando os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial. 

5) O planejamento do escritório pode e deve incluir a adoção de tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas. 

6) Ao montar seu home-office, lembre-se de como você gosta de trabalhar normalmente. Como deve ser a mesa ideal? Você costuma guardar seus arquivos em papel, no hard-drive ou na sua maleta? Gosta de ter post-its colados no monitor ou prefere lembretes eletrônicos? Tudo isso deve ser levado em conta no seu planejamento. 

7) Preste atenção nas posições da sua cadeira, da sua mesa, da tela de computador e do teclado. Siga as regras da ergonomia, para não ter problemas de saúde no futuro. Invista em cadeiras ajustáveis, com apoio para braços. 

8) Não use seu endereço residencial para cartões de visitas e correspondências comerciais. Melhor ter uma caixa postal ou usar os serviços de um escritório virtual. 

9) Atenda ao telefone de maneira profissional. Parece óbvio, mas o fato de estar em casa faz com que alguns empreendedores respondam apenas “Alô”, em vez de usar o nome da empresa. 

10) Não misture a conta-corrente pessoal com a de sua empresa. Controle as finanças com rigor. 

11) Estabeleça horários para o começo e o fim do expediente – e também para o almoço. Para isso, use como base os horários em que seus clientes e fornecedores trabalham, e não as suas preferências pessoais. Não adianta começar a trabalhar às seis da manhã se os seus clientes costumam fazer reuniões no final da tarde, por exemplo. 

12) Organize e administre o seu tempo com parcimônia. Cumpra prazos e compromissos com o cliente. Não é porque você está numa garagem que não precisa ser pontual, ter bom preço e produtos de qualidade. 

13) Cuide da aparência. Vista-se todos os dias como se fosse ao escritório ou como se tivesse uma reunião marcada com investidores. A aparência contribui para transmitir uma imagem de seriedade e profissionalismo para clientes, fornecedores e empregados. 

14) Fale com alguém fora do escritório pelo menos uma vez por dia. Passar o dia inteiro em silêncio, comunicando-se apenas por e-mail ou torpedos, pode provocar estresse. Planeje almoços, vá a palestras e seminários, visite clientes e fornecedores com frequência. 

15) Para quem trabalha em um escritório, é normal criar pequenas distrações ao longo do dia – um almoço em um restaurante gostoso, uma compra no final do expediente – para aliviar a tensão. O fato de trabalhar em casa não significa que você deve trabalhar oito horas por dia sem interrupção. Faça pausas curtas para algumas atividades relaxantes, como regar as plantas ou ler o jornal do dia. Mas resista à tentação de esticar esses intervalos, o que pode interferir na produtividade. 


Fonte: PE&GN

segunda-feira, 5 de março de 2012

Como vencer seu concorrente sem reduzir os preços

Confira regras básicas para se firmar no mercado perante seus concorrentes

Foto: Divulgação
Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc. 
 
Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário seguir três regras básicas.

1) Transforme seu público-alvo no seu melhor amigo.

Para competir em valor, o primeiro passo é saber tudo sobre o seu público-alvo. Trate-o como seu fosse um amigo querido, sobre quem você quer ter todas as informações possíveis. Algumas perguntas podem ser úteis nesse processo. Para começar, quem é o seu público-alvo? Como ele vai usar seu produto ou serviço? Como ele decide o que comprar? O que pensa dos seus concorrentes? É fundamental responder essas questões, recorrendo a artigos, pesquisas, posts em redes sociais, relatórios, palestras, conversas com consultores etc. E depois analisar em detalhes todo esse material.

2) Crie uma proposta de valor que traga benefícios para o cliente, e faça dela a sua missão.

Não se trata de colocar uma placa na parede, com metas vagas e genéricas. A proposta de valor deve ser algo muito específico, que cole no seu produto e traga benefícios concretos para os clientes. Todos na sua organização devem conhecer a proposta de valor e se guiar por ela. A proposta precisa ser comunicada de maneira consistente em tudo que sua companhia faz, desde o material de marketing até a publicidade, passando pela fala de seus executivos. Só assim você construirá uma marca forte – e vendável.

3) Entregue o que prometeu, custe o que custar.

Cheque com os consumidores se a promessa está sendo cumprida. A sua proposta de valor trouxe benefícios para os consumidores? É algo palpável, com o que eles conseguem se identificar? O valor criado pela marca faz com que os clientes se vejam nela? Em outras palavras: eles estão recebendo o que você prometeu? Se a resposta para alguma dessas perguntas for NÃO, corra atrás do prejuízo, corrigindo as falhas e cuidando da satisfação do cliente. Dessa maneira, ele nem vai lembrar que existem concorrentes.


 
Fonte: Papo de Empreendedor

quinta-feira, 1 de março de 2012

ABF apresenta as 15 franquias mais baratas

Levantamento feito pela associação mostra 15 exemplos de franquias nas quais o investimento iniciam em R$ 4,5 mil

Foto: Dreamstime
Cada vez mais empreendedores querem investir em um negócio próprio, mas não tem todo o capital para abrir uma franquia. Hoje, existem marcas que oferecem oportunidades de negócio com valores bem baixos. Vale lembrar que não existe fórmula mágica: baixo investimento também exige trabalho duro e pode demorar a dar resultados. 

A Associação Brasileira de Franquias fez um levantamento das franquias mais baratas do Brasil. A lista a seguir traz quinze exemplos de franquias que exigem investimentos entre 4,5 mil e 10 mil reais para começar a negociar. Todas as informações foram fornecidas pela ABF, com base no seu banco de dados de quase mil redes associadas. O valor não inclui instalações, materiais específicos e taxas adicionais cobradas pela franqueadora. Por isso, o investimento inicial fica, sem dúvida, acima deste preço e depende de negociação entre o franqueado e a rede.


Auto Spa Express: R$ 4,5 mil
A Auto Spa Express presta serviços de estética automotiva e lavagem ecológica de carros em domicílio. Uma franquia deste tipo pode funcionar apenas com o próprio franqueado operando e fazendo as lavagens. O investimento parte de 4,5 mil reais. Vale lembrar que a empresa cobra ainda taxas mensais, como a de royalties.


RH Franquia Online: R$ 5 mil
A rede especializada em Recursos Humanos online segue a tendência de home office, que diminui os custos de implementação, e exige um investimento inicial que varia de 5 mil reais a 15 mil reais, segundo dados da ABF, Do franqueado é exigido, apenas, um computador com acesso à internet, telefone e impressora. Atualmente, a RHF Talentos possui 14 unidades em nove estados. Entre os serviços oferecidos está a inclusão de currículos e empresas no portal, treinamento para entrevistas, divulgação de prestadores de serviços e apoio jurídico.


Light Depil: R$ 6 mil
A rede inaugurada em 2010 conta hoje com 25 unidade que oferecem tratamento de fotodepilação, baseado na tecnologia de luz pulsada, em um formato delivery. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising, abrir uma unidade da franquia custa 6 mil reais. O kit inicial recebido pelo franqueado dá direito a um aparelho de depilação à luz pulsada, um aparelho elétrico para cortar pelos, dois uniformes e treinamento inicial.


Acquazero: R$ 6 mil
Criada em 2009, a rede de lavagem de carros Acquazero usa produtos biodegradáveis e certificados pela ANVISA para cuidar dos veículos. Segundo a rede, em uma lavagem são usados menos de 300 mililitros de água para dissolver os produtos. Hoje são mais de 40 unidades em funcionamento e a previsão é terminar o ano com 100. De acordo com a ABF, a franquia custa a partir de 6 mil reais e pode chegar a mais de 85 mil reais.


Medis Odonto Médica: R$ 7 mil
Com 20 unidades, a rede especializada em distribuição de produtos odontológicos oferece a seus franqueados o sistema de atuação em casa. Segundo a ABF, abrir uma franquia da Medis custa a partir de 7 mil reais, podendo chegar a 30 mil reais. A rede, inaugurada em 1998, começou a atuar no franchising em 2010 e fatura uma média de 2,1 milhões de reais por ano. A franqueadora estima o prazo de retorno do investimento inicial em 12 meses e exige a contratação entre dois e cinco funcionários, a depender do tamanho da unidade.


Zets: R$ 7,2 mil
A rede permite ao franqueado montar uma loja eletrônica, com o layout e nome que preferir. O interessado recebe o valor da comissão que suas vendas gerarem. São mais de mil produtos disponíveis para venda que vão desde artigos de informática e eletrônicos a produtos para bebês. O dono da loja ligada à rede precisa, apenas, captar os compradores e tem a liberdade de definir os produtos, descontos e divulgações da empresa. A parte burocrática de entrega, controle do estoque e da parte financeira da loja virtual ficam a cargo da franqueadora.
Atualmente, a Zets conta com 175 franquias com um investimento inicial de 7,2 mil reais.


Carrinho Chopp Brahma: R$ 7,5 mil
A marca Carrinho Chopp Brahma é uma das franquias coordenadas pela Ambev, que cuida também da recente Nosso Bar. A franquia consiste em um carrinho para venda de cerveja que pode ser levado para vários lugares, como os de sorvete nas praias. O investimento começa, segundo informações da ABF, em 7,5 mil reais, mas pode passar de 35 mil reais.


Tutores: R$ 7,5 mil
A franquia especializada em reforço escolar, fundada em 2007, com 121 unidades pelo país, atende alunos com dificuldade de aprendizado do ensino regular, além de jovens e idosos com limitações em informática e idiomas. De acordo com a ABF, o custo para abrir uma franquia da Tutores fica entre 7,5 mil e 20 mil reais. Os interessados devem preencher uma ficha de inscrição presente no site da rede, bem como responder a um questionário de avaliação. Em seguida, passam por uma entrevista para aprovação, escolhem os locais de atuação, pagam a taxa de franquia e passam por um treinamento inicial.


Doutor Faz Tudo: R$ 7,5 mil
É uma franquia de reforma e manutenção rápida de imóveis e faz parte do portfólio do grupo Zaiom, especializado em microfranquias. É uma opção de negócio para engenheiros, arquitetos, eletricistas e encanadores. Hoje, são mais de 100 franquias pelo país e o investimento começa em 7,5 mil reais e pode ultrapassar os 20 mil reais.


Home Angels: R$ 7,5 mil
A franquia de cuidados para pessoas, que faz parte do Grupo Zaiom, pode ser instalada em casa, no modelo home-based. O franqueado pode começar com poucos funcionários e aumentar a equipe conforme a necessidade de atendimento. O investimento vai de 7,5 mil a 20 mil reais.


Amigo Computador: R$ 7,5 mil
É uma franquia de manutenção de computadores e redes. São mais de 20 franqueados que trabalham no esquema home-based e atendem os clientes em casa mesmo. A marca faz parte do grupo Zaiom, especializado em microfranquias. A rede atende problemas de computadores em residências e pequenas empresas. De acordo com os dados da ABF, o investimento vai de 7,5 mil e 20 mil reais.


Disk Manicure: R$ 8 mil
Criada pela estilista Renata de Barbosa Ingold Boudon, a rede Disk Manicure oferece serviços de manicure e pedicure em domicílio em oito estados. A abertura da empresa surgiu da necessidade de Renata por um serviço mais higiênico e personalizado. O investimento para começar, segundo a ABF, é de 8 mil reais, mas pode ultrapassar 15 mil reais, conforme a região.


Magic Up: R$ 10 mil
A Magic Up defende que qualquer um pode aprender a fazer mágica. A rede oferece acessórios de demonstrações simples, que vem em caixas individuais, e kits mais completos, com manuais e DVDs que ensinam detalhadamente a realizar cada uma das mágicas apresentadas. São seis anos no mercado brasileiro e seis unidades (duas franquias e quatro lojas próprias). Os interessados em adquirir uma franquia da Magic Up desembolsam 10 mil reais, segundo a ABF, e recebem um treinamento oficial dos produtos e podem optar por dois tipos de lojas. Uma delas é voltada para as classes A e B, e costuma vender artigos de magia e artefatos para poker. A outra, direcionada ao público B, C e D, vende produtos de entretenimento, como quebra-cabeças.


Limpidus: R$ 10 mil
Com 96 unidades espalhadas pelas principais cidades do país, a rede especializada em serviços de limpeza está há mais de 30 anos no mercado. A franqueadora oferece 12 planos de franquia para quem deseja abrir um negócio que garantem um faturamento entre 1 mil e 75 mil reais. De acordo com a ABF, o custo para abrir uma franquia Limpidus vai de 10 mil a 250 mil reais. Conforme a quantidade de dinheiro aplicada para abrir a franquia, a Limpidus entrega os primeiros clientes ao franqueado – a quantidade e o tamanho deles varia conforme o investimento.


Fale Globish: R$ 10 mil
Lançada no ano passado, a Fale Globish é uma franquia especializada no ensino de inglês. O foco da rede é crescer com a chegada da Copa do Mundo e das Olímpiadas ao Brasil. Ainda bem recente, a rede conta com poucas unidades. O investimento mais baixo é de 10 mil reais, pelos dados da ABF, mas pode chegar a 20 mil reais.


Fonte: Revista Exame